Ano II nº 54 1 de Abril de 2006



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Ano II nº 54 1 de Abril de 2006


Boletim de Ligação Pastoral da Matriz de São Sebastião





V Domingo da Quaresma


I LEITURA – Jer 31,31-34


II LEITURA – Heb 5,7-9

Evangelho de Jesus Cristo segundo São João (Jo 12,20-33)

N


aquele tempo, alguns gregos que tinha vindo a Jerusalém para adorar nos dias da festa, foram ter com Filipe, de Betsaida da Galileia, e fizeram-lhe este pedido: «Senhor, nós queríamos ver Jesus». Filipe foi dizê-lo a André; e então André e Filipe foram dizê-lo a Jesus. Jesus respondeu-lhes: «Chegou a hora em que o Filho do homem vai ser glorificado. Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo, lançado à terra, não morrer, fica só; mas se morrer, dará muito fruto. Quem ama a sua vida, perdê-la-á, e quem despreza a sua vida neste mundo conservá-la-á para a vida eterna. Se alguém Me quiser servir, que Me siga, e onde Eu estiver, ali estará também o meu servo. E se alguém Me servir, meu Pai o honrará. Agora a minha alma está perturbada. E que hei-de dizer? Pai, salva-Me desta hora? Mas por causa disto é que Eu cheguei a esta hora. Pai, glorifica o teu nome».

Palavra da Salvação

Na liturgia do 5º Domingo Comum ecoa, com insistência, a preocupação de Deus no sentido de apontar ao homem o caminho da salvação e da vida definitiva. A Palavra de Deus garante-nos que a salvação passa por uma vida vivida na escuta atenta dos projectos de Deus e na doação total aos irmãos. Na primeira leitura Jahwéh apresenta a Israel a proposta de uma nova Aliança. Essa Aliança implica que Deus mude o coração do Povo, pois só com um coração transformado o homem será capaz de pensar, de decidir e de agir de acordo com as propostas de Deus. A segunda leitura apresenta-nos Jesus Cristo, o sumo-sacerdote da nova Aliança, que se solidariza com os homens e lhes aponta o caminho da salvação. Esse caminho (e que é o mesmo caminho que Jesus seguiu) passa por viver no diálogo com Deus, na descoberta dos seus desafios e propostas, na obediência radical aos seus projectos. O Evangelho convida-nos a olhar para Jesus, a aprender com Ele, a segui-l’O no caminho do amor radical, do dom da vida, da entrega total a Deus e aos irmãos. O caminho da cruz parece, aos olhos do mundo, um caminho de fracasso e de morte; mas é desse caminho de amor e de doação que brota a vida verdadeira e eterna que Deus nos quer oferecer.



2 de Abril - Celebramos o 1º Aniversário da morte de João Paulo II, na Eucaristia das 17 horas.

RTP assinala aniversário da morte de João Paulo II

A RTP vai apresentar o documentário “No coração de João Paulo II”, pelas 21h45 do próximo

Domingo, dia em que se assinala o primeiro aniversário de João Paulo II. O programa, da autoria de Aura Miguel, vai de Cracóvia ao Vaticano, traçando “um retrato do Papa que mudou o mundo”.

Impacto cultural do pensamento de João Paulo II


O Papa João Paulo II foi um homem de uma invulgar coragem profética manifestada nas atitudes que tomou em diversas áreas, entre as quais a da cultura.A história cultural da Europa seria hoje certamente bem diferente sem o Papa João Paulo II. Foi ele que deu um impulso decisivo à queda da grande divisão que existia na Europa entre o leste e o oeste. O Papa foi um visionário ao descrever a Europa como um continente que devia respirar com dois pulmões, o oriente e o ocidente.




Um Papa genuíno

Aura Miguel, jornalista da Renascença que acompanhou João Paulo II por todo o mundo, considera que os momentos que precederam, imediatamente, a morte de Karol Wojtyla são um exemplo da "coragem" que marcou este pontificado de 26 anos e meio. "Que político é que se arriscaria a aparecer à janela, como na Bênção 'Urbi et Orbi', em directo, com centenas de cadeias do mundo inteiro, sem conseguir falar?", pergunta. "A maneira como João Paulo II abraçou tudo o que Deus lhe pedia foi uma grande lição para os que sofrem, sobretudo para a nossa sociedade ocidental que faz de conta que o sofrimento não existe", ressalta a jornalista da Renascença.


Publicação judaica em honra de João Paulo II


«Quando era jovem na Polónia, os judeus eram seus amigos e vizinhos. Quando era Papa, com suas palavras e acções, condenou o anti-semitismo com um pecado, visitou a sinagoga de Roma, sendo o primeiro Papa que o fez; rezou em Auschwitz pelos judeus que morreram pelas mãos nazistas e estabeleceu relações com o Estado judeu de Israel».

O rabino Klenicki, especialista e participante das relações católico-judaicas durante décadas, diz: «Como nenhum outro Papa na história, João Paulo II será reconhecido para sempre como o Peregrino da Paz e o Apóstolo da Reconciliação».








Sábado dia 8 de Abril

Tarde de Louvor

Pelas 15 Horas

Com o Padre Fernando SantaMaria

Missionário da Canção Nova

Na Igreja Matriz de São Sebastião



de Ponta Delgada




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