Ano/semestre: 2012. 1 Curso: História fase



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Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC

Centro de Ciências Humanas e da Educação – FAED





PLANO DE ENSINO


DEPARTAMENTO:


História

ANO/SEMESTRE:

2012.1

CURSO:

História


FASE:



DISCIPLINA:

História do Brasil III

TURNO:

Noturno

CARGA HORÁRIA:

72 horas/aula

CRÉDITOS:

04

PROFESSOR:

Reinaldo Lindolfo Lohn

1 EMENTA


O imaginário republicano. Oligarquias e regionalismos. A economia: relações entre o mercado externo e as estruturas internas. Modernidade conservadora. Movimentos e negociações sociais: grupos populares e classe operária. Modernismos e vanguardas. Revoluções de 1930.


2 HORÁRIO DAS AULAS

DIA DA SEMANA

HORÁRIO

CRÉDITOS

Quarta-feira

20:00 – 21:40

02

Sexta-feira

18:10 – 19:50

02


3 OBJETIVOS


3.1 OBJETIVO GERAL

Identificar as formas políticas e sociais que engendraram os primeiros anos do regime republicano brasileiro.




3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Relacionar os movimentos sociais com as disputas pelo poder político no interior dos grupos dirigentes.
Conhecer as relações vigentes entre os grupos sociais nos campos político e social que engendraram os primeiros anos do regime republicano brasileiro.
Problematizar as relações econômicas, político-administrativas e sócio-culturais vigentes entre os diferentes sujeitos da sociedade brasileira nas primeiras décadas do século XX.
Enfatizar as transformações sociais, como a urbanização e os primeiros contrastes entre cidade e campo que passarão a definir os movimentos sociais e políticos.

4 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO





UNIDADE 1

CH

1. Os militares e a República positivista

1.1. O imaginário republicano

1.2. Novas representações políticas


14






UNIDADE 2

C.H.

2. O Estado Oligárquico

2.1. O país das oligarquias e coronéis

2.2. Os movimentos sociais rurais e urbanos

2.3 Relações de poder e economia




20





UNIDADE 3

C.H.

3. Utopias e controles sociais

3.1. O movimento operário e cidade disciplinar

3.2. O modernismo

3.3. O Estado-providência





28




UNIDADE 4

C.H.

4. Velho Estado Novo

4.1. O país dos tenentes

4.2. Um país redescoberto?

10





TOTAL DA CARGA HORÁRIA

72

5 METODOLOGIA


Aula expositiva-dialogada, discussão da bibliografia, discussão de documentos escritos, iconográficos e audio-visuais. 8 horas/aula dedicadas para observação e intervenção de aluno do PPGH – Estágio Docência.

6 AVALIAÇÃO


ATIVIDADE

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

PESO

Prova 1

Conteúdo: textos discutidos e aulas ministradas, desenvolvimento de idéias próprias.

2

Prova 2

Conteúdo: textos discutidos e aulas ministradas, desenvolvimento de idéias próprias.

2

Produção de trabalho coletivo a partir de documentação coletada em arquivos e bibliotecas públicos e/ou privados.

Conteúdo, consistência e qualidade

1

Participação e interesse

Observação

1

7 BIBLIOGRAFIA


Básica:

BATALHA, Cláudio. Formação da classe operária e projetos de identidade coletiva. In: FERREIRA, Jorge. e DELGADO, Lucília de Almeida Neves (Org.) O Brasil republicano. O tempo do liberalismo excludente. Da proclamação da República à Revolução de 1930. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira: 2003, p. 161- 189.

BOSI, Alfredo. Dialética da colonização. São Paulo: Cia das Letras, 1992.

CARVALHO, José Murillo de. A formação das almas: o imaginário da república no Brasil. SP: Cia das Letras, 2000.

CARVALHO, José Murillo de. Os Bestializados: o Rio de Janeiro e a república que não foi. SP: Cia das Letras, 1997.

CHALHOUB, Sidney. “Varíola, vacina e vacinophobia”. In: __. Cidade Febril. Cortiços e epidemias na corte imperial. São Paulo: Companhia das Letras, p. 97 -162.

CHALHOUB, Sidney. Cidade febril: cortiços e epidemias na corte imperial. São Paulo: Cia das Letras, 1996.

CHALHOUB, Sidney. Trabalho, lar e botequim: o cotidiano dos trabalhadores no Rio de Janeiro da Belle Époque. Campinas: Unicamp, 2001.

DECCA, Edgar de. 1930: o silêncio dos vencidos. SP: Brasiliense, 1980.

FAUSTO, Boris. A “derrubada” das oligarquias. In:__. A Revolução de 1930: Historiografia e História. São Paulo: Brasiliense, 1986. p. 86 – 114.

FAUSTO, Bóris. A Revolução de 1930: historiografia e História. SP: Cia das Letras, 1997.

FAUSTO, Bóris. História do Brasil. SP: EdUSP, 1995.

FERREIRA, Jorge & DELGADO, Lucília de A. Neves (orgs.). O Brasil republicano, 1: o tempo do liberalismo excludente. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.

FERREIRA, Jorge & DELGADO, Lucília de A. Neves (orgs.). O Brasil republicano, 2: o tempo do nacional-estatismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.

FREITAS, Marcos Cezar de (org.) Historiografia brasileira em perspectiva. São Paulo: Contexto, 2001.

GOMES, Ângela de Castro. A invenção do trabalhismo. RJ: Vértice, 1988.

HERMANN, Jaqueline. Religião e política no alvorecer da República. Os movimentos de Juazeiro, Canudos e Contestado. In: FERREIRA, Jorge. e DELGADO, Lucília de Almeida Neves (Org.) O Brasil republicano. O tempo do liberalismo excludente. Da proclamação da República à Revolução de 1930. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira: 2003, p. 123 -160.

JANOTTI, Maria de Lourdes Monaco. O diálogo convergente: políticos e historiadores no início da República. FREITAS, Marcos Cezar de (org.) Historiografia Brasileira em perspectiva. São Paulo: Contexto, 2001, p 119- 143.



Lahuerta, Milton. Os intelectuais e os anos 1920: moderno, modernista e modernização. In: COSTA, Wilma Peres; DE LORENZO, Helena Carvalho (Org.). A década de 1920 e as origens do Brasil moderno. São Paulo: Editora da Unesp, 1998. 254 p.

LESSA, Renato. A invenção republicana. Campos Sales, as bases e a decadência da república velha. Rio de Janeiro: Topbooks, 1999.

LESSA, Renato. Saindo do caos: Os procedimentos de pacto. In:___. A invenção republicana. Campos Sales, as bases e a dacadência da Primeira República Brasileira. Rio Janeiro : Topbooks, 1999, p. 137 – 161.

Revista BRASILEIRA DE HISTÓRIA, n°. 58, Repúblicas. São Paulo: Anpuh, 2009.

Revista ESTUDOS HISTÓRICOS, Nº. 11, Os Anos 20. Rio de Janeiro: FGV, 1993.

Revista TEMPO, n°. 26, A nova “velha” república. Rio de Janeiro: UFF, 2009.

SEVCENKO, Nicolau. A inserção compulsória do Brasil na Belle Époque.In: __. Literatura como Missão. Tensões sociais e criação cultural na Primeira República. São Paulo: Brasiliense, p. 25 - 77.

SEVCENKO, Nicolau. Literatura como missão: tensões sociais e criação cultural na Primeira República. São Paulo: Brasiliense, 1999

WISSENBACH, Maria Cristina Cortez. Da escravidão à liberdade: dimensões de uma privacidade possível. In: NOVAIS, Fernando (Coord.) História da vida privada no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, vol 3, p. 49 - 130.
Complementar

ÁVILA, Affonso. O modernismo. São Paulo: Perspectiva, 1975.

BOMFIM, Manoel, O Brasil Nação: realidade e soberania brasileira. Rio de Janeiro: Topbooks, 1996.

BORGES, Vavy Pacheco. Tenentismo e revolução Brasileira. São Paulo: Brasiliense, 1992.

CAMPOS, Cristina Hebling. O sonhar libertário: movimento operário nos anos de 1917 a 1921. Campinas: Pontes, 1988.

CARONE, Edgar. Classes sociais e movimento operário. São Paulo: Ática, 1989.

CARPINTÉRO, Marisa Varanda. A construção de um sonho: os engenheiros-arquitetos e a formulação da política habitacional no Brasil.

CARVALHO, José Murilo de. Pontos e bordados: escritos de história e política. Belo Horizonte: UFMG, 1998.

CHAUÍ, Marilena & FRANCO, Maria Sylvia de Carvalho. Ideologia e mobilização popular. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1978.

COSTA, Angela Marques da; SCHWARCZ, Lilia Moritz, 1890-1914: no tempo das certezas. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.

CUNHA, Euclides da; GALVÃO, Walnice Nogueira. Diário de uma expedição. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.

D’ARAUJO, Maria Celina (org.). As instituições brasileiras da Era Vargas. Rio de Janeiro: FGV, 1999.

DECCA, Edgar de. 1930: o silêncio dos vencidos. São Paulo: Brasiliense, 1980.

DECCA, Maria A. Guzzo. A vida fora das fábricas: cotidiano operário em São Paulo, 1920-1934. RJ: Paz e Terra, 1987.

FAUSTO, Bóris (org.) História Geral da Civilização Brasileira. São Paulo: Difel, 1989, vols. 8 e 9.

FORJAZ, Maria Cecília Spina. Tenentismo e política. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.

FREITAS, Marcos Cezar de (org.) Historiografia brasileira em perspectiva. São Paulo: Contexto, 2001.

GOMES, Ângela de Castro (org.) Capanema: o ministro e seu ministério. RJ: FGV, 2000.

História da Vida Privada no Brasil, vol. 3. SP: Cia das Letras, 2000.

JANOTTI, Maria de Lourdes. O coronelismo: uma política de compromissos. SP: Brasiliense, 1981.

JANOTTI, Maria de Lourdes. Sociedade e política na Primeira República. SP: Atual, 1999.

LEMOS, Carlos. A república ensina a morar (melhor). São Paulo: Hucitec, 1999.

LENHARO, Alcir. Sacralização da política. Campinas: Papirus, 1986.

MOURA, Clóvis. Sacco e Vanzetti: o protesto brasileiro. São Paulo: Brasil Debates, 1979.

PAMPLONA, Marco. Revoltas, repúblicas e cidadania: Nova York e Rio de Janeiro na consolidação da ordem republicana. RJ: Record, 2003.

RAGO, Margareth. Do Cabaré ao Lar: a utopia da cidade disciplinar. Brasil 1890-1930. RJ: Paz e Terra, 1985.

Revista Brasileira de História, Anpuh, n°. 40, vol. 21 e n°. 42, vol. 21.

Revista USP: Dossiê Futebol.

SEVCENKO, Nicolau (org.) História da Vida Privada no Brasil. vol. 3. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.

SEVCENKO, Nicolau. O Orfeu extático na metrópole. São Paulo: Brasiliense, 1996.

SKIDMORE, Thomas E. O Brasil visto de fora. São Paulo: Paz e Terra,

SOARES, Maria de Carvalho & FERREIRA, Jorge (orgs.). A História vai ao cinema: vinte filmes brasileiros comentados por historiadores. RJ: Record, 2001.

SOIHET, Rachel. Condição feminina e formas de violência: mulheres pobres e ordem urbana (1890-1920). Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1989.

STOLCKE, Verena. Cafeicultura: homens, mulheres e capital (1850-1980). SP: Brasiliense, 1986.

TRONCA, Ítalo. Revolução de 1930: a dominação oculta. São Paulo: Brasiliense, 1982.

VELOSO, Mariza & MADEIRA, Angélica. Leituras brasileiras: itinerários no pensamento social e na literatura. RJ: Paz e Terra, 1999.






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