Apostila de evangelizaçÃo espírita infantil segundo e Terceiro Ciclos



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Uma História Real


         Havia um homem que se chamava Fleming e era um pobre lavrador escocês.

         Um dia, enquanto trabalhava para ganhar o pão para a sua família, ouviu um pedido de socorro proveniente de um pântano que havia na redondeza.

         O Sr. Fleming largou tudo o que estava a fazer e correu ao pântano. Lá, deparou-se com um rapazinho enterrado até à cintura, gritando por socorro e tentando desesperadamente e em vão, libertar-se do lamaçal onde caíra.

         O Sr. Fleming retirou o rapazinho do pântano, salvando-o assim da morte.

         No dia seguinte, chegou uma elegante carruagem à sua humilde casa, donde saiu um nobre elegantemente vestido, que se lhe dirigiu apresentando-se como o pai do rapazinho que salvara da morte certa.

         - Quero recompensá-lo, disse o nobre. O senhor salvou a vida do meu filho.

         - Não, não posso aceitar dinheiro pelo que fiz, respondeu o lavrador escocês.

         Nesse momento, o filho do lavrador assumou à porta da casa.

         - É seu filho? perguntou o nobre.

         - Sim, respondeu orgulhosamente o humilde lavrador.

         - Então, proponho-lhe o seguinte: deixe-me proporcionar ao seu filho o mesmo nível de instrução que proporcionarei ao meu. Se o seu rapaz sair ao Senhor, não tenho dúvida alguma que se converterá num homem de que ambos nos orgulharemos.

         Então o Sr. Fleming aceitou.

         O filho do humilde lavrador frequentou as melhores escolas e licenciou-se em Medicina na famosa Escola Médica do St. Mary's Hospital de Londres.

         O filho do Sr. Fleming se tornou um médico brilhante e ficou mundialmente conhecido como Dr. Alexander Fleming, o descobridor da Penicilina.

         Anos depois, o “rapazinho”que havia sido salvo do pântano adoeceu com uma pneumonia.

         E desta vez, quem salvou a sua vida? A PENICILINA!

         Quem foi o nobre, que investiu na formação do Dr. Alexander Fleming? Sir Randolph Churchill.

         E assim o filho do nobre, foi duas vezes salvo pela família Fleming: uma vez no pântano e depois pela penicilina.

         A Lei de Causa e Efeito, que é uma lei Divina, faz retornar o bem que fazemos. O bem que o nobre fez retornou através da cura de seu filho pelo médico que ele ajudou a formar.

História recebida pela Internet

         Prece de encerramento

Livre-arbítrio e Lei de Causa e Efeito II

         Objetivos da aula: levar os evangelizandos a entenderem que livre-arbítrio significa liberdade de escolha e que toda ação resulta em uma consequência. Deus criou todos os Espíritos simples e em ignorância, com aptidão tanto para o bem como para o mal, e que através de nossas escolhas podemos ir para o lado do bem ou do mal e que, portanto, cada um poderá ser feliz ou infeliz, conforme as escolhas feitas por si mesmo. Também levá-los a observar que não há fatalidade nos menores acontecimentos da vida e que somos os responsáveis quando algo sai errado por causa de uma atitude nossa. O preço da liberdade é a responsabilidade, ou seja, podemos agir livremente, mas seremos responsáveis por nossos atos.

         Prece inicial

         Primeiro momento - aplicar a seguinte dinâmica: entregar balões para a metade dos evangelizandos. A outra metade deverá tentar estourar o balão do adversário, depois se invertem os papeis.

         Em seguida questionar:

         * Como se sentiram quando tinham que proteger o balão?

         * Como se sentiram quando tinham como tarefa estourar o balão?

         * Como vocês se sentem quando alguém os atinge com alguma coisa negativa como brigas com xingamentos, brigas físicas (soco, chute, tapas...).

         * Como vocês se sentem quando são vocês que insultam com palavras, provocam brigas fisicamente ou demonstram atitudes negativas?

         * Vocês acham que humilhar os outros com palavras ou atacar fisicamente traz algum benefício ou recompensa para si próprio?

         Sugestão para análise:

         * Existem pessoas que se sentem ofendidas, magoadas por qualquer coisa: diante da mais leve contrariedade, já se sentem humilhadas.

         * Procure ver as pessoas além das aparências. Imagine que por trás de uma atitude, existe uma história, um motivo que leva a pessoa a agir de determinada forma.

         * Ficamos tristes e magoados quando alguém nos ofende, mas, com certeza, ficaríamos mais tristes se fossemos nós o ofensor. Magoar alguém é terrível!

         * Quando você não tiver uma palavra que auxilie, procure não abrir a boca. Muitas vezes, o silêncio é a resposta que nos compromete menos em um momento difícil.

         * A boca fala do que o coração esta cheio. O que fazemos aos outros e o modo que expressamos revela como somos por dentro.

         * Devemos fazer aos outros o que gostaríamos que nos fizessem. Essa é a regra áurea para todos os relacionamentos, em todas as situações.

         Segundo momento: oportunizar um minuto para reflexão, a fim de que pensem sobre os sentimentos que os envolvem quando brigam fisicamente ou com palavras com o seu próximo.

         Terceiro momento: o evangelizador deverá observar que as crianças, adolescentes e os jovens se encontram com muitas atividades além das atividades da escola, são atividades esportivas, aulas extras de línguas, música, dança, e que isso acarreta muitas vezes, estresse e sensações de irritabilidade, ansiedade, medo, insegurança, raiva... Mas que tudo isso é normal, mas não é normal o jeito como muitas vezes algumas crianças, adolescentes ou jovens expressam isso.

         # Vocês podem estar se perguntando: Então, o que eu faço quando me sinto agoniado (a) com todos esses sentimentos, resultando, muitas vezes, em raiva?

         # Às vezes sentimos raiva ou ficamos zangados, isto faz parte do nosso processo evolutivo, porém devemos nos esforçar para não expressar nossa ira de modo a magoar as pessoas, incluindo nós mesmos, pois quando estamos nervosos nós somos os primeiros a sermos prejudicados.

         # Ao querermos atingir os outros com nossos sentimentos negativos, seremos os primeiros a ser atingidos, podendo até mesmo prejudicar nosso corpo, provocando algum tipo de doença, porque a raiva é um sentimento negativo que intoxica nosso corpo físico.

         # Então, como transformar nossos sentimentos negativos, em sentimentos positivos?

         # As crianças de todas as idades podem aprender técnicas simples para ajudar a manter seus sentimentos sob controle e buscar uma solução pacífica. Por exemplo: bater a porta com toda a força ou xingar os outros não contribui em nada para nossos relacionamentos, mas um diálogo aberto sobre a causa do conflito pode ajudar a todos. O diálogo pode esclarecer muitas coisas e ajudar a não guardarmos ressentimentos das pessoas. Participar das aulas de evangelização, ler e assistir filmes educativos (com mensagem positivas), orar.

         # William Shakespeare dizia que “Guardar ressentimento é como tomar veneno e esperar que a outra pessoa morra.”

         # Lembrar que temos livre-arbítrio para decidirmos como agir, mas as nossas escolhas dão origem a consequências (sempre inerentes a cada escolha).

         # Deus ao criar os Espíritos não disse que alguns seriam bons outros ruins, mas sim deu disposição tanto para o bem como para o mal e através de nossas escolhas podemos ir para o lado do bem ou do mal e assim seremos felizes ou infelizes, conforme nossas escolhas.

         Quarto momento: aplicação de uma segunda dinâmica, para que os evangelizandos entendam melhor o diálogo apresentado pelo evangelizador no momento acima. O evangelizador deverá encher uma bexiga com água (não muito), pedir para que os evangelizandos fiquem em pé e em círculo. Explicar que cada evangelizando de posse da bexiga deverá jogá-la para cima dizendo: Fico zangado (a) quando:... (tenho que cuidar de meu irmão (a)... tenho que desligar a TV para fazer minhas atividades da escola...). Em seguida passa a bexiga para o colega do lado.

         * Se a dinâmica for concluída por todos os evangelizandos sem que a bexiga estoure, perguntar: o que acontece se eu estourar esta bexiga? Ela explodirá, molhará a si própria, o chão e até as pessoas que estão por perto.

         * O que isso tem de semelhante com as pessoas que demonstram seus sentimentos negativos? Ao expressarem seus sentimentos negativos, de forma explosiva, em seu dia a dia, elas atingem e contagiam as pessoas que estão por perto.

         * Isso já aconteceu com algum de vocês? Demonstrar seus sentimentos de forma negativa torna as coisas melhores? Vocês se sentem melhores? Nunca vale a pena explodir. É muito mais inteligente aprender a lidar com os conflitos e discussões para que as coisas fiquem melhore e não piores.

         Quinto momento: se a bexiga não tiver sido estourada, o evangelizador pode lembrar que, quando temos boa vontade e tomamos muito cuidado, não estouramos tão facilmente, e então podemos sair ilesos de muitas situações. Em seguida, ele deverá pegar uma das bexigas que estouraram na primeira dinâmica e perguntar quem a bexiga estava representando na dinâmica.

         Pedir para observarem o estado da bexiga após ser estourada. Concluir que é assim que fica nosso corpo físico e espiritual quando tomamos atitudes menos acertadas, somos os mais prejudicados com a situação. Toda a causa tem uma conseqüência e nós colheremos os frutos do nosso próprio plantio e isso se chama Lei de Causa e Efeito.

         Sexto momento: contar a história O Livro do Destino





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