Apostila de evangelizaçÃo espírita infantil segundo e Terceiro Ciclos



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Primeiro momento: aplicar a dinâmica Quebra-Cabeça.

Quebra-cabeça

OBJETIVO: levar os participantes a refletirem sobre a necessidade de cooperação; ou seja, que compartilhar é muito bom para todos.

MATERIAL: envelopes com quebra-cabeças. Pode ser uma única figura xerocada de acordo com o número de alunos e cortada igualmente pelo próprio evangelizador.

PROCESSO: dar um envelope para cada evangelizando. Preparar os envelopes, previamente, de modo que um único fique completo (contendo todas as peças) e que nos demais, as peças sejam embaralhadas, misturadas entre os envelopes e sempre faltando um pedaço que estará com um colega.

Distribuir os envelopes, aleatoriamente, pedindo que “Não abram, ainda! Da atenção de vocês, dependerá quase 100% da eficácia desse exercício. Se alguém já conhece o método ou o resultado desta atividade, por favor, não revele... deixe que os colegas descubram.”

O evangelizador pode utilizar as pessoas que, porventura conheçam a dinâmica, para fazerem o papel de observadores.

Proceder às instruções: “Quaisquer outros aspectos que não estiverem enquadrados nas regras que vou lhes passar serão permitidos.”

Regra nº 01: “Todos devem montar seus quebra-cabeças dentro de 10 minutos”.

Regra nº 02: “Não pode rasgar, dobrar, amassar, quebrar ou riscar nenhuma das peças, nem o envelope.”

Regra nº 03: “A dinâmica será concluída quando todos formarem seus quebra-cabeças”.

Se os evangelizandos não perceberem que terão de efetuar a troca das peças do quebra-cabeça para terminá-lo, o evangelizador pode dizer “depois de algum tempo”: “Nem sempre a solução para os nossos problemas está em nossas mãos!”

Os que não conseguirem montar seus quebra-cabeças porque estão com as peças trocadas, ficarão intrigados porque apenas um evangelizando terminou tão rápido (justamente o evangelizando que não estava com as peças trocadas).

Poderão argumentar que a dinâmica não valeu, porque o evangelizador favoreceu a um único evangelizando, dando a ele o envelope com todas as peças do quebra-cabeça. O Evangelizador deverá então argumentar que: “Vocês devem ter entendido mal. Vocês não foram solicitados a vencer os outros. Eu disse que a tarefa seria concluída quando todos formassem seus quebra-cabeças”.

Caso não tenham atentado para as trocas das peças, o evangelizador poderá também lembrar que: “Nenhum deles pensou em ajuda mútua, nem pensaram em auxiliarem uns aos outros para atingirem a conclusão da meta. Não ocorreu a nenhum deles que nem sempre a solução para os nossos problemas está em nossas mãos! E que, portanto, “compartilhar” é participar de ações que beneficiem aos outros e a nós mesmos.

Segundo momento: abrir um espaço para dialogar com os evangelizandos sobre o que ocorreu na dinâmica. Questionar:

Qual o significado da palavra compartilhar? (aguardar as respostas e logo em seguida esclarecer o significado caso haja necessidade ou complementar).

Compartilhar: ter ou tomar parte em; participar de; partilhar; compartir; dividir em partes; repartir; dar; distribuir.

Obs.: se necessário dar uns minutos para que eles se troquem as peças concluindo os quebra-cabeças.

Qual foi o benefício de compartilhar as peças dos quebra-cabeças? Todos puderam completar a atividade, auxiliando a todos.

O que podemos compartilhar com o nosso próximo no cotidiano? (aguardar respostas):

Bens Materiais: doação de alimentos, roupas, dinheiro, remédios...

Bens Espirituais - calor humano ou bons sentimentos: pode ser exercido através da prece, vibrações positivas, perdão sincero, sentimentos de amor e carinho, consolo nas horas de dificuldades, um abraço, um sorriso, um aperto de mão, doçura no trato pessoal, compaixão, compreensão...

Caso os evangelizandos questionem sobre a doação de dinheiro, dizendo que a pessoa poderá gastar com outra coisa, a qual não era para a intenção que pediu, o evangelizador deverá argumentar que o que vale é a nossa intenção de ajuda, o que a pessoa vai fazer com o dinheiro ou qualquer outra coisa material que tenha recebido, isso não é da nossa conta e sim responsabilidade de quem recebe.



Terceiro momento: indagar - temos adversários? (aguardar respostas). Logo a seguir concluir que:

“Sim!! Temos um grande adversário: NÓS MESMOS”; quando não exercitamos a paciência, a perseverança, a fé, a tolerância, o desprendimento das coisas materiais, a compaixão... Quando não praticamos a solidariedade, a caridade, o perdão... Quando dispersamos nossas energias cuidando da vida alheia, ao invés de usá-la em prol do nosso crescimento... Quando enxergamos em nosso semelhante um adversário, ou seja, quando esquecemos que somos filhos do mesmo Pai e que, portanto, somos todos irmãos e que Deus nos ama sem distinção e deu a nós todos, oportunidades iguais para sermos felizes e que devemos nos ajudar mutuamente. Enfim, quando não procuramos nos tornar pessoas melhores, superando nossos defeitos, que são nossos principais adversários para que possamos atingir a nossa EVOLUÇÃO ESPIRITUAL.



Quarto momento: contar a parábola do Bom Samaritano.

Parábola do Bom Samaritano

Certa vez, estando Jesus a ensinar, “eis que se levantou um doutor da lei e lhe disse, para o experimentar:

— Mestre, que hei-de fazer para alcançar a vida eterna?

Respondeu-Lhe Jesus:

— Que está escrito na lei? Como é que lês?

Tornou aquele:

— “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, com todas as tuas forças e de toda a tua mente; e a teu próximo como a ti mesmo.”

— Respondeste bem, disse-Lhe Jesus. Fase isto, e viverás.

Mas ele, querendo justificar-se, perguntou ainda:

— E quem é o meu próximo?

Ao que Jesus tomou a palavra e disse:

Um homem descia de Jerusalém a Jericó e caiu nas mãos dos ladrões que logo o despojaram do que levava; e depois de o terem maltratado com muitas feridas, retiraram-se, deixando-o muito ferido. Casualmente, descia um sacerdote pelo mesmo caminho; viu-o e passou para o outro lado. Igualmente, chegou ao lugar um levita; viu-o e também passou de largo. Mas, um samaritano, que ia seu caminho, chegou perto dele e, quando o viu, se moveu à compaixão. Aproximou-se, deitou-lhe óleo e vinho nas chagas e ligou-as; em seguida, fê-lo montar em sua cavalgadura, conduziu-o a uma hospedaria e teve cuidado dele. No dia seguinte, tirou dois denários e deu-os ao hospedeiro, dizendo: Toma cuidado dele, e o que gastares a mais pagar-to-ei na volta. Qual desses três se houve como próximo daquele que caíra nas mãos dos ladrões?

Respondeu logo o doutor:

— Aquele que usou com o tal de misericórdia.

Então lhe disse Jesus:


  • Pois vai, e fase tu o mesmo.” (Lucas, 10º, 25-37)



Quinto momento: o evangelizador deverá abrir um espaço para todos tecerem comentários a respeito da parábola contada, ou seja, interpretarem o que Jesus quis nos ensinar através desta parábola.

Sexto momento: comentar que não devemos encarar a vida e as pessoas como um jogo com milhões de adversários, pois, se não há essa competição é mais fácil entender os problemas alheios e encontrar conforto no abraço de cada um. Mas infelizmente, muitos ainda se enxergam como rivais, como se estivessem em busca de um tesouro tão pequeno que só poderia fazer vitorioso a uma única pessoa.

Ledo engano: o maior prêmio de nossa existência está na capacidade de compartilharmos a vida! Experimente acolher ao invés de julgar, perdoar ao invés de acusar e compreender ao invés de revidar! É difícil, sem dúvida! Mas é possível, e extremamente gratificante. A vida fica mais leve, o caminho fica mais fácil e a recompensa, muito mais valiosa. Somente conseguiremos ter um mundo melhor quando estivermos empenhados e comprometidos com os resultados, respeitando indistintamente a tudo e a todos.



Sétimo momento: comentar o quanto é bom ter uma família, o que comer todos os dias, uma cama quentinha para dormir, enfim... todo o conforto e os muitos presentes que ganham durante o ano.

Logo a seguir o evangelizador deverá pedir para que os evangelizandos pensem nas crianças e jovens que não tem tudo o que eles têm, principalmente as crianças que vivem em orfanatos ou nas ruas.

Pedir para que fiquem um minuto em silêncio para refletirem sobre o assunto.

Logo em seguida, o evangelizador deverá pedir sugestões, para alegrar essas crianças e os jovens necessitados de conforto e carinho (o ideal seria induzi-los a idéia de arrecadação de brinquedos, roupas, alimentos...)

Apos ouvir as sugestões, falar sobre a importância de todos se empenharem em arrecadar brinquedos, roupas, sapatos e tudo que possa trazer um pouco mais de consolo para esses irmãos.

Lembrar que hoje estamos em uma situação privilegiada, mas que o amanhã ninguém pode prever, portanto; ajudando hoje, com certeza seremos ajudados amanhã; a isso se chama, “LEI DE CAUSA E EFEITO”.



Prece de encerramento

Compartilhar é bom II

         Obs.: em aula anterior, pedir para que os evangelizandos tragam para próxima aula (“Compartilhar é bom”), um brinquedo que goste para brincar com seus colegas, um que não goste tanto (e que gostaria de trocar por outro do colega) e um outro para doação, totalizando três brinquedos.

         Se o evangelizador, conhecendo a turma, entender que pode gerar tumulto levar um brinquedo para brincar e outro para trocar, pode pedir apenas o brinquedo para doação.

         Prece Inicial

         Objetivos da Aula: levar os evangelizandos a entender que “Compartilhar” é participar de ações que beneficiem os outros e a nós mesmos, e também que não só devemos doar coisas materiais, mas também calor humano, cooperando e compartilhando em atitudes uns com os outros. Conscientizá-los que somos todos irmãos e que devemos auxiliar-nos uns aos outros.

         Primeiro momento: sondagem de comportamento e sentimentos, através de um diálogo, em grupo, sobre os sentimentos apresentados pelos evangelizandos.

         Questionar:

         * De quem ganharam o brinquedo que trouxeram?

         * Porque gostam deste brinquedo?

         * Que lembranças este brinquedo trás?

         * Tiveram dificuldade em escolher os brinquedos?

         * Gostaram da idéia ou acharam ruim doar seus brinquedos para pessoas desconhecidas?

         * O que pensam de compartilhar seus pertences com os colegas da sala?

         * O corpo é empréstimo de Deus? Por quê? Sim, é a morada transitória do Espírito que somos.

         Segundo momento: recolher os brinquedos levados para doação e pedir para que guardem os que trouxeram para brincar e trocar com os colegas, em uma caixa ou sacola, previamente preparada pelo evangelizador. Esclarecer para quem serão doados os brinquedos arrecadados.

         Terceiro momento: explicar aos evangelizandos que todos irão receber um saquinho com brinquedos e que após todos terem recebido o seu, todos poderão brincar harmoniosamente por cinco minutos.

         Quarto momento: aplicar a dinâmica É dando que se recebe.

É dando que se recebe

         OBJETIVOS: levar os participantes a refletirem sobre a necessidade de cooperação; ou seja, que compartilhar é muito bom para todos.

         MATERIAL: brinquedos de meninos e meninas (também podem ser utilizados diversos quebra-cabeças).

         1º Passo - O evangelizador deverá pegar alguns brinquedos de meninos e meninas e misturá-los ou desmontá-los (se possível).

         2º Passo - Em seguida deverá pegar as peças e fazer kits (saquinhos) com os brinquedos/pedaços para entregar a cada um dos alunos (o kit tem que ter peças dos dois tipos de brinquedos, ou seja, de menino e menina).

         3º Passo - O evangelizador deverá entregar um saquinho para cada criança e, após ter entregue todos os kits, deverá autorizar para que todos brinquem. (O evangelizador deverá somente observar as reações, sem influenciar – observar se eles vão ter a idéia de trocar as peças com os colegas, montando os brinquedos para poderem brincar, beneficiando a todos).

         Obs.: caso alguma criança diga que não dá para brincarem e peçam os brinquedos que eles trouxeram, o evangelizador deverá dizer que no momento, só poderão brincar com o que tem em mãos e que mais tarde eles terão tempo para brincar com os brinquedos que eles trouxeram.

         Quando todos tiverem montado os brinquedos, o evangelizador deverá dar uns minutos para que desfrutem da descoberta que COMPARTILHAR É BOM!

         Quinto momento: recolher os brinquedos montados e dialogar com as crianças sobre o que ocorreu na dinâmica, concluindo a finalidade da mesma. Perguntar:

         * Qual o significado da palavra compartilhar (aguardar as respostas e logo em seguida esclarecer o significado caso haja necessidade).

         * Qual foi o benefício em compartilhar as peças dos brinquedos com os colegas?

         * O que podemos compartilhar com o nosso próximo no nosso cotidiano?

         Lembrar que podemos compartilhar:

         Bens Materiais (caridade material): doação de alimentos, roupas, dinheiro, remédios, brinquedos, material escolar.

         Bens Espirituais (caridade moral): prece, vibrações positivas, perdão sincero, sentimentos de amor e carinho, consolo nas horas de dificuldades, um abraço, um sorriso, um aperto de mão, doçura no trato pessoal, compaixão, compreensão.

         * Caso os evangelizandos questionem sobre a doação de dinheiro, dizendo que a pessoa poderá gastar com outra coisa, a qual não era para a intenção que pediu, o evangelizador deverá argumentar que o que vale é a nossa intenção de ajudar, o que a pessoa vai fazer com o dinheiro ou qualquer outra coisa material que tenha recebido, isso não é da nossa conta, porque, no ajuste de nossa conta com Deus, somente vão contar “as nossas atitudes”. Cada um é responsável pelas suas atitudes, pensamentos e palavras.

         Sexto momento: contar a História Uma conversa no ônibus.

Uma conversa no ônibus

         - Faltam cinco centavos, mocinha...

         O cobrador esperava, enquanto Clara revirava seus bolsos atrás da moedinha. Mas ela não tinha os cinco centavos para completar a passagem de ônibus...

         - Aqui está!

         Renato espontaneamente estendeu uma moeda sua ao cobrador. Clara, aliviada, retribuiu a gentileza do amigo com um sorriso e agradeceu.

         Os dois sentaram-se atrás de Luísa, irmã mais velha de Clara. Eles observavam a cidade e as pessoas... Quantas diferenças! Ficaram tristes ao ver crianças fora da escola, pessoas pedindo esmolas nas calçadas, casas muito pobres... Homens e mulheres com rostos cansados e sem esperança...

         De repente, Clara pergunta:

         - Por que o mundo é assim tão triste?

         Renato ficou pensativo. Luísa virou-se para eles e respondeu:

         - Infelizmente ainda é assim. Se cada um de nós fizesse a sua parte, teríamos um mundo melhor... Mas nem todos querem ajudar.

         Luísa freqüentava o Grupo de Jovens Espíritas. Lá eles conversavam muito, para entender as pessoas e o mundo. Eles também se perguntavam o que podiam fazer para ajudar a melhorar essas realidades.

         - Esse mundo não tem jeito mesmo! Ninguém se importa com ninguém... desabafou Renato.

         Mas logo Luísa corrigiu:

         - Isso não é verdade, Renato. Tem muita gente que não se importa mesmo com ninguém. Mas também há aqueles que se importam, e fazem alguma coisa pelos outros, ainda que seja pouco. Mas quase ninguém fala sobre as coisas boas que essas pessoas fazem. Só falam nas coisas ruins.

         Então, Luísa lembrou a eles muitas coisas boas que as pessoas fazem:

         Um rapaz se levantou para deixar o banco para um velhinho, no ônibus. O motorista esperou a moça atravessar a rua. Duas crianças que repartiam o lanche, na escola. O médico que atendia pessoas pobres sem nada cobrar. As pessoas que faziam teatrinho para as crianças do orfanato. A senhora que comprava cadernos para que o filho da empregada continuasse estudando. As campanhas de doação de roupas e alimentos para as pessoas carentes de coisas materiais. Os garotos que visitavam os velhinhos no asilo. O senhor que sempre sorria para o carteiro...

         Havia muitas pessoas boas, realmente! E havia muitas oportunidades de ajudar, todos os dias!

         Clara lembrou da moeda que Renato lhe dera pra completar a passagem. Eram apenas cinco centavos... Não era muito, mas fez grande diferença para ela!

         Naquele dia, no ônibus, Clara e Renato, com a ajuda de Luísa, entenderam que o pouquinho que damos de nós mesmos pode fazer uma enorme diferença para quem recebe. E assim, com pequenas atitudes, podemos tornar o mundo um lugar melhor de se viver.

Letícia Müller

         Sétimo momento: dialogar em grupo a respeito da história, concluindo que: “Compartilhar” é participar de ações que beneficiem os outros e a nós mesmos e que, portanto, não só devemos doar coisas materiais, mas também calor humano; com a nossa participação pessoal, como conta a história. Comentar o quanto eles são privilegiados por possuírem uma família, o que comer todos os dias, uma cama quentinha para dormir, enfim, todo o conforto e os muitos presentes que ganham durante o ano.

         Oitavo momento: o evangelizador deverá pedir para que os evangelizandos pensem nas crianças e jovens que não tem tudo o que eles possuem, principalmente as crianças que vivem em orfanatos e nas ruas. Pedir para que fiquem um minuto em silêncio para refletirem sobre o assunto. Logo em seguida, o evangelizador deverá pedir sugestões, para alegrar essas crianças e jovens necessitadas de conforto e carinho (o ideal seria conduzi-los à idéia de arrecadação de brinquedos, roupas, alimentos...).

         Após ouvir as sugestões, o evangelizador deverá dizer para eles a importância de todos se empenharem em arrecadar brinquedos, roupas, sapatos e tudo que possa trazer um pouco mais de consolo para esses irmãos.

         Lembrar que hoje estamos em uma situação privilegiada, mas que o amanhã ninguém pode prever, portanto; ajudando hoje, com certeza seremos ajudados amanhã; isso se chama, “LEI DE CAUSA E EFEITO”.

         Nono momento: as crianças poderão pegar os brinquedos que trouxeram para aula, fazer as trocas e brincar junto com os colegas.

         Prece de encerramento

         A T E N Ç Ã O!! O evangelizador somente deverá permitir o acesso aos brinquedos que os evangelizandos trouxeram para brincar, após o termino da aula, porque as crianças ao estarem de posse dos brinquedos terão dificuldade de se concentrarem na mensagem da aula, pois sua atenção estará voltada para os brinquedos. Seus cérebros estarão pensando em uma única coisa... Brincar... brincar... brincar...



Corpo – dádiva divina IV

         Prece inicial

         Primeiro momento: lembrar que o corpo é um presente de Deus para que possamos aprender e evoluir espiritualmente. Mas precisamos cuidar bem do corpo físico para ter boa saúde.

         Segundo momento: distribuir o teste Corpo e Saúde, dando alguns minutos para que seja respondido. Solicitar que respondam com atenção cada item.



Teste Corpo e Saúde

Você está cuidando direitinho do seu corpo? Que tal fazermos um teste? Assinale a alternativa que diz como você age com seu corpo.



Perguntas/Reflexões

Nunca

Às vezes

Sempre

Pontos

Prefiro beber água a refrigerante porque sei que é mais saudável.













Sei que meu corpo é um presente de Deus para que eu possa evoluir nesta encarnação e agradeço por isso.













Tomo banho sem reclamar porque sei que andar limpo faz bem a minha saúde.













Observo os sinais de trânsito; atravesso na faixa de segurança e presto muito atenção ao atravessar a rua.













Antes de comer qualquer alimento lavo bem as mãos; também lavo as frutas e verduras.













Não reclamo da comida e procuro não deixar restos.













Vou ao médico sem reclamar quando estou doente e tomo os remédio na hora certa.













Corto as unhas e os cabelos quando necessário.













Nas brincadeiras não empurro, nem machuco meus amigos.













Escovo os dentes ao acordar, depois das refeições e antes de dormir.













Gosto de correr, jogar bola, andar de bicicleta, exercitar o meu corpo.













Vou dormir na hora combinada sem reclamar.













Sei que morar em local limpo é importante, por isso mantenho meu quarto arrumado.















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