Apostila de evangelizaçÃo espírita infantil segundo e Terceiro Ciclos



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Evolução Espiritual

         Prece inicial

         Obs.: na aula anterior deve ser solicitado aos evangelizandos que, durante a semana, se esforcem para realizarem algo de bem em uma situação que, normalmente, seria difícil para eles, de acordo com as dificuldades individuais que cada Espírito traz para superar. Ex.: não fazer fofocas, não responder com má educação, respeitar professores e colegas, não mentir, ser paciente, eis alguns exemplos que surgiram em nossa aula. A realização dessa tarefa significa que estamos nos esforçando para evoluir, serve como exemplo de evolução espiritual.

         Primeiro momento: distribuir perguntas aos evangelizandos, solicitando que eles leiam a indagação e pensem na resposta.

        Veja sugestões de perguntas:

1 - Você fez o que foi proposto na aula anterior?

         2 - Quando fomos criados já sabíamos tudo o que sabemos hoje?

         3 - O que é evoluir?

         4 - Será que evoluir é muito complicado?

         5 - São iguais os Espíritos, ou há entre eles qualquer hierarquia?

         6 - Em quantas classes se dividem os Espíritos?

         7 - O que são demônios? Você acredita no diabo?

         8 - Qual são os maiores impedimento a nossa evolução?

         9 - Qual é o indicativo de que eu tenho que melhorar, preciso evoluir?

         10 - E Jesus, onde se enquadra na Escala Espírita?

         Segundo momento: explicar que cada evangelizando vai ler em voz alta a sua questão, e respondê-la, se souber. Se responder corretamente, irá ganhar uma bala (ou um bombom). Se não souber responder, o primeiro colega a sua direita terá a chance de fazê-lo, ganhando igualmente a bala se acertar a resposta. Se este colega não souber, pode-se abrir a possibilidade de que um voluntário responda e ganhe a bala.

         Obs.: baseado nos subsídios abaixo, o evangelizador deve ir complementando as respostas dos evangelizandos, sempre procurando manter um diálogo e fazendo-os pensar a respeito das respostas. A atividade terá atingido seu objetivo se houver a participação dos evangelizandos, com a compreensão do tema da aula.

        Veja subsídios ao evangelizador.

 1 - Você fez o que foi proposto na aula anterior? A tarefa era fazer algo difícil, algo no bem, que representa que estamos evoluindo. Ouvir as crianças.

         Neste item todos podem e devem dar a sua resposta.

         2 - Quando fomos criados já sabíamos tudo o que sabemos hoje? Todos fomos criados simples e em ignorância, isto é, sem sabedoria e com aptidão tanto para o bem como para o mal. Os que são maus assim se tornaram por vontade própria.

         3 - O que é evoluir? Evoluir é mudar para melhor. A evolução é contínua, não regredimos nunca, no máximo estacionamos – não aproveitamos a oportunidade da encarnação. O Espiritismo nos ensina que a reencarnação é o meio através do qual temos a oportunidade de evoluir.

         4 - Será que evoluir é muito complicado? Evoluímos através de atitudes simples, no dia-a-dia. O esforço é de cada um, temos o livre-arbítrio. O bom uso da liberdade e a responsabilidade são proporcionais ao grau de evolução espiritual a que tenhamos atingido. O evangelizador poderá retomar os exemplos que os evangelizandos deram na pergunta nº 1 (tema).

         5 - São iguais os Espíritos, ou há entre eles qualquer hierarquia?

         São de diferentes ordens, conforme o grau de perfeição que tenham alcançado. (questão 96 de O Livro dos Espíritos)

         6 - Em quantas classes se dividem os Espíritos? Escala Espírita - Ela compreende três ordens principais: os Espíritos imperfeitos, os bons Espíritos e os puros Espíritos. Estas classes não são espécies distintas, e todos os Espíritos são chamados a percorrê-las sucessivamente, isto é, da ignorância ao estado da perfeição. Dentro da escala espírita, os Espíritos podem estacionar, mas jamais retroceder.

         Três ordens principais– subdivididas em outras:

         Espíritos puros: nenhuma influência da matéria. Superioridade intelectual e moral absoluta, com relação aos Espíritos das outras ordens. Também são chamados de anjos. Mas não tem a ver com os anjos de guarda, que são Espíritos ainda imperfeitos, um pouco mais evoluídos que seus tutelados.

         Espíritos bons: predominância do Espírito sobre a matéria. Desejo do bem. Suas qualidades e poderes para o bem estão em relação com o grau de adiantamento que hajam alcançado.

         Espíritos imperfeitos: predominância da matéria sobre o Espírito. Propensão para o mal. Ignorância, orgulho, egoísmo e todas as paixões que lhe são consequêntes.

         7 - O que são demônios? Você acredita no diabo? Demônio vem de uma palavra grega daimön, que significa gênio, inteligência. É como eles chamavam os Espíritos, bons ou maus, indistintamente. Deus não cria Espíritos destinados eternamente ao mal. Há sim, Espíritos ainda estacionados na ignorância, pensando em vingança. Pode persistir nessa situação durante anos e séculos, mas chega sempre o momento em que sua teimosia em desafiar as leis divinas se abate diante do sofrimento, é então, ele reconhece o poder superior que o domina. Nenhum Espírito está na condição de nunca se melhorar. Se assim fosse ele estaria fatalmente destinado a uma eterna situação de inferioridade e escaparia a lei da evolução que rege providencialmente todas as criaturas.

         8 - Quais são os maiores impedimentos a nossa evolução? O egoísmo e o orgulho. Por que? Porque nos impede de reconhecer que estamos errados e precisamos mudar. (questão 785 de O Livro dos Espíritos)

         Egoísmo: amor excessivo ao bem próprio, sem consideração aos interesses alheios.

         Orgulho: amor-próprio demasiado; soberba.

         9 - Qual é o indicativo de que eu tenho que melhorar, preciso evoluir? É pelo sofrimento que a criatura acaba se dando conta que tem que mudar.Toda vez que percebemos que erramos, estamos preparados para avançar. O próximo passo é fazer certo nas próximas vezes. Dificuldades vão surgir, mas Deus sempre nos dá outra chance. Porém, a pressa em evoluir é de cada um, se eu me esforçar mais, prestar mais atenção nas minhas atitudes e pensamentos e tentar acertar, vou caminhar mais rápido rumo à perfeição e a felicidade.

         10 - E Jesus, onde se enquadra na Escala Espírita? Jesus é um Espírito puro, mas foi criado simples e em ignorância, assim como nós. Ele já evolui há muito tempo, tornando-se um Espírito puro antes da formação da Terra, sendo encarregado de governar este planeta.

         Terceiro momento: contar o relato Uma nova oportunidade.

Uma nova oportunidade

         Há algum tempo, na Inglaterra, a Justiça estabeleceu um programa especial, em que as pessoas que haviam cumprido pena na cadeia recebiam um novo nome e iam para uma cidade diferente da que moravam na época do crime e da condenação, a fim de recomeçar uma nova vida.

         A troca de nome e de cidade era para que não houvesse discriminação por parte da população, e para que os jovens não fossem condenados outra vez, pelo preconceito. Enfim, eles recebiam uma nova chance de acertar o passo e evoluir, fazendo as escolhas corretas.

         Fazendo um paralelo com essa medida adotada pelas autoridades inglesas e a Justiça Divina, podemos entender um pouco mais a respeito da realidade da Lei da reencarnação.

         Deus nos oferece inúmeras chances de acertar o passo no compasso das Suas Soberanas Leis, por meio das reencarnações, quando trocamos de corpo físico, voltando à Terra em um novo corpo, com um novo nome, sem perder os conhecimentos adquiridos até então.

         Assumindo uma nova identidade, mas sem perder suas conquistas anteriores, o Espírito que errou no passado terá nova oportunidade de reconquistar as pessoas às quais prejudicou, obter novamente a confiança da sociedade e progredir.

         Um exemplo disso, provando que dá certo, é o caso de Judas, o traidor de Jesus.

         A Humanidade cristã ainda o espanca e o incendeia, personalizado num boneco, feito para ser malhado, até os dias de hoje, mesmo que seu delito tenha ocorrido há mais de dois milênios.

         Mas esse mesmo Espírito já voltou ao palco Terrestre inúmeras vezes e já está muito mais evoluído.

         Em sua última aparição, esse mesmo Espírito, usando uma nova identidade, ficou conhecido no mundo inteiro, como a brava guerreira francesa Joana D’arc.

         Com as possibilidades mediúnicas de que era portadora, a jovem francesa recebia orientações diretas dos amigos espirituais e as seguia com incontestável fidelidade, cumprindo a sua missão na Terra e evoluindo sempre, rumo a perfeição.

         A reencarnação é abençoada e valiosa oportunidade que cada Espírito recebe para a própria evolução. Cabe a cada um aproveitar a presente encarnação, que é um presente de Deus, para aprender e evoluir.

Adaptado do site www.momento.com.br

         Prece de encerramento



Evolução Espiritual II

         Obs.: esta metodologia* de aula rende muito diálogo e dependendo da quantidade de alunos, às vezes tem que ser ministrada em duas aulas. É necessário que o evangelizador seja paciente e analise juntamente com os evangelizandos as questões propostas, levando-os ao entendimento correto, a luz da Doutrina Espírita e dos ensinamentos de Jesus.

         * Metodologia é arte de dirigir o Espírito na investigação da verdade.

         Objetivos da aula: oportunizar aos evangelizandos entenderem que a evolução é uma lei a qual não se pode fugir e que o êxito em nossa evolução espiritual depende de nossa reforma íntima, que deve ocorrer através de nossa mudança de atitude mental. Que a evolução espiritual é a marcha para o progresso que cada um é compelido a realizar, através do estudo, do esforço, do trabalho, da perseverança e do otimismo, no combate às imperfeições, em busca das virtudes e com o concurso das vidas sucessivas.

         Prece inicial

         Primeiro momento – questionar:

         # O que é prosperidade? Segundo o dicionário entre as definições de prosperidade encontramos: qualidade ou estado do que é próspero; felicidade; progresso; riqueza; evolução.

         Somos prósperos quando estamos progredindo. Quando falamos em prosperidade espiritual, estamos nos referindo à constante evolução. A palavra evolu(a)ção já traz em si o objeto da nossa prosperidade: a ação. Não existe prosperidade para quem não aceita a mudança.

         O verdadeiro sentido da nossa existência está em realizar o nosso planejamento de vida*, que é único, exclusivo, pessoal e dinâmico, ou seja, está em constante mudança para podermos evoluir. Quando realizamos esse planejamento reencarnatório, estamos evoluindo espiritualmente, e a evolução espiritual é o grande projeto cósmico de nossa vida. E o amor é a moeda mais valiosa do Universo que nos ajuda nessa mudança.

         * O tema planejamento de vida no plano espiritual antes de reencarnarmos para uma nova existência foi estudado na aula Reencarnação IV.

         Segundo momento - perguntar:

         # Porque devemos renovar primeiramente o nosso pensamento? Porque TUDO tem sua origem no pensamento, ou seja:

         Pensamento sentimento palavra atitude (ação).

         Ex.: para conseguirmos a tão sonhada paz em todos os continentes, primeiramente devemos ser pacíficos em nossos pensamentos, assim transmitiremos paz para nossa família e nossas famílias transmitirão paz para suas cidades e as cidades transmitirão paz para seus países que formarão um mundo de paz.

         # Quais as medidas que devemos tomar para aperfeiçoar o pensamento? Cuidar daquilo que entra na nossa cabeça, através dos olhos, dos ouvidos, ou seja, das leituras, dos filmes, das conversas, etc. Por isso, devemos selecionar a nossa leitura, os filmes que assistimos, as conversas que mantemos, o tipo de anedota que nos atrai, pois tudo isso vai influenciar o nosso pensamento.

         Porém, mais do que observar o que nos vem de fora, é necessário observarmos o que guardamos em nossa mente. É claro que muitas vezes não podemos deixar de ver uma cena, ou de ouvir um palavrão ou uma anedota menos feliz. Aí é o momento de fazermos a seleção daquilo que nos é oferecido e verificarmos o que nos interessa guardar ou rejeitar. Às vezes, é difícil esquecermos de pronto aquela palavra ou expressão que até achamos engraçada no primeiro momento em que ouvimos. Mas, se realmente queremos progredir, devemos fazer esforços para jogar fora esse lixo mental, recorrendo, se preciso à prece.

         # Como descobrir defeitos que trazemos bem escondidos e que aparecem nos momentos mais infelizes? Praticando o autoconhecimento, seguindo o exemplo de Santo Agostinho, ou seja, quando desejarmos realmente evoluir, abandonando definitivamente maus hábitos, devemos examinar o nosso interior, numa análise corajosa e minuciosa.

         Ao final de cada dia devemos passar em revista tudo o que pensamos, falamos, realizamos, avaliando-nos detalhadamente. Quase sempre, verificamos que nem tudo andou bem. Essa autoanálise será mais eficiente se for feita após uma prece, pela qual pedimos a ajuda de um Amigo Espiritual, a fim de que nos sejam apontados, pela nossa própria consciência, os nossos defeitos maiores, aqueles que demandam reparo imediato.

         É importante, também, analisarmos as acusações que eventualmente são feitas contra nós, a fim de verificarmos se o acusador não tem alguma razão... Nesse sentido, alguém disse que os inimigos falam verdades que os amigos não têm coragem de dizer.

         Se estivermos sinceramente empenhados no nosso aperfeiçoamento, teremos seguramente o conselho sábio da Espiritualidade, seja através de inspiração, seja durante o sono, quando podemos nos encontrar com benfeitores, se realmente o desejarmos. Quanto maior a nossa sinceridade no desejo de renovação, tanto mais facilidade os Espíritos Amigos encontrarão para nos ajudar.

         # O que prejudica o nosso progresso? Ambição, autoritarismo, brutalidade, desordem, desorganização, egoísmo, ignorância, incompreensão, indisciplina, injustiça, ódio, orgulho, preguiça, etc.

         # O que favorece o nosso progresso? O combate às nossas imperfeições através da busca das virtudes: amor, bondade, compreensão, dedicação, estudo, honestidade, humildade, justiça, ordem, persistência, sinceridade, solidariedade, trabalho, paciência, otimismo, esforço, etc.

         # Como se explica a afirmativa: “A palavra é seguida da ação”?

         Como já estudamos acima:

         Pensamento sentimento palavra atitude (ação).

         De nada adianta ficarmos criticando ou apontando erros de outras pessoas, ou ficar reclamando que isto ou aquilo não esta certo, porque não ajudará em nada; muito pelo contrário, criticamos ou condenamos aqui e fazemos pior lá na frente. Portanto, se alguém fez ou sugeriu algo que discordamos, então que entremos em ação, fazendo algo diferente (melhor). Isso é mais sensato de nossa parte, mesmo porque quando comentamos algo, estamos valorizando e quando valorizamos, o fato tende a aumentar. Assim, devemos valorizar somente o bem.

         Ex.: a maioria das pessoas tem o hábito de comentar o que está ruim com elas, em ressaltar o errado, sem perceber as coisas boas que já possuem. Esse hábito negativo atrai o mal. Para melhorar a vida é imprescindível valorizar todo bem que a pessoa já possui. Assim, a vida vai mandar mais. É assim que funciona. Pensem nisso!!

         Terceiro momento - analisar:

         Para nos aperfeiçoarmos espiritualmente, devemos estar muito atentos:

         - Uso dos olhos: dirigir os olhos para aquilo que é bom, que é belo, que é útil. Devemos nos esforçar para ver somente o que nos deixa boas imagens na mente, pois os quadros que vemos gerarão pensamentos e estes, por sua vez, gerarão sentimentos que inspirarão palavras e, consecutivamente, ações. Jesus ensinou: "Se os teus olhos forem puros, todo o teu corpo será luz." (Mt 6, 22).

         - Uso dos ouvidos: prestar atenção apenas naquilo que possa proporcionar o bem, a harmonia. Escolher as músicas para ouvir – músicas calmas, que elevem, deixando de lado as músicas que incitam a violência e a sensualidade.

         - Pensamentos: devemos estar vigilantes em relação aos pensamentos que abrigamos em nossas mentes, buscando pensar no bem, na paz, na alegria, evitando, ao mesmo tempo, pensamentos de revolta, de mágoa, de zombaria, de tristeza, enfim de tudo aquilo que não é bom. Procurar pensar somente o bem. Quem pensa bem, age bem. Ninguém renova o seu modo de proceder se não renovar, primeiro, o seu campo mental. Quando Jesus recomendou: "Vigiai e orai para não cairdes em tentação" (Mt 26, 41), não estava recomendando que vigiássemos os outros, aqueles que poderiam nos fazer propostas tentadoras. O Mestre recomenda que vigiemos os nossos pensamentos, porque todos os sentimentos, palavras e as ações começam no pensamento.

         - Uso das palavras: buscar usar palavras nobres, dignificantes, não repetindo palavras torpes, ofensivas, palavrões, nem por brincadeira. Lembrar que temos o domínio da palavra enquanto ela está na nossa boca. Depois que a palavra foi dita, vai produzir efeitos que não podemos mais controlar. Por isso, se não puder falar bem de alguém, pelo menos não fale mal. Se for o caso, permaneça em silêncio.

         - Devemos analisar, também, aquela palavra falada involuntariamente "sem sentir", ou, como se diz: "quando vi, já tinha falado". Muitas vezes trata-se de um palavrão ou mesmo de uma afirmação infeliz a respeito de alguém. Na verdade, esse palavrão, ou esse comentário infeliz, não foram inventados na hora. Se bem analisarmos, veremos que residem na nossa mente, e que, nos momentos de desequilíbrio, escapam, colocando-nos em situação embaraçosa.

         - Jesus ensinou que "O homem de bem tira boas coisas do bom tesouro do seu coração e o mau tira as más do mau tesouro do seu coração; porquanto, a boca fala do de que está cheio o coração." (Lc 6, 45).

         - Boas maneiras: quando usamos de violência, verbal ou física, podemos ter certeza de que ainda temos um reservatório de violência escondido dentro de nós. Para que nos tornemos "mansos e pacíficos", como preceitua o Evangelho, devemos, nós mesmos, anular a violência que ainda habita no nosso mundo íntimo, num trabalho persistente. Devemos procurar usar a gentileza, a solicitude, o sorriso. A gentileza conquista respeito e admiração. A delicadeza abre portas que a brutalidade não abre. A delicadeza serve para todos os momentos.

         - Uso do tempo: usar bem o tempo. Ordenar a vida, de modo que cada coisa seja feita na hora própria. Buscar respeitar sempre os horários. Lembrar-se sempre de que a pontualidade é um atributo das pessoas bem-educadas. Há o momento adequado para tudo. Cada atividade deve ser desenvolvida na sua hora. A Bíblia ensina: "Há tempo de semear e tempo de colher."

         - Ser disciplinado: respeitar as leis. Respeitar os regulamentos da escola que freqüenta. Pessoa bem-educada aguarda a sua vez na fila e não procura “ser esperta”, passando à frente de outras. Emmanuel nos ensina: "Se não acreditas na disciplina, observa um carro sem freios".

         - Devemos ter sempre em mente que somos Espíritos imortais, temporariamente encarnados, em processo de evolução. Mas não é a condição de encarnados que nos garante o progresso. Sem renovação espiritual, ficaremos parados, tanto aqui na Terra, quanto no Mundo Espiritual. Lembremo-nos de que Deus não força, nem transforma ninguém. O nosso progresso espiritual depende exclusivamente de nós. Claro que podemos contar com a ajuda de Deus, de Jesus e dos bons Espíritos, mas a iniciativa e os esforços dependem da nossa decisão.

         Quarto momento: distribuir fichas numeradas para os evangelizandos. Cada número corresponderá a uma pergunta. O evangelizando poderá trocar sua ficha com outro colega, caso não saiba a resposta. Se forem mais evangelizandos que o número de perguntas, pode-se oganizar duplas ou trios, e a resposta deve ser elaborada por todos os participantes da dupla/trio.

         Perguntas:

         1. Que quer Jesus dizer com a expressão: "A boca fala do que o coração esta cheio."?

         2. Está correta a afirmativa: "A ocasião faz o ladrão?" Se não está, como a frase ficaria melhor elaborada?

         3. Por que devemos ter cuidado com aquilo que vemos e ouvimos?

         4. Um filme violento pode levar à pratica de atos violentos? Dê um exemplo.

         5. O pensamento de raiva pode influir na saúde física? Por quê?

         6. Que quer Jesus dizer com a frase: "Vigiai e orai para não cairdes em tentação?"

         7. Podemos afastar Espíritos malévolos com o nosso pensamento?

         8. O nosso pensamento, além de influir nos Espíritos desencarnados, pode influir nos encarnados?

         Veja sugestões de respostas.

1. Jesus quer dizer que falamos de acordo com aquilo que é (in)conscientemente admitido por nós, aquilo que está dentro de nós, aquilo que está na nossa mente, no nosso coração, ou seja, os nossos sentimentos, sejam eles bons ou maus.

         2. Não está correta a afirmativa. Aquele que rouba, aproveitando-se da ocasião, ainda guarda dentro de si o desejo de se apossar daquilo que não lhe pertence. A frase correta seria: “A ocasião revela, demonstra o ladrão que ainda existe dentro do indivíduo”.

         3. Porque aquilo que nos entra na mente pelos ouvidos ou pelos olhos certamente vai influir na nossa maneira de pensar e de agir, uma vez que somos criaturas oscilantes entre o bem e o mal. O melhor, então, é procurar estar cercado sempre de boas influências.

         4. Sim, pode. Ao assistirmos um filme violento, “entrando” nas lutas, nas brutalidades, nas mortes, nas destruições, participando delas através da emoção, estamos admitindo aquilo como bom, podendo incorporar aquela maneira de agir como nossa.

         5. Sim, pois o pensamento de raiva nos agita muito, faz-nos entrar em tensão, preparando o nosso corpo para a luta, e esse estado é altamente desgastante das forças físicas. É só observar como aumenta a pulsação de uma pessoa enraivecida.

         6. Jesus chama a atenção para a necessidade de vigiarmos o nosso campo mental, de observarmos as idéias que estamos mantendo dentro da nossa cabeça, pois delas depende o nosso modo de agir.

         7. Sim, é claro. Fugindo das anedotas maliciosas, do palavrão, da violência, nosso pensamento não será agradável aos Espíritos que se comprazem no mal. É uma questão de sintonia e de opção de cada Espírito.

         8. O nosso pensamento pode atrair Espíritos desencarnados e encarnados, bons ou maus, de acordo com a lei de afinidade ou de simpatia. De nós depende a escolha. Quem pensa o bem, liga-se aos bons; quem pensa o mal, liga-se aos maus.

         Quinto momento - concluir:

         # Somos os construtores dos nossos destinos, logo, para que o construamos bem, é necessário, primeiro nos avaliar verificando se estamos no caminho do bem; depois, que nos empenhemos no trabalho de renovação interior, começando pelos pensamentos, chegando, finalmente, às ações, ou seja, ao tomar conhecimento do poder do pensamento, a criatura que desejar progredir espiritualmente deve buscar educá-lo, dirigi-lo para o bem, pois quem pensa no bem, fala com equilíbrio e age com acerto.

         # Sabendo da força criadora do pensamento, com possibilidades inimagináveis de realização, influenciando o campo mental do nosso próximo e a nossa própria saúde física e espiritual, devemos evitar os pensamentos de raiva, ódio, angústia, revolta, mágoa, ansiedade, etc, pois todos os estados mentais negativos influem perniciosamente sobre a saúde do corpo físico e espiritual. Para nosso próprio benefício, resta-nos o dever de nos esforçarmos continuamente no sentido de vigiarmos o nosso pensamento, verificando os vários tipos de pensamentos que abrigamos em nossa mente, direcionando-os sempre para o bem, pensando sempre de forma positiva. Toda vez que um pensamento negativo vier à cabeça é importante substituí-lo por outro! Para isso, é preciso muita disciplina mental. Isso não se adquire do dia para a noite; assim como um “atleta”, requer muito treino e disciplina.

         # Não é possível um real aprimoramento na nossa maneira de falar e de agir sem uma reformulação, para melhor, do nosso pensamento, se assim procedermos, estaremos em nosso dia-a-dia, contribuindo não só para evoluirmos, mas também para que a humanidade progrida e seja feliz mais rapidamente, eliminando o orgulho e o egoísmo e praticando a lei de justiça, amor e caridade.

         Prece de encerramento

Família – Dia das Mães

         Objetivos da aula: enfatizar aos evangelizandos a importância do reconhecimento e do amor dedicado aos filhos por suas mães, não só num dia especifico, mas em todos os dias, uma vez que seu amor é incondicional e que as mães se esforçam para fazerem o seu melhor, sempre em benefício dos filhos. Conscientizá-los de que mãe não é só a mulher que gera e dá à luz a uma criança e sim aquela que cria um ente querido (uma avó, uma tia, uma madrinha), dando-lhe carinho e proteção e que, portanto merecem respeito, muito amor, compreensão, auxílio e gratidão de seus filhos, pois fazem tudo para auxiliá-los em sua evolução, sofrem com seus sofrimentos e querem que eles estejam sempre bem e felizes. Falar dos filhos adotivos, que são amados pelas suas mães, não fazendo diferença o fato deles não terem sidos gerados em seu corpo físico.

         Prece inicial

         Primeiro momento: sondagem dos sentimentos. Realizar uma conversa fraterna.

         * Que dia se comemora no segundo domingo de maio?

         * O que representa a mãe para vocês?

         * Como é o seu relacionamento com sua mãe? Explique.

         * Como você gostaria que sua mãe fosse ou agisse com você? Por quê?

         Obs.: o evangelizador, se necessário, poderá fazer alguns esclarecimentos que possam ajudar no relacionamento familiar.

         Segundo momento: proporcionar um momento de reflexão aos evangelizandos, dizendo que os lares podem ser formados por um pai e uma mãe, apenas pela mãe, ou apenas pelo pai. Também há famílias em que os responsáveis pela educação das crianças são a avó (ou avô), uma tia, ou até uma irmã mais velha. E que na aula de hoje eles vão compreender o papel da mãe (ou da pessoa que exerce suas funções na família).

         As mães são as guardiãs do lar, um verdadeiro anjo protetor enviado por Deus, que dedica aos filhos carinho, amor e proteção, que trabalha e se sacrifica inúmeras vezes por seus filhos e desejam que eles estejam sempre bem.

         O filho deve retribuir sempre toda dedicação que a mãe lhe proporciona, sendo grato e respeitando a mãe. No Dia das Mães devemos dar muito mais do que o presente material: oferecer a ela muito carinho, beijos e abraços sinceros, que valem muito mais do que coisas materiais.

         Esclarecer que se outra pessoa nos criou, fazendo o papel da mãe (avó, tia, ou qualquer outra pessoa), ela merece todo nosso carinho e reconhecimento por seu afeto e dedicação. O Dia das Mães é uma homenagem a essa figura de mãe. É um agradecimento especial a todo este trabalho, e deve ser mais que uma data comercial, de entrega de presentes, deve ser um momento de expressar a gratidão e o amor, através de abraços, beijos e atenção a essa pessoa tão importante e especial em nossas vidas. Lembrar que o ideal é reconhecer a sua importância e dedicação através de demonstrações de afeto não só no Dia das Mães, mas em todos os dias do ano.

         Dizer também que das mães devemos guardar somente o amor a nós dedicado e as boas coisas que vivemos juntos, esquecendo os mal-entendidos. Apesar de algumas vezes não entendermos ou concordarmos com certas atitudes de nossas mães, elas certamente visam o bem de seus filhos. Além disso, as mães também são Espíritos em evolução e erram (tentando acertar) e merecem o perdão de seus filhos, assim como os perdoam, pois os filhos também erram.

         Terceiro momento: contar a história Conversando sobre os Pais. Outras histórias que trate sobre relacionamento familiar você poderá encontrar em nosso site www.searadomestre.com.br/evangelizacao no link HISTÓRIAS e depois escolher por assunto (FAMÍLIA)

Conversando sobre os Pais

         Era hora do recreio, e as crianças conversavam no pátio da escola: Fred e Gugu, Pedro e Marina. Fred era irmão de Gugu, e Pedro era irmão de Marina.

         - Tô com raiva da minha mãe! - dizia Fred. Ela disse que ia me levar ao circo, e não levou. Foi deixar para a última hora, aí teve que fazer serão na loja, e não deu tempo...

         - Que é serão? - perguntou Marina.

         - É quando a pessoa tem que ficar no trabalho até mais tarde, porque tem muito serviço para fazer - explicou Gugu.

         - Ah!... - continuou a garota. Minha mãe às vezes faz isso aí, lá no hospital onde ela trabalha. Só que lá eles falam plantão, e não serão. Eu não gosto que ela fique de plantão! Quando ela sai fico de cara feia, e não faço nado do que ela manda!

         - É, Marina - observou Pedro. Você faz isso mesmo, mas a mamãe precisa trabalhar e fazer plantão para ganhar mais um dinheirinho, já que não temos mais o papai para nos ajudar...

         - Vocês não têm pai? - perguntou Gugu.

         - Ele desencarnou no ano passado - esclareceu Pedro.

         - Eu acho que pai e mãe às vezes são muito chatos! Zangam com a gente à toa, não nos deixam fazer o que queremos, botam horário para estudar, para ver televisão... - tornou Fred.

         Nisto, chegou a professora Judith, trazendo duas lancheiras. E falou:

         - Fred e Gugu, a mãe de vocês vieram trazer as lancheiras com as merendas que esqueceram em casa.

         - Puxa, que lancheira legal, Gugu! A sua também Fred - disse Marina.

         - Meu pai comprou para nós, quando ele recebeu o salário - respondeu Gugu.

         A professora Judith, que ouvira parte da conversa das crianças, falou:

         - Pois é meninos eu ouvi um pouco da conversa de vocês, e gostaria de dar minha opinião, porque também tenho filhos. Os pais às vezes fazem coisas das quais os filhos não gostam. Nós não somos perfeitos, também enfrentamos problemas... Mas o importante é que os pais, além de nos terem dado um corpo para vivermos, se dedicam a nos ajudar até que cresçamos, e mesmo depois, sempre dispostos a nos dar muito carinho e atenção. Quantas noites terão passado em claro, quando éramos bebês e chorávamos.. . Quantas coisas terão deixado de comprar para eles a fim de nos darem algum presente. Eles trabalham duro e o salário é para nos sustentar, nos dar conforto, dentro de suas possibilidades. É claro que os pais são também pessoas como as outras, com qualidades e defeitos, mas sempre merecedores de nossa gratidão e amor. Se tratarmos bem pessoas que nem conhecemos direito, como não dispensar carinho e atenção aos paizinhos que são responsáveis pela nossa existência?

         Lembrando a mamãe, às vezes com uma expressão de cansaço, quando chega do plantão, mas que ainda encontra ânimo para lhe fazer um carinho, ou arrumar as coisas que ela se recusara a fazer, Marina comentou:

         - A senhora tem razão, D. Judith! A mamãe às vezes fica muito chata, porém, durante a maior parte do tempo ela é tão boa para a gente!

         - O papai também é muito legal. Acho que eu é que fico exigindo muito dele. Afinal, mesmo não sendo o tempo todo como eu gostaria que ele fosse, é o meu melhor amigo de verdade! - ponderou Fred, com um largo sorriso.

         - Também acho! - acrescentou Gugu.

         - Quando chegar na minha casa vou dar um abração na mamãe - ajuntou Marina - eu procurarei ajudar para que não fique tão cansada com tanto serviço a fazer!

         - Eu também! - completou Pedro.

         E como se aquelas decisões fossem luzes em seus corações, as crianças sentiram-se mais leves e felizes, experimentando como é bom cumprirmos as leis de Deus, sendo uma delas o "honrar pai e mãe", ou seja, respeitar, compreender, auxiliar e cultivar afeição para com aqueles que nos deram a bênção do corpo.
História de autoria do Departamento de Evangelização da Criança, da Aliança Municipal Espírita de Juiz de Fora (AME-JF) Site: www.evangelizacaojf.ddfserver.com

         Quarto momento: diálogo em grupo, reforçando e aproveitando certos ganchos da história para fazer esclarecimentos sobre atitudes dos pais, que nem sempre os filhos entendem em certos momentos, mas que com certeza visam somente o bem de seus filhos.

         Sugestões:

         * Pais e filhos erram, e devem se perdoar mutuamente;

         * É necessário que os pais coloquem limites e horários para serem cumpridos pelos filhos – faz parte da educação e da disciplina que estão ensinando;

         * Os pais têm horários a cumprir, precisam trabalhar, e os filhos devem compreender e colaborar para a harmonia do lar (não reclamar, não dificultar as coisas...)

         * Muitas vezes os pais chegam cansados do trabalho, e os filhos devem entender, colaborando com as tarefas domésticas e seguindo as regras da casa.

         * Perguntar se as crianças se imaginam como pais ou mães e o que acham que isso vai significar na vida deles. (renúncia, madrugadas em claro, mas também muitas alegrias).

         Quinto momento - atividade: entregar folhas coloridas (ou pedaços de cartolina) para que os evangelizandos confeccionem cartões para o Dias das Mães. O evangelizador poderá, também, entregar um modelo de cartão com o desenho de um menino ou menina impresso em papel Vergé – A4, para que os evangelizandos pintem e escrevam uma mensagem individual para suas mães. Outra ideia interessante é o evangelizando criar um Diploma de Super Mãe, escrever uma mensagem pessoal e se desenhar ou a sua mãe.

         Prece de encerramento



Família – liberdade e limites II

         Prece inicial

         Primeiro momento: perguntar se gostam da família em que reencarnaram. Lembrar que escolhemos nossa família, que é composta de pessoas que podem nos auxiliar em nossa evolução nesta encarnação. Falar sobre os laços espirituais e os de sangue.

         # Laços espirituais são os verdadeiros laços de família, podem ser entre pessoas do mesmo sangue ou não. Revelam-se pela simpatia e comunhão de idéias, isto é, pelo afeto, afinidade de interesses e pelo amor que expressam entre si. Na maioria das vezes os Espíritos que encarnam em uma família são ligados por laços de afinidade, tendo assim, além dos laços corporais, os laços espirituais.

         # Laços corporais existem entre as pessoas que tem o mesmo sangue, são da família corporal. Quem já desencarnou também continua fazendo parte da família corporal. Devemos nos esforçar para fortalecer os laços de simpatia com os membros de nossa família corporal.

         É na família que se consolidam e se ampliam os laços de amor, laços esses que já existiam em outras encarnações.

         Segundo momento: dividir a turma em duplas. Pedir que cada dupla retire de uma caixinha uma pergunta. As duplas dispõem de 10 minutos para conversar sobre quais as atitudes adequadas e o que as pessoas costumam fazer naquela situação/problema. O evangelizador pode auxiliar na interpretação das perguntas ou fazer perguntas relacionadas ao tema, caso haja dificuldade.

         Veja abaixo as situações/problemas que usamos:

         a) Meu pai e minha mãe são separados. Gostaria muito que eles voltassem a viver juntos, mas eles tem outro namorado (a), esposa/marido. O que devo fazer?

         b) Minha família é uma bagunça, pois todos brigam o tempo todo. Às vezes tenho vontade de sumir. Será que essa é uma boa atitude?

         c) Amo muito meus pais, mas às vezes fico com raiva deles. Devo me sentir culpado?

         d) Eu moro com minha mãe e meu padrasto. Não gosto dele, pois acho que ele quer o lugar do meu pai. Porém certa vez minha mãe brigou comigo por causa de uma besteira e ele me defendeu, pois sabia que eu tinha razão.

         e) O meu melhor amigo ganhou um tênis lindo. Pedi a minha mãe um tênis igual, mas ela disse que era muito caro e não podia comprar. Fiquei furioso, chorei, briguei e gritei com minha mãe. Mais tarde percebi que ela estava chorando por minha causa. O que poderia ter feito para isso não ocorrer?

         f) Meus pais me obrigam a ir na evangelização. Eu gostaria de ficar dormindo em casa, por isso sempre chego no Grupo Espírita de mau humor. Qual a melhor conduta para melhorar a situação?

         g) Meus pais adoram interferir nos filmes que assisto e nos jogos que eu gosto de jogar, pois eles não querem que eu assista filmes de terror e jogue games de violência. Eles estão certos?

         h) Ontem quebrei um vaso de minha mãe, mas ela não viu e achou que foi o meu irmão, que ficou de castigo por conta do vaso quebrado. O que devo fazer?

         i) Às vezes acho minha família um saco! Sempre acho que a família dos meus amigos é melhor. Por que isso acontece?

         Veja abaixo as situações/problemas com sugestões de aspectos que podem ser abordados pelos evangelizadores. Lembre-se que, dentro do possível, não devemos deixar as crianças sem respostas. Também é importante aproveitar a realidade e as dúvidas delas para que pensem a respeito de suas atitudes e dos seus familiares, auxiliando-as em sua dificuldades.

         a) Meu pai e minha mãe são separados. Gostaria muito que eles voltassem a viver juntos, mas eles tem outro namorado (a), esposa/marido. O que devo fazer?  A melhor coisa é aceitar e respeitar o novo namorado (a), esposa/marido, esforçando-se para terem uma boa convivência. Lembrar que o fato de os pais se separarem não significa que eles não gostem mais (ou que deixaram de gostar) dos filhos. Os pais se separam porque eram infelizes juntos, e é melhor viverem separados, de preferência como amigos, que juntos brigando e com grandes dificuldades de relacionamento.

         b) Minha família é uma bagunça, pois todos brigam o tempo todo. Às vezes tenho vontade de sumir. Será que essa é uma boa atitude? Todas as famílias tem dificuldades, algumas tem mais, outras menos situações conflitantes. Podemos fazer a nossa parte como filhos, tentando não brigar (ou brigar menos). Sumir não resolve, pois estamos na família certa para aprender e evoluir. Se sumirmos, nossos pais vão ficar preocupados e procurando por nós e nos tornaremos mais um problema. Quando formos encontrados “do sumiço” ficaremos de castigo. Com certeza a conversa ou reuniões com os membros da família é a melhor maneira de resolver os conflitos.

         c) Amo muito meus pais, mas às vezes fico com raiva deles. Devo me sentir culpado?   Muitas vezes as atitudes de nossos pais despertam em nós sentimentos negativos, como exemplo podemos citar quando eles nos proíbem algo que queremos muito, como ir a uma festa ou ficar toda a noite no computador. Devemos lembrar nessas horas que aquilo que eles decidem é sempre para o nosso bem, porque eles nos amam muito. Por isso devemos nos esforçar para superar esses sentimentos e se a culpa aparecer a melhor coisa a fazer é pedir perdão. Com o tempo vamos perceber que a decisão de nossos pais foi a melhor para nós naquele momento.

         d) Eu moro com minha mãe e meu padrastro. Não gosto dele, pois acho que ele quer o lugar do meu pai. Porém certa vez minha mãe brigou comigo por causa de uma besteira e ele me defendeu, pois sabia que eu tinha razão.  O novo namorado (marido) da mãe não vai tirar o lugar do pai na família. É importante demonstrar respeito e amizade por ele, para o bom convívio em família. Quando alguém resolve namorar (morar) com uma pessoa que já tem filhos, é sinal que ela está disposta a aceitar e gostar de toda a família. Problemas vão acontecer, mas com diálogo e boa vontade é possível conviver em paz e harmonia.

         e) O meu melhor amigo ganhou um tênis lindo. Pedi a minha mãe um tênis igual, mas ela disse que era muito caro e não podia comprar. Fiquei furioso, chorei, briguei e gritei com minha mãe. Mais tarde percebi que ela estava chorando por minha causa. O que poderia ter feito para isso não ocorrer?   Entender que, às vezes, os pais não podem comprar aquilo que queremos. Se estivesse mesmo precisando de um tênis poderia pedir um modelo mais barato. Compreender que nossos pais trabalham muito para ter dinheiro para comprar as coisas e pagar as contas. E que assim como nossa mesada não chega para comprar tudo o que queremos também o salário deles muitas vezes não é suficiente.

         f) Meus pais me obrigam a ir na evangelização. Eu gostaria de ficar dormindo em casa, por isso sempre chego no Grupo Espírita de mau humor. Qual a melhor conduta para melhorar a situação?    O mau humor não vai mudar a situação, só torna mais difícil o convívio. Nossos pais sabem o que é melhor para nós por isso desejam que aprendamos coisas importantes na evangelização. As lições que aprendemos quando jovens na evangelização vão ser úteis quando formos adultos e os problemas surgirem.

         g) Meus pais adoram interferir nos filmes que assisto e nos jogos que eu gosto de jogar, pois eles não querem que eu assista filmes de terror e jogue games de violência. Eles estão certos?  Com essas atitudes os pais não querem que os filhos se envolvam em vibrações pesadas, que podem prejudicá-los, pois muitos ficam com medo e perdem o sono depois de assistir a filmes violentos e de terror. Os pais também, muitas vezes, não tem certeza que os filhos já saibam separar a ficção da realidade e temem que cresçam achando que dar tiros e matar seja normal e divertido.

         h) Ontem quebrei um vaso de minha mãe, mas ela não viu e achou que foi o meu irmão, que ficou de castigo por conta do vaso quebrado. O que devo fazer?  Contar a verdade, assumir o erro, pedir desculpas pelo ocorrido. Não é justo, nem correto que outra pessoa pague pelos nossos erros.

         i) Às vezes acho minha família um saco! Sempre acho que a família dos meus amigos é melhor. Por que isso acontece?   Às vezes as famílias têm problemas de relacionamento. Se os pais proíbem algumas coisas e colocam limites é porque amam seus filhos e querem o melhor para eles. É um erro achar que a família dos amigos nunca tem problemas, pois quando visitamos um amigo podemos não perceber a realidade do convívio naquele lar. Se nos esforçarmos para viver sem brigas e sem reclamações vamos achar nossa família bem mais legal. Escolhemos a família que melhor condições nos oferece de aprendermos aquilo que necessitamos nesta reencarnação.

         Terceiro momento: organizar os evangelizandos em círculo. Cada dupla lê a situação que estudou e sugere atitudes/soluções. Ao final da exposição de cada dupla, o evangelizador pode perguntar aos demais evangelizandos se eles gostariam de complementar ou expor uma opinião diferente a respeito do tema. Se necessário, o evangelizador pode fazer mais questionamentos ou complementar a resposta. É importante que as crianças participem e se sintam a vontade para conversar a respeito de suas dificuldades.

         Prece de encerramento

Ficar ou namorar

         Prece inicial

         Primeiro momento: técnica Baile de Máscaras.

         # Preparar o ambiente da sala com clima de salão de festas, com música. Pode-se colocar uma música espírita alegre. Não colocar músicas que incentivem a sensualidade.

         # Entregar materiais para uma caracterização: roupas de palhaços, figurinos antigos, máscaras alegres, fantasias, lenços, faixas coloridas, cintos. Deixar os evangelizandos livres para criar seu personagem, enquanto ouvem a música. As máscaras poderão ser feitas conforme sugestões expressas no quinto momento.

         # Convidá-los para participarem de um baile de máscaras. Se a aula for à noite, pode-se diminuir as luzes do centro, deixando alguma outra fonte de luz, tipo um abajur ou velas. A caracterização do ambiente fica a cargo do responsável pela aula.

         # Para que esta técnica seja bem aplicada é preciso boa disposição dos evangelizadores incentivando os evangelizandos a participarem alegremente da atividade. Se for necessário, os jovens podem ser alertados sobre o respeito perante o colega e o local onde se encontram.

         # Pedir que os jovens se organizem dois a dois, e dancem ao som da música. No momento em que parar a música, todos devem trocar de par. Quem ficar sem par vai ter que tirar uma foto com pose engraçada. O evangelizador também pode tirar uma foto do grupo logo após a caracterização, pois esse material é riquíssimo para relembrar bons momentos com nossos jovens.

         Segundo momento: organizar o grupo em semicírculo e conversar sobre a relação entre ficar e o baile de máscaras.

         * Como eles se sentiram, se foi divertido;

         * Se a máscara proporcionou que eles se sentissem mais à vontade;

         * Na idade média, quando a corte europeia tinha o hábito de realizar grandes bailes com fantasias e máscaras, era muito comum que as pessoas trocassem de personalidade: princesas que trocavam de lugar com suas criadas para conseguir despistar o rei para que ele não soubesse que ela "estava ficando" com o jovem plebeu... e muitas outras histórias como esta.

         * Será que as pessoas teriam coragem de trocar de personalidade sem a utilização de máscaras?

         * Qual a época do ano em que as pessoas ainda mantém essa ideia de ilusão dos bailes de máscaras? No carnaval, quando muitos ainda pensam que nessa época eles estão brincando e tem que aproveitar, sem responsabilidade por seus atos, pois é a única época do ano em que eles podem esquecer quem são e brincar...

         * Será que podemos esquecer quem somos?

         Terceiro momento: falar sobre responsabilidade perante si e os outros. Sabemos que temos responsabilidades com nosso corpo e com nossas atitudes, mas alguém sabe as consequências que podem trazer um "ficar"?

         1. Podemos deixar alguém apaixonado e sofrendo por não ter nosso afeto. Perguntar se eles conhecem alguém que ficou e depois sofreu por ter se apaixonado por esta pessoa que não lhe retribuiu o afeto. Infelizmente há muitos casos. O evangelizador pode levar casos de reportagens curtas para ler em aula.

         2. A realidade de Espíritos que se aproximam apenas para aproveitar os fluídos físicos, para sugar as energias como vampiros. Lembrar que isso não acontece se a aproximação do casal ocorre através de uma relação verdadeira de amor.

         3. Os próprios cuidados com relação ao corpo, pois quando você “fica” com alguém sem saber direito quem é essa pessoa, também não sabe que hábitos ela tem. Pode pegar alguma doença ou ter uma desagradável surpresa de ficar com alguém que bebeu ou usou drogas, e essas substâncias vão para seu corpo.

         Obs.: através do namoro, podemos conhecer a pessoa com a qual estamos nos relacionando, seus gostos, atitudes e valores, coisa que não acontece quando “ficamos” com alguém, em uma escolha momentânea e sem reflexão.

         Quarto momento: falar a respeito das máscaras de cada um. Exemplificar com: jovens bonzinhos em casa que são ladrões e causam tumultos na rua; jovens que escondem sua tristeza debaixo da cara de uma pessoa feliz; amigos falsos; jovens que usam drogas para enfrentar as dificuldades ou ter coragem.

         _ Será que sabemos reconhecer quando usamos máscaras?

         _ Será que precisamos delas? Por quê?

         Obs.: é importantíssimo que o evangelizador tenha paciência para fazer as perguntas, induzindo a um diálogo fraterno. Não deve dar respostas prontas, mas ensinar a ver as possibilidades para que possam saber escolher a melhor para eles, lembrando que toda escolha tem consequências.

         Quinto momento: pedir que olhem a máscara que usaram para o baile (de papel sulfite). Essa máscara é dupla e podemos destacar e ver as duas partes de que são feitas: um lado de papel laminado prata, para dar efeito de espelho, e o outro com uma frase sobre amor e comportamento.

         Veja abaixo sugestões de frases:

         "Amar não é aceitar tudo. Aliás: onde tudo é aceito, desconfio que haja falta de amor."    Vladimir Maiakovski

         "É fácil amar os que estão longe. Mas nem sempre é fácil amar os que vivem ao nosso lado."    Madre Teresa de Calcutá

         "Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção."    Antoine de Saint-Exupéry

         "Amar o próximo como a si mesmo: fazer pelos outros o que quereríamos que os outros fizessem por nós".    Jesus

         "Todas as coisas me são lícitas; mas nem todas me convém".    Paulo de Tarso

         Sexto momento: sugerir que eles levem para casa a máscara para refletir durante a semana acerca da frase.

         Prece de encerramento

Formação dos mundos

         Prece Inicial

         Primeiro momento: contar uma história/fato, tendo como base o seguinte:

         Relatar que um amigo estava em uma Lanhouse, lendo seus e-mails, quando recebeu uma mensagem belíssima, com várias imagens do Universo, salientando acerca da beleza das imagens, dos diferentes tamanhos dos mundos, da imensidão do Universo. Nesse momento o evangelizador deverá mostrar uma apresentação, fotos ou desenhos do Universo.

         Quando esse amigo terminou de olhar o e-mail, a menina que estava ao lado dele, e que tinha olhado junto com ele o e-mail, perguntou:

         - Que lindo o Universo! Quem será que criou tudo isso?

         Segundo momento: oportunizar alguns minutos para que os evangelizandos pensem/comentem que resposta dariam a essa menina. Lembrar que a resposta deve ter uma justificativa.

         Terceiro momento: complementar as respostas, se necessário, e lembrar que Deus construiu o Universo utilizando os elementos gerais do Universo: espírito e matéria. Deus sempre criou, continua criando e continuará criando. O Universo abrange a infinidade dos mundos que vemos e dos que não vemos, todos os seres animados e inanimados, todos os astros que se movem no espaço, assim como os fluidos que o enchem.

         Quarto momento: dividir os evangelizandos em grupos e distribuir perguntas de O Livro dos Espíritos para que leiam e expliquem ao grande grupo.

         Questões de O Livro dos Espíritos.

 37. O Universo foi criado, ou existe de toda a eternidade, como Deus?  É fora de dúvida que ele não pode ter-se feito a si mesmo. Se existisse, como Deus, de toda a eternidade, não seria obra de Deus. Diz-nos a razão não ser possível que o Universo se tenha feito a si mesmo e que, não podendo também ser obra do acaso, há de ser obra de Deus.

         38. Como criou Deus o Universo?   Para me servir de uma expressão corrente, direi: pela sua Vontade. Nada caracteriza melhor essa vontade onipotente do que estas belas palavras da Gênese - “Deus disse: Faça-se a luz e a luz foi feita.

         39. Poderemos conhecer o modo de formação dos mundos?  Tudo o que a esse respeito se pode dizer e podeis compreender é que os mundos se formam pela condensação da matéria disseminada no Espaço.

         40. Serão os cometas, como agora se pensa, um começo de condensação da matéria, mundos em via de formação?   Isso está certo; absurdo, porém, é acreditar-se na influência deles. Refiro-me à influência que vulgarmente lhes atribuem, porquanto todos os corpos celestes influem de algum modo em certos fenômenos físicos.

         41. Pode um mundo completamente formado desaparecer e disseminar-se de novo no Espaço a matéria que o compõe?  Sim, Deus renova os mundos, como renova os seres vivos.

         42. Poder-se-á conhecer o tempo que dura a formação dos mundos: da Terra, por exemplo?  Nada te posso dizer a respeito, porque só o Criador o sabe e bem louco será quem pretenda sabê-lo, ou conhecer que número de séculos dura essa formação.

         Subsídios ao evangelizador.

 1 – Comentários

         * Albert Einstein (famoso cientista, ganhador do Prêmio Nobel de Física em 1921) disse que a probabilidade de o Universo ser obra do acaso é a mesma de que uma tipografia exploda e dessa explosão se forme uma biblioteca organizada.

         * O universo tem entre 13 e 18 bilhões de anos e continua se expandindo, porém não é possível aos homens determinar a idade exata do Universo ou do planeta Terra.

         * Não sabemos a motivação de Deus ao criar o Universo, mas ele foi feito segundo a Sua vontade. Os seres humanos, e em especial os cientistas, estudam os planetas, os sóis, o Universo, mas ainda não conseguem determinar exatamente como o Universo foi criado, mas uma das teorias mais aceitas acerca da formação do Universo é a do Big Bang (Grande Explosão).

         * Os cometas não têm influência direta sobre a vida das pessoas, mas ainda hoje muitas pessoas têm superstições, e acham (equivocadamente) que os cometas trazem azar.

         * Antigamente as pessoas achavam que o planeta Terra era plano e carregado por uma enorme tartaruga. Os homens não viajavam muito longe porque tinham medo de chegar no fim do mundo e cair da Terra no espaço, pois achavam que a Terra era plana como uma folha de papel.

         * Somando toda a matéria contida em estrelas, planetas, galáxias e qualquer outro astro conhecido chega-se, no máximo, a 1% de tudo o que existe lá fora. Você só enxerga 1% do Universo. Os outros 99% são matéria escura, coisa que não brilha nem reflete nada.

         * Há 100 000 000 000 de galáxias no Universo. Se existem tantas galáxias, imagine o número de estrelas. Estima-se que cada galáxia tenha 100 bilhões de estrelas", conta o astrônomo Thyrso Villela, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, em São José dos Campos, São Paulo. Portanto, fazendo as contas, 100 bilhões de galáxias vezes 100 bilhões de estrelas, existem 10 sextilhões de estrelas, ou 10 seguido de 21 zeros.

         2 - Música celeste

         Por um momento, imagine a grandeza do Cosmos.

         Estimam os cientistas que, há quase 14 bilhões de anos, houve uma explosão de luz e nasceu o nosso Universo.

         A ciência chama a isso de Big Bang. Para os espiritualistas, ali está a presença de Deus, criando todas as coisas, pronunciando as doces palavras: Que se faça a luz!

         E a luz se fez: bilhões e bilhões de sóis passeiam, solenes, na sinfonia dos mundos.

         Em torno desses sóis, trilhões de planetas, satélites e asteróides executam a dança silenciosa das harmonias celestes.

         Giram planetas sobre si mesmos. Giram em torno de sóis. Giram os sóis e seu cortejo acompanhando o caminhar das galáxias. Ritmo e graça em toda parte.

         Aqui e ali, um cometa – asteróide obscuro – se aproxima de uma estrela. E de repente é invadido pela luz.

         Eis que se acende inteiro, como um fósforo cósmico. Então se vai, arrastando sua cauda de poeira e gás, a semear a vida pelos mundos.

         Mas, em um desses trilhões de planetas, sob a luz amarela de um sol, os moradores de um certo planeta - a Terra - se orgulham de ser maiores que os demais.

         Vista do espaço, a Terra é um pequeno grão de areia, lindo, que passeia seu azul pelo espaço infinito.

         Mas seus habitantes são como crianças: brigando sempre, acreditando-se senhores da vida, donos dos céus.

         Ah, se pudéssemos nos ver no conjunto do Universo, minúscula gota no grande oceano da Criação!

         Certamente seríamos mais humildes. Não daríamos tanta importância aos pequenos problemas do dia a dia.

         Talvez fosse mais fácil perdoar, esquecer, apagar as mágoas.

         Se víssemos nosso Mundo como translúcida bolha de sabão que flutua em meio ao pontilhado das estrelas, quem sabe aprenderíamos a reverenciar mais a obra Divina.

* * *


         Estenda os seus olhos para o espaço. Nas luzes azuis que piscam a milhares de anos-luz, veja a assinatura do Grande Criador de todas as coisas.

         Deus, nome Divino que enche de luz e de música as nossas existências pálidas.

         Deus, quanta grandeza em Ti, sublime Pai de todas as coisas.

         Deus, ao Teu sopro de vida, nascemos como Espíritos. Cumprindo Tuas leis, mergulhamos no corpo tantas vezes e construímos uma trajetória em que as experiências se somam e nos enriquecem de sabedoria.

         Senhor, eis-nos aqui. Somos Tuas crianças, que dirigem para Ti olhos confiantes. Se ainda somos tolos, se ainda somos frágeis, ensina-nos a ser fortes e sábios.

         Inspira-nos ainda uma vez a lição da fraternidade universal. Para que o amor faça morada em nós.

         Inspira-nos para que a alegria nos contagie a alma. Para que a paz se asile em nossa casa mental.

         Para que sejamos dignos de ser chamados filhos Teus.

* * *

         Os mundos são estâncias do Reino de Deus, esperando por nós, viandantes em marcha para a perfeição.



         Como os países, cidades e aldeias de um mesmo continente, os mundos dos espaços siderais são variadas escolas de progresso tecnológico, intelectual e moral.

         Moradas da Casa do Pai no imenso Universo que ainda nos cabe descobrir, explorar, admirar.

Redação do Momento Espírita. Disponível no livro Momento Espírita, v. 7, ed. FEP.

         Prece de encerramento



Importância da ação evangelizadora II

         Prece inicial

         Primeiro momento: iniciar contando a história Entre dois mundos, convidando as crianças a prestarem bastante atenção, pois terão que, ao final, explicar o motivo do título da história. Salientar que trata-se de uma história verídica.




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