Artistas Unidos trazem ao tmg no sábado, dia 8 de novembro, o clássico de Tennessee Williams “Gata em Telhado de Zinco Quente”



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Nota à Imprensa | sexta-feira, 31 de outubro de 2014


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No Grande Auditório, dia 8 de novembro
Gata em Telhado de Zinco Quente
Os Artistas Unidos trazem ao TMG no sábado, dia 8 de novembro, o clássico de Tennessee Williams “Gata em Telhado de Zinco Quente”, numa encenação de Jorge Silva Melo e com interpretações, entre outros, de Catarina Wallenstein e Rúben Gomes. O espetáculo, para maiores de 16 anos, sobe ao palco do Grande Auditório pelas 21h30.

«Um casamento destruído pelo álcool, a ausência de filhos, mistérios e mentiras. Heranças, valores, família, sexo. E a doença, a morte. O que é a propriedade privada?» – muito resumidamente, são estes os dilemas que enfrentam as personagens de “Gata em Telhado de Zinco Quente”.

Gata em Telhado de Zinco Quente é uma tragédia: a passagem do mundo velho a um novo que não há meio de nascer. No trágico Sul de Tennessee Williams tudo se agita em volta do dinheiro. Estreada em Nova Iorque em 1955 com direcção de Elia Kazan, esta peça ficou célebre graças ao belíssimo filme com Elizabeth Taylor, Paul Newman e Burl Ives nos papéis principais. No entanto, quer a versão de Kazan, quer o filme realizado por Richard Brooks em 1958 evitaram muitos dos problemas da peça original.

«Será possível devolver ao teatro aquilo que aparentemente o cinema fixou para sempre? Será possível voltar a fazer estas peças sem as cores esplendorosas de Hollywood? Será possível ver outra vez Maggie, a Gata, como uma aventureira que a falta de dinheiro cega? Será possível voltar a pôr no palco estes dilemas, esta ansiedade, esta sofreguidão? Eu aposto que sim. Mas é uma peça de teatro» – refere Jorge Silva Melo, o encenador, a propósito da versão que os Artistas Unidos trazem este sábado ao TMG.

Tennessee Williams, sobre a sua obra e esta peça em concreto: «Perguntam-me sempre qual é a minha peça preferida. Elas são tantas que a memória me falha e respondo sempre «a última». Ou então, sucumbo ao instinto de dizer a verdade e respondo: Penso que talvez seja a versão escrita da Gata em Telhado de Zinco Quente».

Teatro para os mais pequenos, dia 6 de novembro

Uma história desafinada… pelo Teatro das Beiras
Na próxima quinta-feira, dia 6 de novembro, o Teatro Municipal da Guarda apresenta, através do seu Serviço Educativo, o espetáculo “Uma história desafinada… ou nem por isso”, pelo Teatro das Beiras. A iniciativa decorrerá em duas sessões, às 10h00 e às 14h30 no Pequeno Auditório e tem como destinatárias as crianças das escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico do concelho da Guarda.
Com encenação de Sónia Botelho, interpretação de Adriana Pais, Marco Ferreira e Pedro Damião e música de Rogério Peixinho, “Uma história desafinada… ou nem por isso” conta a história de dois vizinhos que tentam, por todos os meios, substituir o canto dos pássaros que partiram à procura de outra Primavera.
«As estações mudam, as aves migram e o Homem…este fica, no seu lugar, à espera que as aves regressem, noutra nova estação. A procura obsessiva por algo que lhes ocupe o tempo, acaba por tornar feio, aquilo que é bonito. E os dois vizinhos, desatentos e egoístas, acabam por perder a Primavera, o canto dos pássaros e também a amizade que os unia. Mas, como todos os erros da vida servem para aprendermos e crescermos, também a nossa história encontra a harmonia desejada. Um final afinado!», conta o texto de apresentação deste espetáculo.


Em Novembro no TMG

Diferente é Igual {Ciclo de Arte Terapia} começa dia 11
Em novembro decorre no TMG o "Ciclo Diferente é Igual", que pretende valorizar as potencialidades terapêuticas que a arte possui através de várias atividades vocacionadas para um público diferente e especial mas também para a comunidade em geral.
O ciclo tem início a 11 de novembro com a exposição “Histórias fora de palco”, de Paulo Pimenta, no Café Concerto (CC) do TMG. O fotógrafo acompanhou durante um ano os 14 atores da Companhia Crinabel Teatro, um grupo impulsionado por pessoas portadoras de Trissomia 21. O resultado pode ser visto até ao final do mês no horário de funcionamento do CC, a entrada é livre. Ainda na terça, dia 11, o TMG apresenta a curta-metragem “Cordas”, de Pedro Solís Garcia, seguida de debate, às 14h30.

De referir que o Ciclo Diferente é Igual inclui 12 atividades como teatro, música, oficinas, exposições, filmes, tertúlias e até um chá dançante especial e decorre até 30 de novembro.

Destacam-se ainda no dia 15 de novembro o concerto “Ligados às máquinas”, que conta com a participação de utentes da Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra, e que traz no reportório temas que vão do jazz à eletrónica, passando pela world music, o filme de animação “Mary & Max – Uma amizade diferente”, de Adam Elliot, no dia 18, e a peça de Ionesco “A Cantora Careca”, que sobe ao palco a 21 de novembro pelos jovens atores do Crinabel Teatro.
No Pequeno Auditório, dia 12 de novembro

Uivo”, documentário de Eduardo Morais sobre o radialista António Sérgio


O Ciclo Rock em Português tem início a 12 de novembro com “Uivo”, o documentário de Eduardo Morais sobre o radialista António Sérgio. O filme será seguido de debate que contará com a presença do realizador. A sessão decorrerá no Pequeno auditório, às 21h30.

Realizado entre Março e Junho de 2014, "Uivo" é um documentário sobre António Sérgio, figura de proa da música alternativa em Portugal. António Sérgio foi autor de vários programas de rádio na Rádio Renascença, Comercial, XFM e Radar, apresentando programas obrigatórios para as gerações atentas como “Som da Frente”, “Lança-Chamas” ou “A Hora do Lobo”, onde brindava os ouvintes com as novidades sonoras. Este documentário conta com a participação de músicos, colegas e amigos de António Sérgio, nomeadamente Zé Pedro, João David Nunes, Nuno Galopim, Fernando Ribeiro, Tó Trips, David Ferreira, entre muitos outros.



Na Galeria de Arte até ao final do ano

Provas de contacto”, de José de Guimarães


O Teatro Municipal da Guarda tem patente na Galeria de Arte até ao final do ano a exposição “Provas de Contacto [Do stencil ao digital: processos de transferência da imagem]” de José de Guimarães. Esta exposição conta com a curadoria de Nuno Faria e é uma organização conjunta do Centro Internacional das Artes José de Guimarães e do TMG.

Seja em torno de métodos tradicionais da gravura, seja de práticas menos convencionais, como o stencil, José de Guimarães desenvolveu desde o princípio dos anos 60 até aos dias de hoje uma incansável pesquisa que concilia experimentação material, rigor formal e um vocabulário de formas que permanentemente convoca a mestiçagem como conceito central da sua obra.


O título da exposição – “Provas de Contacto” – é programático e operativo. Aqui, prova(s) é uma palavra para ser lida em duplo sentido: de tiragem, de repetição mas também no sentido da prova jurídica, de evidência. Por seu turno, contacto, deve ser entendido também em duplo sentido: imagens que se formam por contacto físico, pelo toque; mas ao mesmo tempo, o contacto que significa a busca do outro.
Trata-se, assim, de uma exposição que não só reúne um conjunto muito alargado de técnicas de produção de imagem por transferência, como coloca ênfase na dimensão iminentemente processual, em detrimento do lado formal, do trabalho do artista. Para José de Guimarães as formas não são jamais um fim em si mesmas, mas antes um conjunto de signos que o artista articula enquanto linguagem - repare-se nos diversos alfabetos que constituiu, desde o alfabeto africano, até ao extenso conjunto de figuras estampadas a negro sobre a folha branca, a que chamou negreiros.
Em ‘Provas de Contacto’, refere Nuno Faria no texto de apresentação desta exposição, «destacam-se os anos de aprendizagem e intensa prática inicial na GRAVURA - Sociedade Cooperativa de Gravadores Portugueses, entre 1958 e 1965; os anos em que se encontra em Luanda (1967 a 1973), marcados por uma intensa prática experimental ligada a um intenso processo de descoberta e assimilação da cultura dos povos de Angola; o período pré e pós revolucionário de 1973 a 1979, já após o regresso a Portugal, em que produz uma série de trabalhos de cariz mais político, para além de um conjunto de obras em que se evocam lugares ou universos autorais (Centro Pompidou, Rubens, etc.); e, finalmente, os anos mais recentes em que regressa à gravura com assinalável fulgor e contenção de meios e de formas, em torno do tema, recorrente no seu trabalho, dos Negreiros e Guaranis».
A exposição poderá ser visitada de terça a quinta-feira das 16h00 às 19h00 e das 21h00 às 23h00, sexta das 16h00 às 19h00 e das 21h00 às 24h00, sábado das 15h00 às 19h00 e das 19h00 às 24h00 e domingo das 15h00 às 19h00. A entrada é livre.

Toda a programação do TMG poderá ser consultada na íntegra e mais pormenorizadamente no nosso sítio na internet: www.tmg.com.pt

A Agenda está também disponível em PDF para download e as fotos dos espetáculos podem ser descarregadas em grande resolução no link: imprensa.
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Para mais informações, contactar:

Gabinete de Comunicação e Imagem

Culturguarda E.M. / Teatro Municipal da Guarda

Rua Batalha Reis, 12, 6300-668, GUARDA, PORTUGAL



Tel. 00351 271 205 240 • Fax. 00351 271 205 248

gci@tmg.com.pt

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