As dimensões espirituais da liderança de obama corinne McLaughlin e Gordon Davidson



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AS DIMENSÕES ESPIRITUAIS DA LIDERANÇA DE OBAMA

Corinne McLaughlin e Gordon Davidson


Sempre houve uma ajuda superior, espiritual e ativa na vida dos Estados Unidos da América, que começou com sua fundação em 1776 por intermédio de uma das mais importantes concentrações de gênios políticos já vista no planeta. E durante todos os seus 212 anos de vida, a cada momento de dolorosa necessidade, surgiu nos EUA um líder inspirado para enfrentar as crises da época com visão, força e as qualidades necessárias. Abraão Lincoln salvou a União e pôs fim à escravidão, Franklin D. Roosevelt agiu corajosamente para superar a Grande Depressão e derrotar os líderes do Eixo. E agora, neste momento de crise histórica, surgiu outro grande líder com qualidades incomparáveis para responder às necessidades de nosso país e do mundo, iluminado pelo Espírito, como uma expressão da alma do povo americano.
Um Catalisador Espiritual
Obama significa mais do que o surgimento de um líder inspirado e talentoso. Ele é como um catalisador lançado em uma solução supersaturada, que cria uma estrutura cristalina ao seu redor, baseada em seu padrão inato, e que logo transforma toda a solução. Esta solução supersaturada é o despertar espiritual coletivo que há anos clama por um líder para unir nossa nação e estabeleçer relações corretas com o mundo. De repente, ela se cristalizou ao redor de Obama. Suas idéias e sua presença entre nós “dirigindo-se aos melhores anjos de nossa natureza”, como fez Lincoln, cristalizou um movimento que diz, “Sim, podemos!” Podemos ser melhores do que temos sido, não só como pessoas, mas também como nação.

Com seus dons de oratória, sua percepção espiritual reflexiva, seu compromisso e sua eficiência comprovados ao servir o povo, Obama é um catalisador importante para a mudança. Ele chegou com grande apoio, não só das forças espirituais, que sempre protegem e guiam os líderes inspirados e verdadeiros, mas também pela força de cima precipitada. Ele catalisa à ação tudo que nós, o povo dos EUA, e do mundo alcançamos em nosso desdobramento espiritual interior nos dias de hoje. Ele reconhece isto quando diz, “Somos aqueles que há muito estamos esperando; somos a mudança que procuramos.” Ele nos confirma e nós o confirmamos em um círculo mutuamente habilitado.

Obama surgiu como parte de um grupo interno maior, maior do que o grupo que trabalha em sua campanha, ou seu grupo de transição. Ao redor do mundo, centenas de milhares de pessoas rezavam e meditavam, pedindo ajuda espiritual e apoio para Obama ser eleito presidente. Esta ampla rede de grupos organizados de meditação, também faz parte de seu grupo e uma das razões pelas quais ele foi capaz de ser eleito.

Um líder da importância de Obama vem ao mundo com um destino ajudado pelas forças espirituais que guiam e protegem a evolução humana, efetivada pela radiação de sua própria alma e pela consciência coletiva das pessoas que o chamam e o ajudam a preparar seu caminho. A mão Divina pode abrir muitas portas, sendo por isto que tantos acontecimentos, aparentemente incomuns, ajudaram sua eleição fácil para o Senado dos EUA – além de todo seu trabalho árduo, como ele menciona em “A Ousadia da Esperança”: “Posteriormente alguns repórteres diriam que sou o político com mais sorte em todos os 50 estados dos EUA.”

Tudo que ocorreu na vida dos EUA desde a era de Kennedy, e principalmente nos últimos oito anos, poderia ser visto como a construção de um portal para Obama atingir proeminência nacional. Um grande líder surge como a pessoa certa, no lugar certo, na hora certa. Tudo isto é o resultado da interação das energias espirituais descendo ao planeta, despertando a consciência da humanidade e nossas livres escolhas como cidadãos.

A eleição de Obama foi aclamada como o começo de uma nova era, porque ele é nosso primeiro presidente negro. Contudo, esta nova era representa realmente uma interação entre uma coletividade cada vez mais esclarecida e os líderes que por ela são evocados. Obama faz parte de uma onda de líderes políticos mais iluminados, que há muito têm sido profetizados em vários ensinamentos espirituais. Eles estão surgindo em todos os campos do esforço humano e Obama agora traz esta luz emergente para o campo político dos EUA.


Estabelecendo um novo tom espiritual
Por intermédio de sua presença, o que diz e o que faz, todo líder estabelece um tom para todos, dentro de uma organização, ou nação. O motivo pelo qual o povo americano apoiou Obama com tal fervor, foi em razão de uma vibração nova e de um novo tom que ele ressoa. A América e o mundo têm consciência de que isto é necessário. Ele soa a nota da união dentro das diferenças, do respeito por todos, da honestidade, das palavras simples e realizando tudo no mais elevado nível de que somos capazes.

Depois das eleições aconteceu uma mudança palpável no país inteiro, pois todos estão sentindo uma vibração nova, o soar de um novo tom para nossa nação e nosso povo.

Os líderes espiritualmente adiantados como Obama seguem um registro espiritual interno e lideram de dentro para fora. Obama tem sido muito aberto em relação à sua vida espiritual interior, como citado em uma notável entrevista em 2004 publicada no Chicago Sun Times antes de ser eleito Senador. Ele disse ao repórter. “Acho que o maior de todos os desafios é o próprio limite moral. Estas são as conversas que tenho comigo mesmo. Estou avaliando minhas ações em resposta àquela voz interior, para mim audível e ativa. Ela sempre me diz quando estou no caminho certo ou fora dele.” Disse também que sempre pergunta a si mesmo quando tem alguma dúvida: “Como se pode ligar isto a um sentido de propósito mais amplo?”

Obama também disse na entrevista: “Os momentos políticos mais importantes para mim são quando sinto que minhas ações estão alinhadas a uma verdade estabelecida e sentida dentro de mim. Quando estou conversando com um grupo de pessoas e dizendo algo verdadeiro, sinto uma energia que sai daquelas afirmações que difere de quando estou sendo só loquaz ou engenhoso.”

Obama sente-se à vontade ao expressar sua vida e escolhas interiores; entretanto, também soa desprendido e sereno, sem reagir com medo ou com raiva aos ataques recebidos. Ele acrescenta: “Considero Gandhi um grande exemplo de pessoa profundamente espiritual, que agiu e arriscou tudo em benefício de seus valores, mas sem ter em nenhum momento resvalado para a intolerância ou para o dogma. Ele sempre parecia manter um ar de dúvida sobre si mesmo. Também penso no Dr. King e em Lincoln. Estes são três bons exemplos para mim de pessoas que usaram sua fé em uma tela maior; porém, sem permitir que aquela fé se transformasse em algo que fosse prejudicial.”

Lincoln representa uma inspiração importante para Obama, pois lê muitos livros sobre Lincoln e cita suas palavras frequentemente. Quando era senador, sempre dava uma corrida à noite até o Memorial Lincoln, sentava-se lá e meditava. Obama parece apresentar muitas das qualidades espirituais de Lincoln, como sensatez prática, humildade, além da dedicação para sanar as divisões e unir as pessoas.

Obama atrai as pessoas em razão de seu modo simples e direto. Ele se autodenominava o “candidato improvável de nome engraçado”, mas é sem dúvida, um orador talentoso. A força criativa de suas palavras inspiradas e iluminadas faz soar uma nota interior, que as pessoas reconhecem e à qual respondem. Sendo inteligente e visionário, ele traz uma mudança profunda, como revela seu mapa astral. Aquário é seu signo ascendente, o signo de sua alma, assim ele se identifica naturalmente com as pessoas, coletivamente e de modo ressonante, como um irmão universal.

Ele diz: “Minha política baseia-se na crença de que estamos todos conectados... Sou o guardião de meu irmão e sou o guardião de minha irmã, somos todos filhos de Deus. Ou posso expressá-la em termos seculares.”

O que mais cativa em relação a ele, é que ele apresenta um novo modo de ser: introspectivo e descontraído, entretanto focado, disciplinado e organizado.

A natureza espiritual de Obama é reconhecida pelos líderes, tanto da direita quanto da esquerda. Por exemplo, Frank Schaeffer, um dos fundadores da Direita Religiosa, escreveu que Obama será um de “nossos mais importantes e mais amados presidentes, pela virtude de sua ponderação e sensatez, sua humildade pessoal e espírito de serviço. Falando como cristão, vejo a mão de um Deus piedoso na candidatura de Obama,” disse ele.

A generosidade de Obama com uma pessoa desconhecida, em um aeroporto, há alguns anos, quando lhe deu $100 (cem dólares) para pagar pelo excesso de bagagem, quando ele mesmo tinha pouco dinheiro, dá uma medida de sua natureza. E quando se descobriu que a filha solteira de sua oponente estava grávida, ele não viu nisto uma oportunidade para atacar, mas sim, comentou graciosamente que sua própria mãe tinha 18 anos quando ele nasceu.
O significado do nome Obama
Para quem sabe ler o Livro da Vida, as escolhas dos nomes não são simples coincidências. O nome de Obama transmite grande potência e bondade por si só. Barack deriva da palavra africana “baraka”, que significa benção nas línguas influenciadas pelo árabe. Nas línguas influenciadas pelo árabe “baraka” também significa “saber espiritual” ou “uma benção transmitida por Deus”. Seu último nome começa com um “O” (um círculo), que é o símbolo da inteireza ou completude e também inclui as duas sílabas “ba” e “ma.” Em várias culturas, ‘ba’ significa pai e ‘ma’ significa ‘mãe’. Seu nome do meio, Hussein, geralmente significa na língua árabe, ‘bom ou ‘bonito’. Sendo assim, temos um nome que significa um homem bom e bonito, que carrega saber espiritual e as bênçãos de Deus – dando-lhe o poder de agir com integridade e equilíbrio, como pai e mãe, ou energias masculinas e femininas.

Um impacto imediato de seu nome pode-se ver no mundo Árabe/ Muçulmano e sua relação com o Ocidente, que é indiscutivelmente o mais sério problema político-militar do nosso tempo. O próprio fato de que ele possui um nome do meio Muçulmano e um primeiro nome derivado do Árabe, já exerce um grande impacto nos Muçulmanos ao redor do mundo, que consideravam que os EUA jamais elegeriam uma pessoa negra e com nome Muçulmano. Os Iraquianos já declararam que confiariam em Obama para manter os tratados com seu país, muito mais do que em Bush, e alguns líderes Talibãs já foram citados em um jornal Paquistanês, dizendo que estariam mais dispostos a negociar com uma administração conduzida por Obama.

Isto é o resultado de algo mais do que o seu nome, porém, o nome pesa muito abertura do mundo Muçulmano para os Estados Unidos e que, em breve, terão Obama como seu Presidente.

Estes são sinais adicionais indicando que existe um poder superior trabalhando, fortalecendo e apoiando o aparecimento de Obama, aparentemente, de lugar nenhum, e em poucos e curtos anos surgindo como o homem certo, no lugar certo, na hora certa e até com o nome certo, sendo tudo isto algo extraordinário.


Transformando relações oponentes e delegando poderes
Um dos aspectos mais sutis, todavia transformadores de Obama, é que ele está criando um tipo novo de relação com o povo Americano, assim como com os povos do mundo. Ele trata as pessoas como adultos responsáveis, aceita sua inteligência e conversa com elas explicando as questões complexas em linguagem relativamente direta.

Ele fala em nível mais profundo do que o usual sobre as questões complexas e emocionalmente difíceis, como as raças, o que fez com brilhantismo durante a campanha, ele extrai das pessoas o que elas têm de melhor recusando-se a ceder ao medo ou raiva. Obama não ergue barreiras aos que discordam dele, porque escuta atentamente seus argumentos, além de ver com clareza as diferenças que existem entre as pessoas e suas idéias.

Recentemente, ele agradeceu ao povo de Illinois dizendo, “Foi lá que aprendi a discordar sem ser desagradável; a procurar a conciliação mútua, mantendo ao mesmo tempo aqueles princípios que nunca podem ser comprometidos, e sempre presumir o melhor nas pessoas, em vez do pior.

Ele é um líder muito disciplinado e concentrado que espera resultados. Ele também criou um grupo cultural “Não faça drama, Obama” – querendo dizer que os grandes egos, as rainhas do drama e aqueles que deixam transpirar informações não serão bem-vindos em sua administração.

Ele se recusa a cair na armadilha das polaridades, receber uma informação e passar outra diferente; mas, ao contrário, enfatiza o que nos une, e não o que nos divide como um povo. Uma das diretrizes de sua campanha foi: “Respeitar, permitir, incluir.” Esta é uma mensagem pela qual o povo americano ansiava e a eleição de Obama mostrou uma visão de que sabemos, em nossos corações, do que precisamos.

Obama não tenta encobrir as diferenças, antes reconhece as divisões, afirmando “que será o presidente de todo o povo americano”. Disse também, que “temos que... admitir a possibilidade de que o outro lado possa ter razão algumas vezes.”

Obama tem a capacidade de ouvir a verdade de todos os lados e encontrar uma verdade superior que possa incluir todos nós.

Ele não promete fazer tudo por nós, ao contrário, prefere nos ajudar a nos organizarmos e convida-nos a fazer grandes coisas juntos. Ele promove um encontro de parceria com seus auxiliares e com o povo americano, construindo um espírito de equipe. Quando estava mobilizando eleitores com seu famoso discurso “animem-se, estejam prontos para partir”, muitas vezes terminava afirmando “Juntos curaremos a nação e transformaremos o mundo.”

As pessoas descreveriam isto como se fosse uma corrente de eletricidade percorrendo a multidão. E com milhões de horas de tempo voluntário e de dedicação focalizada na visão e propósito, as pessoas comuns conseguiram, verdadeiramente, mudar o mundo. Em seu discurso em Berlim, sendo ouvido por 100.000 (cem mil pessoas), Obama disse: “Sou um americano que se vê como um cidadão do mundo.” Obama parece estar destinado a liderar o mundo, pelo simples poder de sua visão, sua oratória, sua abordagem sensata e prática dos problemas.
Abrindo a porta para um mundo multi-cultural
Obama tem sido reconhecido pela geração mais jovem, assim como pelos povos de todas as raças e culturas ao redor do mundo, porque eles o sentem como um líder que, posteriormente, abrirá as portas para um mundo multicultural mais harmonioso e belo. Este mundo, onde as diferenças raciais e culturais serão apreciadas e celebradas, já está surgindo e a ascendência de Obama estabiliza e afirma este mundo novo, para que todos possamos vê-lo.

Há também um nível subconsciente mais profundo de alívio ao redor do mundo, trazido por sua ascendência. Para as pessoas de cor ao redor do mundo, que foram e têm sido exploradas e oprimidas pela raça branca há muito tempo, surgiu um novo sentimento psicológico de segurança no mundo. Agora eles têm menos a temer e até algo a esperar da pessoa de cor que vai morar na Casa Branca.

O surgimento, entre os adultos jovens, da geração do milênio, a maior na história dos EUA e sua exigência por soluções verdadeiras para a montanha de problemas que temos que encarar, constitui uma energia espiritual poderosa que foi crucial para o sucesso da campanha de Obama e que também o será para sua presidência. As dúzias de vídeos musicais organizados pelos jovens ativistas do povo, assim como estrelas importantes, cantando o nome de Obama como se fosse um mantram espiritual, simbolizaram o chamado da geração mais jovem por um líder verdadeiramente inspirado.

Até algumas horas antes da eleição muitas pessoas não podiam acreditar que um negro pudesse se eleger. Muitos mantinham-se em suspenso temendo que o processo das eleições fosse alterado ou subornado mais uma vez, como em eleições anteriores. Outros achavam que, quando as pessoas estivessem na cabine de votação, poderia surgir um racismo escondido e subconsciente que os impedisse de votar em Obama.

Entretanto, Obama acreditava que os brancos americanos estavam prontos para superar o racismo e votarem, baseados no “conteúdo de seu caráter e não na cor de sua pele”, como disse Martin Luther King em seu famoso discurso. E, em um imenso ato coletivo de redenção das massas, a América branca votou desse modo, para sua própria surpresa e do mundo.

A crença de Obama no que existe de melhor em nós, oferecendo-nos a oportunidade de transcender a nós mesmos e de sermos maiores do que temos sido, é o sinal de um líder inspirado e até mesmo transcendental. Ouvimos comentários sobre o significado desta eleição para os negros, e todas as pessoas que amam a humanidade estão se regozijando por eles. Contudo, Obama também trouxe um grande presente para a América branca e todos nós estamos nos sentindo melhor interiormente porque “nos superamos.”

Depois das eleições, muitas pessoas notaram como pessoas de raças diferentes estavam se olhando e sorrindo umas para as outras, como se estivessem vendo-se pela primeira vez. Os americanos de origem africana se sentem agora vistos pelos brancos de outra maneira, porque um deles foi reconhecido e aceito pela maioria da sociedade.

Um visionário prático e brilhante organizador


Obama surgiu como um orador brilhante e inspirado, talentoso pensador estratégico e um excelente organizador. É interessante notar que nos primeiros dias, quando as pessoas lhe perguntavam: “Como podemos saber se você está qualificado para ser presidente?” ele dizia: “Observem como dirijo minha campanha.” O mundo observou, e está pasmo com o que ele realizou, começando sem nada, a não ser uma visão clara daquilo que queria compartilhar com o povo americano e então montando a campanha mais inovadora e poderosa da história política moderna.

Ele conseguiu trazer milhões de pessoas para o processo eleitoral (nos EUA o voto não é obrigatório) e foi apoiado por pequenas doações enviadas por milhões de pessoas. Ele disse que começou com “um pouco mais do que fé no povo americano e que aquela fé foi comprovada.”

Uma brilhante habilidade de organização é uma das marcas da nova energia espiritual que está fluindo para o mundo neste ciclo atual, baseada no idealismo e nas soluções práticas. Esta energia, que chama o Espírito lá de dentro da matéria, reorganiza o mundo para permitir uma circulação maior de recursos, amor e criatividade para todos os pontos do nosso planeta.

A purificação econômica, agora em curso, pavimenta o caminho para uma reordenação final com maior integridade e justiça em nossos sistemas financeiros.

Como exemplo importante de um “visionário prático”, Obama é a pessoa mais qualificada para levar adiante esta transformação, porque ele raciocina com clareza, consegue ver os sistemas como um todo, além de antecipar as ações necessárias, focalizando as oportunidades na medida em que forem surgindo.

Como podemos ajudar Obama


Como ele mesmo diz, “esta será uma longa viagem que não será fácil.” Como todos nós, ele tem defeitos a superar. Mas todos nós podemos ajudá-lo, apoiando suas iniciativas quando estiverem fluindo na direção correta. Como o Presidente Franklin Roosevelt disse, de maneira admirável, aos líderes trabalhistas que estavam tentando convencê-lo a apoiar o decreto Lehman, “Senhores, vocês me convenceram de que estão certos. Agora saiam pelo mundo afora e me obriguem a fazê-lo.”

Obama precisa que o movimento que conseguiu elegê-lo se mantenha unido, mantendo a pressão popular para que ele possa cumprir sua agenda.

É imprescindível que continuemos a meditar e rezar por ele, visualizando-o e à sua família e equipe envoltos em luz e protegidos. Podemos também pedir que ele se alinhe de modo mais completo com a Alma de nossa nação, de modo que seu trabalho expresse o propósito espiritual dos EUA e o cumprimento do destino superior desta nação como farol de sabedoria e de compaixão para o mundo.

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Corinne McLaughlin e Gordon Davidson são co-autores do livro “Política Espiritual” com prefácio do Dalai Lama e co-fundadores do “Centro para a Liderança Visionária” situado na Califórnia e Carolina do Norte.

Corinne coordenou uma força tarefa nacional para o Conselho do Presidente Clinton sobre “Desenvolvimento Sustentável” e Gordon foi o Diretor Executivo do “Fórum de Investimento Social” e da “Coalizão das Economias Responsáveis pelo Meio Ambiente” (Ceres).


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