As ondas curtas e o rádio em 1940



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AS ONDAS CURTAS E O RÁDIO EM 1940




Izakeline de Paiva Ribeiro1


RESUMO:
Este trabalho é fruto de um levantamento feito nos jornais “O Nordeste” e “O Unitário” da cobertura que a imprensa fez do rádio cearense na década de 1940. Escolhemos um fato considerado importante e significativo na história da radiodifusão cearense, a implantação da transmissões em ondas curtas pela Ceará Rádio Clube. As pesquisas foram realizadas no Instituto Antropológico, Geográfico e Histórico do Ceará e faz parte da pesquisa História e Memória da Radiodifusão Cearense da Universidade de Fortaleza - Unifor.
Palavras- chave: Ondas Curtas, Radiodifusão, Jornais.

A década de 1940 no Brasil foi considerada “época de ouro da radiodifusão” (Ferraretto, 2001, p.112). Década que foi marcada pelo desenvolvimento de uma nova tecnologia que chega ao Ceará e chama a atenção de todos, a transmissão radiofônica em ondas curtas. A difusão através de ondas curtas pode ser entendida em parte como desenvolvimento que amplia a acessibilidade no espaço e no tempo. Os jornais, principal mídia da época, cobriram o evento apoiando e prestigiando o novo empreendimento, como observamos em algumas manchetes: “ A grande festa de ontem na emissora cearense” (O Nordeste, 13.10.1941, p.1), “Magnifica festa radiofônica na inauguração da estação de ondas curtas” (O Unitário,14.10.1941, p.8). No discurso de inauguração da nova tecnologia João Dummar ressalta:
E não é possível omitir também, pela sua significação, a cooperação valiosa e amiga da imprensa, por todos os seus diários e periódicos, sempre eloqüentemente favoráveis às realizações desta emissora para que ela se tornasse de fato a voz do Ceará para todo Brasil (Dummar Filho, 2002, p.58).

A população de Fortaleza ficava cada vez mais impressionada com a absorção de novas tecnologias em todas as atividades que mudaram a paisagem de Fortaleza em apenas três décadas, especialmente nos meios de comunicação. Antônio Luiz Macêdo e Silva Filho sublinha como um tempo relativamente curto para tantas mudanças nos espaços da cidade, início da iluminação elétrica em casas comerciais e residências e introdução do bonde elétrico em 1913, construção de uma rede de água e esgoto finalizada em 1926, edificação do Excelsior Hotel (primeiro arranha-céu da cidade) em 1931, a primeira transmissão radiofônica em 1934, instalação da iluminação pública elétrica entre 1934 e 1935, inauguração da rede de telefonia automática em 1938, a construção dos cinemas Majestic Palace em 1917, Cine Moderno em 1921, Cine Diogo em 1940. E finalmente em 1941 a transmissão radiofônica em ondas curtas.

Em 1939 teve início a Segunda Grande Guerra Mundial que só viria a terminar em 1945, tomando metade da década de 1940. Esse fato trouxe fortes influências internacionais. Com o objetivo de atrair parceiros na guerra, os Estados Unidos utilizando a política da boa vizinhança aproveitou a abertura do Estado Novo para disseminar a cultura norte-americana no Brasil, como afirma Luiz Artur Ferraretto:
Fica facilitada, assim, a penetração cultural norte-americana, com o star system hollywoodiano ganhando um sucedâneo nacional nas grandes emissoras radiofônicas, na indústria fonográfica e nos estúdios cinematográficos de Cinédia e da Atlântida

( Ferraretto,2001, p.112).
A época de ouro do rádio caracterizou-se por uma programação voltada ao entretenimento, predominavam os programas de auditório, radionovelas e humorísticos (Ferraretto, 2001, p.112). Esta influência está presente na programação de inauguração das novas instalações da PRE-9, no dia 12 de outubro de 1941, a terceira emissora de ondas curtas do Brasil. O que representou “um grande passo para o Ceará” (Dummar Filho, 2004, p.55). A cerimônia de inauguração começou às 10 horas da manhã com a presença das principais autoridades da cidade, como noticia o jornal “O Nordeste”:
Pela manhã às 10 horas, Mons. Otávio de Castro, administrador apostólico da Arquidiocese, benzeu o edifício e as instalações técnicas do Tauape, cerimônia que se repetiu no estúdio localizado no Edifício Diogo. Estiveram presentes a todos os atos o sr. Interventor Federal, Dr. Menezes Pimentel, secretários de Estado, o Diretor Regional dos correios e telégrafos, prefeito da capital, autoridades eclesiásticas, civis e militares ( O Nordeste, 13.10.1941, p.1).
Após os pronunciamentos, a programação musical foi aberta pelo maestro, recentemente contrato, Ercole Vareto, com um repertório clássico. Na seqüência, artistas apresentaram suas músicas, entre eles Orlando Silva, que desfilou em carro aberto desde o campo de pouso no Bairro Alto da Balança até chegar ao Hotel Excelsior, onde vários admiradores o aguardavam. O cantor teve uma participação de duas horas cantando no microfone da PRE-9. Naquele dia foi concretizado “o sonho de João Dummar de levar arte e música aos lares de todos os cearenses” ( Dummar Filho, 2004, p.58). Objetivo que segundo o jornal “O Unitário” parece ter sido alcançado:

Verdadeiro primor de arte e bom gosto, a programação radiofônica que se seguiu as solenidade realizadas pela manhã constitui uma nota de destaque na vida artística da cidade. O programa, já pelo mérito das produções escolhidas, já pela excelência da execução por parte dos artistas, agradou plenamente, correspondendo à expectativa do grande público ouvinte (O Unitário ,14.10.1941, p.8).


A festa radiofônica foi amplamente coberta pela mídia da época. No jornal “O Nordeste” foi divulgada a programação da festa no dia anterior, 11 de outubro, e uma matéria no dia seguinte, 13 de outubro. Já o jornal “O Unitário” publicou matérias nos dias 12, 14 e 15 de outubro. Os jornais ao mesmo tempo que davam importância aos fatos relacionados ao desenvolvimento, externavam também uma preocupação com a “ineducação social” que poderia se tornar um entrave para a modernidade (Silva, 2002, p.20). Segundo Jane D. Semeão e Silva, a modernidade e o desenvolvimento marcou a capital cearense por duas temporalidades conflitantes. A primeira diz respeito à sua progressiva expansão e modernização, a segunda corresponde às condutas e costumes de seus habitantes. Pois a cidade estava se desenvolvendo rapidamente e aos olhos dos articulistas da época, a população não estava acompanhando os acontecimentos, não estava sabendo como se portar diante das novas tecnologias, e até mesmo poderia estar perdendo valores importantes para a época.

Entre os jornais estava “O Nordeste”, amparado pela Arquidiocese de Fortaleza, era uma publicação religiosa, que segundo Geraldo Nobre começou suas atividades como um órgão genuinamente católico, no dia 29 de junho de 1922. A religiosidade é marcante nas páginas do jornal, observada nas notícias sobre eventos da Igreja Católica e em artigos nos quais eram passados conselhos às mulheres e jovens. O jornal não deixou de divulgar os avanços tecnológicos, mas através de artigos deixava clara a posição da igreja, e até mesmo nos anúncios dos filmes em cartaz nos cinemas, advertia quem poderia assistir aos filmes. O discurso moralista da Igreja Católica faz parte do jornal atingindo um grande público, já que em 1940 a maior parte da sociedade em Fortaleza era formada por católicos (Silva, 2002, p.22).
Não é que se recuse o progresso e se ponha à margem o que nele há de aproveitável e, mesmo de necessário. Mas é que a sabedoria está em conciliar a tradição com a inovação, em adotar as reformas sem prejuízo dos costumes vigorantes, que não merecem ser abandonados ... (O Nordeste, 09.05.1940, p.4).
Portanto, era importante ter a Igreja Católica como aliada para o progresso da radiodifusão cearense acontecesse de fato. Entre as principais autoridades, convidadas para inauguração, estavam as pessoas mais importantes da Igreja com a pretensão de facilitar o contato com a sociedade católica e tradicional da época. A abertura das comemorações foi realizada exatamente pelo Monsenhor Otávio de Castro, administrador apostólico da Arquidiocese de Fortaleza, benzendo o edifício e as instalações técnicas.

Outro jornal em destaque é “O Unitário” que segundo Geraldo Nobre, se firmou em 1938, e foi adquirido em 1940 pelo grupo “Diários Associados” de Assis Chateaubriand. Embora não tivesse um discurso permeado pelo pensamento religioso, não deixava de ter em suas páginas artigos sobre o fato de a população não está acompanhado o desenvolvimento. Como em um artigo no qual o autor fala sobre o comportamento dos fortalezenses no Cine Diogo :


Dói a constatação de semelhante atraso, que põe indisfarçáveis laivos de provincianismo em nosso progresso urbano. Fortaleza evolui materialmente, mas no que tange a educação pública aferrou-se a uma irredutível posição estacionária (...) Impõe-se uma revisão dos nossos costumes (O Unitário, 11.03.1943, p.4).
É nesse contexto de contradições e costumes em conflito que a transmissão em ondas curtas chega à Fortaleza. Em seu discurso na inauguração, João Dummar falou sobre os problemas de saúde que enfrentou e que o deixaram internado por 14 meses em um hospital no Rio de Janeiro, e afirmou como ficaria feliz se no leito do pudesse ouvir a voz do Ceará, o que o faria sentir de mais perto o interesse que o povo cearense tinha pela sua recuperação. “O que não daria eu para, naquele transe, escutar o nosso querido Ceará” afirmou João Dummar. A voz do Ceará poderia agora ser ouvida em vários lugares do Brasil e do Mundo através das transmissões em ondas curtas. Os desejos, os sonhos, a cultura cearense chegaria aos mais distantes lugares, além de trazer conhecimento para o povo cearense, esse era o objetivo de João Dummar. (...) que fizesse ouvida pelo Brasil, de norte a sul, e até mesmo no exterior; a voz confiante do Ceará, que vibra com o Brasil em todos os momentos de reconstrução, de desenvolvimento, de realização, pelo bem da coletividade (Dummar Filho, 2004, p.56).

Enquanto isso em outros países (Estados Unidos, Itália, Alemanha, Inglaterra etc) a tecnologia de ondas curtas era utilizada para divulgação de seus pensamentos políticos e de sua cultura em outros países com o objetivo de alcançar aliados internacionais. Segundo Armand Matterlart (1994), eram produzidos programas em várias línguas para que os países pudessem atingir seus objetivos.

Percebemos o que John B. Thompson (1995) chama de transmissão cultural, a troca de formas simbólicas entre produtores e receptores. As formas simbólicas são fenômenos sociais significativos, desde ações, gestos e rituais até manifestações verbais, textos, programas audiovisuais e obras de arte. Era o que pretendia João Dummar, além de trazer cultura e arte para a população cearense, para ele era importante que o Ceará também pudesse falar ao mundo. Thompson (1995) distingue três aspectos da transmissão cultural: meio técnico de transmissão, o aparato institucional de transmissão, o distanciamento espaço- temporal. Vamos considerar os três aspectos colocados por Thompson observando a tecnologia de ondas curtas em Fortaleza, examinando assim, a emergência e o desenvolvimento do rádio no Ceará.

O rádio, neste trabalho, representa o meio técnico, ao qual Thompson (1995, p. 221) atribui o grau de fixação que varia de acordo com os mecanismos de estocagem de informação, o que na década de 1940 ainda era muito difícil para o veículo. Os programas eram ao vivo, e sem possibilidade de gravação, portanto a fixação da informação ficava por conta da linguagem radiofônica cultivada na época. Mas há possibilidade da reprodução de formas simbólicas como a música, que na época já havia produção de discos. Outra atribuição ao meio técnico que podemos aplicar ao rádio refere-se à amplitude da participação que ele permite, ou requer, dos indivíduos que o empregam como meio. O rádio não necessita que seus ouvintes precisem utilizar de diferentes habilidades, faculdades e recursos. Assim o rádio tem possibilidade de atingir um número de pessoas bem maior que um jornal, pois o número de pessoas que não sabia ler era grande, além da possibilidade de abrangência que o rádio possui.



Segundo Thompson (1995, p. 224), além do meio técnico, a troca de formas simbólicas muitas vezes envolve um aparelho institucional de transmissão, um conjunto específico de articulações institucionais dentro das quais o meio técnico é elaborado e os indivíduos envolvidos na codificação e decodificação das formas simbólicas estão inseridos. Antes da inauguração das novas instalações da PRE – 9, João Dummar contratou o radialista Dermival Costalima como diretor artístico. Havia também os locutores (speakers), o cash formado pelos atores e atrizes que trabalhavam nos rádioteatros e rádionovelas. Segundo Eduardo Campos, alguns dos principais nomes era João Ramos, Heitor Costa Lima, Mozart Marinho, Aderson Brás, Luzanira Cabral, Cabral de Araújo, José Lima Verde e Silva Filho, “todos expressivos locutores desses anos de ouro da radiofonia cearense (Campos, s.d., p.13). Outras instituições também tinham participação, a presença da igreja, dos políticos da época, da imprensa, todas essas autoridades compareceram à inauguração das novas instalações, e os principais representantes tiveram oportunidade para discursar ao microfone da PRE – 9.

O terceiro aspecto considerado por Thompson (1995, p.225) é o distanciamento espaço-temporal. Esse distanciamento é percebido na difusão radiofônica, visto que o receptor da mensagem está significativamente distante do produtor, do emissor da forma simbólica. A difusão através de ondas curtas pode ser entendida em parte como desenvolvimento que amplia a acessibilidade no espaço e no tempo.


No desenvolvimento histórico dos meios técnicos, esses vários aspectos e atributos estão combinados de maneira tal que forma modalidades específicas de transmissão cultural. O desenvolvimento (...) das redes de difusão de rádio (...) são exemplos de emergência de modalidades de transmissão cultural (Thompson, 1995, p.227) .

As novas instalações de ondas curtas na Ceará Rádio Clube gerou na sociedade fortalezense o que Thompson chama de impacto interacional dos meios técnicos. Embora os rádios receptores de ondas curtas fossem poucos na cidade, a idéia de que o Ceará naquele momento estava falando ao mundo era trabalhada no imaginário da população através dos jornais e do próprio rádio. A nova tecnologia possibilitou novas formas de interação, modificando ou diminuindo as velhas formas de interação. Segundo Thompson, essa possibilidade pode servir “para reestruturar relações sociais existentes e as instituições e organizações das quais elas fazem parte”. Fato observado na notícia publicada pelo jornal “O Unitário”:
A PRE-9 será um justo motivo de orgulho para o Ceará. E todo cearense amigo da sua terra há de ser por certo um colaborador expontâneo e entusiasta da grande obra radiofônica que se conclue em nossa capital. É verdadeiramente empolgante o trabalho de montagem do novo equipamento. Em Tauape, levanta-se uma grande obra que é bem um prodígio da técnica. Nos últimos andares do Edifício Diogo, ultima a instalação dos luxuosos estúdios. A PRE-9 será, positivamente, uma das primeiras emissoras sul-americana (O Unitário, 21/09/1941, p. 9).
O impacto interacional das transmissões em ondas curtas pode ser observado a partir de quatro aspectos abordados por Thompson (1995). Em primeiro lugar a nova tecnologia do implantada no rádio possibilitou a facilidade de interação através do tempo e do espaço. Em virtude do distanciamento espaço-temporal, comentado anteriormente, as ondas curtas promovem a interação entre as pessoas mesmo que ela não compartilhem a mesma situação espaço-temporal. Em segundo lugar, há uma mudança na ação para o outro que está distante. Com as transmissões em ondas curtas o Ceará estava falando ao mundo, os hábitos e costumes seriam divulgados para pessoas que não se podia imaginar. Chegando ao terceiro aspecto, no qual, as pessoas modificam suas ações em resposta ao outro desconhecido, localizado em um contexto físico distante. E por último, as transmissões em ondas curtas modificaram as maneiras como os fortalezenses agiam e interagiam no processo de recepção.

Com o advento da televisão e das outras novas tecnologias o rádio perdeu parte de um espaço que integralmente dedicado a ele pelo público. As transmissões em ondas curtas desde o começo sempre tiveram um custo muito alto, os equipamentos ficavam cada vez mais caros, a manutenção era dispendiosa. Em depoimento, Eduardo Campos afirma que as transmissões em ondas curtas foram mantidas por algum tempo pelo desejo dos donos da rádio, dos locutores que sentiam orgulho de está em uma emissora que transmitia para o mundo. Mas os patrocinadores não tinham interesse, pois na época havia dificuldades para exportar um produto do Ceará para a Europa, por exemplo.



A tecnologia de ondas curtas foi um importante passo para a radiodifusão cearense na década de 1940. Como afirma o radialista Narcélio Limaverde, “O grande acontecimento foi a inauguração de transmissores de ondas curtas”. Mas em 1944 João Dummar vendeu a PRE – 9 para o grupo Diários Associados. Segundo Dummar Filho, Assis Chateaubriand, dono dos “Diários Associados”, exerceu forte pressão para que João Dummar vendesse a Ceará Rádio Clube. Com a compra ele poderia fortalecer seu grupo de empresas que no Ceará já era dono dos jornais “O Unitário” e “Correio do Ceará”. Na época também a legislação vigente determinava que o controle das empresas de radiodifusão era exclusivo de brasileiros natos ou naturalizados, e João Dummar nasceu na Síria.

É importante o resgate da história da radiodifusão cearense, porque esse é o resgate da memória de uma sociedade, dos costumes, da cultura da época. E fazer uso dos jornais para esse resgate fortalece ainda mais os conhecimentos desses meios de comunicação e a influência que eles detiveram. Como Luiz Gonzaga Motta (2004) afirma “os jornais contam a história do presente”, embora pareça uma contradição, pois só percebemos a história de algo que já passou. Motta parte do pressuposto de que construímos o sentido do presente como uma história do passado, como uma continuidade entre o que está acontecendo e o que acabou de acontecer. Com o progresso das tecnologias de comunicação, entre elas a transmissão em ondas em 1941, a capacidade de observar cada vez mais longe e mais atrás o presente s torna uma realidade. O presente adquiriu um sentido histórico de passado. E passando os dias, os meses e os anos a história daquele presente se torna hoje o passado que desejamos resgatar para melhor viver na atualidade, com vistas a um futuro melhor.

BIBLIOGRAFIA
CAMPOS, Eduardo. 50 anos de Ceará Rádio Clube: 1934-1984. Fortaleza: Imprensa Oficial do Ceará (IOCE), [s.d.].

DUMMAR FILHO, João. João Dummar: Um pioneiro do rádio. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2004.

FERRARETTO, Luiz Arthur. Rádio: o veículo, a história e a técnica. 2º edição. Porto Alegre: Editora Sagra Luzzatto, 2001.

MATTERLART, Armand. Comunicação- Mundo: história das idéias e das estratégias. Tradução de Guilherme João de Freitas Teixeira. Petrópolis, RJ : Editora Vozes, 1994.

MOTTA, Luiz Gonzaga. Narratologia: Análise da narrativa jornalística. Brasília: Casa das Musas, 2004.

NOBRE, Geraldo. Introdução a história do jornalismo no Ceará. Gráfica Editorial Cearense, 1972.

SILVA FILHO, Antônio Luiz Macêdo e. Paisagens do Consumo: Fortaleza no tempo da segunda grande guerra. Fortaleza: Museu do Ceará; Secretaria da Cultura e Desporto do Ceará, 2002.

SOUZA, Simone de; NEVES, Frederico de Castro ( organizadores); SILVA, Jane D. Semeão e. Comportamento Feminino em Fortaleza: Entre o tradicional e o moderno durante a 2o Guerra Mundial (1939-1945). Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2002.

THOMPSON, John B. Ideologia e Cultura Moderna: teoria social crítica na era dos meios de comunicação de massa. 4º edição. Petrópolis, RJ : Editora Vozes, 1995.


1 Estudante de Comunicação Social, Jornalismo, Unifor. Este trabalho de iniciação científica tem orientação da prof. Erotilde Honório Silva.




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