Aula de história, a professora na sala de aula, sentada lendo alguma coisa. A sala estava com alguns resumos para fazer, mas mantinham um ritmo de conversa



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Encontro27.07.2016
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Aula de história, a professora na sala de aula, sentada lendo alguma coisa. A sala estava com alguns resumos para fazer, mas mantinham um ritmo de conversa. Um aluno se levanta para mostrar o caderno para ela, a lição estava errada, ela observou, viu novamente e começou a dizer:
- Ta vendo essa porcaria? Você quer passar numa faculdade pública com isso? Você não tem ambição não? Vai fazer faculdade numa Uni-qualquer-coisa por aí? Acorda! Você não te capacidade pra fazer nada! Desiste de estudar, vai trabalhar e ajudar sua mãe que é o melhor que você faz, vai ser telemarketing! Meu pai troca meu carro todo ano, agente mora muito bem, olha meu tênis original, tudo isso é fruto de trabalho duro! Esforço! Quer um desse? (Ela aponta pro tênis) Você não tem capacidade para trabalhar e conseguir isso!
Depois disso a sala permanece em silêncio, o aluno senta e fica em silêncio. Depois de um tempo ela diz:
- Isso tudo o que eu falo é por quê eu me preocupo com vocês, para que não acabem como bandidos maconheiros!

Ainda a mesma professora de história, certo dia, estava dando aula, e um aluno não parava de fazer gracinhas com os temas da aula, que foram explicados muito bem, diga-se de passagem. Então ela levantou-se da cadeira, apagou o conteúdo da lousa e desenhou um espelho ali, bem grande e com o reflexo de um garoto, chamou o aluno que não parava de fazer gracinha e o pos sentado de frente para o desenho. Feito isso ela disse:


- Você é narcisista, quer fazer gracinha pros outros rirem? Faça gracinha pra você! Vamos! Faça disso um espelho e fique se mostrando para você! Ninguém é obrigado a agüentar pivete egocêntrico não! Vamos, estou esperando as gracinhas!
Como sempre a sala permanecia em silêncio, por medo de passar por aquilo ou coisa semelhante. A professora sentou-se, jogou os pés sobre a mesa e continuou:
- Vamos! Não fez a gracinha pra si mesmo ainda? Desse jeito nem pra palhaço você vai conseguir um emprego! Olhem pra ele! (Fala olhando pra sala) Assim que querem fica? Espero que vocês desejem algo para vida de vocês!

Dias depois a mesma professora história estava entrando na sala e um aluno não parava de falar alto e gritar, então ela gritou com ele e disse que se ele queria se ocupar de outra coisa que não fosse a aula dela, que não enchesse seu saco, que fosse contar os azulejos do banheiro masculino, ele duvidou. Então ela mandou o inspetor de sala acompanhar ele, o aluno, até o banheiro masculino e se certificar de que ele iria contar todos os azulejos. Mais de uma hora depois os dois sobem com o número de azulejos contados.

Os professores mais antigos da casa sempre tinham forte influencia na hora de votar nos projetos da escola, sugeridos por outros professores. Mas acontecia que a maioria dos projetos autorizados eram só os de professores mais antigos, os dos novos professores sempre eram barrados.

Certa vez um professor novo da casa criou um projeto e por ter o apoio de um professor, que supostamente tinha caso com ele, o projeto foi aceito. Com inveja por seus projetos não serem aceitos, a professora de história, das cenas anteriores, começou a difamar os demais professores para os alunos. Alguns alunos que tinham maior afinidade com outros professores contaram-lhes o que estava acontecendo, e por sua vez estes professores também começaram a difamar a professora de história. Depois de muitas brigas entre os professores, a coisa começou a tomar proporção no corpo de alunos, que dividiu-se para proteger os professores que cada um mais gostasse. Depois de muita discussão, a diretoria da escola separou uma briga entre duas alunas que contaram esta história, e deram esse motivo para estarem brigando, sabendo disso, os professores envolvidos tiveram seus bons projetos cortados e alguns até deixaram a instituição.

“Ô seu pernambucano safado, entra logo na sala que eu quero dar a merda da minha aula” – Assim começava a aula um professor de geografia que tive na sexta série.

Por diversas vezes ele brigava com os alunos de xingar:

- Ô seu cachorro, porco imundo! Cala a porra da sua boca!

- Ô o senhor num pode me xingar assim não! Seu nojento!

- Nojento? Eu? Seu bosta! Vai pra diretoria agora! Saaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaái daqui! Seu porco sujo imundo!
Agora imagine essa cena se repetindo toda semana!

Avaliação de Geografia, valendo dois pontos na média. O tema: Povos Índigenas.

O aluno, muito do espertalhão, resolve testar a professora...
Questão 1

Em quais regiões brasileiras há presença de terras indigenas?


Resposta: No Brasil podemos perceber como as regiões tribais não se comunicam em sua migração, tal qual países nórdicos, porém é importante notar que parte da região sob o trópico de capricórnio é populacionado por povos sunitas.
Questão 2

Em sua opnião, por quê a maioria das terras demarcadas se encontram nessas regiões? Justifique sua resposta.


Resposta: Grande parte do território do ângulo do triângulo mineiro é habitado por povos deste nincho, pois este território possui uma grande proximidade com a África, quando lembramos da pangéia, logo, vivenciando esta proximidade chegamos a conclusão dita.
Na hora a professora lê e dá parabéns para o aluno. No rodapé da prova ainda uma nota: "A avaliação pedia dois pontos, mas fui obrigada a dar três para este trabalho. Continue assim!"

Alguns alunos estavam perto da diretoria, num dia em que o conselho fiscal iria passar na escola, a secretaria da escola estava super tumultuada por pessoas mexendo e revirando documentos. A diretora passa e diz:


- E agora? Agente tem dois funcionários que não existem! Como vamos comprovar?

- Ah, tenho um cunhado que pode cobrir durante uns dias! – disse alguém.


Os alunos que estavam esperando, para serem atendidos, se olham e ficam encabulados, e percebendo a presença alguém da secretaria diz:
- Vocês não ouviram nada, né? Espero que não! Não é?

- É... – Respondeu rapidamente o coro de alunos que saíram de lá sem perguntar e nem dizer mais nada.


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