Autor: Anthony a hoekema Tradutor: Karl H. Kepler Revisão dos Originais



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Notas do Apêndice
1. A Ritschl, The Christian Doctrine of Justification and Reconliation (A Doutrina Cristã da Justificação e Reconciliação), ed. Por H.R,Mackintosh e A B.Macaulay, Segunda Ed. New York: Scribner, 1902, p. 13.

2. Ibid.,p. 9.

3. G.C. Berkouwer, The Return of Christ (A Volta de Cristo), trad. Por James Van Oosterom, Grand Rapids: Eerdmans, 1972, p. 25.

4. Ernest Troeltsch, Glaubenslehre (Lição de Fé), München, 1925, p. 36. É interessante observar que o tipo de teologia de Ritschl foi um tanto influente na América. O assim chamado “Evangelho social”, das primeiras décadas do século vinte, conforme representado por Walter Rauschenbusch, extraiu amplamente sua inspiração teológica de Albrecht Ritschl. Norman Perrin destaca, em sua obra Kingdom of God in the Teaching of Jesus (O Reino de Deus no Ensino de Jesus) (Philadelphia: Westminster, 1963), pp. 148-157, que vários teólogos americanos influentes, que escreveram na década de 1940 (G.C.McCown, F.C.Grant, John Knox, Amos N.Wilder), tiveram uma compreensão basicamente em termos deste mundo acerca do Reino e, dessa forma, deram seqüencia à tradição ritschiliana.

5. What is Christianity? (Que é Cristianismo?), trad. Por R.B.Saunders, Terceira Ed., New York: Putnam, 1904, p. 53. Este livro foi publicado originalmente em 1900.

6. Ibid., p.54-57.

7. Ibid., p. 57.

8. Ibid., p.75.

9. Ibid., p.74.

10. Ibid., p.79,80.

11. Johannes Weiss, Die Predigt Jesu vom Reich Gottes (A Pregação de Jesus acerca do Reino de Deus), segunda ed., 1900, p. 5 conforme citado em Perrin, op.cit., p.18. Ver pp. 16-23 em Perrin, para uma útil exposição das posições de Weiss.

12. Weiss, op.cit., p. 35, conforme citado em Perrin, op.cit., p.19.

13. Perrin op cit., p. 34.

14. Originalmente publicado em 1906, sob o título Von Reimarus zu Wrede (De Reimarus a Wrede). A tradução inglesa de W. Montgomery foi publicada primeiramente em 1910.

15. A Schweitzer, The Quest of the Historical Jesus (A Questão do Jesus Histórico), Terceira Ed., London: A & C. Black, 1954, p.238.



16. Ibid., p.365.

17. Ibid., p.357.

18. Ibid., p.358.

19. Ibid., p.359-363.

20. Ibid., p.386-387. Ver Perrin, op.cit., p.31.

21. Schweitzer, op.cit.,pp. 368, 369.

22. Perrin, op.cit., p.30.

23. F. Holmstrom, Das Eschatologiche Denken der Gegenwart (O Pensamento Escatológico Moderno), Gütersloh: Bertelsmann, 1936, p.89 [tradução do autor].

24. A Schweitzer, Die Mystik des Apostels Paulus (A Mística do Apóstolo Paulo), 1930, p. 59.

25. Ibid., p. 91.

26. Ibid., p. 119; ver pp.159-174, 374-377. Deveria ser observado, porém, que Schweitzer não aceita o fato da ressurreição de Cristo. Ver H.N.Ridderbos, Paul, trad. Por John R. de Witt, Grand Rapids: Eerdmans, 1975, p. 31.

27. Perrin op.cit., p.58.

28. C.H.Dodd, The Parables of the Kingdom (As Parábolas do Reino), London: Nisbet, 1935, p.50.

29. Ibid., p.44, Os verbos são eggizein, encontrado por exemplo, em Mc 1.15, e traduzido pela RSV por “o Reino de Deus está próximo”; e phthanein, encontrado em Mt 12.28 e Lc 11.20 e traduzido por “o Reino de Deus é chegado sobre vós”.

30. Ibid., p.51.

31. The Apostolic Preaching and its Developments (A Pregação Apostólica e seu Desenvolvimento), London: Hodder and Stoughton, 1936, p.18. Sobre o “dia do Senhor”, ver também pp. 204-214, 217.

32. Ibid., p.210.

33. Ibid., p.154, 155.

34. Ibid., p.156, 157.

35. Parables of the Kingdom (Parábolas do Reino), pp. 146-153.

36. Ibid.,pp. 172-174.

37. Apostolic Preaching (A Pregação Apostólica), pp. 80,81.

38. Ibid., pp. 81-90. Observe o comentário de Dodd acerca do livro do Apocalipse: “...Se avaliarmos o livro como um todo, temos de concluir que essa ênfase excessiva sobre o futuro tem o efeito de relegar, a uma segundo plano, exatamente os elementos que no Evangelho original são os mais distintivos do Cristianismo: a fé em que na obra completada de Cristo Deus já agiu para a salvação do homem, e o sentido abençoado da vida na presença divina aqui e agora” (pp.87,88).

39. We Inted to Stay Together (Pretendemos Ficar Juntos), London: SCM Press, 1954 p. 15.

40. Apostolic Preaching (A Pregação Apostólica). p.91.

41. Ibid.,p. 240.

42. Parables of the Kingdom (Parábolas do Reino), p. 56.

43. Por platônico deve-se entender que, para Dodd, o Reino vindouro parece ser uma espécie de ideal atemporal, do qual a vida terra é apenas um tênue reflexo. Se fosse “atemporal” ou “além do tempo”, pareceria que Dodd não espera uma consumação futura do Reino, ou uma futura renovação da terra.



44. Apostolic Preaching (A Pregação Apostólica), pp.100, 101.

45. Ibid., pp. 157, 158.

46. Sobre críticas similares, ver Perrin, op.cit., pp. 68-73; Neil Q.Hamilton, “The Holy Spirit and Eschatology in Paul”(O Espírito Santo e a Escatologia em Paulo), Scottish Journal of Theology Occasional Papers Number 6 (Edição Avulsa do Jornal Escocês de Teologia, número 6), Edinburgh: Oliver and Boyd, 1957, pp. 59-61; James Kallas, The Significance of the Synoptic Miracles (A Importância dos milagres nos Sinóticos), London: SPCK, 1961, p.105; Oscar Cullmann, Salvation in History (Salvação na História), New York: Harper & Row, 1967, pp. 34, 174, 204.

47. Observe, e.g., seu comentário acerca da passagem escatológica em 2 Ts 1.7-10. Essa passagem, diz Dodd, “é melhor entendida como uma virtual citação de algum apocalipse da época, seja judaico ou judaico-cristão. Não há nada distintivamente cristão nem em seu conteúdo, nem em seu tom geral, exceto o fato de que a figura do Messias é identificada com Jesus” (Apostolic Preaching - A Pregação Apostólica - p.81).

48. Sobre outras críticas a Dodd, ver Perrin, op.cit., pp.64-74; N.Q. Hamilton op.cit., pp.56-70; J.E.Fison, The Christian Hope (A Esperança Cristã), London: Longmans, Green, 1954, pp.62-65; George E.Ladd, The Presence of the Future, (A Presença do Futuro), Grand Rapids: Eerdmans, 1974, pp. 19,20; H.N.Ridderbos, Paul, pp.40,41.

49. T.F.Torrance, “The Eschatology of the Reformation” (A Escatologia da Reforma), Scottish Journal of Theology Occasional Papers número 2 (Edição Avulsa do Jornal Escocês de Teologia, número 2), Edinburgh: Oliver and Boyd, 1953, p.57.

50. Ibid., p.58.

51. Ibid., p.55.

52. Ibid., p.58.

53. “Eschatology of the New Testament” (Escatologia no Novo Testamento), International Standard Bible Encyclopedia (Enciclopédia Clássica Internacional da Bíblia), ed. Por James Orr, Chicago: Howard-Serevence, 1915; reimpresso, Grand Rapids: Eerdmans, 1939, II, p.979.



54. Ibid.

55. Ibid.,p.980.

56. G.Vos, The Pauline Eschatology (A Escatologia Paulina), Princeton: Princeton Univ. Press, 1930, p. 36.



57. Ibid., p.37.

58. Ibid., p.38.

59. Ibid.

60. Ibid.,p. 60. Aqui Vos se refere a seu Artigo “The Eschatological Aspect of the Pauline Conception of the Spirit” (O Aspecto Escatológico da Concepção Paulina do Espírito), in Biblical and Theological Studies (Estudos Bíblicos e Teológicos), pelos Membros da Faculdade do Princeton Theological Seminary, New York: Scriber, 1912, pp.209-259.

61. Pauline Eschatology (Escatologia Paulina), p.45.

62. Ibid., pp.51-53. Vos encontra um paralelo a esse modo de falar na maneira com que Cristo falou da última hora: “vem a hora e agora é”, p.54. Expressões como “o Reino de Deus” e “a Parousia” são utilizadas de modo similar (Ibid).

63. Ibid., p.55

64. Ibid., p.41.

65. Ibid., p.59.

66. Ibid., p.60.

67. Ibid., prefácio p. vi.

68. Oscar Cullmann, Salvation in History (Salvação na História), trad. Por S.G.Sowers, New York, Harper & Row, 1967, pp.74-78. O termo “história da salvação” é uma tradução da palavra alemã Heilsgeschichte.



69. Ibid., p.13.

70. Christ and time (Cristo e o Tempo), trad. por Floyd V.Filson, Philadelphia: Westminster, 1950, p.83.

71. Ibid., pp.17-19.

72. Ibid., p. 72.

73. Ibid., pp.81,82.

74. Ibid., p. 84.

75. Ibid., p. 82.

76. Ibid., p. 81-83.

77. Será observado que, embora o diagrama de Cullmann sobre a posição do crente neotestamentário difira da de Vos, a mensagem essencial de ambos os diagramas é a mesma.



78. Salvation p.172.

79. Ibid., p.32.

80. Ibid., p.175. Cullmann observa que apesar das grandes diferenças entre Schweitzer e Dodd, eles se assemelham ao excluir essa tensão da história da salvação de suas escatologias (p.174).

81. Time, p.224.

82. Ibid., p. 153, 154.

83. Ibid., p. 153. Em ambas as passagens o verbo grego utilizado é uma forma de katargeo.

84. Salvation, p.183.

85. Ibid., pp. 178, 179.

86. Ibid., p. 202.

87. Ibid., p. 169.

88. Ibid., pp. 32, 181.

89. Time., p. 83.

90. Ibid., p.89.

91. Salvation, pp.177, 178.

92. Ibid., p.15.

93. Time, pp. 51, 53.

94. Salvation, p. 15. Na p.78 ele acrescenta que ele quer deixar lugar no plano divino para a resistência e pecado humanos, de modo que a história da salvação também tem de incluir uma “história do desastre” (Unheilsgeschichte).

95. Time., p.53.

96. Ibid., p.69.

97. Ibid., p.61.

98. Ibid., p.62, 63.

99. Ibid., p.13.

100. Ibid., p.62, 63.

101. Ibid., p.13.

102. Ibid.,pp. 30,31.

103. John Marsh, The Fulness of Time (A Plenitude do Tempo), London: Nisbet, 1952, pp.177-181.

104. Hendrikus Berkhof, Christ the Meaning of History (Cristo, o Sentido da História), trad. por L. Buurman da 4ª ed., Richmond: John Knox, 1966 p. 186.

105. Well-Founded Hope (Esperança Bem Fundamentada), Richmond: John Knox, 1969, pp. 29,30.

106. Karl Barth, The Epistle to the Romans (A Epístola aos Romanos), trad. da 6ª ed. Por E.C. Hoskyns, London: Oxford Univ.Press, 1933, p.500.



107. Ibid., p.10.

108. A palavra holandesa aqui é gericht, que significa julgamento.

109. Berkouwer, Return p.27.

110. Barth, op.cit., pp.500, 501.

111. F.Holmstrom, op.cit., p. 241.

112. Berkouwer, Return, pp. 27,28. As palavras entre parêntesis traduzem a expressão holandesa: “gongslag der eeuwigheid”.

113. Isso não nega o elemento de verdade que há na concepção de Barth. Sem dúvida, quando alguém se torna um crente em Cristo, essa pessoa ingressa em uma nova era e toma parte das bênçãos escatológicas. Porém, restringir Escatologia a isso é diminuir seriamente a mensagem bíblica.

114. O acréscimo da palavra quase é uma tentativa de fazer jus ao original: vrijwel uitsluitend.

115. Berkouwer, Return, p.29. A referência em Barth é de Church Dogmatics (Teologia Dogmática da Igreja), II/1 p. 635.

116. Rudolf Bultmann, Theology of the New Testament (Teologia do Novo Testamento), trad. por K.Grobel, New York: Scribner, 1951, I, p.23.



117. Jesus Christ and Mythology (Jesus Cristo e a Mitologia), New York: Scribner, 1958, p.80.

118. Ibid., p.81.

119. Ibid., p. 31.

120. Berkouwer, Return, p. 105.

121. R.Bultmann, “New Testament and Mythology” (Novo Testamento e Mitologia), in Kerugma and Myth (o Kerigma e o Mito), ed por H.W.Bartch, New York: Harper and Row, 1961; pub.org. em 1953, pp. 4,5.

122. Neill Q.Hamilton, “Rudolf Bultmann’s Reinterpreted Eschatology”(A Escatologia Reinterpretada de Rudolf Bultmann), in op.cit., p.76.

123. H.N. Riddebos, Paulus (Paulo), Kampen: Kok, 1966, p. 37, [trad.do autor].

124. R.Bultmann, History and Eschatology (Escatologia e História), Edinburgh: Univ Press, 1957, pp. 151, 152.

125. Ver H.N. Ridderbos, Bultmann, trad. por David Freeman, Grand Rapids: Baker, 1960, pp. 38-45.

126. A crítica que Cullmann faz do fato de Bultmann retirar da Bíblia a estrutura de tempo dentro da qual a mensagem de redenção chega a nós já foi observada acima. Para uma crítica mais ampla da Escatologia existêncialista de Bultmann, ver David E.Holwerda, The Holy Spirit and Eschatology in the Gospel of John (O Espírito Santo e a Escatologia no Evangelho de João), Kampen: Kok, 1959, pp. 126-133.

127. Jürgen Moltmann, Theology of Hope (Teologia da Esperança), trad, da 5ª ed. Por J.W.Leitch, New York: Harper and Row, 1967, p. 15.

128. Ibid., p.16.

129. Ibid., p.224.

130. Ibid., p.35.

131. Ibid., p. 23-26.

132. Ibid., p. 338.

133. “Erlauterugen zu Jürgen Moltmann Theologie der Hoffnung”(Comentários sobre a Teologia da Esperança de Jürgen Moltmann), in Diskussion über die “Theologie der Hoffnung” von Jürgen Moltmann (Discussões sobre a “Teologia da Esperança” de Jürgen Moltmann), ed. Por Wolf-Dieter Marsch, München: Kaiser, 1967, p.185.

134. Theology of Hope (Teologia da Esperança), pp. 42, 43.

135. Hans Schwarz, On The Way to The Future (A Caminho do Futuro), Minneapolis: Augsburg, 1972, pp.99.



136. Theology of Hope (Teologia da Esperança), pp. 42,43.

137. Ibid., pp. 325, 326.

138. Ibid., p.20.

139. Ibid., p.33.

140. Ibid., p.203.

141. Ibid., p.117, 118.

142. Ibid., p.16.

143. Ibid., p.17.

144. Ibid., p.194.

145. Ibid., p.227.

146. Ibid., p.229.

147. Ibid., p.33, 34.

148. Ibid., p.137.

149. Ibid., p.326.

150. Ibid., p.223.

151. Ibid

152. Ibid., pp.18,19.

153. Ibid., pp. 33, 34

154. Ibid., p. 34.

155. Ibid., p. 22.

156. Ibid., p.40.

157. Ibid.,

158. Ibid., pp.67-69.

159. Hendrikus Berkhof, Well-Founded Hope (Esperança Bem Fundamentada), p. 15; ver também a análise de Berkhof sobre o livro de Moltmann em Wolf-Dieter Marsch, op.cit., pp.182, 183.

160. George Eldon Ladd argumenta que há um “consenso emergente” da opinião sobre que o Reino de Deus é tanto presente como futuro; acrescentando numa nota de rodapé uma impressiva lista de eruditos do Novo Testamento comprometidos com essa posição (Presence, pp. 38,39, número 161).
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ÍNDICE DE ASSUNTOS
A Escatologia dá forma à soteriologia, posições de Vos sobre, 400, 401; quatro ilustrações dos escritos paulinos, 401.

A qualquer momento, vinda de Cristo, a, ensinada pelos dispensacionalistas 250, 251.

Abismo de Apocalipse 20, o significado de 303, 304.

Abominação que causa desolação”, a, 222, 223, 208, 209.



Agostinho, interpretação sobre Ap 20.1-6 de, 244

Aionios, o significado de, 360, 361.

Aliança da graça, unidade da, no VT e no NT, opostamente ao ensino dispensacionalista 261, 262.

Alma, uso bíblico do termo para descrever a existência continuada do homem após a morte, 125-127.

Alvo, a história está se dirigindo para um, 45-47.

Ambigüidade da história, a, 48, 49, 53, 54.

Amilenismo, a posição descrita, 233, 234; sugerida uma designação diferente para, 233, 234; a posição exposta na presente obra, 234; a posição amilenista sobre Ap 20.1-6, 234, 299-316; o Reino de Deus, 59-74, 234; Escatologia futura e inaugurada, 234; os sinais dos tempos, 175-217, 234; a Segunda Vinda , 147-169, 221-230, 234; a ressurreição geral, 234, 320-336; o arrebstamento, 227-229, 234; o juízo final, 234, 339-355; o estado final. 234, 355-383.

Aniquilamento, 355-357; duas formas de, 355-357; ensinado pelos Adventistas do Sétimo Dia e Testemunhas de Jeová, 355-357.

Anjos, tomarão parte do juízo final, 342; serão julgados, 343.

Anomalia teológica, o milênio dos premilenistas descrito como uma, 246, 247.

Anticristo, ensino dispensacionalistas sobre, 221, 222.

Anticristo, o sinal do, 206-216; antecedentes do VT para, 206-208; tipos do, 208,209; precursores do, 208-210, 215, 216; definição do termo, 209-210; ensino de João sobre, 210-211; ensino de Paulo sobre, 211-215; não há conflito entre João e Paulo sobre, 211, 212; a identidade do, 215, 216; sinal presente ao logo da história da igreja, 216, 217; culminará num anticristo pessoal, 211, 212, 216, 217.

Antíoco Epifânio, 206-209.

Antítese na história, 48-54, 66, 67; revelada pelos sinais dos tempos, 180-182, os pós-milenistas não fazem totalmente jus a, 240, 241.

Apantesis, o significado de, 225-227.

Apocalipse 20.1-6, a interpretação amilesnita de, 234, 244, 302-316; interpretações pós-milenistas de, 235-238; reação contra as posições pós-milenistas, 238-240; a interpretação premilenista história de, afimada, 253-255; criticada, 291-294.

Apollymi, o significado de, 359, 360.

Apostasia, o sinal da, 202-206; encontrada ao longo da era atual, 203-205; culminará numa apostasia final climática, 205; relacionada com a manifestação do homem da iniqüidade, 206; interpretação pós-milenista da, 236; essa interpretação é rejeitada, 238.

Armagedon, A Batalha do, ensino dispensacionalista sobre, 221, 222, 250, 251.

Arrebatamento da Igreja, o, segue-se à grande tribulação, 222-224; acontece após a ressurreição geral, 227-229, 326, 334, 335.

Arrebatamento, o ensino amilenista sobre, 227-229, 234; ensino premilenista histórico sobre, 241; ensino dispensacionalistas sobre, 217-220, 250-252.

Arrebatamento, o médio-tribulacionista 218, 219, 250, 251.

Arrebatamento, o pós-tribulacionista, 218, 219, 227-229, 234, 242, 250, 251; uma defesa do, 220-227.

Arrebatamento, o pré-tribulacionista, distinguido da volta de Cristo, 218, 219, 226; descrito, 182-183, 218-220, 250-252; defendido pelos dispensacionalistas como sendo iminente, 182-183, 250-251; uma análise crítica do, 220-28.

Arrebatamento, pré-tribulacionista, o, não ensinado em 1 Ts 4.16, 17, 224-226.

Atraso da Parousia” a definição do problema, 149-151; a posição de A Schweitzer sobre, 149, 389-391; as posições de Buri e Werner, 149; as posições de Cullmann e Kümel, 149-151, uma passagem do NT que parece mencionar o, 167, 168; não era grande problema para os primeiros cristãos (Cullmann), 406; a posição de Barth sobre, 409, 410 (Ver Segunda Vinda , o tempo da ).

Ausentes do corpo e presentes com o Senhor”, o significado de, 140, 141.

Bodas do Cordeiro, 221, 221, 226, 251, 252, 381.

Canaã, a terra de, um tipo da nova terra, 280, 281, 372-374.

Carne e Espírito, Conflito entre, 43-44; dois modos de existência, 79.

Céu e terra, serão um na vida por vir, 368, 381.

Compreensão otimista da história, 54.

Continuidade entre esta era e a próxima, 54-56; entre esta terra e a nova terra, 55, 56, 100, 101, 372, 375, 383.

Continuidade, entre o corpo atual e o corpo da ressurreição, 334-336, 373; não exclui diferenças, 335, 336.

Continuidade, entre o povo de Deus dos tempos do VT e do NT, 285-287.

Conversão dos judeus, futura, posição amilenista sobre, 188-198; posição pós-milenista sobre, 235; posição premilenista histórica sobre, 241; posição dispensacionalistas sobre, 251, 252.

Corpo Espiritual” de 1 Co 15.44, o, como devemos interpretar o, 88,89, 332-333.



Corpo Ressurrecto, o, quatro contrastes com o corpo atual, 332-333, a natureza do, 334-336, continuidade entre ele e o corpo atual, 334-336, 373.

Crentes, todo têm de comparecer perante o tribunal de Cristo, 334, 345; os pecados dos crentes participarão do quadro do Dia do Juízo, 345, 346.

Cristo, exaltação final de, 343.

Cruz de Cristo, a, problema no ensino dispensacionalistas com, 283-285.

Cultura Cristã, nossa obrigação em produzir uma, 102.

Demitização” do NT (Bultmann), o significado de, 411-413; enumeração de elementos mitológicos do NT, 411-413.



Descendência de Abraão, todos os crentes do NT são denominados, 265, 266, 372.

Dia-D e dia-V, ilustração de Cullmann sobre, 31, 32, 404; significado para a história dos, 42; crítica a, 42 n º 13.

Dia do Senhor, o, 16-20, 392, 393, 398-400.

Diagramas: a era presente e a era porvir, 30; a salvação da plenitude de Israel, 195, 196; de Vos sobre a escritura da Escatologia paulina, 399,400; de Cullmann sobre o contraste entre os crentes do VT e do NT, 404.

Dimensões Cósmicas da redenção de Deus, 45-47, 73-75, 369, 376.

Dispensações, sete distintas, conforme apresentadas na New Scofield Bible, 249,250; não fazem jus à unidade básica da revelação bíblica, 261-263.

Dispensacionalismo, tendência a construir um quadro cronológico exato de eventos futuros por parte do, 177-179.

Dispensacionalistas, ensinos rejeitados: a Segunda Vinda em duas etapas, 221-230; o arrebatamento pré-tribulacionista, 223-230; não faz jus à unidade básica da revelação bíblica, 261-263; que Deus tem um propósito em separado para Israel, 263-269, que o VT ensina um futuro Reino milenar terreno, 269-275; que haverá uma restauração milenar dos judeus à sua terra, 275-282; o adiamento do Reino, 282-284; a igreja como parêntesis, 284-288; que pessoas serão salvas após a Volta de Cristo, 288-292; o milênio dos dispensacionalistas não é o milênio descrito em Ap 20.4-6, 291-294; várias ressurreições, 321-326; vários julgamentos, 340-343.

Duas correntes de desenvolvimento da história, 48-54.

Duas eras a era presente e a era porvir, 28-31; diagramas das 30,31; exclui a idéia de uma terceira era (o milênio) entre essa era e a era porvir, 246, 247.

Duas etapas, a Segunda Vinda em, ensinada pelos dispensacionalistas pré-tribulacionistas, 181-183, 221-223, 250-252; argumentos contra: o uso do NT das palavras para a Segunda Vinda não fundamenta, 222-224; o NT não ensina que a Igreja será removida da terra antes da tribulação, 223-225; a principal passagem do NT que descreve o arrebatamento não ensina um arrebatamento pré-tribulacionista, 224-227; a Segunda Vinda de Cristo envolve tanto uma vinda com seu povo quanto uma vinda para seu povo, 226, 227; não se pode extrair argumento algu`m do ensino de que a grande tribulação será um derramamento da ira de Deus, 227, 228; a Segunda Vinda em duas etapas rejeitada pelos amilenistas, 234; pelos premilenistas históricos, 241, 242.

E então todo o Israel será salvo”, o significado de, 189-191, 193-198.

Edifício de Deus” em 2 Co 5.1, o significado de, 137-139.

Era porvir, a, antecipada no presente (Vos), 399, 400.

Escatologia, definição de, 8; um aspecto integrante da revelação bíblica, 11; Cristianismo é Escatologia (Moltmann), 417.

Escatologia atemporal” de Karl Barth, a, 412, 413.



Escatologia conseqüente, 389-393.

Escatologia consistente,149, 156, 157, 389.

Escatologia cósmica, 104, 148, 383.

Escatologia de reportagem”, uma crítica da, 179, 180.

Escatologia do Novo Testamento” a natureza da: o grande evento escatológico predito no VT aconteceu, 24-29; o que os escritores do AT parecia retratar como um movimento único envolve dois estágios, a era presnte e a era do futuro, 28-31; as bênçãos da era presente são a garantia de bênçãsos maiores porvir, 30-33.

Escatologia existencialista” de Rudolf Bultmann, 413-416; avaliação da, 416.



Escatologia futura, definida, 8.

Escatologia futura e inaugurada, a relação entre, 166-168.

Escatologia futurista” de Jüergen Moltmann, 415-423; sua principal categoria é a promessa, 417-418; tem dimensões cósmicas, 418-420; deveira motivar a ação cristã, 419; avaliação da, 419-423.



Escatologia inaugurada, definida, 8; razões para preferir esse termo à “Escatologia realizada”, 27-29.

Escatologia realizada, 23; Escatologia ainda não completamente realizada, 23; contém um elemento de verdade, 27, 28; a posição de C.H.Dodd sobre, 392-397.

Escatologia vertical” de Karl Barth, a, 411-413; avaliação da, 413.



Esperança, cristã, não tem sua fonte na pobreza, mas na possessão, 31, 32; contrastada com duas formas de deseperança (Moltmann), 417.

Espírito Santo, o, relacionado com a Escatologia de três maneiras no AT, 76-79; é para Paulo a irrupção do futuro no presnte, 80; o papel escatológico do, representado em cinco conceitos; filiação 80-83; primícias, 83; garantia, 83-85; selo, 85,86; ressurreição do corpo, 86-90, 328, 329.

Espírito Santo, o derramamento do, 15, 16; marca o início da nova era escatológica, 79.

Espírito Santo, o vínculo de ligação entre o corpo atual e o corpo ressurrecto, 87-89.

Espiritualização das profecias do AT, a acusação de, 273, 274, 369; a resposta à acusação, 370.

Estado final, o, 354-383.

Estado Intermediários: ensino dos primeiros teólogos sobre, 124; a doutrina recentemente criticada, 125-127; a Bíblia diz pouco acerca dele, 126,127; ensino do AT sobre, 127, 131, 132; ensino do NT sobre, 131-141; a importância do ensino bíblico sobre, 141.

Estado intermediários e ressurreição, dois aspectos de uma única expectação, 141.

Evangelho, a proclamação a todas as nações, 186-189.

Evangelho social”, seus teólogos seguem a tradição ritschliana, 387.



Existência Escatológica, envolve uma nova auto-compreensão (Bultmann), 411-415.

Ezesan, o significado de, em Ap 20.4, interpretação pós-milenista de, 236, 237; a interpretação do premilenismo histórico de, 242, 243; a interpretação dispensacionalista de, 292-294; a interpretação amilenista de, 310-314.

Filiação, nossa, atestada pelo Espírito, 80-83; tem dimensões escatológicas, 81-83.

Fim dos tempos, o 27, 28.

Futuro de Israel, qual é? 269.

Galardão recebido no Dia do Juízo, variações no, 349-352; esse por O Cullmann, 403; definição de “história da salvação”, 403.

História, rejeição à visão cíclica da, 35, 36; rejeição da visão existencialista da, 36.

Homem da iniqüidade” o 212-215; o que detém o, 213-215.



Homem velho e homem novo, 40.

Hora”, o significado do termo no Evangelho de João, especialmente em 5.28, 322, 323.



Igreja, a, predita no AT, 284-286; a agência principal do Reino, 287; a centralidade no propósito redentor de Deus da, 287, 288.

Igreja como parêntesis”, ensino dispensacionalistas sobre a, 251; criticado, 284-288.



Iminência” da Segunda Vinda , a, ensinada pelos dispensacionalistas, 251; uma análise da, 184-187.

Imortalidade, as duas palavras gregas par,a nunca utilizadas nas Escrituras para descrever a alma, 116, 117.

Imortalidade condicional, ensinada pelos Adventistas do Sétimo Dia e Testemunhas de Jeová, 356.

Imortalidade da alma: não é um conceito peculiar do Cristianismo, 115; desenvolvida pelos gregos, 115; encontrada em Platão, 115, 116; a expressão nunca á utilizada nas Escrituras, 116, 117; alguns teólogos da Reforma defenderam o uso da expressão, 117, 118; a posição de Bavinck e Berkouwer sobre esse assunto, 118; quatro observações sobre o conceito, 118-120; conclusão; não é uma doutrina distintivamente cristã, 120, 121/

Incrédulos, a ressurreição dos, 322, 323, 327, 335, 336.

Isaías 65.17-25 retrata a nova terra e não o milênio, 269, 271.

Israel, a ressurreição de, 15; a declaração da compreensão dispensacionalista sobre, 249-251, 275; crítica, 275-282.

Israel, a salvação da plenitude de, 186-199.

Israel de Deus, o, uma descrição de toda a igreja do NT, 262-264; a Igreja do NT agora como o verdadeiro Israel, 263-265; promessas feitas a Israel cumpridas na igreja, 264; a igreja judaico-gentílica agora como raça eleita de Deus e nação santa, 265.

Israel e a Igreja, a distinção permanente entre, defendida pelos galardão não é de mérito mas de graça, 351, 352; relação entre obras e galardão não mecânica mas orgânica, 352.

Garantia, o Espírito como, 82-84.

Gehenna, o significado de, 356, sua punição é eterna, 356-359.

Glória e honra das nações, a ser trazida para a Nova Jerusalém, 55, 56, 101, 381-383.

Guegue e Magogue, a Batalha de, 241, 242.

Graça universal, o papel da, 101.

Graduação nos sofrimentos dos perdidos, 347, 364.

Grande trono branco, o julgamento perante o: ensino premilenista histórico sobre, 242, 243; ensino dispensacionalistas sobre, 254; ensino amilenista sobre, 323, 326.

Guerras, terremotos e fomes, como sinais dos tempos, 215-217; evidências de juízo divino, 216, 217; não são sinais do fim, 216, 217; encontrados aos longo da era presente, 216, 217.

Hades, o significado de: o Reino dos mortos, 131-133; o lugar de punição no estado intermediário, 133-134; inclui todos os mortos em Ap 20.13, 324.

Herança da terra de Canaã, prometida a Abraã, 371; um tipo da nova terra, 371, 372; a nova terra como herança de todos os crentes, 375, 376.

História a interpretação cristã da, principais características da: história como desenvolvimento dos propósitos de Deus, 36, 37; Deus é o Senhor da história, 37-39; Cristo é o centro da história, 39-41; a nova era já foi instaurada, 40-42; toda a história se dirige para um alvo, 41-45.

História a interpretação cristã da, principais implicações da: a atividade característica da era presente é missões, 44-46; vivemos numa tensão entre o já e o ainda-não, a 45-46; existem duas correntes de desenvolvimento na história; 45-48; todos os julgamentos históricos têm de ser provisórios, 48,49; a compreensão cristã da história é basicamente otimista, 49, 50; existe tanto continuidade como descontinuidade entre esta era e a próxima, 49-53.

História da salvação”, a escola de Escatologia da, representada dispensacionalistas, 248, 249; crítica desta posição, 262-269.



Israel, o endurecimento de, 194, 195.

Israelita, os 144.000, ensino dispensacionalista sobre, 252.

Já, Ainda-Não, tensão: carateriza a Escatologia do NT 23, 24, 91; dá à presente era sua característica peculiar, 46; implicado no fato de que o Reino é tanto presente quanto futuro, 72; revelado em conexão com nossa filiação, 81; encontrado nos ensinos de Jesus (94); Paulo (94, 95); nas epístolas não-paulinas (95); no livro do Apocalipse (95).

Já, Ainda-Não, tensão, implicações da: caracteriza os “sinais dos tempos”, 95,96, 180, 181; envolve a Igreja, 96; um incentivo para uma vida cristã responsável, 97; deveria ser refletida em nossa auto-imagem, 97, 98; ajuda-nos a entender o sofrimento na vida dos crentes, 98, 99; está relacionada com a nossa atitude para com a cultura, 99, 100.

Já, Ainda-Não tensão, o elemento novo no NT (Cullmann), 405; ilustrada de várias formas, 405; o prepondera sobre o ainda-não, 406.

Jerusalém e Sião, termos utilizados pelo NT para descrever a Igreja, 266; o primeiro deles inclui tanto judeus como gentios no NT, 286, 287.

Jesus, detalhes de sua vida preditos no AT, 25.

Judeus, possíveis conversões em larga escada de, 195-197.

Juízo final, a necessidade do, 339, 340; o tempo do, 303,304, 340, 341; as circunstâncias do: quem será o juiz, 341-344; quem será julgado, 344, 333; o que será julgado 344-346; o padrão pelo qual as pessoas serão julgadas, 346-350; a questão do galardão, 350-352; o significado do juízo final, 352.

Juízo final, o propósito do, 340; dev acontecer no fim da presente era, 341; a duração do, 341.

Juízo investigador” o, ensinado pelos Adventistas do Sétimo Dia, 339; uma análise crítica do, 339, 340.



Julgamento dos incrédulos após o milênio, ensino dispensacionalista sobre, 254.

Julgamentos múltiplos ensinado pelos dispensacionalistas, 340, 341; uma crítica desse ensino, 341.

Julgamentos no princípio do milênio, ensinado pelos dispensacionalistas: dos gentios 253; de Israel, 253.

Ladrão, a volta de Jesus comparada à vinda de um, 160, 161, 164-166; a sugestão de Minear acerca do significado da figura, 164-166.

Ladrão penitente, palavras de Jesus ao, 135, 136.

Lago do fogo de Ap 20, o significado do, 303-305, 314,325,363.

Livro da vida em Ap 20, o significado do, 325.

Livro do Apocalipse, a interpretação do, 299-303.

Maior evento escatológico, da história, o, não no futuro, porém no passado, 104.

Mil anos de Ap 20, o significado dos, 303, 306, 307.

Milenarismo realizado”, 233, 234, 313.



Milênio, definição do termo, 233; posição amilenista sobre, 234, 303-316; posição pós-milenista sobre, 235, 236; posição premilenista-histórica sobre, afirmada, 241, 242; criticada, 244-247; posição dispensacionalista sobre, afirmada, 253, 254; criticada, 288-295.

Milênio, posições sobre o, quatro posições descritas: amilenismo, 233, 234, 303-316; pós milenismo, 235-240; premilenismo histórico, 240-247; premilenismo dispensacionalistas, 247-255.

Missões, atividade característica da era atual, 44-46.

Morte à luz da redenção: a conquista da morte como parte da obra redentora de Cristo, 111; o significado da morte para os crentes, 111-113.

Morte a segunda, o significado da, 314, 315, 363, 364.

Morte no mundo humano, resultado do pecado: negada por alguns teólogos, 105-107; provas das Escrituras da, do AT, 106-111; do NT, 109-111; o sentido pleno da, 108-109.

Morte, presente no Reino animal e vegetal antes da queda, 104-106.

Não-regenerados durante o milênio, ensino dispensacionalista sobre, 254; congregados por Satanás para uma batalha final, 254.

Nova aliança, a, 13, 14.

Nova era, a, introduzida por Cristo, 43-45, 63; evidenciada pela capacitação do Espírito em Cristo, 89; instaurada pelo Espírito, 78, 79.

Nova era, o crente tanto já está nela como ainda não está nela (Cullmann), 404, 405.

Nova Jerusalém, a, Abraão aguardava pela 372, 373; descendo dos céus à terra, 380-382; descrição da, 381-383.

Nova Jerusalém, a posição dispensacionalistas sobre, como pairando sobre a terra durante o milênio, 254, 292.

Nova terra, a, descrição da, em Isaías, 269-271, 273, 379; em 2 Pedro 379, 380; em Apocalipse 21, 380-383.

Nova terra, a doutrina da, importância da, 368-370; ensino bíblico sobre, 370-383; importância da, 382,383.

Nova terra, a, não totalmente outra do que a terra atual, mas uma renovação dela, 374, 475; razões para essa compreensão, 375-377.

Nova terra, a, preparação adequada para, 50-53, 383.

Nova terra, a profecias do AT apresentadas pelos pós-milenistas apontam para a, 238; profecias do AT aplicadas pelos dispensacionalistas ao mil6enio apontam para a, 269-279, 280-28, 369, 370.

Novos céus e nova terra, 20, 237, 242, 243, 254, 373-375, 379-384.

Nudez em 1 Co 5.3, o significado de, 139, 140.

Oliveira a figura da, 193, 196.

Parábola das dez virgens, a interpretação dispensacionalista da, 291.

Paraíso, o singnificado do, 136.

Paralellismo progressivo no livro do Apocalipse, 299, 303; descrição das sete seções: caps. 1-3, 299,300; caps. 4-7, 300; caps. 8-11, 300; caps. 12-14, 300-302, caps. 15, 16, 301, 302; caps. 17-19, 301,302; caps. 20-22, 301, 303.

Parousia, apokalypsis e epiphaneia, a uso dessas palavras não fornece base para a vinda em duas etapas, 222, 223.

Parousia o significado da, 222.

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