Autor: Anthony a hoekema Tradutor: Karl H. Kepler Revisão dos Originais



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Partir e estar com Cristo”, o significado de, 136, 137.

Passagens da Iminência” discutidas, 150-158.

Pendente” preferível a “iminente”, 183.



Perspectiva profética, 16, 21, 196, 197.

Pessimismo, cultural, criticado, 49, 50, 99, 100, 383, 384.

Plenitude do tempo, 25, 26.

Plenitude, dos judeus em Romanos 11, 192, 193, 196; dos gentios em Romanos 11, 194, 196.

Ponto central da história, o, 40-42; está em nossas costas (Cullmann),

Pós-milenismo, posição descrita, 235-238; pontos de concordância com o amilenismo, 235; a interpretação pós-milenista da grande tribulação e da apostasia, 236; de Ap.20.1-6, 236-238; provas das escrituras apresentadas para o pós-milenismo, 237, 238; uma análise crítica do pós-milenismo, 237-241.

Prémilenismo, dispensacionalista, de origem comparativamente recente, 246; dois princípios básicos de, 247; a posição descrita, 249-255; apreço por certos aspectos do, 261; uma análise crítica do, 262-294.

Prémilenismo, histórico, a posição descrita 240-243; provas das Escrituras apresentadas para, 242-244; apreço por certos aspectos do, 243; uma análise crítica do, 243-246.

Pré-tribulacionaismo dispensacionalista, sua visão da Segunda Vinda envolvendo duas etapas, 181, 182, 221, 222; sua posição sobre “iminência”, 181, 182; sua posição sobre os sinais dos tempos, 182.

Primícias o Espírito como, 83.

Problemas ecológicos a atitude do crente em relação a, 382, 383.

Produções culturais de não-cristãos, não devem ser totalmente rejeitadas, 99, 100; comentários de Calvino sobre, 99.

Profecias, a interpretação literal de, defendida pelos dispensacionalistas, 247.

Profecias do AT, interpretadas pelos dispensacionalistas como descrevendo o milênio, na verdade descrevem a nova terra, 269-274.

Profecias o cumprimento múltiplo de: literalmente, 278; figuradamente, 278-280; antitipicamente, 280, 281.

Progresso, será que a história revela? 50-52.

Promessa da aliança, as riquezas plenas da, a serem desfrutadas na nova terra, 381.

Propósito em separado para Israel, em distinção ao propósito de Deus para a igreja, não ensinado nas Escrituras, 266-269.

Punição dos ímpios no estado intermediário, 134, 135.

Punição eterna, a doutrina da, história da, 355; a negação da, 355; essa negação toma duas formas: universalismo, 342, 356; e aniquilamento, 356; provas nas escrituras para a doutrina da punição eterna, nos ensinos de Cristo, 356-361; nos ensinos dos apóstolos, 361-365; importância da doutrina, 364, 365.

Redentor a expressão de sua vinda, 10-13.

Reinado dos crentes sobre a terra na vida porvir, o significado do 379.

Reino, adiamento do, não ensinado pelas Escrituras, 281-283.

Reino de Deus, considerado como sendo presente, futuro, ou tanto presente como futuro, 59; Jesus falando do Reino tanto como presente (67,68) quanto futuro (68,69); Paulo falando do Reino tanto como presente (69) quanto futuro (69,70); a importância de se fazer jus a ambos os aspectos, 70, 71; implicações do fato de que o Reino é tanto presente quanto futuro, 71-73.

Reino de Deus e Reino dos céus, o uso intercambiável dos termos, 61

Reino de Deus predito por Daniel, 13; instaurado por Cristo, 25, 60, 61; anunciado por João Batista e por Jesus, 59,60.

Reino de Deus teólogos que ensinaram que ele é exclusivamente presente: Albrecht Ritschl, 386, 387; Adolf Von Harnack, 387, 388; C.H.Dodd, 391-396; teólogos que ensinavam que ele é exclusivamente futuro; Johannes Weiss, 388, 389; Albert Schweitzer, 389-391, Jürgen Moltmann, 415-423; teólogos que ensinavam que ele é tanto presente como futuro: João Calvino, 395-397; Geerhardus Vos, 397-403; Oscar Cullmann, 403-408; George Eldon Ladd, 244, 422, 423 (ver nota 160 na p. 423).

Reino de Deus, um aspecto essencila da Escatologia bíblica, 59; definição de, 64; não introduzido por esforços humanos, 64,71,72; tem um aspecto positivo e negativo, 64,65; sinais da presença do, 65, 6; requer arrependimento e fé, 72; requer compromisso total, 72; implica numa redenção cósmica, 72,73.

Reino dos céus, ensino dispensacionalista sobre: rejeitado pelos judeus, 250; adiado até a hora do milênio, 250; a “forma misteriosa” do, 250.

Reino o Evangelho do, no ensino dispensacionalista, 251.

Reino, visões do, implicações das, 72, 73.

Ressurreição a geral, ensino pós-milenista sobre, 235; ensino amilenista sobre, 230, 234, 309, 310, 320-325; argumentos em apoio a: a Bíblia apresenta a ressurreição de crentes e incrédulos como ocorrendo conjuntamente, 321-324; os crentes serão ressuscitados no “último dia”, 324; 1 Ts 4.16 e 1 Co 15.23,24 não provam uma ressurreição em duas etapas, 324, 325.

Ressurreição a primeira, em Ap 20.5, interpretações pós-milenistas da , 236, 237; a interpretação premilenista histórica da, 242; a interpretação amilenista da, 309-314.

Ressurreição de Cristo, o penhor e garantia da ressurreição futura dos crentes, 328-330; o padrão para a ressurreição dos crentes, 328.

Ressurreição do corpo, o ensino explícito do AT sobre, 327; ensino do NT sobre: o fato da, 329, 330; seu modo, 330-332; a necessidade da, 332, 333.

Ressurreição do corpo, não a imortalidade da alma, como a mensagem central das Escrituras sobre o futuro do homem, 120, 212, 127, 320.

Ressuscitarão do corpo, o papel do Espírito na, 86-90; o Espírito relacionado com a ressurreição de Cristo, 86,87; com a ressurreição dos crentes, 87-90.

Ressuscitarão dos incrédulos somente após o milênio, ensinada pelos premilenistas, 241-243, 253, 322, 323; crítica a essa posição, 322, 323.

Ressurreição o tempo da, 320-325; a natureza da, 325-336.

Ressuscitarão múltiplas: ressuscitarão em dois estágios ensinada pelos premilenistas históricos, 241, 242, 324; quatro ressurreições ensinads pelos dispensacionalistas, 251-253; uma análise crítica desses ensinos, 321-325.

Sacrifícios de animais durante o milênio, ensino dispensacionalista sobre, 252, 271, 273; crítica do, 272, 273; possível interpretação não-literal sugerida pela New Scofield Bible para 272, 273.

Salvação não haverá possibilidade de após a volta de Cristo, 288-292.

Santos ressurrectos, seu papel no milênio, ensino dispensacionalistas sobre, 251-252.

Santos tomarão parte na obra de julgar, 342.

Satanás o aprisionamento de, ensino amilenista sobre, 234, 304-306; ensino pós-milenista sobre, 236,239; ensino premilenista histórico sobre, 241-243; ensino dispensacionalista sobre, 251.

Segunda Vinda, a, evolve tanto uma vinda com quanto uma vinda para os santos, 229.

Segunda Vinda, a, um evento único, 230-231; a ressurreição dos crentes ocorrerá por ocasião da, 324.

Segunda Vinda, a, certeza da, garantida pela primeira vinda de Cristo, 30-32; embora seu tempo seja incerto, o fato é certo, 166, 167.

Segunda Vinda, a expectação da, domina a fé da Igreja do NT, 147; a nota de expectação ressoada nos Evangelhos, 147; no livro de Atos, 147; Paulo 148; as Epístolas católicas, 148; Apocalipse, 148; essa expectação deveria caracterizar a igreja hoje, 148, 149; a importância dessa expectação para a vida e para a fé, 167-169.

Segunda Vinda, a proximidade da, ensinada pelo NT, 166; o significado dessa proximidade, 166-168.

Segunda Vinda, o modo da: pessoal, 231; visível, 231, 232; gloriosa, 232.

Segunda Vinda, o tempo da, em Paulo: 162-166; uma mudança no pensamento paulino sobre esse assunto? 162-164; não há base sólida para essa posição, 163-166; Paulo ensinava a incalculabilidade da, 165-167; não dever ser acusado por ter se enganado a respeito, 166, 167.

Segunda Vinda, o tempo da, nos Sinópticos: três tipos de passagens sobre, 150; as assim chamadas “passagens de iminência”, 150, 159; passagens que falam de atraso 159-161; passagens que enfatizam a incerteza do tempo, 161, 162; Jesus não conhecia, 151; Jesus não marcou data para a, 162.

Selo o Espírito como, 85, 86.

Senhorio soberano de Deus, na história, ilustrado, 40.

Sermão Profético” o, 198-200, 202, 205, 206, 223, 230, 238, 239.



Sete anos, o período de, ensinado pelos dispensacionalistas, 222; um cumprimento da septuagésima semana da profecia de Daniel, 251; eventos que se diz que devem ocorrer durante esses período, 251; uma análise crítica desse ensino, 221-229.

Sheol e Hades, resumo da importância de, 134.

Sheol, o significado de, 128, 129; os justos serão libertos de seu poder, 129, 130.

Sinais dos tempos, diferenças entre o premilenismo histórico e o premilenismo dispensacionalista sobre, 250.

Sinais dos tempos em geral o uso da expressão nas Escrituras, 175, 176; interpretações erradas dos, 176-180; a interpretação adequada dos, 180-182; não há contradição entre observá-los e uma vigilência constante, 182; presente ao longo da era cristã, 182; assumirão uma forma mais intensa da Parousia, 183, 184.

Sinais dos tempos em particular, uma lista dos, 186; a proclamação do Evangelho a todas as nações, 186-188; a salvação da plenitude de Israel, 188-198; tribulação, 198-203; apostasia, 203-207; anticristo, 206-216; guerras, terremotos e fomes, 216, 217.

Templo de Deus, a Igreja do NT denominada, 285

Templo, o, reconstruído e sacrifícios de animais reativados durante o milênio, ensino dispensacionalistas sobre, 252, 271, 272; a profecia de Ezequiel sobre não deve ser tomada literalmente, 272, 273.

Tempo, a compreensão de Cullmann, sobre o significado de, 410, 411; a posição cristã sobre, contrastada coma posição grega, 410; visão de tempo encontrada em Platão, Barth e em Bultmann rejeitada, 410, 411; relação de tempo com eternidade, a, 411.

Tempo e eternidade, a distinção qualitativa infinita entre (Barth), 412, 413; rejeitada por Cullmann, 410.

Transformação dos crentes vivos na ocasião da Parousia, a 333.

Tribulação a grande, 200, 201, 222, 223, 224, 228; ensino pós-milenista sobre, 236; rejeição dessa interpretação, 238; ensino premilenista histórico, sobre, 240-242; ensino dispensasionalista sobre, 251; ensino amilenista sobre, 200, 201, 223-228.

Tribulação o sinal da, 197-201; caracteriza toda a era entre as duas vindas de Cristo, 199, 200; culminará numa tribulação final climática, 200, 201; essa tribulação final não é restrita aos judeus, 201.

Tronos, em Ap 20.4, a localização dos, 307; os ocupantes dos, 308, 309.

Última hora a 27, 28.

Últimos dias, escritores do NT conscientes de estarem vivendo nos, 26-28.

Unidade Psicossomática, ensinada nas Escrituras, 127; separação temporária entre corpo e alma na morte, 127; esse estado de separação como provisório e incompleto, 127.

Universalismo 355, 356.

Velho Testamento, a orientação escatológica do, 9, 10, 22.

Velho Testamento, a perspectiva escatológica do, incorporada em conceitos específicos: a expectação do redentor vindouro, 10-13; o Reino de Deus, 13; a nova aliança, 13; a restauração de Israel, 14; o derramamento do Espírito, 14, 15; o dia do Senhor, 14-21; os novos céus e a nova terra, 21.

Velho Testamento, passagens do, mostrando que o destino dos justos após a morte é melhor que o destino dos ímpios, 130-132, 326.

Ventura dos crentes mortos entre a morte e a ressurreição, 135-141.

Vigilância pela Segunda Vinda, o significado de, 161

Vigilância de Cristo, a decisiva, 31, 32, 37, 38, 54, 180, 240, 246, 299, 300, 407, 408.

Viveram e reinaram com Cristo” em Ap. 20.4, o significado de, 309-311.
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