Bahia humorística de eulálio motta: ediçÃo e estudo lexical de 48 causos sertanejos



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BAHIA HUMORÍSTICA DE EULÁLIO MOTTA:

EDIÇÃO E ESTUDO LEXICAL DE 48 CAUSOS SERTANEJOS
Liliane Lemos Santana Barreiros (UEFS/PPGLINC-UFBA)1
Introdução
Apresenta-se nesse trabalho o resultado da pesquisa de mestrado que deu origem à dissertação intitulada Bahia Humorística de Eulálio Motta: edição e estudo lexical de causos sertanejos, que foi realizada no Programa de Pós-Graduação em Estudo de Linguagens da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), sob a perspectiva teórica dos Estudos Lexicais, com orientação da Professora Doutora Celina Márcia de Souza Abbade.

O interesse em estudar o manuscrito inédito Bahia Humorística, do escritor baiano Eulálio de Miranda Motta (1907-1988), motivou-se por se tratar de uma fonte significativa de informações sobre a linguagem regional e o universo sociocultural do sertão baiano. Bahia Humorística revela qualidades literárias, linguísticas e históricas, porém não foi publicado. Ao resgatá-lo do anonimato, contribui-se para a preservação e divulgação da história local, dos costumes e dos valores culturais do homem sertanejo expressos no uso da língua materializado na escrita.

Acredita-se que é possível por meio do texto escrito se conhecer um grupo social, a sua história, os seus costumes, o ambiente em que vive e até mesmo a sua forma peculiar de representar a realidade que o circunda. Nessa perspectiva, Bahia Humorística apresenta, por meio de causos com tom humorístico, registros da cultura popular do sertão, tanto em seus aspectos sociais quanto linguísticos, porque o Eulálio Motta adotou um estilo peculiar, registrando nos textos os falares presentes em seu cotidiano.

Vale ressaltar que o gênero causo constitui-se de uma narrativa popular breve, que faz parte de tradições difundidas oralmente na cultura brasileira, de acordo com alguns estudos (CÂMARA, 2007; BATISTA, 2007). A principal característica do causo é a relação que ele mantém com a oralidade, geralmente associado ao âmbito rural e o seu conteúdo concentra-se em aspectos regionais. Além disso, a temática também está situada no bioespaço real, nas representações imaginárias e no cotidiano do povo.

Conforme a teoria de Bakhtin (2006 [1979], p. 263), os causos de Eulálio Motta podem ser classificados como um gênero primário (simples) ou um gênero secundário (complexo). Para Bakhtin, o gênero primário (oral ou escrito) é aquele que surge de situações de comunicação verbal espontâneas, não elaboradas, informais, nos quais se revela um uso mais imediato da linguagem, como ocorrem nos enunciados da vida cotidiana presentes nos textos do escritor.

Por outro lado, o gênero discursivo secundário surge em condições de um convívio cultural mais complexo e relativamente muito desenvolvido e organizado, predominando o escrito. Nesse contexto, os gêneros primários (simples) de todas as espécies funcionam como instrumento, pois são absorvidos e “transmutados” durante o processo de formação dos gêneros secundários, esses são considerados mais complexos.

No processo de criação de seus causos, Eulálio Motta observava in loco, fazia anotações em cadernos e depois escrevia seu registro literário, explorando a cultura sertaneja, como por exemplo, as cantigas que ouvia dos trabalhadores nas colheitas. Nessa conjunção, em 1933, nasceu a ideia de publicar um livro de causos engraçados referentes à vida sertaneja na Bahia, que intitulou de Bahia Humorística.

Até então, Eulálio Motta havia publicado dois livros de poesias Ilusões que passaram (1931) e Alma enferma (1933) e seus textos circulavam em revistas e jornais da época como, por exemplo, A Luva, Renascença, O Imparcial etc. Em 1948, publicou outro livro de poesias Canções do meu caminho, que teve a segunda edição publicada em 1983. A terceira edição, revista e ampliada deste mesmo livro, estava prevista para 1986, juntamente com a primeira edição de Meu caderno de trovas, mas não foi possível por conta do seu falecimento.

Após concluir o curso de Farmácia, na década de 1930, na cidade de Salvador-BA, ele regressou para a sua terra natal, Mundo Novo-BA. Na Fazenda Morro Alto, entre as atividades de pecuarista e farmacêutico, Eulálio Motta desenvolveu sua atividade literária. Em seus escritos, registrou conflitos pessoais; descreveu cenas do dia-a-dia do homem do campo; situações diversas da sociedade mundonovense; acontecimentos políticos locais, nacionais e internacionais; expôs suas ideias; criticou e mostrou-se um homem atualizado e à frente do seu tempo.

Entre os textos éditos e inéditos, concebidos pelo escritor Eulálio Motta, o manuscrito Bahia Humorística destaca-se por retratar com riqueza os costumes do povo do sertão baiano, evidenciando uma linguagem típica sertaneja, rica e diversificada. Os textos que o compõem retratam o comportamento dos trabalhadores rurais, desde a maneira como se comunicavam às suas tradições e crenças. Além disso, reproduz os falares regionais, as cantigas tradicionais ligadas ao universo cultural do campo, explora mitos e crenças populares, revelando o imaginário dessas comunidades.

Nesse sentido, o estudo do léxico, enquanto caracterizador de uma comunidade constitui-se numa oportunidade de se conhecer e explorar a riqueza de expressões culturais e artísticas de uma comunidade. De acordo com Oliveira e Isquerdo (1998), na apresentação da coletânea As ciências do léxico,
[...] o universo lexical de um grupo sintetiza a sua maneira de ver a realidade e a forma como seus membros estruturam o mundo que os rodeia e designam as diferentes esferas do conhecimento. Assim, na medida em que o léxico recorta realidades de mundo, define, também, fatos de cultura (OLIVEIRA; ISQUERDO, 1998, p. 7).
Portanto, estudar o léxico de uma comunidade significa desvendar os mistérios de sua história, de sua cultura e de suas relações sociais em um determinado período do tempo. O léxico de uma língua constitui-se num inventário aberto, mutável, que representa a visão de mundo e a cultura do povo que o usa. Desse modo, realizou-se na referida dissertação um levantamento do vocabulário regional que integra o Bahia Humorística, que se justificou por viabilizar tanto uma análise da linguagem como também do universo sociocultural do povo sertanejo.
Metodologia
O corpus da pesquisa é constituído por 48 causos que compõem o manuscrito inédito Bahia Humorística. A metodologia utilizada para análise constitui-se das seguintes etapas: digitalização de todo o caderno Bahia Humorística para a conservação e preservação dos textos trabalhados e também para torná-los acessíveis no futuro a outros interessados; descrição paleográfica de todas as folhas; edição fac-similada e semidiplomática dos causos, empregando, em alguns momentos, símbolos e sinais da crítica genética, conforme as particularidades surgidas ao longo das transcrições; levantamento das lexias peculiares do sertão encontradas nos causos; consulta a alguns dicionários de língua portuguesa: Silva (1922), Figueiredo (1926) e Nascentes (1932), para a definição das lexias, de acordo com os seus significados nos textos, viabilizando a análise dos aspectos da variedade linguística sertaneja presentes nos textos; apresentação das lexias em ordem hierárquica dos campos, seguidas da categoria gramatical, do conceito e de exemplos remetidos ao corpus, constituindo-se um vocabulário organizado em seis campos lexicais; análise dos dados obtidos da realidade sociocultural sertaneja presentes nos causos e no contexto da sua escrita; e, por fim, um índice das lexias encontradas com indicação remissiva das páginas.

Como aporte teórico recorre-se, principalmente, aos estudos de: Stephen Ullmann (1973 [1964]), Pierre Guiraud (1989 [1969]), Horst Geckeler (1976), Mario Vilela (1979; 1995) e Eugenio Coseriu (1973; 1978; 1991 [1977]) que, devido à complexidade da carga semântica que envolve o processo de inventariar o vocabulário de uma língua, demonstraram a possibilidade de se realizar um estudo lexical a partir da teoria de estruturação dos campos lexicais.


Resultados e Discussão
Discute-se as interfaces da sóciohistória de Bahia Humorística, destacando o percurso de Eulálio Motta, enquanto contador de histórias, e a escrita da obra, situando quem é o sujeito-autor, o que conta, para quem conta e quem são seus interlocutores. Parte-se do pressuposto de que “o Homem não pode nunca descrever e explicar o mundo de maneira totalmente objetiva, porque ele é sempre o produto de uma certa região, de um meio biológico, social e cultural específico, de cuja interpretação ele será o reflexo” (MANDEL, 2006, p. 169). Desse modo, situa-se o cenário da escrita – o município de Mundo Novo-BA, a Fazenda Morro Alto e o distrito de Itabira (região conhecida como Mucambo dos Negros) –, e o processo de recolha dos textos na comunidade como registro da memória local.
[...] Fui á casa do Grilo, antes de começar a reza. [...] Não tive de paciencia de me demorar, perdendo, assim, otima oportunidade de uma bôa colheita. Durante os poucos minutos que lá estive ouvi Juvencinho:

– Tá cum quato mêis qui limpê terra e abri cova pra prantá mãedoca e inté hoje ispero pur terra moiada! Tá lá do mermo gitinho de quando limpê – sêca, isturricada. Pur chuva parece qui nan móia não. Eu tou veno qui só dano pra mijá nas cova! (MOTTA, [junho/1933], 37v-38r).


A abordagem teórica sobre o gênero discursivo causo foi subsidiada pelos preceitos bakhtinianos presentes em Estética da criação verbal (2006 [1979]) e em Marxismo e filosofia da linguagem (2010 [1929]) e dos estudos de Câmara (2007), Batista (2007) entre outros. Para Bakhtin (2006 [1979]), todas as formas orais e escritas, usadas no cotidiano, são gêneros discursivos e, por isso, repletos de significação quanto ao conteúdo temático, ao estilo e à construção composicional.

Ainda segundo o autor, os gêneros discursivos são considerados como “enunciados relativamente estáveis”, reconhecíveis e aceitos socialmente, caracterizados “pelo conteúdo temático, estilo e construção composicional” (BAKHTIN, 2006 [1979], p. 261-262). Desta forma, a concepção de gêneros discursivos extrapola a esfera linguístico-textual para englobar características mais amplas, até chegar ao contexto sócio-histórico de produção e de circulação dos enunciados. Portanto, os causos devem ser considerados em sua flexibilidade e variedade, como uma forma de ação social.

Conforme Ricardo Câmara (2007), os causos podem ser divididos em três segmentos, de acordo com a sua região: causos sertanejos, causos caipiras e causos pantaneiros. Para o presente estudo, destacou-se o objeto dessa pesquisa: os causos sertanejos. Estes, por sua vez, resgatam a memória local, explorando temas que evidenciam os traços da oralidade e o cotidiano das pessoas do campo. Para Batista (2007, p. 102):

[...] o causo é uma narrativa oral não-ficcional, ainda que para o ouvinte às vezes pareça evidente a presença de elementos ficcionais, ele não se assume como tal, apresentando-se como um relato de fatos vividos ou testemunhados por aquele que conta, podendo também ter sido ouvido e transmitido por outrem. [...] Quando o fato que deu origem ao causo não foi vivido ou testemunhado por quem conta, é dada a referência: diz-se quem contou. [...] O lugar do acontecimento sempre é mencionado. Assim como o lugar da ocorrência, o tempo é referido (BATISTA, 2007, p. 102).


Os elementos pontuados por Batista (2007) encontram-se presentes nos causos de Eulálio Motta, pois em sua maioria são conversas que ele ouviu na comunidade ou participou, comportando-se como narrador-personagem. A data e o lugar do acontecimento quase sempre são mencionados. O extraordinário não está presente como elemento fictício, mas sim como aspecto do imaginário. Em algumas narrativas, o real mescla-se com o sobrenatural, fazendo com que o extraordinário faça parte da experiência corriqueira. Nota-se que os acontecimentos narrados por Eulálio Motta nos causos tratam de episódios exemplares ou representativos dentro do universo de valores e crenças da comunidade ou que sejam interessantes, segundo as suas intenções comunicativas. Os causos deixam transparecer a visão que o autor tinha da vida cotidiana, na década de 1930, sobre aspectos políticos e sócio-culturais, como, por exemplo:
19 - 5 - 934 – Suicidio Um grupo de tabareos falava sobre as dificuldades da vida. Vae um deles e diz: – “A coisa tá ficano cada vêis mais pió. Eu já disse lá im casa: no dia que eu me adaná compro um quilo de calaborêto, como todo, adespois ingulo um muringo dagua pum riba e fico isperano o papôco. (MOTTA, 19/05/1934, 23v).
Por se tratar de um manuscrito inacabado, com textos em processo, foi necessário descrever os itinerários do editor, que consistiu em: descrição e ordenação do corpus, estabelecimento de critérios para a transcrição e, por fim, realização da edição face a face dos causos.

Após a edição, apresenta-se o levantamento das lexias existentes nos 48 causos inéditos (corpus dessa pesquisa), que integram o caderno Bahia Humorística. As lexias foram organizadas em seis campos lexicais, a saber: partes do corpo humano, alimentos, males sertanejos, utensílios de cozinha, instrumentos utilizados nas atividades do campo e meios de transporte. Em seguida, descritas em ordem hierárquica dos fatos, acompanhadas, quando necessário, da ortografia moderna entre colchetes, da categoria gramatical e do significado referido no causo. Os exemplos são citados de acordo com o texto editado, seguindo-se da indicação, entre parênteses, do código catalográfico, da data, da numeração da folha e das linhas em que se encontram.

No campo partes do corpo humano compreendem-se as lexias que indicam as partes que integram a estrutura total e material do organismo humano. Esse campo registra vinte e quatro designações com variação gráfica e frequência variada. Por exemplo:

Cadêra [cadeira] – s. m. quadril ou anca.
“Pra vivê dipundurado

“Nas cadêra das muié” (EA2.11.CV1.11.001, s.d., 10v, L. 20-21)


No campo alimentos compreendem-se as lexias que indicam alimentos crus e preparados utilizados pelos homens e pelos animais como fontes de matéria e energia para poderem realizar as suas funções vitais. Esse campo registra vinte e três designações com variação gráfica e frequência variada. Por exemplo:

Rapadura – s. f. açúcar bruto, feito de mel de cana-de-açúcar, em forma de pequenos tijolos.

– A cuma é a rapadura? (EA2.11.CV1.11.001, s.d., 13r, L. 19-20)

No campo males sertanejos compreendem-se as lexias que indicam os problemas que afligem o povo do sertão baiano. Esse campo registra catorze designações com variação gráfica e frequência variada. Por exemplo:

Impaludismo – s. m. malária.
O impaludismo, a verminose, a sê

ca, o governo, e outros males (EA2.11.CV1.11.001, s.d., 7r, L. 1-2)


No campo utensílios de cozinha compreendem-se as lexias que designam os utensílios utilizados para levar ao fogo, para colocar líquidos, para colocar sólidos e os talheres. Esse campo registra dez designações com variação gráfica e frequência variada. Por exemplo:

Chiculatêra [chocolateira] – s. f. vasilha usada para aquecer água e preparar café.
bo –

tou o resto do café numa chiculatêra preta

de bôca de prata (EA2.11.CV1.11.001, s.d., 9r, L. 7-9)
No campo instrumentos utilizados nas atividades do campo compreendem-se as lexias que indicam os instrumentos utilizados nas atividades laborais do campo. Esse campo registra sete designações com variação gráfica e frequência variada. Por exemplo:

Caçuá – s. m. cesto grande de cipó, com alças para prender aos cabeçotes da cangalha, usado no transporte de gêneros alimentícios ou mercadorias pesadas.
[...] O jegue

com os caçuás carregando café para

o terreiro. (EA2.11.CV1.11.001, s.d., 10v, L. 12-14)
No campo meios de transporte encontram-se as designações genéricas dos instrumentos utilizados para a locomoção. Esse campo registra cinco designações com variação gráfica e frequência variada. Por exemplo:

Otomove [automóvel] – s. m. veículo automotor, movido a motor de explosão, de quatro rodas, que se destina ao transporte de passageiros.
Enquanto o dea_

bo coça um oio otomove travessa o mundo

dum lado pra outo. (EA2.11.CV1.11.001, s.d., 9r, L. 4-6)
Conclusões
Os estudos apresentados na referida dissertação demonstram como o uso da língua, materializado através da escrita e da constituição de uma obra pautada num gênero discursivo específico, pode contribuir para o estudo do léxico e para o entendimento do modo de vida do sertanejo. Portanto, constata-se claramente a relação do léxico da língua com a cultura do povo que a fala e a relevância dessa pesquisa no âmbito dos estudos literários e linguísticos.
Referências
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1 Mestre em Estudo de Linguagens pela Universidade do Estado da Bahia (2013). Professora de Filologia Românica da Universidade Estadual de Feira de Santana - UEFS. Doutorado em andamento pelo Programa de Pós-graduação em Língua e Cultura (UFBA). E-mail: lilianebarreiros@hotmail.com


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