Batista, Erlinda Martins



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CAMINHOS TRILHADOS PELO HOMEM PANTANEIRO NO VÍDEO “A POEIRA”
ESBRANA, Marcia Vanderlei de Souza -UFMS/CCHS/PPGEdu/Doutoranda em Educação

mesbrana@gmail.com

BATISTA, Erlinda Martins - UFMS/CCHS/PPGEdu/Doutoranda em Educação

adnilre@nin.ufms.br

URT, Sônia da Cunha - UFMS/CCHS/DCH/PPGEdu

surt@terra.com.br

CAMINHOS TRILHADOS PELO HOMEM PANTANEIRO NO VÍDEO “A POEIRA”
ESBRANA, Marcia Vanderlei de Souza -UFMS/CCHS/PPGEdu/Doutoranda em Educação

BATISTA, Erlinda Martins - UFMS/CCHS/PPGEdu/Doutoranda em Educação

URT, Sônia da Cunha - UFMS/CCHS/DCH/PPGEdu
RESUMO
Esse estudo apresenta os caminhos do homem pantaneiro registrados no vídeo-documentário: “A Poeira”, com o objetivo de discutir cultura, educação e a formação identitária desse homem. Constitui-se um recorte da pesquisa: “A educação no processo de constituição de sujeitos: o dito nas produções e o feito no cotidiano”, Fundect/MS elaborada pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Psicologia e Educação – GEPPE do Programa de Pós-Graduação Mestrado e Doutorado em Educação - PPGEdu da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. O referencial se sustenta nas categorias centrais da abordagem Histórico-cultural de Vigotsky. A investigação é de cunho documental e bibliográfico cujos dados foram coletados, transcritos e analisados sob as ideias de Vigotsky. As análises mostraram que o pantaneiro se constitui em suas relações, preserva sua cultura na influência que exerce na nova geração, mas, sua identidade é ameaçada pela presença das tecnologias que o põe em contato com outras formas sociais de atividade humana, e outros modos de comunicação vindos pela televisão e internet via satélite.

Palavras-chave: documentário, educação, cultura.




CAMINHOS TRILHADOS PELO HOMEM PANTANEIRO NO VÍDEO “A POEIRA”
ESBRANA, Marcia Vanderlei de Souza -UFMS/CCHS/PPGEdu/Doutoranda em Educação

BATISTA, Erlinda Martins - UFMS/CCHS/PPGEdu/Doutoranda em Educação

URT, Sônia da Cunha - UFMS/CCHS/DCH/PPGEdu
1. Introdução

Este artigo apresenta os caminhos do homem pantaneiro, registrados no vídeo-documentário intitulado: “A Poeira”. Constitui-se um recorte da pesquisa originada no projeto denominado: “A educação no processo de constituição de sujeitos: o dito nas produções e o feito no cotidiano”, - Fundect/MS - elaborada pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Psicologia e Educação – GEPPE do Programa de Pós-Graduação Mestrado e Doutorado em Educação - PPGEdu da Fundação Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – UFMS1.

O filme “A Poeira” objetiva mostrar o homem que vive na região do Pantanal, enfatizando a tríade homem, cultura e educação. Diante do destaque que se presencia nas mídias, isto é, nos jornais televisivos, impressos e por meio da internet, etc., sobre o espaço geográfico e a diversidade animal e vegetal da região pantaneira, pergunta-se: Onde e Como está o homem que preserva e subsidia este habitat, chamado pantanal, considerado a maior reserva ecológica do mundo? Em que condições se dá a constituição do homem pantaneiro envolvido neste espaço histórico-cultural?

O documentário, nesse artigo denominado “A Poeira” teve seu lançamento no auditório do Marco - Museu de Arte Contemporânea de Mato Grosso do Sul – no dia 17 de abril de 2008. Sua produção ocorreu sob a parceria entre a Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul – FCMS e a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – UFMS. Sua produção esteve sob a autoria de Augusto Cesar Proença, professor, historiador, escritor e pesquisador da região do pantanal e de Hélio Godoy, cineasta e também professor.

As imagens desse vídeo mostram cenas da vida cotidiana do homem pantaneiro. Para efeito de investigação e melhor trabalho com os dados, foram feitas as transcrições dos quadros de imagens mostrados no filme. Entre os quadros com duração em mídia de.........., escolheu-se aquele intitulado: "Nessa poeira não vem mais seu pai". Esse quadro, com duração de ....... descreve a história de um menino que perdeu o pai vaqueiro em um acidente de cavalo, mas as lembranças do pai e da paisagem pantaneira ficam para sempre guardadas, inspirando coragem e bravura.
1.2. Referencial
Pauta-se numa abordagem histórico-cultural, por entender-se que esse paradigma subsidia os estudos da cultura, da educação, e da constituição do homem. Para tanto, entre os autores que embasaram metodologicamente e teoricamente esse estudo, utilizou-se: as ideias de Vigotsky, seus seguidores e leitores, tais como: Leontiev, Luria, Freitas, Pino e outros.

Freitas (2003) entende a abordagem sócio-histórica, e que se denomina, neste trabalho, com o mesmo sentido da abordagem histórico-cultural, isto é, como outra forma na área das ciências humanas, de se produzir conhecimento, cujos procedimentos metodológicos envolvem a descrição aliada à explicação, destacando-se “a compreensão dos fenômenos” (p. 06), pelo seu fazer histórico.



“Nas ciências humanas, o pesquisador não pode se limitar ao ato contemplativo, pois, diante de si há um ser que tem voz e precisa falar com ele, estabelecer uma interlocução” (p.08). E citando sua própria obra: Freitas (2002 p. 24/25):
Inverte-se, desta maneira, toda a situação que passa de uma interação sujeito-objeto para uma relação entre sujeitos. De uma orientação monológica passa-se a uma perspectiva dialógica. Isso muda tudo em relação à pesquisa, uma vez que investigador e investigado são dois sujeitos em interação. O homem não pode ser apenas objeto de uma explicação produto de uma só consciência, de um só sujeito, mas deve ser também compreendido, processo esse que supõe duas consciências, dois sujeitos, portanto dialógico. (apud freitas 2003, idem)
Em outras palavras, o dialógico significa o diálogo entre o pesquisador e o pesquisado. A compreensão das ações que se realizam no meio cultural, educacional – seja ele o pantanal ou não – a captação dessa realidade e do homem que nela se insere, define a ação de pesquisa ancorada na perspectiva sócio-histórico e cultural.
1.3. A metodologia
A coleta de dados dessa pesquisa abrangeu diversos bancos de dados, tais como a pesquisa em sites sobre vídeos, filmes, e documentários que remetem ao homem que vive no Pantanal, utilizando-se as seguintes palavras descritoras: homem, cultura e educação. Na tabulação dos dados foram transcritos 06 vídeos-documentários, mas, para esse artigo selecionou-se apenas um vídeo em função da grande quantidade de informações colhidas em cada transcrição. Na transcrição do vídeo: “A Poeira”, os dados foram organizados em 09 quadros, contendo 05 categorias. Esses dados são observados na tabela abaixo:
Tabela das Categorias do Vídeo: A Poeira

CATEGORIAS

QUANTIDADE

A poeira

02

Morte do Peão

01

A atividade Pantaneira passada de pai para filho: O Laço

03

A cultura

02

A boiada

01


2. Os Resultados
A cultura e educação do homem pantaneiro se originam nesse ambiente diversificado e que tem como foco principal a lida com o gado. As comitivas pantaneiras percorrem caminhos que em determinadas estações do ano ficam completamente alagados, exigindo do peão pantaneiro maior destreza e determinação no trabalho. Nessas épocas do ano muitos homens deixam suas famílias em busca de salvar o gado da enchente, ou seja, transportar o gado de uma região para outra, sendo esse o seu trabalho do dia a dia.

Durante as cenas do filme “A Poeira” percebe-se os costumes diferenciados do homem que vive no Pantanal, sua cultura e educação. Por meio das análises sobre as relações sociais desse homem, mostradas no vídeo, revela-se, que o pantaneiro age conforme suas necessidades, sendo as comitivas, uma forma de transportar o gado de modo coletivo. Suas ações e situações específicas chamam a atenção. Essa forma de ação no trabalho do dia a dia, seus costumes e cultura, e como de fato vivem estão destacadas em todos os quadros de imagens selecionados.

Nesse contexto ao se analisar as transcrições do filme A Poeira, se percebe que não se pode separar as cenas, é preciso a compreensão do todo, principalmente da atividade do homem do Pantanal na lida com o gado, que é uma das ações diárias dessas pessoas. Busca-se não perder as ações que se inserem dentro de cada cena. Em suma, é preciso analisar transcrição por transcrição num trabalho exaustivo, mas, necessário, a fim de se obter cada evento selecionado, com o maior número possível de detalhe.

Conforme Nogueira (1995) há um relacionamento do homem com a natureza do Pantanal considerado harmonioso, pois:


Ambientalista nato, o pantaneiro típico, no convívio diário com o ambiente, aprendeu a fazer a leitura da natureza, a fim de captar suas mais sutis transformações, incapaz de realizar ações que venham a prejudicar o Pantanal. Há dois séculos mantém um relacionamento harmonioso que contribui para o fortalecimento das propostas de preservação dos seus diversos ecossistemas, ou seja, de seus diferentes conjuntos de elementos, que se inter-relacionam para garantir a manutenção do equilíbrio ecológico, como flora, fauna, fatores climáticos, biológicos, hidrográficos, etc. Por homem pantaneiro, entende-se, aqui, o elemento nativo do Pantanal ou aquele que nele vive há mais de 20 anos, compartilhando hábitos e costumes típicos da região”. (Nogueira, 1995, p. 13, apud Brum et AL, 2001, p.14).
O trecho transcrito acima leva à interpretação de que o homem vive em constante mudança, logo, o homem do Pantanal não está livre de descaracterizar-se, seu sistema cultural pode estar se modificando por vários motivos. Um deles é levar em conta os condicionamentos sociais e culturais nos quais estejam envolvidos.
3. A análise de “A Poeira”2
Augusto Cesar Proença inspirado em um de seus contos premiados decidiu fazer o filme “A Poeira” (Nessa poeira não vem mais seu pai). Nele se observa a história de um menino que perdeu seu pai “vaqueiro” devido à queda de um cavalo. O menino olha em toda comitiva como se o pai estivesse ainda presente, forte, com grande bravura sempre a tocar o berrante. Ocorre o velório do pai desse garoto e o desenrolar da história não deixa de enfatizar os feitos dos vaqueiros, do homem do Pantanal, seu costumes e bravuras na lida com o gado, conforme o trecho transcrito a seguir.
Ouve-se o choro alto da mãe do menino e, a seguir, mostra-se a cena do velório: o pai do menino no caixão, cercado por velas, a mãe debruçada na beirada do caixão com um xale preto nas costas. Na sala há três homens em pé e o menino está sentado triste em um banco num canto. (trecho do segundo quadro transcrito do filme A Poeira).
De acordo com Meira (1995, p.59) a videografia e a análise microgenética combinam-se e permitem modelos de coletas de dados para interpretar-se de forma consistente, por exemplo, mecanismos psicológicos subjacentes à atividade humana.

Para Brum et al (2001) tem-se, no trecho a seguir, usos e costumes típicos do homem pantaneiro.


O pai aparece montado num cavalo, vestindo trajes próprios de um peão pantaneiro(calça jeans, calça de couro de franjas, camisa, botina, chapéu de palha na cabeça e faixa colorida na cintura). Põe o menino na garupa do cavalo e sai. Chegam à beira de uma cerca, os dois apeiam do cavalo e o pai ergue o arame da cerca para o menino atravessar. Os dois avistam uma baía e uma floresta ao fundo. (trecho do terceiro quadro transcrito do filme A Poeira).
Verifica-se que o homem pantaneiro mantém sua vestimenta e hábito do cotidiano, inclusive na lida com o cavalo. Contudo, hoje é possível observar mudanças nos trajes desse sujeito e pergunta-se; Padrões culturais estariam se perdendo?

No vídeo “A Poeira” há uma linguagem perceptiva pantaneira em que aparecem termos como: “guri”, “sô”, estribuchô ditas pela mãe do menino que aparece o tempo todo nas cenas em busca da presença do pai que sai na lida do gado e não volta vivo. Peão este que comanda os demais e que ensina ao filho a cultura dessa gente, como se quisesse que o filho o seguisse mesmo após sua morte.

Para France (2000) a descrição fílmica permite sobressair particularidades tais como:
O menino carrega um pedaço de galho na mão, com o qual ele finge laçar bois(...). O menino avista uma boiada comandada por peões que emitem ruídos para conduzi-la até a entrada da fazenda. Ele corre até a porta da cozinha onde a mãe está cozinhando num fogão à lenha(...).Focaliza-se, nesse momento, a boiada em movimento e a poeira que se levanta por causa desse movimento e o barulho que os peões emitem ao tangê-la. (trecho do primeiro quadro).
Neste trecho, averigua-se a figura do menino que o tempo todo está ligado ao pai, mesmo sabendo que ele está morto, o garoto vai observar a boiada e os peões na chegada de comitivas, tudo permitido pelo berrante, na cultura pantaneira, que avisa a chegada dos peões de volta à casa.

Em outro trecho do filme, identifica-se a figura do peão valente, o que comanda a comitiva e os demais peões, no caso, desse filme “A Poeira” é o pai do garoto que traz a cultura arraigada em sua forma de vestimenta e de lida com o trabalho mais peculiar do Pantanal, a lida com a boiada.


O pai aparece montado num cavalo, vestindo trajes próprios de um peão pantaneiro(calça jeans, calça de couro de franjas, camisa, botina, chapéu de palha na cabeça e faixa colorida na cintura). Põe o menino na garupa do cavalo e sai. Chegam à beira de uma cerca, os dois apeiam do cavalo e o pai ergue o arame da cerca para o menino atravessar. Os dois avistam uma baía e uma floresta ao fundo(trecho do terceiro quadro).
Como se verifica no trecho da gravação acima e de acordo com France (2000) o aprendizado do garoto está na diversidade das manifestações da formação do homem do Pantanal pelo próprio homem do Pantanal, por meio de suas características comuns neste habitat, o pai vai ensinando ao filho sua cultura. Para France (2000, p. 82) há um momento no filme em que as estratégias fílmicas possuem restrições do cinema antropológico, como dificuldade, ou seja, descrição de situações nas quais o cineasta não controla como o desenvolvimento espontâneo, por exemplo, na cena transcrita a seguir:
O pai está selando o cavalo em que vai sair para a lida. São mostrados todos os apetrechos usados nesse processo. Após isso, o pai se arruma colocando a faixa colorida usada pelos peões na cintura e após prendê-la coloca a faca, que se encontra na bainha, nas costas presa nessa faixa. (trecho do quarto quadro transcrito do filme A Poeira).
O ritual de selar o cavalo é a cultura impregnada no peão, seu fazer do dia a dia, rotina que não o cansa e nunca desiste, está sempre se preparando para o trabalho no mato. Na cena a seguir, também se nota o ritual do dia a dia do peão do Pantanal.
A cena começa com o pai na frente de uma boiada, tocando berrante. Ouvem-se novamente os sons dos animais e dos outros peões tangendo a boiada, estalando chicotes e emitindo sons com a boca. (trecho do quinto quadro transcrito do filme A Poeira).
Para Brum et al (2001, p.46), o campo de pesquisa, o Pantanal, traz como destaque o homem que ali vive como único protagonista responsável pela vitória final e até mesmo pelo fracasso, caso não sejam tomadas providências de preservação geral, tanto de fauna e flora como principalmente da figura que subsidia a harmonia com a natureza e o homem pantaneiro. Outro exemplo é a cultura pantaneira, que tende a desaparecer com tanta evolução. No filme essa cultura é mostrada no quadro com a seguinte descrição:

O pai aparece sentado num banco, à beira de uma fogueira feita no quintal da casa. Ele e o menino usam trajes de frio. O pai pega uma chaleira com água que está sendo aquecida na fogueira e enche a cuia de mate que tem na mão. Ele está contando histórias para o menino as quais representam crendices populares próprias das pessoas do Pantanal (trecho do sétimo quadro transcrito do filme A Poeira).

O término do filme dá-se com a vitória do homem pantaneiro subindo ao céu, após passar os ensinamentos de sua cultura e educação ao filho, que sempre ao seu lado esteve aprendendo, desde a lida com o gado a entender o chamado do berrante e o traje que deve usar nessa tarefa de homem pantaneiro.




4. Considerações finais
Pretendeu-se com esse trabalho apontar algumas modificações encontradas na análise do documentário. Com este fim, as análises evidenciaram que o homem pantaneiro é dinâmico e utiliza sabiamente o seu meio histórico-cultural que ainda permite-lhe transformações e vivências sociais que possibilitam o seu fazer cotidiano enquanto sujeito e consciente de seu papel e da importância da preservação de sua cultura, seus costumes e identidade.

Entretanto, as comunicações realizadas por meios tecnológicos eficazes e já presentes no pantanal que fazem parte do contexto social, desse pantaneiro, pode logo, isto é, em breve espaço de tempo alterar a rotina do homem que vive no Pantanal. Ele está sujeito a modificações por várias influências, e sua atividade humana, corre o risco de se perder, porque os meios de comunicação avançados; como internet e transmissão via satélite já têm alterado o cenário pantaneiro, influenciado pelas constantes mudanças.

Conclui-se esse estudo, com um questionamento, que, acredita-se relevante no sentido de levar à reflexão. Como se pode contribuir para a preservação da cultura, da educação e identidade do homem pantaneiro considerando que as Novas Tecnologias, por exemplo, tenham em curto espaço de tempo modificado a realidade do homem que vive no Pantanal?

5. Referências
BRUM, E. (Org.); FRIAS, R. (Org.). A mídia do Pantanal. 1. ed. Campo Grande: Editora UNIDERP, 2001. v. 1. 282 p.
FRANCE, Claudine de. Do filme etnográfico à antropologia fílmica. Campinas, SP: Editora da UNICAMP, 2000. Inclui ISBN 85-268-0510X.
FREITAS, M T A. A Pesquisa na Perspectiva Sócio-Histórica: Um Diálogo Entre Paradigmas. Texto apresentado na 26ª Reunião anual da ANPED. UFJF, 2003.
MEIRA, Luciano. Análise microgenética e videografia: Ferramentas de pesquisa em psicologia cognitiva. Temas em Psicologia (Ribeirão Preto), Ribeirão Preto, v. 1, n. 3, p. 59-71, 1995.
PINO, A. O Social e o Cultural na obra de Vigotsky. Revista Educação & Sociedade, ano XXI, nº 71, Julho/00. Disponível em:

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-73302000000200003

Acesso em 28/08/09.


PROENÇA, Augusto Cesar. GODOY, Hélio. A Poeira. [filme]. Autoria e Produção de Augusto Cesar Proença e Hélio Godoy. Parcerias das: Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul - FCMS e Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – UFMS. Data do lançamento - quinta-feira - 17 de abril de 2008 – Campo Grande - MS.


1 Sob a coordenação da Profª. Drª. Sônia da Cunha Urt e vice-coordenação da Profª Drª. Marly Teixeira Morettini.


2 “A FCMS (Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul) e a UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) lançou, na quinta-feira (17 de abril de 2008), o filme "A Poeira - Uma história do pantanal". O curta é produzido e dirigido pelo escritor corumbaense Augusto Cesar Proença e pelo cineasta e professor universitário Hélio Godoy”. http://www.opantaneiro.com.br/noticias/edicao.asp?id=11068 acessado em 17.08.2009.



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