BEĨ Editora e Instituto de Arte Contemporânea revelam acervos particulares em Coleção Tuiuiu



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Encontro26.07.2016
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BEĨ Editora e Instituto de Arte Contemporânea revelam acervos particulares em Coleção Tuiuiu
O catálogo abre a série O olhar do colecionador, que aproxima as coleções privadas do grande público
A publicação traz mais de quarenta obras, produzidas entre o final do século XIX até os últimos anos da década 1990, em uma fusão entre as artes moderna e contemporânea brasileiras. O título é o primeiro da série O olhar do colecionador, com o intuito de aproximar as coleções particulares do público, apresentando alguns dos trabalhos dos melhores acervos do país. As obras retratadas em Coleção Tuiuiu integram o acervo dos colecionadores Luciana e Luis Antonio Almeida Braga
Através do recorte do curador Tiago Mesquita – responsável pela exposição que deu origem ao catálogo – é possível captar a coerência do acervo, refazendo o diálogo entre uma obra e outra, tal como sugerido pelo olhar dos colecionadores.
O catálogo traz peças de nomes como Alfredo Volpi, Lygia Clark, Willys de Castro, Oswaldo Goeldi, Alberto da Veiga Guignard, Joaquim do Rego Monteiro, Amilcar de Castro, Hélio Oiticica, Tarsila do Amaral, Waltercio Caldas, Sergio Camargo, Raymundo Collares e Vicente do Rego Monteiro, fotografadas por Romulo Fialdini.
“A Coleção Tuiuiu, de Luciana e Luis Antonio Almeida Braga, inaugura a série [O olhar do colecionador]. A escolha não poderia ser mais apropriada. Os colecionadores reúnem com todo o cuidado um dos melhores acervos de arte brasileira. E, embora as obras reflitam muito de um gosto pessoal, estão guardadas e documentadas de forma quase enciclopédica. [...] Assim, colecionar para Luciana e Luis Antonio Almeida Braga, além de representar um gesto de afeto, tem algo de estudo, da tentativa de compreender diversas manifestações da arte brasileira [...] [Na coleção,] os trabalhos não são reunidos de acordo com um conceito forte, não parecem estabelecer uma lógica prévia de desenvolvimento da arte: eles nos trazem episódios em que a arte brasileira quis ser grande, criar relações mais livres com a forma e mostrar que se pode gerar outro país a partir de novas relações visuais.”
Tiago Mesquita, curador
Bilíngue: Português/ Inglês • 1ª edição • 2010

80 pp. • 21,5 x 27 cm

ISBN 978-85-7850-031-3

R$ 55,00
Informações sobre o livro

Mira Mestre/ Tatiane Lopes

(11) 3089-8888



assessoria@bei.com.br
Sobre o Instituto de Arte Contemporânea
O Instituto de Arte Contemporânea (IAC) surgiu em 1997 com a finalidade principal de preservar documentos e difundir a obra do escultor Sergio Camargo (1930-1990). Logo de início, revelou-se o potencial do instituto para reunir outros importantes artistas, passando a ocupar-se também das obras de Willys de Castro (1926-1988), Amilcar de Castro (1920-2002) e Mira Schendel (1919-1988). Desde 2006, em convênio firmado com a Universidade de São Paulo, o instituto está localizado no Centro Universitário Maria Antonia. Atualmente, buscando facilitar o acesso as informações e melhorar a preservação do material, toda a documentação do instituto está sendo digitalizada, contribuindo, em breve, para difusão das obras destes artistas via Internet.
BEĨ: uma editora que oferece mais

A palavra BEĨ – “um pouco mais”, em tupi – define o espírito de quem busca superar limites em cada projeto. Desde sua fundação, a BEĨ Editora se diferencia pela qualidade e originalidade das suas publicações. Seu catálogo hoje reúne cerca de cem títulos, com temas e projetos gráficos originais.


Cada livro é visto como um projeto especial, concebido e desenvolvido em seu próprio ritmo, de acordo com suas características e peculiaridades. Todos os aspectos da produção – do projeto gráfico à escolha do papel e dos processos de impressão – reforçam essa atenção à singularidade de cada obra.


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