BEĨ Editora lança Uma breve história da curadoria, de Hans Ulrich Obrist



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Encontro01.08.2016
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BEĨ Editora lança Uma breve história da curadoria, de Hans Ulrich Obrist
Diretor da Serpentine Gallery entrevista onze nomes fundamentais de seu ofício

A função do curador parece, para muitos, nebulosa. Quem é esse profissional que determina o que encontraremos ao buscar um contato com a arte, seja num museu, numa galeria ou em qualquer outro espaço? Em Uma breve história da curadoria, as conversas de Hans Ulrich Obrist – ele mesmo curador e crítico de arte – com nomes fundamentais do ofício estabelecem um desenho de como o conceito de curadoria e a existência da figura do curador foram se consolidando na contemporaneidade.

Em onze entrevistas, Obrist percorre a trajetória de profissionais que foram pioneiros e moldaram a função do curador. Nelas, podemos ver os diferentes caminhos pelos quais críticos de arte, teóricos, arquitetos e profissionais de diferentes formações se encaminharam para essa maneira específica de pensar a arte e seu lugar na sociedade, que hoje conhecemos pelo nome de curadoria.

Como assinala a jornalista Nessia Leonzini na apresentação à edição que a BEĨ lança no Brasil, “a profissão, tal como a conhecemos, é moderna, remontando ao século passado apenas. E a história da arte dos anos 1950 até o presente está intrinsecamente conectada às exposições que aconteceram no período”. Por isso é tão importante, para qualquer leitor que se interesse por arte, compreender o pensamento por trás desses eventos.

O elenco de entrevistados, que inclui de diretores de museus europeus a críticos norte-americanos com enfoque político, é formado por Anne d’Harnoncourt, Werner Hofmann, Jean Leering, Franz Meyer, Seth Siegelaub, Walter Zanini, Johannes Cladders, Lucy Lippard, Walter Hopps, Pontus Hultén e Harald Szeemann. Ao reunir perfis diferentes de profissionais neste volume, Hans Ulrich Obrist coleta diversas maneiras de abordar a mesma questão: o que e como mostrar um conjunto de obras de arte?

“Um denominador comum transparece, invariavelmente, em todas as conversas aqui reunidas: a grande paixão pela arte. Não são raros os episódios em que um entrevistado narra uma atitude apaixonada necessária para fazer valer uma idéia, um conceito. Os profissionais que contam suas histórias neste livro foram pioneiros, corajosos, inventivos, aventurosos; exposição após exposição, em museus, galerias e instituições alternativas, eles definiram, com seu olhar crítico, a estética das décadas seguintes. Cada um desses curadores assume uma abordagem pessoal, um método curatorial distinto, ao lidar com as questões artísticas. Percebe-se como é complexa a maneira de ver a arte, quão relevante é a curadoria, e como toda perspectiva em relação à arte é subjetiva”.

Nessia Leonzini, na apresentação do livro

Português • 1ª edição • 2010


304 pp. • 15 x 21 cm
ISBN 978-85-7850-036-8
R$ 48,00

Informações para imprensa
Tatiane Lopes
(11)3089-8888
assessoria@bei.com.br
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www.twitter.com/beieditora
Sobre o autor
Hans Ulrich Obrist (Zurique, Suíça, 1968) é codiretor de exposições e programas e diretor de projetos internacionais da Serpentine Gallery, Londres. Considerado pela Art Review como a personalidade mais influente do mundo da arte em 2009, Obrist tem em seu currículo cerca de duzentas exposições realizadas, além de cerca de trinta livros publicados. Entrevistador compulsivo, reuniu suas conversas com profissionais de distintas áreas em Entrevistas – Vol. 1 e Entrevistas - Vol. 2, lançados no Brasil no ano passado, pela editora Cobogó.


BEĨ: uma editora que oferece mais
A palavra BEĨ – “um pouco mais”, em tupi – define o espírito de quem busca superar limites em cada projeto. Desde sua fundação, a BEĨ Editora se diferencia pela qualidade e originalidade das suas publicações. Seu catálogo hoje reúne cerca de noventa títulos, com temas e projetos gráficos originais.

Cada livro é visto como um projeto especial, concebido e desenvolvido em seu próprio ritmo, de acordo com suas características e peculiaridades. Todos os aspectos da produção – do projeto gráfico à escolha do papel e dos processos de impressão – reforçam essa atenção à singularidade de cada obra.



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