Belo horizonte



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. Acesso em: 12 maio 2007).

265 DUSSEL, E. Ética da libertação: na idade da globalização e da exclusão, p. 421. Para explicar a categoria “exposição”, Dussel relata diálogo estabelecido com Lévinas. “Num táxi, antes de uma conferência em Lovaina em 1972, perguntei a Lévinas: ‘O que significa exposição?’ E Lévinas, como que abrindo sua camisa com suas duas mãos em expressão de romper seus botões e mostrando o peito, exclamou: ‘Como quando a gente se expõe diante de um pelotão de fuzilamento!’” (DUSSEL, E. Ética da libertação: na idade da globalização e da exclusão, p. 369).

266 DUSSEL, E. Ética da libertação: na idade da globalização e da exclusão, p. 383.

267 SELLA, A. Globalização neoliberal e exclusão social: alternativas...? São possíveis!, p. 78.

268 Cf. APRESENTAÇÃO do RCGG no Fórum Social Mundial. Disponível em: <http://www.rcgg.ufrgs.br/wsf _ por.htm>. Acesso em: 29 abr. 2007.

269 IANNI, O. Capitalismo, violência e terrorismo, p. 33.

270 IANNI, O. Capitalismo, violência e terrorismo, p. 33-34.

271 REJÓN, F. M. Teologia moral a partir dos pobres: a moral na reflexão teológica da América Latina, p. 156. Grifo nosso.

272 DUSSEL, E. Ética comunitária, p. 55. Mais adiante Dussel continua: “A práxis, como ação e relação, dos membros da comunidade, do povo que transcendeu a ‘moral’ do pecado (como a Nicarágua depois da sua revolução de 1979, terrestre é verdade, mas de qualquer modo ‘terra nova’ histórica), é utópica, sem sentido, absurda, loucura, subversiva, destrutiva, perigosa para o sistema que fica para trás, no passado [...]” (DUSSEL, E. Ética comunitária, p. 67. Grifo do autor).

273 Cf. REJÓN, F. M. Teologia moral a partir dos pobres: a moral na reflexão teológica da América Latina, p. 154.

274 DUSSEL, E. Ética da libertação: na idade da globalização e da exclusão, p. 573.

275 DUSSEL, E. Ética da libertação: na idade da globalização e da exclusão, p. 573. Grifos do autor.

276 ARRUDA, M. Tornar real o possível: a formação do ser humano integral. Economia solidária, desenvolvimento e o futuro do trabalho. Petrópolis: Vozes, 2006. p. 65-69.

277 Mc 3,3b.

278 DUSSEL, E. Ética comunitária, p. 54.

279 Cf. Lc 10, 29-37.

280 SANTOS, M. O país distorcido: o Brasil, a globalização e a cidadania, p. 80.

281 SANTOS, M. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal, p. 164.

282 SANTOS, M. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal, p. 125. Constata-se que o valor da dignidade humana cedeu lugar à tirania do dinheiro, do lucro, do desejo de expansão das totalidades que se beneficiam da globalização. Interessa reverter este quadro e focar teleologicamente o ser humano.

283 Libanio apresenta os pressupostos de duas leituras possíveis do Concílio Vaticano II: a leitura de continuidade e a leitura de ruptura. Aborda criticamente a questão da continuidade e da ruptura, como leituras de realidades que implicam mudanças e transformações. A primeira privilegia a tradição, a história e ao status quo. A segunda, por sua vez, salienta a novidade, gera por isso insegurança e confronta os detentores do poder. É leitura mais própria dos críticos e profetas. Cf. LIBANIO, J. B. Concílio Vaticano II: em busca de uma primeira compreensão. São Paulo: Loyola, 2005. p. 09-11.

284 SANTOS, M. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal, p. 119. Pode-se também falar do desencanto com o capitalismo neoliberal refletido nos inúmeros movimentos sociais de resistência e lutas sociais, como nas ONG, aumentarem cada vez mais. Cf. SELLA, A. Globalização neoliberal e exclusão social: alternativas...? São possíveis!, p. 60.

285 DUSSEL, E. Teologia da libertação: um panorama de seu desenvolvimento, p. 117.

286 DUSSEL, E. Teologia da libertação: um panorama de seu desenvolvimento, p. 28.

287 DUSSEL, E. Caminhos de libertação latino-americana, v. IV, p. 216.

288 Dentre as críticas feitas em Ética da libertação na idade da globalização e da exclusão, Dussel questiona a ausência de critérios materiais na Ética do Discurso, uma vez que a reflexão formal seria insuficiente para tratar das questões éticas. Daí insistir tanto no princípio ético material da ética da libertação. Princípio de produção, reprodução e desenvolvimento da vida humana como via não apenas racional, mas princípio de factibilidade. Factibilidade no sentido de condição de possibilidade de realização. Entre o conteúdo da verdade prática material e a práxis realizada encontra-se a mediação da factibilidade, o que pode ser feito, é factível. Entre o “dever” e o “ser realizado” está o “poder”, a condição de possibilidade como ponte. Cf. DUSSEL, E. Ética da libertação: na idade da globalização e da exclusão, p. 265. Em relação à ética do discurso Dussel afirma: “A Ética do Discurso abordou amplamente a questão da intersubjetividade que consegue um acordo válido. Será por enquanto nosso interlocutor, pois até agora não mostramos o que significa uma razão crítico-discursiva, impossível de se descobrir e analisar a partir do horizonte da Ética do Discurso - desde o momento em que perdeu a materialidade e negatividade, como é próprio do seu formalismo” (DUSSEL, E. Ética da libertação: na idade da globalização e da exclusão, p. 416-417). Sobre essa questão, Manfredo faz crítica a Dussel ao afirmar que: “[...] levou à articulação de éticas ontológicas, como, por exemplo, a de H. Jonas e Dussel, criando, no campo da ética, uma situação paradoxal: por um lado, um esforço de fundamentação via reflexão transcendental, mas de caráter formal; e, por outro lado, a explicitação de princípios materiais sem uma demonstração suficiente” (OLIVEIRA, M. A. Desafios éticos da globalização, p. 203). Nas páginas seguintes Manfredo questiona o critério material universal como centro de toda ética e a passagem de enunciados descritivos a normativos. Para Manfredo, “Não estaríamos aqui diante de uma dupla parcialidade a ser superada, ou seja, a parcialidade de uma forma de filosofia transcendental (que reduz todo conhecimento de conteúdo a conhecimento das ciências empíricas) e a parcialidade de uma forma de ontologia (que ignora a mediação da reflexão transcendental)?” (OLIVEIRA, M. A. Desafios éticos da globalização, p. 205). Paulo Freire, por vezes citado por Dussel, adverte para o dado da possibilidade da fundamentação racional conduzir à práxis: “Ao defendermos um permanente esforço de reflexão dos oprimidos sobre suas condições concretas, não estamos pretendendo um jogo divertido em nível puramente intelectual. Estamos convencidos, pelo contrário, de que a reflexão, se realmente reflexão, conduz à prática”. Mais à frente adverte para a necessidade de se ultrapassar tal parcialidade: “Desta forma, nem um diletante jogo de palavras vazias - quebra cabeça intelectual- que, por não ser reflexão verdadeira, não conduz à ação, nem ação pela ação. Mas ambas, ação e reflexão, como unidade que não deve ser dicotomizada” (FREIRE, P. Pedagogia do oprimido, p. 59 (primeira citação) e p. 60 (segunda citação), grifo nosso). Dussel reconhece a importância de Apel, incluindo-o no rol de pessoas a quem dedicou a obre “Ética da libertação na idade...”. Se refere a Apel nestes termos: “A Karl-Otto Apel, que se atreveu a dialogar com os filósofos do Sul, inspirando-nos teoricamente” (DUSSEL, E. Ética da libertação: na idade da globalização e da exclusão, p. 09).

289 SANTOS, M. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal, p. 153.

290 Cf. Mt 25,35.

291 DUSSEL, E. Ética da libertação: na idade da globalização e da exclusão, p. 51. Grifo nosso. Em outro momento Dussel ressalta: “[...] se deve superar a mera posição teórico-cúmplice da filosofia com o sistema que gera vítimas e comprometer-se praticamente com estas vítimas, a fim de colocar o caudal analítico da filosofia ético-crítica (que é a plena ‘realização da filosofia’) em favor da análise das causas da negatividade das vítimas e das lutas transformadoras (libertadoras) dos oprimidos ou excluídos” (DUSSEL, E. Ética da libertação: na idade da globalização e da exclusão, p. 321). No tocante ao papel da filosofia, Milton Santos lamenta “[...] a perda de influência da filosofia na formulação das ciências sociais, cuja interdisciplinaridade acaba por buscar inspiração na economia. Daí o empobrecimento das ciências humanas e a conseqüente dificuldade para interpretar o que vai pelo mundo, já que a ciência econômica se torna, cada vez mais, uma disciplina da administração das coisas ao serviço de um sistema ideológico” (SANTOS, M. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal, p. 47). À realidade de a filosofia, por vezes, servir ao sistema de dominação, soma-se o dado de ter perdido sua influência na formação da consciência crítica. Tal situação também se comprova na ética cristã, que perde cada vez mais espaço para as morais pessoais difundidas e defendidas pelas fragmentações que se assentam sobre o cotidiano.

292 DUSSEL, E. Ética da libertação: na idade da globalização e da exclusão, p. 415.

293 DUSSEL, E. Caminhos de libertação latino-americana, v. IV, p. 27.

294 DUSSEL, E. Deconstruccíon del concepto de ‘tolerancia’ (de la intolerancia a la solidariedad). Disponível em: <http://www.afyl.org/tolerancia-dussel.pdf>. Acesso em: 24 abr. 2007. p. 05. Grifos do autor.

295 DUSSEL, E. Ética da libertação: na idade da globalização e da exclusão, p. 572. Grifos do autor.

296 DUSSEL, E. Teologia da libertação: um panorama de seu desenvolvimento, p. 10.

297 Cf. Gn 1,26.

298 DUSSEL, E. Caminhos de libertação latino-americana, v. III, p. 38.

299 Em Mc 1, 14-15 lê-se: “Depois que João foi preso, veio Jesus para a Galiléia proclamando o Evangelho de Deus: ‘Cumpriu-se o tempo e o Reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no Evangelho’”.

300 DUSSEL, E. Ética comunitária, p. 25-26. Grifos do autor.

301 DUSSEL, E. Ética comunitária, p. 24.

302 DUSSEL, E. Ética comunitária, p. 265. Grifos do autor.

303 Cf. DUPUIS, J. Introdução à cristologia. 2. ed. São Paulo: Loyola, 2004. p. 62.

304 BOFF, L. Jesus Cristo libertador: ensaio de cristologia crítica para nosso tempo. 18. ed. Petrópolis: Vozes, 2003. p. 27.

305 DUSSEL, E. Para uma ética da libertação latino-americana, v. II, p. 123.

306 Cf. IANNI, O. A era do globalismo, p. 56.

307 Cf. IANNI, O. A era do globalismo, p. 66. Ianni usa o termo caleidoscópio para tratar da diversidade de indivíduos, grupos, classes e os movimentos daí advindos: de integração e de homogeneização, de fragmentação e de conflitos. Caleidoscópio de desigualdades e tensões econômicas, sociais, religiosas, culturais.




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