Bra/011/2014 Contratação de Consultoria Nacional Especializada para Formulação de Modelo de Gestão de Inteligência Penitenciária



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MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

EDITAL

GABINETE/DEPEN

 

BRA/011/2014

 

Contratação de Consultoria Nacional Especializada para Formulação de Modelo de Gestão de Inteligência Penitenciária 

 

 



 

 

 



 

 

BRASÍLIA, AGOSTO DE 2015

 

 

 TERMO DE REFERÊNCIA



Contrato por Produto - NACIONAL

 

1. Função no Projeto:

 Consultoria técnica especializada em metodologias e gestão relacionadas à inteligência penitenciária.

2. Nosso Número

8/2015


 

3. Antecedentes

A inteligência penitenciária tem história relativamente recente no país, como área técnica com especificidades em relação à inteligência policial típica da segurança pública.

Compreende-se atualmente a inteligência penitenciária como um conjunto de ações sistematizadas e especializadas voltadas para a identificação, acompanhamento e avaliação de ameaças reais ou potenciais na esfera do Sistema Penitenciário. Essas ações são integradas e orientadas à produção e salvaguarda de conhecimentos necessários ao planejamento, à decisão e à execução de uma política penitenciária.

O Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN) vem apoiando ações de capacitação e assistência técnica para a estruturação e aperfeiçoamento de serviços estaduais de produção e análise de conhecimento especificamente voltados para a realidade da gestão prisional.

Prevenir, detectar, obstruir e neutralizar ações adversas dentro do Sistema Penitenciário é importante tarefa capaz de auxiliar o Sistema de Segurança Pública, por meio do intercâmbio de informações.

A promoção de procedimentos e métodos de integração das agências de inteligência penitenciária de todos os estados da federação, voltada à busca de respostas e meios de neutralizar ações adversas, reveste-se de uma importância que suplanta qualquer ação individualizada.



Nesse cenário, o DEPEN planeja criar a Rede Nacional de Inteligência Penitenciária - RENIPEN, tendo como primeiro passo desse projeto o lançamento, em maio de 2015, do Programa Nacional de Capacitação e Pesquisa em Inteligência Penitenciária - PRONIPEN. O objetivo dessas iniciativas é ampliar os conhecimentos e técnicas de ações em ambientes prisionais, além de fortalecer a integração dos órgãos de inteligência penitenciária com os órgãos congêneres. O foco da capacitação e das pesquisas promovidas no PRONIPEN estará na preparação do profissional da área para o desenvolvimento de técnicas de inteligência penitenciária especializadas, voltadas à produção de conhecimentos, operações de inteligência, manejo com fontes humanas em ambientes prisionais e contra-inteligência.

Nesse sentido, visando à adequada implementação da RENIPEN e do PRONIPEN, faz-se necessária a produção de subsídios para a elaboração de um modelo de gestão para a inteligência penitenciária. Esse modelo incluirá o levantamento do histórico desses serviços (avanços e dificuldades), a identificação de princípios, a descrição dos atores envolvidos, a abordagem sobre aspectos de tecnologia, a indicação de diretrizes de sigilo/proteção de dados e de recursos necessários, a criação de indicadores e a elaboração de manual de procedimentos. 

O consultor desenvolverá ainda subsídios para contratação de pesquisa ampla voltada à realização de diagnóstico sobre a realidade dos grupos organizados que atuam no sistema prisional brasileiro. Essa pesquisa abrangente – a ser contratada no futuro, a partir dos subsídios produzidos por esta consultoria – possibilitará uma avaliação detalhada do cenário atual e será, portanto, importante referência para a estruturação e o planejamento de ações dos serviços de inteligência penitenciária no País. 

Esta consultoria está de acordo com o escopo do projeto de cooperação com o PNUD BRA/14/011 – Fortalecimento da Gestão Prisional no Brasil, mais especificamente com o Produto III previsto na matriz de resultados do projeto: “3. 3. Insumos para o fortalecimento das políticas prisionais desenvolvidos”.

  

4. Nº do resultado no PRODOC/PNUD

 

Esta contratação será realizada com base no produto III do PRODOC: 3. 3. Insumos para o fortalecimento das políticas prisionais desenvolvidos.



 

5. Objetivos da consultoria

 

Desenvolvimento de proposta de modelo de gestão para a inteligência penitenciária e planejamento de pesquisa sobre a atuação de grupos organizados dentro do sistema prisional brasileiro.



 

6. Descrição das atividades

 

- Realizar atividades de coleta de dados (análise de documentos, entrevistas, visitas de campo) para desenvolvimento de análise sobre os serviços e experiências de inteligência penitenciária em andamento no País.



 

- Elaborar relatório de análise dos serviços de inteligência penitenciária no País e, a partir dos resultados desse relatório, desenvolver proposta de modelo de gestão para a inteligência penitenciária. O modelo de gestão deve contemplar, dentre outros: apresentação; histórico; diretrizes para os serviços; princípios relacionados; descrição dos atores envolvidos; diretrizes quanto ao uso da tecnologia; diretrizes e regras quanto ao tratamento dos dados de inteligência; recursos necessários; indicadores; e manual de procedimentos.

 

- Participar de reuniões de discussão/validação da proposta de modelo de gestão desenvolvida, realizando ajustes necessários nos documentos.



 

- Elaborar matriz curricular e planos de disciplina para o Programa Nacional de Capacitação e Pesquisa em Inteligência Penitenciária - PRONIPEN, que subsidie a formulação e a realização de eventos de capacitação voltados aos gestores da administração penitenciária dos Estados e do Distrito Federal, aos atores do sistema de justiça criminal e aos servidores que atuam nos serviços de inteligência penitenciária.

 

- Elaborar plano de atividades e desenho de composição para Grupo de Trabalho que tratará da implementação da Rede Nacional de Inteligência Penitenciária - RENIPEN, participar de suas reuniões e realizar sistematização das discussões.



 

- Análise da questão dos grupos organizados que atuam dentro das unidades prisionais brasileiras, com elaboração de subsídios técnicos que permitam planejar a contratação de pesquisa detalhada sobre o tema.



7. Produtos esperados

 

Produto 1. Relatório sobre a implementação da política de inteligência penitenciária

Relatório de análise sobre o histórico de implementação e a situação atual dos serviços de inteligência penitenciária no País, descrevendo dados gerais de estrutura e principais técnicas utilizadas.

 

Produto 2. Plano de atividades e desenho de composição de Grupo de Trabalho

Plano de atividades e desenho de composição de Grupo de Trabalho que será instituído pela Direção-Geral do DEPEN, com a finalidade de apoiar o órgão na implantação da Rede Nacional de Inteligência Penitenciária - RENIPEN.

Produto 3. Elaboração de matriz curricular

Elaboração de matriz curricular para o Programa Nacional de Capacitação e Pesquisa em Inteligência Penitenciária - PRONIPEN, que subsidie a formulação e a realização de eventos de capacitação voltados aos gestores da administração penitenciária dos Estados e do Distrito Federal, aos atores do sistema de justiça criminal e aos servidores que atuam nos serviços de inteligência penitenciária.



Produto 4. Elaboração de planos de disciplina

Elaboração de seis planos de disciplina decorrentes da matriz curricular do Programa Nacional de Capacitação e Pesquisa em Inteligência Penitenciária - PRONIPEN.



Produto 5. Proposta de pesquisa

Proposta de pesquisa ampla voltada à realização de diagnóstico sobre a atuação de grupos organizados no sistema prisional brasileiro, com indicação de escopo, método, técnicas, recursos necessários, perfil da equipe e etapas de execução.



Produto 6. Proposta de diretrizes e regras sobre tratamento e proteção de dados de inteligência penitenciária

Proposta de diretrizes e regras sobre tratamento (conjunto de ações referentes a coleta, produção, recepção, classificação, utilização, acesso, reprodução, transporte, transmissão, distribuição, arquivamento, armazenamento, eliminação, avaliação, destinação ou controle da informação, modificação, extração, bloqueio ou fornecimento a terceiros, por comunicação, interconexão, transferência ou difusão) e proteção de dados relativos à inteligência penitenciária.



Produto 7. Elaboração de manual de procedimentos

Elaboração de manual de procedimentos para os serviços de inteligência penitenciária, incluindo processos de trabalho (visão geral), descrição de procedimentos, fluxogramas de rotinas, descrição de rotinas e instrumentos de trabalho.

 

Produto 8. Relatório final analítico de Grupo de Trabalho

Relatório final analítico das discussões, produtos e conclusões do Grupo de Trabalho instituído com a finalidade de apoiar o DEPEN na implantação da Rede Nacional de Inteligência Penitenciária - RENIPEN.



Produto 9. Proposta de modelo de gestão

Relatório final contendo proposta de modelo de gestão de inteligência penitenciária, incluindo, pelo menos, os seguintes elementos: apresentação, histórico da política, diretrizes para a estruturação dos serviços, princípios relacionados, descrição dos atores envolvidos, diretrizes quanto ao uso da tecnologia, diretrizes e regras quanto ao tratamento e proteção de dados, recursos necessários (inclusive quanto ao perfil dos servidores), indicadores e manual de procedimentos.



8. Qualificações profissionais

8.1. Qualificações mínimas (eliminatórias):

- Ensino Superior Completo em Direito, Ciências Sociais ou cursos correlatos na área de Humanas, em instituição reconhecida pelo Ministério da Educação – MEC;

- Mestrado em Direito, Ciências Sociais ou cursos correlatos na área de Humanas, em instituição reconhecida pelo Ministério da Educação; e

- Mínimo de dez anos de experiência profissional na área de políticas de segurança pública ou políticas penitenciárias.

 

8.2. Qualificações preferenciais (para pontuação):

- Doutorado em Direito, Ciências Sociais ou cursos correlatos na área de Humanas, em instituição reconhecida pelo Ministério da Educação;

- Experiência em atividades de pesquisa ou produção acadêmica relacionada a políticas de segurança pública ou políticas penitenciárias; e

- Experiência profissional em entidades públicas com atividades relacionadas a inteligência na área de segurança pública ou inteligência penitenciária.

 

9. Processo seletivo e pontuação por qualificação

Os interessados em participar do certame devem encaminhar curriculum vitae, conforme modelo anexo, e informações adicionais para prodocdepen@mj.gov.br até o dia 20 de agosto de 2015. Deverá constar no campo assunto: Inteligência Penitenciária – [nome do candidato].

Os comprovantes da qualificação profissional do candidato deverão ser entregues após a entrevista, em data a ser definida, sob pena de desclassificação.

 

9.1 - 1ª Fase - análise de currículo:



Etapa 1: Atendimento das qualificações mínimas definidas no item 8.1, de caráter eliminatório. Caso o candidato não preencha as qualificações mínimas, será eliminado do certame.

Etapa 2: Pontuação segundo as qualificações preferenciais:

Item

Critério

Pontuação máxima atribuída por item

Pós-graduação (stricto sensu) em Direito, Ciências Sociais ou cursos correlatos na área de Humanas em instituição reconhecida pelo Ministério da Educação

Mestrado – 2 pontos

Doutorado – 4 pontos



4

Experiência em atividades de pesquisa ou produção acadêmica relacionada a políticas de segurança pública ou políticas penitenciárias

1 ponto por ano de experiência

5

Experiência profissional em entidades públicas com atividades relacionadas a inteligência na área de segurança pública ou inteligência penitenciária

1 ponto por ano de experiência

3

Pontuação máxima na Fase 1, etapa 2

12

 

9.2 - 2ª Fase – Exposição presencial ou por videoconferência

Os candidatos que apresentarem a maior pontuação global na Fase 1 Etapa 2 serão convocados para apresentar uma exposição presencial ou por videoconferência (de até 30 minutos) sobre “inteligência penitenciária”, a ser avaliada (0 a 15 pontos) conforme critérios de domínio na abordagem do conteúdo e profundidade (7 pontos), sequencia lógica e coerência (4 pontos) e clareza na comunicação e habilidades para formulação de respostas (4 pontos). A banca de avaliação da exposição será composta por três membros. Para habilitação o candidato deve atingir no mínimo cinquenta por cento (50%) do total de pontos de cada critério de avaliação da exposição presencial ou por videoconferência.

 

9.3. Resultado Final

A nota da 1ª Fase corresponderá a 70% da nota final e a nota da 2ª Fase será equivalente a 30%. A nota final será, então, composta da seguinte forma: (n1/12*7) + (n2/15*3), onde n1 é a nota obtida na primeira fase e n2 é a nota obtida na segunda fase.

O candidato que obtiver a maior nota, na soma dos pontos obtidos na análise curricular (Fase 2) e na entrevista (Fase 3), de acordo com os pesos descritos acima, será pré-selecionado para a vaga ora ofertada.

O consultor selecionado deverá comprovar todos os requisitos mínimos exigidos e os requisitos desejáveis nos quais foi pontuado.

No caso de experiência laboral, serão aceitos atestados tais como: declaração do empregador com a descrição da atividade e sua duração ou a cópia de publicação de portarias de nomeação em diários oficiais (municipais, estaduais ou da União).

No caso de publicações, a comprovação será feita pela cópia da capa e sumário do volume em questão, acompanhado da cópia da ficha catalográfica em que conste o ISBN ou o ISSN pertinente.

No caso de processos de formação, a comprovação será feita pela cópia do diploma ou certificado em questão.

Para a comprovação de títulos de pós-graduação, na impossibilidade de apresentação da cópia dos diplomas correspondentes, será aceita, alternativamente, cópia da ata de defesa do trabalho final (dissertação ou tese, conforme o nível).

 

10. Insumos

Os custos de deslocamento, alimentação e hospedagem em viagens consideradas essenciais para a execução das atividades previstas neste Termo de Referência não estão incluídos na remuneração contratada, e serão custeadas pelo Projeto, desde que previamente aprovadas pelo Gerente Nacional do Projeto.

Ao DEPEN/MJ cabe a responsabilidade de garantir o acesso do Consultor a todas as informações necessárias à realização do Projeto.

 

11. Nome do Supervisor

Marlene Inês Rosa

 

Cargo do Supervisor

Agente Penitenciário Federal no Gabinete da Direção-Geral do Departamento Penitenciário Nacional

 

12. Localidade do Trabalho

Brasília/DF

 

13. Vigência dos trabalhos

O contrato terá a vigência prevista de 12 (doze) meses com a possibilidade de prorrogação, sem ônus para o contratante, desde que mediante justificativa consubstanciada em relatório, devidamente aprovado pelo Gerente do Projeto.

 


Início

08/2015

Término

08/2016

 

14. Produtos, Honorários e Prazos

 


Produtos

 

Valor

Data prevista

Produto 1. Relatório sobre a implementação da política de inteligência penitenciária

15%

R$18.300,00

Mês 2

Produto 2. Plano de atividades e desenho de composição de Grupo de Trabalho

7,5%

R$9.150,00

Mês 3

Produto 3. Elaboração de matriz curricular

15%

R$18.300,00

Mês 5

Produto 4. Elaboração de planos de disciplina

10%

R$12.200,00

Mês 6

Produto 5. Proposta de pesquisa

15%

R$18.300,00

Mês 8

Produto 6. Proposta de diretrizes e regras sobre tratamento e proteção de dados de inteligência penitenciária

10%

R$12.200,00

Mês 9

Produto 7. Elaboração de manual de procedimentos

10%

R$12.200,00

Mês 10

Produto 8. Relatório final analítico de Grupo de Trabalho

7,5%

R$9.150,00

Mês 11

Produto 9. Proposta de modelo de gestão

10%

R$12.200,00

Mês 12

TOTAL

 100%

R$ 122.000,00

 

 

O Consultor deverá garantir que os serviços executados sejam realizados com qualidade, atendendo a todas as especificações no prazo estabelecido neste termo de referência, cumprindo com as orientações realizadas pelo Supervisor da consultoria e submetendo, para apreciação e aprovação, as modificações necessárias para elaboração e entrega dos produtos.

Os produtos entregues pelo Consultor, e aprovado pelo Supervisor, devem ser entregues em formato digital aberto – enviados para o email prodocdepen@mj.gov.br.

Não serão aceitos produtos que apresentem mera reprodução de conteúdos da internet ou livros de outros autores sem os créditos devidos ou ainda sem que tais conteúdos sejam minimamente tratados/analisados pelo Consultor.

 

15. Direitos Autorais

Os direitos autorais ou quaisquer outros direitos, de qualquer natureza, sobre os materiais (especificações, desenhos, mapas, projetos, originais, arquivos, programas, relatórios e demais documentos) produzidos no âmbito do contrato devem reverter exclusivamente ao Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN) do Ministério da Justiça, sendo entregues antes da data fixada para o fim do contrato.

O contratado poderá reter cópia dos produtos acima indicados, mas sua utilização para fins diferentes do objeto deste instrumento e sua reprodução total ou parcial dependerá de autorização prévia e expressa do DEPEN/MJ, mesmo depois de encerrado o contrato. 

Os direitos autorais previstos neste item não afastam as incidências da Lei de Acesso à Informação – Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011.

 

16. Impedimentos

Segundo Decreto 5.151/2004, não pode ser contratado servidor ativo, da administração pública federal, do Distrito Federal, dos estados e municípios, direta ou indireta, bem como de empregado de suas subsidiárias e controladas.

O candidato também não deve pertencer ao quadro funcional das instituições de ensino superior qualificadas para atuar enquanto agências implementadoras.

Durante a vigência da Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO 2015 é permitida a contratação de servidores públicos que se encontrem em licença sem remuneração para tratar de interesse particular.

Ainda, durante a vigência da Lei de Diretrizes Orçamentárias – LDO 2015 é permitida a contratação de professor de Universidades, inclusive os de dedicação exclusiva, para realização de pesquisas e estudos de excelência, desde que os projetos de pesquisas e os estudos sejam devidamente aprovados pelo dirigente máximo do órgão ou da entidade ao qual esteja vinculado o respectivo professor.

Há impedimento para professor contratado em regime de dedicação exclusiva, no caso de financiamento com recursos externos, onde deverá ser obtida a não objeção do banco.

Não pode ser contratado bolsista de instituição federal (CNPQ E CAPES), pois o bolsista de pós-graduação deve o compromisso de dedicação exclusiva ao projeto de pesquisa, sendo financiado com recursos públicos para dedicar-se integralmente ao seu trabalho acadêmico.

 

17. Formas de pagamento

Os serviços serão remunerados em moeda nacional corrente, mediante a apresentação dos produtos intermediários e final previstos contratualmente, e uma vez aprovados pelo Supervisor.

Os pagamentos recebidos pelo consultor são passíveis de tributação, de acordo com a legislação brasileira vigente. É responsabilidade do contratado efetuar os devidos recolhimentos.

O Gerente de Projeto reserva-se o direito de não autorizar o pagamento se, no ato do atesto pelo Supervisor, os serviços prestados estiverem em desacordo com as especificações apresentadas e aceitas pelo Consultor.

 

18. Esclarecimentos



A execução dos trabalhos previstos neste Termo de Referência não implica em qualquer relação de emprego ou vínculo trabalhista, sendo, portanto, regido sem subordinação jurídica, conforme prevê o parágrafo 9º do Art. 4º do Decreto nº 5.151/2004.

As dúvidas sobre o projeto poderão ser dirimidas por demanda, e deverão ser solicitadas por meio do e-mail prodocdepen@mj.gov.br.


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