Campus de Cascavel Centro de Educação, Comunicação e Artes/ceca



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Campus de Cascavel

Centro de Educação, Comunicação e Artes/CECA




PLANO DE ENSINO – PERÍODO LETIVO/____
Programa: Pós-Graduação stricto sensu em Educação/PPGE

Área de Concentração: Sociedade, Estado e Educação

Mestrado ( X ) Doutorado ( )

Centro: Educação, Comunicação e Artes/CECA

Campus: Cascavel
DISCIPLINA

Código

Nome

Carga horária



FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO

AT1

AP2

Total

60




60

(1 Aula teórica - 2 Aula Prática)


Docente:

ANDRE PAULO CASTANHA




EMENTA

Estudo dos fundamentos históricos da educação e das práticas educativas no processo de produção da vida humana. O processo de construção da escola pública brasileira. Fundamentos, idéias e concepções políticas, administrativas e pedagógicas dos diferentes projetos educativos.



OBJETIVOS

Geral

Situar historicamente os fundamentos e pressupostos que orientaram as teorias e práticas educativas tendo como fio norteador os autores clássicos da educação.



Objetivos específicos:

- Analisar os ideais e práticas educativas como movimento histórico destacando os conflitos e contradições presentes nas relações sociais.

- Explicitar os embates históricos para/pela construção da escola pública.

- Estabelecer comparações entre as conclusões e/ou sínteses da historiografia educacional, frente às preocupações e necessidades expressadas pelos autores do passado (clássicos), que viveram problemas não idênticos aos do nosso momento histórico.








CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

História da educação e historiografia educacional: a construção do conhecimento histórico – Autores selecionados para leitura.

LOPES, E. M. T. e GALVÃO, A. M.

SANFELICE, José Luis.
Grécia Clássica: Cidade-Estado e a formação do cidadão – Autores selecionados para leitura.

ARISTÓTELES.

PLATÃO.
Crise da sociedade escravista, o Cristianismo e a educação na Idade Média – Autores selecionados para leitura.

NOVO TESTAMENTO.

SANTO AGOSTINHO.

TOMÁS DE AQUINO, SANTO.


A crise da sociedade feudal e a educação Humanista e Renascentista – Autores selecionados para leitura.

COMENIUS, J. Amós.

ERASMO.

FRANCA, Leonel.



LUTERO, M.
Iluminismo, Revolução Francesa e os ideais de educação pública – Autores selecionados para leitura.

CONDORCET.

ROSSEAU, Jean-Jacques.
A consolidação da sociedade capitalista, suas contradições e os embates pela constituição do sistema público-estatal de educação no século XIX – Autores selecionados para leitura.

HERBART, Johann Friedrich.

MARX. K. e . ENGELS, F.

SPENCER, Herbert.


A educação no século XX: Escola Nova, o Socialismo e a educação das massas – Autores selecionados para leitura.

DEWEY, John.

GRAMSCI. Antonio.

LÊNIN, V. U.

TAYLOR, F. W.
A construção da escola pública brasileira – Autores selecionados para leitura.

BARROSO, José Liberato.

BRASIL. Lei de 15 de outubro de 1827.

BRASIL. Decreto n. 1331-A de 1854. Reforma Coutto Ferraz.

BRASIL. Decreto n. 7247 de 1879. Reforma Leôncio de Carvalho.

FREIRE, Paulo.

SAVIANI, Dermeval.

TEIXEIRA, Anísio.





ATIVIDADES PRÁTICAS – grupo de _______ alunos






METODOLOGIA

A disciplina irá se desenvolver através de aulas expositivas dialogadas com discussões, seminários, pesquisa bibliográfica, análise de obras clássicas referentes à história da educação. Pretende-se com esta metodologia contribuir para uma reflexão teórica e metodológica a cerca da história da educação, instrumentalizar os alunos no processo de elaboração/sistematização do conhecimento e no processo de pesquisa histórica possibilitando assim o desenvolvimento intelectual indispensável nesta fase dos estudos.



AVALIAÇÃO

(critérios, mecanismos, instrumentos e periodicidade)



A avaliação ocorrerá durante todo o percurso da disciplina. Os instrumentos estão pautados na leitura prévia dos textos, nas atividades escritas de interpretação e sistematização a partir de questões propostas, nas exposições orais na forma de seminários temáticos, na participação verbal em sala de aula. A partir desses requisitos busca-se perceber o crescimento dos alunos ao longo do curso. - O processo de avaliação, em todo o seu âmbito compreenderá os seguintes critérios gerais: propriedade na abordagem dos conteúdos e temas, no estabelecimento de inter-relações e na exploração dos mesmos, na articulação dos conteúdos e no exercício de autonomia intelectual.

Serão realizadas 2 avaliações formais a partir da seguinte ordem:



Primeira: produção de um texto síntese sobre uma das temáticas tratadas no programa. Cada aluno escolherá seu tema e construirá o texto tendo como bibliografia básica a da disciplina. O texto deverá ser entregue no último encontro valendo de 0 a 100.

Segunda: trabalho escrito, individual em sala de aula. Na oportunidade será sorteado um dos tópicos discutidos no curso, sobre o qual, os alunos dissertarão a partir de questões propostas pelo professor - Valor de 0 a 80 pontos. Os 20 pontos restantes correspondem ao envolvimento nas atividades desenvolvidas durante todo o curso.

A nota final corresponderá a média aritmética obtida nas duas avaliações.

A média final corresponde a obtenção dos conceitos A (90-100); B (80-89); C (70-79); ou D (< 70), I (incompleto) e da freqüência mínima obrigatória.




BIBLIOGRAFIA BÁSICA

ARISTÓTELES. A Política. São Paulo: Escala, 2004.

BARROSO, José Liberato. A Instrução Pública no Brasil. Pelotas-RS: Seiva, 2005.

BRASIL. Lei de 15 de outubro de 1827. Reforma Coutto Ferraz. In: CASTANHA, André Paulo. Edição crítica da legislação educacional primária do Brasil imperial: a legislação geral e complementar referente à Corte entre 1827 e 1889. Campinas: Faculdade de Educação, 2011 (Relatório de Estágio de Pós-doutorado).

______. Decreto n. 1331-A de 1854. Reforma Coutto Ferraz. In: CASTANHA, André Paulo. Edição crítica da legislação educacional primária do Brasil imperial: a legislação geral e complementar referente à Corte entre 1827 e 1889. Campinas: Faculdade de Educação, 2011 (Relatório de Estágio de Pós-doutorado).

_______. Decreto n. 7247 de 1879. Reforma Coutto Ferraz. In: CASTANHA, André Paulo. Edição crítica da legislação educacional primária do Brasil imperial: a legislação geral e complementar referente à Corte entre 1827 e 1889. Campinas: Faculdade de Educação, 2011 (Relatório de Estágio de Pós-doutorado).

COMENIUS, J. Amós. A didática magna. São Paulo: Marins Fontes, 2002.

CONDORCET. Cinco memórias sobre a instrução pública. São Paulo: Unesp, 2008.

DEWEY, John. “A criança e o programa escolar”. In: John Dewey. São Paulo: Abril Cultural, 1980, p. 137-152. (Col. Os Pensadores).

ERASMO. De Pueril (Dos Meninos) A Civilidade pueril. São Paulo: Escala, 2005.

FRANCA, Leonel. O Método Pedagógico dos Jesuítas – O “Ratio Studiorum” Introdução e Tradução. Rio de Janeiro: Livraria AGIR Editora, 1952.

FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 42 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005.

GRAMSCI. Antonio. “Para a investigação do princípio educativo”. In: -------. Os intelectuais e a organização da cultura. 9 ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1995, p. 117-139.

HERBART, Johann Friedrich. Pedagogia geral. 4 ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2003.

LENIN, V. U. “Tarefas da juventude na construção do socialismo” In: As tarefas revolucionarias da juventude. São Paulo: Expressão Popular, 2005, p. 9-31.

LOPES, E. M. T. e GALVÃO, A. M. de O. História da educação. Rio de Janeiro: DP&A, 2001.

LUTERO, M. Educação e Reforma. São Leopoldo: Sinodal, 2000.

MARX. K. e . ENGELS, F. Textos sobre educação e ensino. São Paulo: Centauro, 2004.

NOVO TESTAMENTO. São Paulo: Martin Claret, 2006.

PLATÃO. A República. São Paulo: Escala, 2004.

ROSSEAU, Jean-Jacques. Emilio ou Da educação. 2. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.

SANFELICE, José Luis. “Da escola estatal burguesa à escola democrática e popular: considerações historiográficas”. In: LOMBARDI, J. C.; SAVIANI, D.; NASCIMENTO, M. I. M. (orgs). Escola pública no Brasil: história e historiografia. Campinas: Autores Associados, 2005.

SANTO AGOSTINHO. O mestre. São Paulo: Landy editora, 2000.

SAVIANI, Dermeval. Pedagogia histórico-crítica: primeiras aproximações. 9 ed. Campinas: autores Associados, 2005.

SPENCER, Herbert. Educação intelectual, moral e física. Rio de Janeiro: Laemmbert, 1901.

TAYLOR, F. W. Princípios de administração científica. São Paulo: Atlas, 1960.

TEIXEIRA, Anísio. Educação não é privilégio. 6 ed. Rio de Janeiro: UFRJ, 1999.

TOMÁS DE AQUINO, SANTO. Sobre o ensino (De Magistro) e Os sete pecados capitais. São Paulo: Martins Fontes, 2000.




BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

ALEXANDRIA, Clemente de. In: ROSA, Maria da Glória. A história da educação através de textos. 14 ed. São Paulo: Cultrix, 2003, p. 88-100.

ALVES, G. Luiz. O trabalho didático na escola moderna: formas históricas. Campinas: Autores Associados, 2005.

ALVES, Gilberto Luis. A produção da escola pública contemporânea. Campo Grande/Campinas: UFMS/Autores Associados, 2001.

ANDRADE, A. A. B. A reforma pombalina dos estudos secundários no Brasil. São Paulo: Saraiva/Edusp, 1978.

CAMBI, F. História da Pedagogia. São Paulo: UNESP, 1999.

CASTANHA, André Paulo. O Ato Adicional de 1834 e a instrução elementar no Império: descentralização ou centralização? São Carlos: UFSCar, 2007.

DELORS, Jacques. “Os quatro pilares da educação”. In -------. Educação: um tesouro a descobrir. 10 ed. São Paulo: Cortez, 2006. p. 89-102.

DEWEY, John. Democracia e educação. 2 ed. São Paulo: Nacional, 1952.

DURKHEIM, Emile. A evolução pedagógica. Porto Alegra: Artes médicas, 1995.

ENGUITA, Mariano F. A face oculta da escola: educação e trabalho no capitalismo. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989.

GRAMSCI. Antonio. Cadernos do Cárcere vol. 2. Os intelectuais, o princípio educativo e jornalismo. 3 ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2004.

MANACORDA, Mario. História da Educação: da Antigüidade aos nossos dias. 11 ed. São Paulo: Cortez, 2004.

MANACORDA, Mario. Marx e a pedagogia moderna. São Paulo: Cortez, 1996.

MÉSZÁROS, István. A educação para além do capital. São Paulo: Boitempo, 2005.

MONTAIGNE, Miguel. Da educação das crianças. São Paulo: Nova Cultural, 1987.

SAVIANI, Dermeval. História das ideias pedagógicas no Brasil. 2 ed. revista e ampliada. Campinas: Autores Associados, 2008.






DOCENTE

Cascavel, 08 de fevereiro de 2012

Assinatura do docente responsável pela disciplina






Colegiado do Programa (aprovação):

Ata nº de

Coordenador: Assinatura








Conselho do Centro (homologação):

Ata nº de

Diretor do Centro:

Assinatura

Encaminhado cópia a Secretaria Acadêmica em: / /


Nome/assinatura

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