Capítulo 1 Didática e Cultura: a escola e seus compromissos sociais o objetivo deste capítulo é o de compreender o processo histórico da educação escolar culturalmente instituído



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Capítulo 1 - Didática e Cultura: a escola e seus

compromissos sociais


O objetivo deste capítulo é o de compreender o processo histórico da educação escolar culturalmente instituído, identificando as funções da escola na constituição das sociedades e na formação da cidadania.


Introdução

Leia o texto abaixo. Discuta no fórum com seus colegas as idéias suscitadas por ele acerca da história brasileira da educação e da escola enquanto uma criação nova no processo de educação do homem.

... Desde o início, tanto na Terra de Santa Cruz quanto no Brasil houve educação brasileira, porque as aulas eram ministradas na terra brasileira, para gente brasileira, embaixo de um sol brasileiro, para crianças da gente brasileira. Aliás, nunca foi e jamais será tão genuinamente brasileira a educação ministrada no Brasil, uma vez que, nesses primeiros séculos, a escola educava os curumins, os filhos dos indígenas do Brasil, os mais brasileiros de todos os brasileiros... (Tobias, 1985, p. 21, 22)


    1. Escola e contemporaneidade

“A escola é uma criação nova na história do homem.”, diz Penin (2001, p.34). Isso não significa que a escola, ou melhor, que a educação, não tenha existido em outros tempos. Mas que pelo menos não existiu, tão necessariamente, nos moldes que a conhecemos hoje.

A educação, num sentido amplo, exerce papel importante no processo de construção da vida social, que cria instrumentos para a sobrevivência, codifica a linguagem para a comunicação, enfim, estabelece meios de continuidade dos saberes conquistados, criados. Esse processo de socialização é, portanto, garantido pela educação que, em outras épocas se dava de maneira informal, a partir da inserção da criança nas atividades cotidianas da vida adulta.

Para Penin (2001), a introdução da escrita em detrimento da oralidade1 na transmissão dos saberes mudou a forma pela qual a humanidade se relacionou com a educação, estabelecendo novos patamares para a religião, para a filosofia, para as ciências. Contudo, do seu aparecimento até o século XVIII, as condições de acesso a uma educação pela escrita era restrito a poucos, às camadas da elite.

Mas, para além disso, da invenção da escrita, outros fatores provocaram uma mudança na relação que a sociedade mantinha com o processo de educar. A invenção da imprensa por Gutemberg em meados do século XV; o período das grandes navegações, que com a descoberta da América, instigou o mapeamento das terras e o levantamento cartográfico dos mares; a instituição da Ciência Moderna, no século XVII, que abre a possibilidade de uma nova forma de linguagem, semiótica, representacional, ampliando e alterando os campos dos saberes; a vinda da família real portuguesa para o Brasil, em 1808, instaurando mecanismos de colonização; a libertação dos escravos no Brasil.

O fato é que o século XVIII com os ideais do iluminismo, acreditando-se numa formação de uma nova humanidade, de progresso, de futuro, prega-se pelo ensino universalizante, com a crença na igualdade essencial dos homens levando a burguesia, no século seguinte, a por em prática um novo sistema de ensino. Com os novos códigos de conduta, novos costumes, novos valores a intervenção educativa, que até então, era restrita a uma elite, aos bem dotados e privilegiados, passa a ser formal e a escola obrigatória para todas as camadas da população.

Ainda, com a Revolução Industrial, iniciando um processo de acumulação rápida de bens de capital, assim como de conhecimentos, o ensino escolar assume uma função social da educação, garantindo às novas gerações a participação no mundo do trabalho e na vida pública.

A partir de então, a educação brasileira é louvada por tais ideais do iluminismo, do progresso, do capitalismo, com discurso sobre a igualdade e a democracia. Contudo, “... praticamos uma escola seletiva, que não abriga adequadamente as diferenças. Convivemos com uma escola que não é para todos – apesar de termos sempre avançado, não fizemos ainda a ruptura radical.” (Penin, p.36, 2001).

Vemos, enfim, que a escola que temos hoje foi uma construção social, cultural, política e, como tal, é marcada pelas mudanças e contradições presentes em nossa sociedade atual. Hoje, imersos na era da informática, a nova cultura e a nova comunicação coloca a escrita, a linguagem em outros termos, dos signos e das imagens, instigando a escola a se modificar, a se moldar, a se formar, enfim, a se colocar em correspondência, ao mesmo tempo que corresponde às novas demandas da sociedade.



    1. A função socializadora da escola

Para Penin (2001) duas questões fundamentais se apresentam a nós educadores. Uma diz respeito à conquista e a manutenção em acolher todas as crianças e jovens ao ensino, garantindo sua permanência e aprendizagem . A outra é a de tornar a escola de hoje adequada às novas demandas sociais.

Ora,
Se a oportunidade de acesso à educação é a primeira exigência do princípio de igualdade de oportunidades, a educação pública cumpriu um grande papel histórico. Enquanto houver desigualdades na sociedade, de forma que a origem sociofamiliar ofereça possibilidades diferentes para uns e outros, a educação pública continuará cumprindo esse papel. Que época esta, em que é preciso reivindicar o óbvio! A escola pública é necessária, pelo menos para aqueles que sem ela não teriam escola. Seu ideal social igualador mantém-se vigente diante do que significa o modelo privado, constituindo a forma mais segura e econômica de garantir essa meta, com todas as modificações que seja preciso incorporar. (Sacristán, 1999, p.267).

Para além da inserção das crianças e dos jovens na escola é preciso analisar acerca do papel de socialização, a função de reprodutora social que é observado na escola atual. Vale notar que na medida em que a criança, o jovem, vivencia o cotidiano escolar, princípios tais como o individualismo e a competitividade levam a adaptação da realidade social, considerando como naturais a exclusão e os diferentes tipos de preconceito. Logo, do ponto de vista da reprodução, a escola é competente em moldar o indivíduo para adaptar-se socialmente, seja nos espaços escolares públicos, seja nos privados. Isso ocorre, como aponta Gómez (1998, p.18),


1. na seleção e na organização dos conteúdos do currículo;

2. no modo e no sentido da organização das tarefas acadêmicas: participação dos alunos e formas de trabalho;

3. nos tempos e espaços da aula e da escola;

4. nas estratégias de avaliação das atividades dos alunos;

5. nos mecanismos de punição e recompensa e a forma e o grau de provocar a competitividade e a colaboração;

6. nas relações sociais dentro da escola e os princípios que as orientam: individualismo, competitividade, colaboração ou solidariedade.

A escola é, portanto, o lugar que forma o sujeito para situar-se social, mas também, profissionalmente. Na medida em que há uma necessidade de ingressar os sujeitos no mercado de trabalho, a escola tem o papel de possibilitar o acesso e a aquisição de determinados conhecimentos, ajudando a transpô-los às relações sociais exigidas nas diferentes atividades profissionais e no exercício da vida pública.

No entanto, a escola não consegue acompanhar todas as mudanças da sociedade. Hoje, em plena era da informática, da internet, vemos a emergência de uma sociedade calcada na informação. A base das mudanças da cultura não está na tecnologia em si, mas na forma como o acesso e a relação com o conhecimento se transforma a partir dela. O projeto modernista que tinha como base a crença no progresso linear, nas verdades absolutas, no planejamento racional de ordens sociais, padronizando o conhecimento e a produção, se contrapõe a uma outra sociedade. A contemporaneidade é uma época em que se privilegia a heterogeneidade e a diferença, com aceitação do efêmero, do fragmentário, do descontínuo e do caótico (Harvey, 1993). Assim, tudo se dá com muita rapidez, instabilidade e fluidez.

Neste contexto atual, a escola com a tarefa de socializar o sujeito, enfrenta muita desarmonia. O domínio do computador, por exemplo, é importante, mas muito mais que é isso, a diferença se dá hoje com o acesso à internet que ele possibilita. Isso significa não tão simples e necessariamente ao acesso a esse mecanismo, mas a toda a mudança de pensamento, de relação com o mundo, com os conhecimentos, com os sujeitos, que essa nova tecnologia da comunicação gera, penetrando em todas as áreas da sociedade. Assim,
Transformações radicais são imprimidas no mundo do trabalho, não só das grandes empresas (como ocorreu com a revolução industrial, quando da descoberta da eletricidade, por exemplo), mas também nas médias e microempresas, da mesma forma que nos diferentes serviços, nas bibliotecas, nas escolas e, mais importante ainda, elas penetram o cotidiano dos cidadãos, na sua vida privada e toda a sua relação com o trabalho, o lazer e o estudo. (Penin, 2001, p.36).
Entramos, pois, na outra questão que nos é colocada: a de tornar a escola de hoje adequada às novas demandas sociais. “Se a cultura está mudando rapidamente, toda a escola precisa ser repensada: sua estrutura, gestão, seu funcionamento, currículo, a aula; e isso, não somente para acompanhar as mudanças, mas para não deixar escapar a função educativa da escola, assegurando a formação geral do educando.”, diz Penin (2001, p.37).

Mas, para pensar o modo pelo qual, didaticamente, a escola precisará colocar em funcionamento seu papel de educadora, de socializadora, para corresponder a nova realidade, é preciso ver que a mudança provocada pela cultura contemporânea é aquela que posiciona a escola como espaço de formação do sujeito para o seu “mover-se eticamente no mundo”, como diz Freire (1996). Ou seja, a escola deverá possibilitar a amplitude da percepção do mundo, proporcionar uma formação crítica, autônoma e capacitar para a desenvoltura e o emprego dos conhecimentos com significado em situações diversas. Para além de ser a escola um espaço da repetição, da transmissão, da cópia, do treinamento, ela deverá se constituir como espaço da troca, da crítica, da significação e da versatilidade.

Enfim, quanto ao repensar a escola, “somos muitos os que durante muito tempo temos lutado por uma mudança profunda na escola. Essa mudança que agora se propõe não é a nossa. Seremos capazes de construir uma nova utopia, que não seja antitecnológica e que recupere nossa própria história?” (Ferreiro, 2001, p.12). A escola que consegue assumir sua função de compensação das diferenças culturais (Gómez, 1998) terá reforçado seu papel social e jamais será indispensável enquanto espaço educacional, na medida em que atenderia sujeitos diferentes, em condições socioeconômicas diferentes possibilitando-os a inclusão na nova sociedade.

1.3 – Escola e cidadania


Segundo Edgar Morin (2000) “Há sete saberes “fundamentais” que a educação do futuro deveria tratar em toda a sociedade e em toda cultura, sem exclusividade nem rejeição, segundo modelos e regras próprias a cada sociedade e a cada cultura.” (p.13). Estes saberes dizem respeito a: conhecer o que é conhecer; estabelecer as relações mútuas e influências recíprocas entre as partes e o todo em um mundo complexo; reconhecer a unidade e a complexidade humana; reconhecer a identidade terrena; enfrentar os imprevistos, o inesperado e a incerteza; compreender a relação mútua entre os seres humanos; compreender o desenvolvimento conjunto das autonomias individuais, das participações comunitárias e da consciência de pertencer à espécie humana.

A íntegra dos sete saberes a que se refere Morin trata do desenvolvimento da educação para a cidadania global. Em particular, o último saber fundamental diz respeito à cidadania terrestre, ou seja, que a educação deve conduzir a consciência do caráter ternário da condição humana, que é ser ao mesmo tempo indivíduo, sociedade, espécie.

As reflexões sobre a educação na atualidade, com propósitos de uma educação cidadã, fazem parte das discussões mundiais. A preocupação com a formação global do indivíduo, enquanto sujeito apto a enfrentar a nova realidade mundial acerca dos progressos científicos, do ambiente natural, das tensões entre as nações, da crescente população, leva a criação de documentos que visam e que orientam uma educação para todos. Dentre estes documentos não podemos deixar de nos referenciar aos Parâmetros Curriculares Nacionais2.

Assim, segundo os PCN a recomendação mundial para uma educação que visa o desenvolvimento das pessoas e das sociedades, está fundada em quatro pilares:


- aprender a conhecer, que pressupõe saber selecionar, acessar e integrar os elementos de uma cultura geral, suficientemente extensa e básica, com o trabalho em profundidade de alguns assuntos, com espírito investigativo e visão crítica; em resumo, significa ser capaz de aprender a aprender ao longo de toda a vida;
- aprender a fazer, que pressupões desenvolver a competência do saber se relacionar em grupo, saber resolver problemas e adquirir uma qualificação profissional;
- aprender a viver com os outros, que consiste em desenvolver a compreensão do outro e a percepção das interdependências, na realização de projetos comuns, preparando-se para gerir conflitos, fortalecendo sua identidade e respeitando a dos outros, respeitando valores de pluralismo, de compreensão mútua e de busca da paz;
- aprender a ser, para melhor desenvolver sua personalidade e poder agir com autonomia, expressando opniões e assumindo as responsabilidades pessoais. (Brasil,1998, p. 17).

Em síntese, a educação do futuro, como diz Morin (2000), assim como as orientações previstas nos PCN a uma educação para todos, concebem a educação num sentido mais amplo, mais geral, que vai além da tendência a privilegiar o acesso a um tipo de conhecimento, a uma forma de aprendizagem. A escola, como espaço para a educação formal e de socialização, deve proporcionar aos alunos uma formação que atenda às suas necessidades educativas fundamentais que vão desde os instrumentos de aprendizagem essenciais (leitura, escrita, expressão oral, cálculo, resolução de problemas) até os conteúdos educativos (conceitos, atitudes, valores).

Particularmente, a sociedade brasileira demanda uma educação que garanta as aprendizagens essenciais para a formação de cidadãos autônomos, críticos e participativos, e que desenvolva atitudes, valores que os torne capazes de atuar com competência, dignidade e responsabilidade na sociedade em que vivem. Segundo os PCN, “há uma expectativa na sociedade brasileira para que a educação se posicione na linha de frente da luta contra as exclusões, contribuindo para a promoção e integração de todos os brasileiros, voltando-se à construção da cidadania, não como meta a ser atingida num futuro distante, mas como prática efetiva.” (Brasil, 1998, p.21).

A questão da cidadania é então foco para a educação atual. A educação matemática, em especial, é vista, segundo os PCN, com um papel importante a construção e exercício da cidadania, podendo “dar a sua contribuição à formação do cidadão ao desenvolver metodologias que enfatizem a construção de estratégias, a comprovação e justificativa de resultados, a criatividade, a iniciativa pessoal, o trabalho coletivo e a autonomia advinda da confiança na própria capacidade para enfrentar problemas” (Brasil, 1997, p.16).

Na escola, o livro didático, por exemplo, como um recurso importante na relação entre o professor, o aluno e o saber, aparece como veículo “para o desenvolvimento da ética necessária ao convívio social e para a construção da cidadania” (Brasil, 2003b, p.38), por meio da seleção dos conteúdos e das estratégias que os permeiam.

Valorizando a questão da cidadania e do livro didático nas aulas de matemática das séries iniciais, Arruda (2004) analisou propostas, atividades e exercícios contidas no livro didático de matemática a fim de demonstrar como o modo pelo qual a matemática é desenvolvida pode incentivar a prática da cidadania e contribuir para determinada formação de sujeito enquanto cidadão. Seus resultados apontaram que a cidadania na educação escolar por meio da educação matemática pode se manifestar de três modos. Um primeiro é a abordagem ativa, mediante a concepção crítica e contextualizada de conhecimento matemático, que possibilita a aprendizagem tanto de ferramentas conceituais como o desenvolvimento de atitudes e de valores, possibilitando os alunos a participar de forma responsável e crítica na sociedade. Veja, por exemplo a figura 1.



Figura 1: atividade matemática contida no livro didático das séries iniciais.

Um segundo modo veicula a idéia de matemática alheia ao contexto histórico e social, valorizando o uso de fórmulas e modelos que, por sua vez, desenvolve uma formação do aluno articulada ao treino, ao automatismo e à repetição. Veja como o exercício da figura 2 mantém uma relação passiva entre o saber geométrico enquanto pura identificação de nomenclatura.

Figura 2: atividade matemática contida no livro didático das séries iniciais.

Por fim, o terceiro modo de tratar a matemática, ou seja, como um conhecimento utilitário, com uso adequado ao contexto das oportunidades. Esse modo gera uma formação do aluno que o faz ser agente de aplicabilidade de modelos matemáticos num contexto fictício, sem reflexão, sem argumentação. É o caso, por exemplo, da resolução de situações problemas criados para o simples desenvolvimento das técnicas operacionais. Veja a figura 3.

Figura 3: atividade matemática contida no livro didático das séries iniciais.


Enfim, vale remarcar que a escola com seu papel de educadora e socializadora contribui para a formação de um sujeito que se insira criticamente em sua sociedade. Todavia, a complexidade da realidade, do ensino, dos saberes, da Didática, dos agentes, reflete em inúmeras contradições no cotidiano escolar. Por causa disso, a escola também é um espaço de mudanças, é autônoma, que se constitui histórica, social e culturalmente.

1.4 Resumo do Capítulo


Este capítulo teve o objetivo de fornecer subsídios para a compreensão do processo histórico da educação escolar culturalmente instituído, buscando perceber as mudanças também ocorridas no processo de ensino e de aprendizagem e identificando as funções da escola na constituição das sociedades e na formação da cidadania. Fatores diversos provocaram o nascimento da escola enquanto espaço formal para a educação. Entre eles a invenção da imprensa; as grandes navegações; a instituição da Ciência Moderna; a vinda da família real portuguesa para o Brasil. A escola que temos hoje é uma construção social, cultural, política e, como tal, é marcada pelas mudanças e contradições presentes em nossa sociedade atual. Em plena era da informática a escola é provocada a se modificar, a se moldar, a se formar, enfim, a se colocar em correspondência, ao mesmo tempo que corresponde às novas demandas da sociedade. Sua função de educadora e socializadora enfrenta desafios no mundo contemporâneo que tece preocupações mais emergentes em torno do meio ambiente, da paz, da globalização e da cidadania.

1.5 Referências bibliográficas


ARRUDA, Joseane Pinto de.


BRASIL,
BRASIL,
FERREIRO, Emília. O mundo digital e o anúncio do fim do espaço institucional escolar. In: Pátio. Porto Alegre: Artmed, fev/abr, 2001. Ano IV, n 16, p.9-18.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
GÓMEZ, A. Pérez. As funções sociais da escola: da reprodução à reconstrução crítica do conhecimento e da experiência. SACRISTÁN, J. G. (org.) Compreender e transfomar o ensino. Porto Alegre: Artes Médicas, 1998.
HARVEY, David. A condição pós-moderna. Tradução de Adail U. Sobral e Maria Stela Gonçalves. São Paulo: Edições Loyola, 1989.
MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à Educação do Futuro. São Paulo: Editora Cortez, 2000.
PENIN, Sonia Terezinha de Sousa. Didática e Cultura: O Ensino Comprometido com o Social e a Contemporaneidade. CASTRO, Amélia Domingues de e CARVALHO, Anna M. Pessoa de (orgs.) Ensinar a Ensinar: didática para a Escola Fundamental e Média. São Paulo: Thomson, 2001.
SÁCRISTAN, J. Gimeno. Poderes instáveis em educação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1999.
TOBIAS, Antônio José. História da Educação Brasileira. 3ª edição. São Paulo: IBRASA, 1986.



1 Antonio Houaiss calculou que a humanidade viveu na base da oralidade por aproximadamente duzentos milênios, desde o aparecimento do hommo sapiens (Apud, Penin, 2001).

2 Os parâmetros curriculares ...... fazer um pequeno histórico e mostrar os sites em que podem ser consultados.

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