Capítulo 2 Princípios psicológicos centrados no aprendente: Referencial para equilibrar o desempenho escolar e os resultados da aprendizagem social e emocional



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1 No original, bullying (cf. nota 9 do capítulo 1). (N. das T.)

2 A APA, Associação Americana de Psicologia (American Psychological Association), é a maior e uma das mais importantes associações profissionais de psicólogos do mundo. Tem como missão contribuir para o avanço da psicologia enquanto ciência, incentivando a investigação e o conhecimento nesse domínio, bem como a sua aplicação à promoção da educação, saúde e políticas sociais. A nível interno, organiza-se, entre outros aspectos, sob a forma de Comités (Committes) ou Conselhos (Boards), entre as quais se encontra o relativo às Questões Educativas (Educational Affairs), cuja finalidade se prende com o desenvolvimento da educação na psicologia e da psicologia na educação, tendo em vista beneficiar o público em geral. Neste sentido, os Comités ou Conselhos, sempre que necessário, nomeiam Grupos de Trabalho (Work Groups) ou Equipas (Task Forces), multidisciplinares e altamente especializadas, com o intuito de elaborarem determinados estudos e/ou propostas de intervenção. (N. das T.)

3 De acordo com o referido na nota 2 do capítulo 1, nos, EUA, não existe um currículo único, definido a nível nacional. Cabe a cada estado e distrito escolar a responsabilidade de especificar os conteúdos e as competências genericamente prescritos pelo governo federal, para cada ano de escolaridade e disciplina. (N. das T.)

4 Ver nota 5 do capítulo 1 (N. das T.)

5 No original, Open School Movement. O Movimento Escola Aberta dos anos 60 e 70, que teve em Herbert Khol o seu criador e grande impulsionador, procurar concretizar, na prática, muitos dos princípios reformistas propostos por John Dewey. Em concreto, o movimento defende que o processo de ensino-aprendizagem deveria ser mais democrático e partilhado entre professor e alunos. Para isso, é fundamental que os professores tenham a capacidade para assumirem uma liderança firme, segura e democrática, que conduza os alunos às descobertas facilitadoras da criação de significado, aprendizagem e compreensão. (N. das T.)

6 Ver nota 2 do presente capítulo para mais informações. (N. das T.)

7 No original, K-12, expressão que permite estabelecer uma correspondência directa com o modo como o sistema educativo nacional, entre o pré-escolar e o final do ensino secundário (12.º ano), se encontra organizado. K designa kindergarten (jardim de infância), frequentado por crianças com idades entre os 4 (idade de entrada) e os 5/6 anos (idade de saída). O kindergarten pode ser precedido pelas nursery schools ou nível PK (pre kindergarten), sendo as crianças aí admitidas aos 3 anos de idade. Findo o kindergarten, as crianças transitam para as elementary (or primary) schools (escolas elementares ou primárias), dando início ao 1.º ano do seu percurso escolar, à semelhança do que, entre nós, acontece com o 1.º ano do 1.º ciclo do ensino básico. O nível 12, tal como sucede em Portugal, corresponde ao último ano da secondary education (ensino secundário), logo, ao 12.º ano. Todavia, no sistema americano, contrariamente ao que vigora por cá, entre a entrada para as elementary (or primary) schools e a conclusão do ano 12, os alunos têm a possibilidade de construírem o seu percurso educativo com base na frequência de diferentes tipos de escolas. Isso leva a que os vários anos de escolaridade se encontrem agrupados segundo níveis também distintos, embora totalizando sempre 12 anos de ensino pós kindergarten” (jardim de infância). Não obstante, é sempre possível estabelecer uma relação directa entre o ano do sistema educativo americano e o seu correspondente português. Em concreto, ao ano 1 do sistema americano corresponde o 1.º ano do ensino básico nacional e assim sucessivamente. (N. das T.)

8 No original, empowerment. Expressão de tradução não consensual para o português, sendo utilizado tanto o termo potencialização como auto-capacitação. Normalmente, utiliza-se para designar o processo através do qual as pessoas ou comunidades desenvolvem a capacidade para intervir sobre as suas vidas e as condições e/ou contextos em que as mesmas decorrem, ao mesmo tempo que diminuem as suas vulnerabilidades. Esse empoderamento ou auto-capacitação deve-se a uma transformação, a partir de dentro, dessas mesmas condições e/ou contextos de vida, bem como a uma maior capacidade crítica e de utilização dos recursos aí existentes. (N. das T.)

9 No original, inner edge. Se traduzida à letra, a expressão poderia ser o canto ou a orla interior. Atendendo ao contexto em que surge no texto, a opção “lado interior” afigurou-se como mais pertinente e consonante com o sentido que lhe é dado pelos autores. (N. das T.)




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