Capítulo 3: em busca da salvaçÃO


A RESSURREIÇÃO DOS MORTOS



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A RESSURREIÇÃO DOS MORTOS.

S.Tomás de Aquino elaborou uma longa e sistemática exposição sobre as condições da ressurreição e do Juizo Fi­nal, desde os sinais que precediam ao Juizo (como o toque de trombetas, o escurecimento do sol e da lua, do fogo da con­flagração), o julgamento e seus juizes (se Cristo seria um dos que viriam julgar a condição do mundo renovado e a situ­ação dos bem-aventurados), até o tempo e condição material dos ressurrectos. Em treze questões da Suma Teológica, da LXXV à LXXXVII, foram sistematizadas as condições objetivas da ressurreição.

Segundo a elaboração da escolástica tomasiana todos os mortos ressurgiriam, em corpo e alma, de acordo com um processo miraculoso e não natural. O homem não podia liber­tar-se da morte senão pelo dom da graça divina. A Ressurrei­ção seria a única forma de libertar o corpo da morte e da corrupção. A Voz Divina, semelhante ao toque de trombetas, reuniria as almas dos mortos com à matéria, com o auxílio dos anjos responsáveis por juntar as cinzas e prepará-la para a reconstituição dos corpos. Os ressurectos seriam con­vocados para a grande assembléia do Juizo Final e para o combate contra os insensatos.

A ressurreição ocorreria de forma súbita por obra do poder infinito de Deus. Ela conduziria os cristãos purifica­dos a uma vida imortal semelhante à de Cristo que, tendo ressurgido dos mortos, gozava da eternidade. A imortalidade seria usufruída numa corporeidade idêntica a que tinham em vida, porém com atributos espirituais e gloriosos. O corpo ressurrecto teria membros, cabelos, unhas e os humores ne­cessários à perfeição. A parte material do corpo ressurgido estaria ligada à alma racional, o todo ressurgindo como parte integrante da natureza humana, em idade viril.

De acordo com S. Tomás, os condenados também ressur­giriam em corpo e alma mas para padecerem penas perpétuas. O corpo ressurgido incorruptível seria objeto da pena eterna pelos seus pecados, a fonte de tormentos e martírios. A eternidade e a imortalidade neste caso acarretariam o cas­tigo supremo de penas perpétuas sem possibilidade de remis­são.

Estamos longe das tradicionais representações dos primeiros séculos, nas quais a morte não era a separação en­tre corpo e alma, mas um sono profundo aguardando a Ressur­reição da carne após o grande despertar. Desde o século XII, a morte adquiriu o aspecto de separação entre a matéria cor­pórea sujeita à decomposição e a alma imortal e individual. A Ressurreição apresentava-se como o momento da reunião das partes, desfeitas quando da morte física, fosse para a pena perpétua ou Vida Eterna. Estes limites de uma corporeidade ressuscitada constituíram uma característica do pensamento ocidental numa clara oposição, por exemplo, ao pensamento oriental e de certas tradições filosófico-religiosas. A so­lução para a morte era a salvação da alma, esta sim imortal e eterna, nas penas ou gozos do lado de Deus.


NOTAS

1. A pesquisa sobre as crenças no Antigo Egito foi desen­volvido sobre a seguinte bibliografia: Lévêque, P., As Primeiras Civilizações, Lisboa, Ed. 70, 1990, Vol. I. Erman, A., La Religione degli Egizi, Milano, Edizioni Messaggerie Pontremolesi, 1989. Vandier, J., La Reli­gion Égyptienne, Clio, Paris, Presses Universitaires, 1962. Pirenne, H., La Religion et la Morale dans l'Egypte Antique, Neucâtel, Ed. Bacconiere, 1962. Mon­tet, P., O Egito no Tempo de Ramsés, SP, Cia das Le­tras, 1989. Wallis-Budge, E.A., A Religião Egípcia, SP, Cultrix, 1989. O Livro Egípcio dos Mortos, SP, Pensamento, 1990. Allen, T.G., The Egyptian Book of the Dead, Documents in the Oriental Institute Museum at the University of Chicago, "Oriental Publications", 82, 1967. Barguet, P., Les Livres des Morts des Anci­ens Egyptiens, "Litteratures anciennes du Proche-Ori­ent", Paris, 1967. Eliade, M., História das Idéias e das Crenças Religiosas, RJ, Zahar Editores, 1978, Tomo I, Vol. I. Derchain. P., "Religion Egipcia", In: Las Religiones Antiguas I, Madrid, 1986. Saint Faire Gar­not, J., La vie Religieuse dans L'Egypte Antigue. "Mythes et Religions", Paris, 1948.

2. Lévêque, P., op.cit., pp.136-8. A religião funerária apresentou diferentes aspectos desde épocas muito lon­gíquas. O primeiro está ligado ao período Neolítico e Pré-dinástico, quando acreditava-se que os mortos con­tinuavam a viver no solo em que estavam enterrados, sendo cercados por suas armas e provisões, uma carac­terística de cultos agrários arcaicos que nunca desa­pareceram das crenças funerárias egípcias, ligando os mortos ao aspecto subterrâneo. O segundo é um aspecto estelar ligado a uma crença do destino da alma junto às estrelas, e parece manifestar-se já no Pré-dinás­tico. O terceiro adaptou-se à unificação das terras do Norte e do Sul e ao surgimento da figura do governan­te, o Faraó, apresentando uma concepção estelar e ce­lestial da alma após a morte, uma viagem da alma para as estrelas, aplicada à figura do Faraó, visto como personificação divina, o "Deus Encarnado", passando para a Eternidade como divindade da barca celestial, de natureza solar. Ao final do Antigo Império estes aspectos confundiram-se num sistema cheio de contradi­ções sobre a natureza subterrânea, celestial e solar dos mortos. O quarto está ligado à popularização das crenças funerárias celestes e estelares para toda a sociedade após as convulsões políticas e sociais du­rante o I Período Intermediário, sobretudo do Médio Império em diante, assim como a expansão e a organiza­ção do Mito de Osíris e sua definitiva associação aos mortos, ao Além, à Ressurreição.

3. Frankfort, H., La Royauté et les dieux, Paris, Payot, 1953, p. 244. Ver também Vandier, J., op.cit., pp.72-80.

4. O deus Seth foi durante muito tempo associado com as petências maléficas, num sentido bem moral. Na reali­dade, o papel desta natureza, o Caos, o libertador da matéria, a essência das transformações e a convivência dos princípios opostos e antagônicos. Uma força irre­dutível e primordial das grandes mudanças. Cf. De Velde, H., Seth, God of Confusion, Historia Religio­run, Leyden, 1967.

5. O Livro das Pirâmides (1004.s) In: Breastead, J.H., Development of Religion and Thought in Ancient Egypt, NY, 1912, citado por Eliade, M., In: Hist. das(...), p.123.

6. Eliade, M., op.cit., pp.124-6.

7. Derchain, P., Les Papyrus Salt 825: Rituel pour la conservation de la vie em Egypte, Bruxelas, 1965. "La pôeche de l'oeil et les misteres de Osiris à Dendera." Revue d'Egyptologie, 15, 1963. O culto à Osíris é atestado desde a época mais arcaica e o casal Ísis- Osíris figura entre os pares divinos que participaram da criação do mundo. Como um ente divinizado, um rei divino e lendário dos primórdios do Egito foi através de sua história trágica e sua ressurreição no mundo subterrâneo elevaram-no à categoria de deus dos mor­tos. Alguns cultos funerários referem-se explicitamen­te a sua relação com ritos agrários e de fertilidade: "Sobretudo, era preciso cuidar de não esquecer o que seria mais útil ao morto, suas provisões e o que cha­mavam de 'Osíris Vegetantes'. Eram quadros de madeira providos de um fundo de tecido grosseiro que tinham a forma e um Osíris mumificado. Eram enchidos com uma mistura de cevada e areia e regularmente regados du­rante alguns dias. A cevada germinava e crescia abun­dante. Quando havia atingido doze ou quinze centíme­tros, se a deixava secar e, finalmente, envolvia-se o todo num pano. Esperava-se assim estimular a ressur­reição do defunto, pois Osíris havia vegetado do mesmo modo no momento de sua ressurreição." In: Montet, P., op.cit., p.332. Este costume, com algumas variações, pode ser encontrado desde o Médio Império.

8. Eliade, M., op.cit., pp.126-130.

9. Lévêque, P., op.cit., p.157. As melhores fontes para o estudo da religião funerária são os Textos das Pirâmi­des, na tradução de Breastead, J.H. já citada.

10. Lévêque, op.cit., p.155.

11. Lévêque, op.cit., pp.157-8.

12. Eliade, M., op.cit., pp.131-6

13. Este é o momento da tentativa da Reforma de Akhenaton, a Revolução religiosa de Amarna". Seu verdadeiro sen­tido, além da tentativa de implantar um monoteísmo de uma outra divindade solar, o deus Aton e de todas as inovações políticas morais e artísticas decorrentes, ainda estão pouco estudadas.

14. Wallis Budge. E.A., O Livro Egípcio (...), pp.21-30.

15. "A principal razão da persistência do culto de Osíris no Egito foi, provavelmente, o prometer ele assim a ressurreição como vida eterna aos fiéis. Mesmo depois de haver abraçado o cristianismo, continuaram os egíp­cios a mumificar seus mortos e, por muito tempo ainda, a misturar os atributos do seu Deus e dos seus deuses ao Deus Todo-Poderoso e aos de Cristo." In: Wallis Bu­dge, E.A., A Religião Egípcia, op.cit., pp.54-5.

16. Wallis Budge., op.cit., pp.34-46. Cabe ressaltar que as expressões alma, mente e espírito não são conheci­das entre os egípcios, o que talvez justifique a falta de clareza nas definições.

17. Esta idéia do nome secreto, mágico e oculto faz parte da mentalidade religiosa da maioria das sociedades tradicionais. Entre os egípcios, a crença de que a imagem de alguma coisa podia guardar as faculdades e características daquilo que representava vai marcar boa parte da relação com a magia. Nesta medida, conhe­cer um nome secreto de uma pessoa ou divindade signi­ficava adquirir um poder específico sobre ela.

18. Wallis Budge, E.A., op.cit., p.95.

19. Montet, P., op.cit., p.314.

20. O Livro Egípcio dos Mortos, cap. XLIV e XLV. In: Wallis Budge, op.cit., p.69.

21. Montet, P., op.cit., p.315.

22. Idem, Ibidem, pp.320-1.

23. Wallis Budge, op.cit., pp.40-2.

24. Kees, H., "Totenglauben und Jensitvorsktenblugen der Alten Agypter", Ed. Akademie, Berlim, 1977. In: Jaffé/Frey-Rohn/Franz, Morte à Luz da Psicologia, SP, Cultrix, pp.82-6.

25. Konig, F., A Influência dos Ensinamentos de Zoroastro no Mundo, Teerã, Univ. de Teerã, 1968.

26. Du Breuil, P., Zoroastro: Religião e Filosofia. SP. Ibrasa, 1987, pp. 16-8, 146-8, 171-5. O Zoroastrismo não é uma tradição religiosa desaparecida. Existe, no mundo contemporâneo, como a religião oficial dos par­ses, estabelecidos na região de Bombaim, e que formam uma comunidade de cerca de 90.000 pessoas, conservando tradições, cultos, ritos e a língua sagrada dos anti­gos seguidores de Zoroastro, evidentemente sincretiza­da e influenciada pelas diferentes experiências reli­giosas dos tempos e regiões por onde passaram. Os se­guidores dos ideais zoroástricos refugiaram-se na Ín­dia entre os séculos X e XI, fugindo da expansão islâ­mica no Irã. Encontraram na estrutura indiana de cas­tas um esquema favorável à sua sobrevivência étnica, religiosa e cultural. Algumas comunidades zoroástricas continuaram vivendo no Irã: são os zartoshtis, que conseguiram sobreviver ao islamismo e manter, com muita dificuldade, aspectos essenciais de suas cren­ças, pelo menos até o final do governo do Xá Reza Pahlevi.

27. Duchesne - Guillemin, J., "Iran Antiguo y Zoroastro", In: Historia de las Religiones, Vol. III, pp. 452-3. "La Religion Irannienne" In: Les Religiones de l'Orient Ancien, Paris, Fayard, 1956, pp. 99-140.

28. Eliade, História das Idéias e das Crenças Religiosas, Tomo I, vol 2, pp, 147-8.

29. Adriani, M., História das Religiões, op.cit., pp. 92-3

30. Eliade, op.cit., pp. 172-3.

31. Duchesne - Guillemin, op.cit., p. 400.

32. Eliade, op.cit., p. 168.

33. Duchesne - Guilhemin, op.cit., p. 453.

34. Du Breuil, op.cit., p. 64.

35. Idem, Ibidem, p. 65.

36. Idem, Ibidem, p. 65 e Eliade, op.cit., p. 166.

37. Gnolli, G., "Le Fravasi e l'imortalitá", In: La Mort et les morts dans la Sociétes Ancienne, op.cit. pp. 341-7. Ver também Soderblon, V. "Les Fravashis: Etude sur les traces dans les mazdéisme d'unne ancienne con­ception sur la survivance des morts", I RHR, 1899, pp. 229-60.

38. Breuil, P., op.cit., pp. 84-6, 175-9.

39. Chouraqui, A., op.cit., pp.218-220 Histoire du Judais­me, Paris, PUF, 1981. Rosemberg, R.A., The Concise Guide to Judaism: History, Practice and Faith., NY, Penguin Books, 1990.

40. Adriani, M., op.cit., pp.95-9. Eliade, M., op.cit., pp.36-6.

41. Eliade, M., op.cit., pp.196-8.

42. Chouraqui, A., op.cit., p.221. Eliade, M., "As Prova­ções do Judaísmo", op.cit., p.32.

43. Eliade, M., Tratado Geral de História das Religiões. Lisboa, Clássica, 1977.

44. Uma importante seita apocalíptica do mesmo período era a dos essênios, Laperrosas, E.M., Os Manuscritos do Mar Morto, SP, Cultrix, 1983, pp.166-8.

45. Eliade, M., "O Nascimento do Cristianismo" In: Histó­ria das Idéias e Crenças Religiosas, RJ, Zahar, 1983, Tomo II, vol 2, p.105.

46. Rohmer, J., "Jesus e o Novo Testamento" In: Testa­mento: Os Textos Sagrados Através da História", SP, Melhoramentos, 1981, p.149.

47. Eliade, M., op.cit., p.119.

48. Sobre esta questão ver: a) Rohde, E., Psyche The Cult of Souls and Belief in Imortality Among the Greeks, op.cit., pp.45-65. b) Notas de La Sainte Bible, edição de 1973 publicada pela École Biblique de Jerusalém pe­las Editions do Cerf, Paris. c) Detienne, M., "Demônios" In: Mythos/Logos, op.cit., pp.45-57.

49. Ariès, P., O Homem diante da Morte, Mira-Sintra, Publ. Europa-América, 1988, p.34.

50. Mancinelli, F., Catacumbas e Basílicas - Los Primeiros Cristianos em Roma, Scala, Firenze, 1981, p.22. Temas como os mitos de Eros e Psiquê, Orfeu, Hermes- o bom pastor, fazem parte das catacumbas cristãs dos séculos I à III d.C. Ver também Donini, op.cit., p.181.

51. Eliade, op.cit., p.182.

52. Brown, P., "A Antiguidade Tardia" In:História da Vida Privada, SP, Cia das Letras, 1991, Vol I, pp.272-3.

53. Ariès, op.cit., pp.42-3.

54. Voragine, J., La légende dorée, Paris, Garnier- Flammarion, 1967, Tomoll, p.12 e segs, In: Ariès, op.cit., pp.35-6.

55. Ver as seguintes obras: a) Le Goff, J., El Nascimiento del Purgatorio, Madrid, Taurus, 1981, pp.18, 69-80. b) Lévêque, P., O Mundo Helenístico, Lisboa, Ed, 70, 1988, pp.123-148. c) Eliade, op.cit., pp.42-71. d) Si­mon e Benoit, Judaísmo e Cristianismo Antigo, SP, Pio­neira/Edusp, 1987, pp.237-43.

56. Le Goff, El Nascimiento del Purgatorio, p. 66. Sobre o "Martírio de Santa Perpétua e Felicidade" vale dizer que Perpétua tinha 22 anos e era filha de um nobre não cristão, processada em Cartago, condenada, primeira­mente às feras e depois aos golpes dos gladiadores. Cf. Donini, citado, p. 157.

57. Idem, Ibidem, p. 68.

58. Eliade, M., citado, pp. 60-3.

59. Le Goff, El Nacimiento (...), pp. 74-5.

60. Eliade, M., citado, pp. 56-9.

61. Le Goff, citado, p. 92.

62. Idem, Ibidem, p. 114

63. Eliade, M., citado, p. 70.

64. Brown, P., The cult of the Saints, Its Rise and Func­tion in Latin Christianity, Univ. of Chicago Press, Chicago, 1980.

65. Le Goff, El Nascimiento..., citado, pp. 178-204.

66. Estamos em período em que o desprezo pelo corpo está perdendo terreno. As ordens religiosas e a Igreja do período incentivavam os enterros de leigos nas Igrejas e cemitérios, espaços que eram anteriormente reserva­dos aos religiosos. As Igrejas e Catedrais converte­ram-se nos espaços das devoções compartilhadas por mortos e vivos, dos sepultamentos em favor da história e da memória cristãs.

67. Le Goff, J., citado, pp. 268-9, 335-8.

68. Sobre uma nova ontologia da alma, ver Eliade, M., O sagrado e o Profano, A Essência das Religiões, Lisboa, Livros do Brasil, 1981, pp.187-8.

69. Le Goff, citado, pp. 121-2.

70. Idem, Ibidem, p. 337.

71. Idem, Ibidem, p. 411.



72. Cohn, N., Na Senda do Milênio, Lisboa, Presença, 1980, p. 23. O movimento das Cruzadas manterá, junto com as heresias milenaristas, o caráter escatológico, o sen­tido de cumprimento do Tempo e a conquista da Cidade Sagrada, materializada e simbolizada por Jerusalém.
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CAPÍTULO 3

Catálogo: ~elmoura
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