Capítulo 40 Guías para el manejo de la nutrición parenteral Autores



Baixar 190.17 Kb.
Página5/6
Encontro19.07.2016
Tamanho190.17 Kb.
1   2   3   4   5   6

proteína ingerida (g/24h) - uréia urinária (g/24h) + 4*


6,25 2,14

* valor estimado das perdas nitrogenadas extra-urinárias, deve ser utilizado apenas em adolescentes. Em crianças menores utilizar o normograma de Wilmore (22). Esta estimativa deve ser feita na ausência de diarréia ou perdas anormais.



  • Avalia a adequação da oferta protéica e o grau de hipercatabolismo.

  • É necessário dosagem volume urinário de 24h

O balanço nitrogenado não informa sobre as reservas de proteínas do organismo, refletindo apenas o metabolismo e a ingestão de proteínas no período de 24h. O objetivo da terapia nutricional é obter um balanço nitrogenado positivo como reflexo do anabolismo. Se estiver negativo, pode ser devido à ingestão insuficiente de proteínas, ao hipercatabolismo ou a perdas não mensuradas (queimaduras extensas, doença renal, diarréia, enteropatia perdedora de proteínas).


Referências Bibliográficas:

  1. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Disponível em: www. anvisa.gov.br. Legislação em vigilância sanitária. Portaria no. 272/MS/SNVS, de 8 de abril de 1998.

  2. A.S.P.E.N. Board of Directors - Guidelines for the use of Parenteral and Enteral Nutrition in Adult and Pediatric Patients. JPEN 2002; 26suppl:25SA-26SA.

  3. A.S.P.E.N. American Society for Parenteral and Enteral Nutrition. Corkins MR (ed). Pediatric Nutrition Support Handbook. ASPEN, 2011. Chapter 4: 92-9.

  4. A.S.P.E.N. Nutrition Support Core Curriculum: A case-based approach – the adult patient. American Society for Parenteral and Enteral Nutrition 2007. Overview of Parenteral Nutrition. Cap 14. P. 264-76.

  5. Benjamin DR. Laboratory tests and nutritional assessment: Protein-energy status. Ped Clin North Am 1989; 36:139-61.

  6. Carpentier YA, Simoens C, Siderova V, et al. Recent developments in lipid emulsions: relevance to intensive care. Nutrition 1997;13(Suppl):S73-8

  7. Greene HL, Hambidge KM, Achanler R et al. Guidelines for the use of vitamins, trace elements, calcium, magnesium, and phosphorus in infants and children receiving total parenteral nutrition: report of the Subcommittee on Clinical Practice Issues of The American Societyror Clinical Nutrition. Am J Clin Nutr 1988, 48:1324-1342.

  8. Guidelines on pediatric parenteral nutrition. J Ped Gastroenterol Nutr 2005; 41:S19–S27.

  9. Hardy G, Menendez AM, Manzanares W. Trace element supplementation in parenteral nutrition: Pharmacy, posology, and monitoring guidance. Nutrition 2009; 25:1073-84.

  10. Holliday MA & Seger WE. The maintenance need for water in parenteral fluid therapy. Pediatrics 1957; 19:823-32.

  11. Koletzko B, Göbel Y, Engelsberger I et al. Parenteral feeding of preterm infants with fat emulsions based on soybean and olive oils: effects on plasma phospholipid fatty acids. Clin Nutr 1998; 17(suppl):25.

  12. Kreymann G, Adolph M, Druml W, Jauch KW, Working group for developing the guidelines for parenteral nutrition of The German Association for Nutritional Medicine. Intensive medicine – Guidelines on Parenteral Nutrition, Chapter 14. GMS Ger Med Sci. 2009;7:Doc14.

  13. Lima LF, Leite HP, Taddei JA. Low blood thiamine concentrations in children upon admission to the intensive care unit: risk factors and prognostic significance. Am J Clin Nutr 2011;93:57–61.

  14. Lyman B, Colombo JM & Gamis JL. Implementation of the Plan. In: Corkins MR (ed) The A.S.P.E.N. Pediatric Nutrition Support Core Curriculum. Silver Spring, MD. American Society of Parenteral and Enteral Nutrition, 2010: pp.448-59.

  15. Nieman Carney L, Cohen SS, Dean A, Yanni C, Markowitz G. Parenteral and Enteral Nutrition Support: Determining the best way to feed. In: Corkins MR (ed) The A.S.P.E.N. Pediatric Nutrition Support Core Curriculum. American Society of Parenteral and Enteral Nutrition, 2010: pp.460-76.

  16. Pereira da Silva L, Virella D, Henriques G et al. A simple equation to estimate the osmolarity of neonatal parenteral nutrition solutions. JPEN 2004;28:34-7.

  17. Pertkiewicz M, Szczygiel B, Sobotka L, Dudrick SJ. Basics in clinical nutrition: Composition of nutritional admixtures and formulas for parenteral nutrition. European e-journal of Clinical Nutrition and Metabolism 2009; 4:e161-3.

  18. Seashore JH. Nutritional support of children in the Intensive Care Unit. The Yale J Biology Med 1984; 57: 111-134.

  19. Shils ME, Olson JA, Shike M, Ross Ac. Tratado de Nutrição Moderna na Saúde e na Doença. Tradução. Williams & Wilkins. 9ª. Ed. p 1777-810.

  20. Szeszycki E, Cruse W, Strup M. Evaluation and monitoring of pediatric patients receiveing specialized nutrition support. In: Corkins MR (ed) The A.S.P.E.N. Pediatric Nutrition Support Core Curriculum. American Society of Parenteral and Enteral Nutrition, 2010: pp.460-76.

  21. Task Force for the Revision of Safe Practice for Parenteral Nutrition. Mirtallo M, Canada T, Johnson D, Kumpf V, Petersen C, Sacks G, Seres D, Guenter P. Safe Practices for Parenteral Nutrition. J Parenteral and Enteral Nutrition 2004; 28:S39-S70.

  22. Wilmore DW. The Metabolic Management of the Critically Ill. Plenun Publishing Corporation, New York. 1980, 262p

Tabela 40.1 – Parâmetros para avaliar a adequação do volume da Nutrição Parenteral



PARÂMETROS

DESIDRATAÇÃO

SOBRECARGA HÍDRICA

Alteração de Peso: real X líquido

Rápida  peso

Rápido  peso

Ganhos: fluidos IV, NP, NE, hemoderivados, medicações.

Total de ingestão < total de perdas

Total de ingestão > total de perdas

Perdas: urina, gástrico, fezes, bile, drenos, ferimentos, pele

Redução do débito urinário.

Urina escura.



Aumento do débito urinário em pacientes com função renal e hepática normais.

Laboratório

 Uréia, sódio,  osmolaridade plasmática,  densidade urinária,  hemoglobina,  albumina.

 Sódio,  osmolaridade plasmática,  densidade urinária,  hemoglobina,  albumina.

Sinais vitais

 Frequência cardíaca

 Perdas com febre



 Frequência respiratória

Medicações

Uso de diuréticos ou aumento da dose.

Retenção hídrica com uso de esteróides ou excesso de administração de sódio.

Exame físico

Sede, lábios ressecados, mucosas secas, pele seca, cefaléia, tontura.

Edema periférico, facial e palpebral,  perímetro abdominal, respiração curta.

Modificado de Szeszycki E, Cruse W, Strup M. Evaluation and monitoring of pediatric patients receiveing specialized nutrition support. In: Corkins MR (ed) The A.S.P.E.N. Pediatric Nutrition Support Core Curriculum. American Society of Parenteral and Enteral Nutrition, 2010: pp.460-76 (20).

Tabela 40.2 - Necessidades hídricas basais



PESO CORPÓREO (kg)

NECESSIDADE HÍDRICA (ml/kg/dia)

até 10kg

100 ml/kg /dia

De 11 a 20kg

1000 ml + 50 ml/kg acima de 10kg

Acima de 20kg

1500 ml + 20 ml/kg acima de 20kg

Modificado de Holliday MA & Seger WE. The maintenance need for water in parenteral fluid therapy. Pediatrics 1957; 19:823-32 (10).

Tabela 40.3 - Necessidade hídrica dos recém-nascidos



TEMPO DE VIDA

PRÉ-TERMO

TERMO

1 dia

60 - 70 ml/kg

70 ml/kg

2 dias

80 - 90 ml/kg

70 ml/kg

3 dias

100 - 110 ml/kg

80 ml/kg

4 dias

120 - 140 ml/kg

80 ml/kg

5 dias

125 - 150 ml/kg

90 ml/kg

de 1 semana a 30 dias

150 ml/kg

120ml/kg

Tabela 40.4 - Necessidades estimadas de energia segundo a faixa etária

Idade

Kcal/peso corpóreo

0-1

90-120

1-7

75-90

7-12

60-75

12-18

30-60

>18

25-30

A.S.P.E.N. Board of Directors - Guidelines for the use of Parenteral and

Enteral Nutrition in Adult and Pediatric Patients. JPEN 2002; 26suppl:25SA-26SA (2).


Tabela 40. 5 – Recomendações para início e progressão da Nutrição Parenteral

INÍCIO

PROGRESSÃO

OBJETIVO FINAL

Lactentes

(<1 ano)

Pré-termo

Termo

Pré-termo

Termo

Pré-termo

Termo

Proteína (g/kg/dia)

1,5 a 3

1,5 a 3

1

1

3 a 4

2 a 3

Carboidrato (mg/kg/min)

5 a 7

6 a 8

1 a 2,5%

dextrose/dia



1 a 2 ou

2,5 a 5% dextrose/dia



8 a 12

(Máx.:14 a 18)



12

(Máx.: 14 a 18)



Lipídios (g/kg/dia)

1 a 2

1 a 2

0,5 a 1

0,5 a 1

3 a 3,5 (Máx.:0,17g/kg/h)

3

(Máx.:0,15g/kg/h)



Crianças

(1 a 10 anos)










Proteína (g/kg/dia)

1 a 2


1

1,5 a 3

Carboidrato (mg/kg/min)

10% dextrose

5% dextrose

8 - 10

Lipídios (g/kg/dia)

1 a 2

0,5 a 1

2 a 3

Adolescentes










Proteína (g/kg/dia)

0,8 a 1,5

1

0,8 a 2,5

Carboidrato (mg/kg/min)

3,5 ou 10% de dextrose

1 a 2 ou 5% de dextrose

5 a 6

Lipídios (g/kg/dia)

1

1

1 a 2,5

Modificado de Nieman Carney L, Cohen SS, Dean A, Yanni C, Markowitz G. Parenteral and Enteral Nutrition Support: Determining the best way to feed. In: Corkins MR (ed) The A.S.P.E.N. Pediatric Nutrition Support Core Curriculum. American Society of Parenteral and Enteral Nutrition, 2010: pp.460-76 (16).

Tabela 40.6 - Principais características das proteínas plasmáticas ­



Proteína

Meia-vida

Uso clínico

Limitações

Albumina

18-20 dias

Prognóstico

Grau de desnutrição



Hidratação, inflamação,

doença renal ou hepática



Transferrina

8-9 dias

Nenhum

Hidratação, inflamação,

doença hepática

alt. do metabolismo do Ferro


Pré-albumina

2 dias

Prognóstico

Monitoramento nutricional




Hidratação, inflamação,

doença renal ou hepática,

uso de corticosteróide


Proteína C reativa

8-12 h

Prognóstico

Indicador de infecção bacteriana, monitor de resposta inflamatória



É um reagente de fase aguda, não tem valor no diagnóstico nutricional, serve como contra-prova para as demais proteínas plasmáticas.

Fibronectina

12 h

Monitoramento nutricional

Inflamação, valores de referência não estabelecidos

Proteína ligada

ao retinol

4-24 h

Monitoramento nutricional

Hidratação, inflamação,

doença renal ou hepática,

def. de Vitamina A e Zinco


Modificado de Benjamin DR. Laboratory tests and nutritional assessment: Protein-energy status. Ped Clin North Am 1989; 36:139-161 (5).

Tabela 40.7 - Necessidades diárias de eletrólitos considerando pacientes normais



Eletrólito

Neonatos

Lactentes/Crianças

Adolescentes e Crianças > 50Kg

Sódio

2-5 mEq/kg

2-5 mEq/kg

1-2 mEq/kg

Potássio

2-4 mEq/kg

2-4 mEq/kg

1-2 mEq/kg

Cálcio

2-4 mEq/kg

0,5-4 mEq/kg

10-20 mEq

Fósforo

1-2 mmol/kg

0.5-2 mmol/kg

10-40 mmol

Magnésio

0.3-0.5 mEq/kg

0.3-0.5 mEq/kg

10-30 mEq

Acetato

o necessário para manutenção do equilíbrio ácido-básico

Cloreto

o necessário para manutenção do equilíbrio ácido-básico

Fontes: ASPEN 2011; Chapter 4: 92-9 e JPEN 2004; 28(6): S39-S70 (3,21).
Tabela 40.8 - Quantidades diárias recomendadas de Cálcio, Fósforo e Magnésio

Nutriente RN P T RN T Crianças maiores

(mg/L)

Cálcio 500-600 500-600 200-400



1   2   3   4   5   6


©principo.org 2016
enviar mensagem

    Página principal