Características



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Pré-Modernismo


  • É um movimento literário tipicamente brasileiro

  • Período anterior à Semana de Arte Moderna, 1922

  • Ainda possuíam algumas características do Parnasianismo, Realismo e Naturalismo

  • Obra de inicio: Os Sertões de Euclides Cunha


Características:

  • Busca por uma linguagem mais simples e coloquial

  • Análise do brasileiro para brasileiros – compreender a terra e o povo

  • Denúncias da realidade brasileira – críticas a nobreza e ascendente burguesia que não viam o Brasil como ele era

  • Ruptura com o passado

  • Regionalismo

  • Tipos humanos marginalizados


Autores:

  • Euclides Cunha – Os Sertões – Guerra e Messianismo em Canudos, na Baía

  • Lima Barreto – O triste fim de Policarpo e Quaresma – populações suburbanas do Rio de Janeiro

  • Monteiro Lobato – vida do caboclo no decadente Vale do Paraíba

  • Graça Aranha – Canaã – imigração alemã no Espírito Santo e como o Brasil era uma salvação daquela Europa em crise

  • Augusto dos Anjos – somente poeta – foge ao interesse social


Euclides Cunha

Foi enviado pelo jornal de São Paulo para relatar o que acontecia na Guerra de Canudos (as últimas 3 semanas). Durante a Guerra, os sertanejos foram resistindo até que o governo federal mandou 5000 homens armados para ir até lá com canhões e fuzis para acabar com esses sertanejos pobres e marginalizados. Foi uma das maiores guerras dentro do país.

 brasileiros matando brasileiros

O autor era geólogo, historiador, escritor, engenheiro, repórter


Os Sertões

Mistura de literatura e história

Importante para o estudo da história do Brasil – retrato histórico

Obra com grande uso de linguagem erudita




  • A terra: a caatinga

    • Não atrai o homem - o repulsa

    • Estende eternamente

    • Flora agonizante e torturante – seca, espinhos, retorcidas, torturadas

    • A terra é inóspita – não é acolhedora

    • Ninguém gostaria de viver lá, mas os sertanejos vivem

    • Os sertanejos foram levados até lá por um messias, um sacerdote – Antônio Conselheiro. Eles, pobres, mortos de fome, o seguiram e formaram na região a segunda maior cidade da Baía (Salvador era a maior), Canudos. Eles logo começaram a incomodar o governo e a Igreja, e viviam lá em condições miseráveis, atrasadas, isoladas do Brasil.

    • Sebastianismo




  • O homem: o sertanejo

    • “O sertanejo é antes de tudo, um forte”

    • Conflito entre a essência do sertanejo e sua aparência

    • Eugenia  crítica a miscigenação: sertanejos não têm a fraqueza dos mestiços do litoral, pois eram isolados – não se misturaram – “Não tem o raquitismo exaustivo dos mestiços neurastênicos do litoral”

    • Em sua aparência o sertanejo para fraco e feio, mas por dentro ele é forte

    • Quasimodo X Hércules

    • Membros tortos, e desarticulados, andar cambaio, gingando, abatido, magro, cansado, e quieto

    • Quando precisa transfigura-se, utiliza as energias adormecidas, fica com a cabeça e o corpo firme, o olhar forte: um Titã dominador, potente e ágil

    • O sertanejo ficou assim por causa do determinismo (meio, história e raça) para que conseguisse sobreviver à caatinga

    • Por isso que eles conseguiram resistir tanto tempo às forças militares




  • A luta: A Guerra de Canudos

    • “inimigo mais sério a combater, em guerra mais demorada e digna”

    • A guerra mais digna que justificaria todo aquele esforço e avanço pela Caatinga, seria incorporar a cultura, a sociedade, a política brasileira à todos aqueles sertanejos miseráveis, ou seja, levar o progresso para aquelas pessoas pobres e atrasadas. Para que assim eles também evoluíssem.

    • Integrar sertanejos analfabetos ao progresso do litoral

    • O fanatismo religioso também foi umas das causas da guerra

    • O descaso político, o isolamento geográfico, a marginalização levaram também à guerra

Claro que essa é a visão do autor, mas é importante levar em consideração os aspectos econômicos, uma vez que Canudos era uma cidade com uma população muito grande, que viviam em um estado quase que comunista de partilha. Eles não cobravam nem pagavam impostos, o que incomodava as autoridades políticas. Ao mesmo tempo, a Igreja não recebia doações, uma vez que os sertanejos só ouviam as pregações de Antônio Conselheiro.


Lima Barreto

  • 1eiro escritos moderno

  • Buscava descoelhizar a linguagem brasileira (Coelho era um Parnasiano e como os Parnasianos possuía aquela linguagem complicada e inacessível) – torná-la acessível

  • Inovação lingüística e literária – considerado muitas vezes relaxado com o uso dessa linguagem acessível

  • 1eiro escritor mulato depois da abolição da escravidão – vida cheia de frustrações

  • Pobre, teve que sustentar sua família – não fazia questão de se vestir bem

  • Difícil delimitar em suas obras a barreira entre a ficção e a realidade

  • Sofreu com o preconceito – decorrente em suas obras

  • Ao ver a Princesa Isabel abolir a escravidão e deixar os negros se virarem – decidiu escrever sobre os grupos marginalizados

  • Retrata em suas obras os subúrbios cariocas

  • Teve muitas dificuldade para publicas as suas obras e era alcoólatra

  • Foi internado duas vezes – alucinava por causa da bebida – escreveu sobre essas experiências

  • Com o apoio de Monteiro Lobato, publicou sua obra prima:


O triste fim de Policarpo e Quaresma

Retrata a vida de uma major somente de patente, Policarpo Quaresma. Muito metódico, a personagem buscou estudar o Brasil de modo a ressaltá-lo como o melhor país do mundo.


3 partes:


  • Tupi (nacionalismo exacerbado (exagerado) e ingênuo

Policarpo possuía extrema aversão a tudo que não fosse brasileiro, até mesmo a língua portuguesa. Ele se recusava a comprar produtos que viessem de fora, ouvir música ou instrumentos de fora (quis aprender a tocar o violão). Ele buscou então, aprender o tupi, considerando-a a verdadeira língua brasileira. Ele fica extremamente viciado com essa cultura (até recebe sua sobrinha Olga, como índios à receberiam) e acaba enlouquecendo. Ele então é internado por 6 meses. Ele sai extremamente desencorajado e vai para seu sítio, segundo recomendação de sua sobrinha.




  • No “Sossego” - o sonho agrícola de viver somente da terra

Nesse tempo, buscou viver somente da terra, sem o uso de insumos químicos ou fertilizantes. Mas ele acabou encontrando problemas no interior tanto com o governo local que não o auxiliava, como com sua plantação que não dava certo. No fim, sua produção é comida por formigas saúvas.


Sem muito sucesso, Quaresma faz um Dossiê explicando o que era a vida de um agricultor e mandou-o para o presidente do Brasil, Marechal Floriano Peixoto.
O presidente o via como um sonhador, ingênuo, visionário e o ignora.
Policarpo Quaresma seria uma personagem quixotesca – um velho sonhador (quase que maluco), que vê coisas onde não há. Ele sempre vai em frente, continua com suas missões, mas acaba sendo motivo de riso.
Começa então uma revolta, onde a marinha se revolta para tentar tirar o presidente do poder.


  • Marechal Floriano Peixoto – A Revolta Armada (Esquadra)

O presidente convoca os marechais, entre eles o Quaresma, que fica muito feliz em poder salvar a sua pátria. Eles vencem, e os prisioneiros são mandados para a Ilha das Cobras, onde são fuzilados sem terem seus direitos resguardados. Horrorizado com esses brasileiros matando brasileiros, Quaresma escreve ao presidente expressando seus sentimentos em relação ao que presenciara trabalhando como carcereiro na ilha.

Vendo Quaresma como um traidor, contrário ao governo o presidente manda o prenderem e na Ilha das Cobras, Quaresma também é fuzilado. Durante o tempo em que ficou preso Quaresma chega à conclusão de que não fez nada durante sua vida. Que todos aqueles anos buscando estudar a pátria para buscar melhorá-la não lhe retribuíram em nada, a não ser fazer com que ele vivesse sem brincar, gozar, e experimentar. Ele buscou a pátria como companhia e no fim ficou sem satisfação alguma. Floriano atribui sua prisão à pátria que não lhe retribuiu, e a guerra ao povo brasileiro que matou sem solidariedade.

Mesmo fazendo uma autocrítica, Quaresma ainda enxerga a República como melhor sistema para o Brasil e ainda vê o presidente como um herói, uma vez que não o culpa. Ele não deixa em momento algum de ser um sonhador ingênuo.

O mais patriota dos brasileiros tem seu triste fim, cheiro de decepções e insatisfeito.
O autor então crítica o autoritarismo militar, o nacionalismo ufanista e ingênuo. Ele crítica a vida social dos subúrbios cariocas:
Ricardo: professor de violão – instrumento considerado brasileiro

Ismênia: a mulher que ao ser abandonada pelo marido se mata, e é enterrada com o vestido de noiva

Olga: a emancipada que só desejava se casar para poder frequentar os ambientes sociais

Adelaide: a dona de casa


Monteiro Lobato

  • Contra o conhecimento pelo conhecimento – o conhecimento precisa ter uma praticidade, uma função

  • Conhecimento não pode ser motivo de ser pedante

  • Retrata o Vale do Paraíba Paulista

  • 1eiro grande editor do Brasil – 1eira editora de sucesso

  • Havia diferentes Lobatos: o criador de Urupês e de Jeca-Tatu, o industrial, o criador do Sítio do Pica Pau Amarelo para crianças, o editor.

Lobato nasceu em Taubaté, no interior de São Paulo. Ele sempre foi muito independente. Desde a faculdade já fazia parte de um grupo que se reuniam para discutir política, filosofia, sociologia  os novos tempos que iriam surgir. Um homem muito culto, estudou diversos pensadores. Ele chegou a trabalhar como tradutor, escritor de jornal e desenhista. Passou um tempo trabalhando numa fazendo, onde teve contato com os trabalhadores que não possuíam respeito algum pela natureza. Criou Urupês com o Jeca Tatu – o caipira indolente que seguia a lei do menor esforço. Ele fez grande sucesso com e essa obra, mas foi forçado a vender sua fazenda com a crise cafeeira.

Ele escreveu sobre a língua – queria uma língua do povo, uma língua brasileira culta, sem estrangeirismo ou caipirismo. Acreditava que o nosso folclore influenciava imensamente quem o povo brasileiro era.
Lobato sempre foi de vanguarda, avançado para sua época – a linguagem e a arte devem ser objetivas para serem compreendidas por todos
Como editor foi revolucionário – mudou o modo como livros eram vendidos. Negociou com comerciantes de todos os tipos para que eles vendessem seus livros e fez grande propaganda para aumentar o público leitor e popularizar a leitura. Com ilustrações e cores as capas dos livros de Lobato se destacavam. A editora precisou fechar por motivos econômicos, mas ele abriu uma nova em que traduziam várias obras para que ficassem mais próximos do estrangeiro.
Criador da literatura infantil com Sítio do Pica Pau amarelo –personagens que faziam parte da realidade que as crianças viviam. Somente começou a escrever para crianças quando se cansou de escrever sobre uma política de adultos que não mudavam. Talvez as crianças conseguiriam mudar o Brasil. Conciliava e contextualizava o folclore com o cotidiano – estimulando a imaginação das crianças.
AS idéias de Lobato a favor da individualidade e contra a mediocridade eram expressas em suas obras.
Atuou na política como diplomata, sugeriu ao governo mudanças renovadoras – queria que o Brasil chegasse ao nível dos EUA e isso só seria possível com o petróleo e o ferro.

Nacionalista, ele queria que o país enriquecesse e não ele mesmo.


Ele foi preso por se expressar contra o governo de Getúlio Vargas e falava que a vida na prisão era boa, pois pelo menos as pessoas lá dentro eram melhores que as de fora. Sempre protestou a favor da liberdade de expressão – governo Dutra. Faleceu sem arrependimentos, falando que sua vida valeu a pena.
Urupês – Jeca-Tatu

- as limitações do brasileiro em relação a sua realidade humana


Jaca-Tatu era um piraquara do Paraíba que andava descalço, com poucas roupas, sempre acocorado (agachado) por causa da preguiça. Ele vivia no campo em meio aos animais, e aos vermes. Os caipiras como Jeca eram parasitas na região do Paraíba.

Possuíam dificuldades de se comunicar, eram fracos e preguiçosos.


Ele segue sempre a Lei do menor esforço

  • Como mercador somente vender as coisas da natureza – aquelas que somente é preciso colher pronta

  • Ele não produz nada, apenas vender o que consegue sem esforço  justifica isso falando que a terra não é sua, que o mato tem frutas prontas, que os bichos comem os vegetais...

  • Sua habitação é rudimentar – sem mobília, sem talher,

  • Segundo sua filosofia, nada vale a pena em termos de esforço – comodidades de nada sevem se podemos viver sem elas – para que gastar energia mudando se viviam bem daquele jeito

  • Indolente: era por causa de pessoas assim que o Brasil estava atrasado culturalmente

  • Oposto do herói romântico – nacionalismo critico

Mais tarde Lobato escreveu outra obra em que não culpa mais a característica dos caipiras preguiçosos nas sua genética, mas sim na falta de acesso a saúde e educação, produto de um governo ineficiente.



Augusto dos Anjos

Poesia

Forma: Parnasiana

Tema/Conteúdo: Simbolista (os anseios e angústias existenciais) e Cientificista


  • Desengonçado e desajeitado, morreu muito cedo (30 anos)

  • Possuía um desapego pela vida, que não lhe deu nada

  • Ateu extremo – homens são apenas matéria que no fim serão comidos pelos vermes

  • Publicou um único livro: Eu

  • Foi um dos primeiros poetas a utilizar vocabulário não poético – não elevado e nobre como era antes

  • Acreditava que as pessoas precisavam saber que os seres humanos não eram nobres

  • Utilizava palavras como: vermes, purificação, prostitutas, sangue, morte, urubus,

  • Palavras cientificas como: amoníaco, carbono, hipergênese, hipocondríacos  ciências e biologia

  • Utilizava também palavras do cotidiano

  • Da enfoque na fragilidade do homem e que a morte será um fim mórbido e não nobre

  • Os poemas dele são em certa parte universais porque tratam todos como matéria que um dia vai ser decomposta

  • Mas ele muitas vezes deixa de ser universalista, ao especificar o que acredita que acontece depois da morte

  • Ele é simbolista ao analisar o anseios e angústias existências

  • É naturalista com essa maneira cientifica de analisar e de ver os outros


Versos Íntimos

  • Extremamente pessimista, fala para as pessoas que elas são sozinhas

  • Que elas tem que se acostumar com uma vida miserável e suja

  • O determinismo fará com que os homens virem feras para sobreviver

  • As pessoas não são confiáveis, elas vai agir segundo seus próprios interesses

  • Temos que ficar preparados para isso

  • O conselho: se afaste das pessoas porque elas vão somente te trair, não confie nelas

  • Acorde para a realidade, se não quiser morrer – Antes cair das nuvens, do que do terceiro andas


Psicologia de um vencido

  • Eu sou apenas matéria

  • Desde a minha formação não tive sorte

  • O mundo lhe provoca extrema repugnância

  • E no fim, os vermes que comem a vida em geral, vão comer o meu cadáver, deixando apenas na terra fria, os cabelos


Modernismo em Portugal
1915 – séc. XX – Portugal

O modernismo tem inicio com a Revista Orpheu



Portugal com:

  • Intensas mudanças políticas e culturais

  • Fim da monarquia

  • Efeitos da 1eira Guerra Mundial

  • Retorno do sentimento nacionalista

  • Influências das correntes de vanguarda


Fernando Pessoa – tão grande quanto Camões na literatura portuguesa

Órfão de pai aos 5 anos, foi morar com a mãe e o padrasto na África do Sul.

Fernando Pessoa desde pequeno criava personagens e assim criou quando adulto, heterônimos, que são manifestações contraditórias que coexistiam dentro dele.
Heterônimos de Pessoa: criação de outros autores (ele escrevia por eles)

Conceber várias entidades poéticas com biografia, traços físicos, profissão, ideologia e estilos próprios.


Pessoa teve dezenas de heterônimos entre eles:
Alberto Caeiro  o mestre de todos os heterônimos e do próprio autor

  • Sensacionismo – compreender o mundo através das sensações

  • “Há metafísica bastante em não pensar em nada”

  • Não teve estudos próprios – extrai seus pensamentos de seu contato direto com a natureza

  • Contrário à metafísica – estar são é não pensar nas questões profundas da vida, como a existência

  • O homem complicou muito as coisas com a metafísica e as outras filosofias

  • É preciso sentir a vida, e não pensar ou questionar sobre ela

  • É pelas sensações que se vai compreender o mundo e não pelas indagações

  • Pensar sobre a existência não trará felicidade alguma

  • “O único sentido único das coisas é elas não terem sentido intimo algum”

  • Meio pagão

  • Vivia num ambiente bucólico que lhe fornecia tudo que precisava – um aldeia

  • Possuía uma visão Panteísta – não acreditava num deus pessoa porque nunca o tinha visto

  • Defende a simplicidade da vida

  • E as sensações são o único meio válido para obtenção do conhecimento

  • Sensações captadas por todos os órgãos – principalmente a visão

  • Para ele as coisas que sente e vê com seus órgãos são sempre as mais belas

  • Para saber fazer tudo isso é necessário “uma aprendizagem e desaprender”

  • Caeiro vive integrado à natureza, e vive somente o presente

  • Sua postura é sem subjetivismo e idealizações e procura ver o real na sua simplicidade

  • Sem mistérios presente na imaginação do homem

  • Seus poemas não possuem rimas e a metrificação é irregular – forma condiz com o pensamento do autor de simplicidade. Um texto elaborado precisa de um pensamento artificial – algo que para um poeta natural não deve existir uma vez que a natureza não é regular

  • Cores, perfumes, não existem por si próprios eles existem apenas a partir de associações a outros seres – eles existem em função de algo palpável.


Metafísica – parte mais central da filosofia que busca os princípios e as causas fundamentais de tudo, tratando de questões que, em geral, não poder ser confirmadas por experiências diretas.
Panteísmo – crença que Deus e todo o universo são uma única e mesma coisa e que Deus não existe como um espírito separado. Deus se manifesta em suas criações – nas flores, nas arvores, em tudo que é visível e sentido.


  • Ele ama o que vê, e pensa sentindo




Ricardo Reis –

  • Compreendendo o mundo pela razão

  • Educado por jesuítas – educação clássica

  • Exilado no Brasil – extremamente monarquista, não conseguia viver sem a monarquia

  • Extremamente pagão – deuses gregos

  • Como outros poetas neoclássicos também acreditava em Jesus Cristo - mas esse está ao mesmo nível de todos os outros deuses, nem mais nem menos importante

  • Odeia todos os outros que só acreditam em Cristo

  • Deuses são indiferentes à nossa dor e nossos problemas. Cristo é o Deus solidário.

  • Prima pela razão – busca pelo equilíbrio

  • Era EPICURSITA: de Epicuro, filosofo grego que desconfiava da felicidade extrema e por isso a evitava ou a controlava com a razão

  • Controlar as emoções e os desejos para nunca chegar aos extremos, nem de felicidade, nem de sofrimento, pois a vida deve ser equilibrada, para um dia chegarmos ao nosso fim.

  • Fala que devemos buscar o mínimo de dor e gozo – razão controlando as emoções

  • Devemos levar as nossas vidas com equilíbrio

  • Devemos levar para a morte apenas as coisas vagas, breves, os volúveis instantes e as boas lembranças

  • Utilização de um vocabulário um pouco mais elaborado que o de Caeiro

  • A vida é bela, mais é efêmera

  • A fatalidade da vida é a morte – e seremos levados ao Reino de Hades

  • Os relacionamento devem ser moderados e rápidos, sem exageros e intensidades

  • A morte é vista como o fim de um caminho se levarmos uma vida equilibrada

  • Utilização da mitologia pagã e do conceito de universalismo

  • A forma condiz com os pensamentos dele, pois é uma forma perfeita e equilibrada com metrificação e versificação regulares

  • A rosa é sinônimo de beleza e efemeridade – ele quer o belo não exagerado


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