Carta 389 Estado/Cidade



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Carta 526



Estado/Cidade: SP/São Paulo

Tipo de Texto: Carta de Redator

Título do Jornal: Diário Liberal

Data/Edição: São Paulo, quinta-feira, 04 de janeiro de 1886/Ano I, nº 243

Fonte/Cota: Arquivo do Estado de São Paulo, nº 22/130

Aos nossos assignantes || Pedimos aos nossos assignantes em atraso o favor de mandar satisfazer a importancia de suas assignaturas podendo-o fazer pelo correio, descontando a importancia do registro. || Ninguem ignora que a condição da assignatura é PAGAMENTO ADIANTADO, e não é portanto de estranhar-se este nosso pedido visto que sem o concurso de nossos amigos impossível é sustentar-se uma empresa jornalistica. || Esperamos com a maior brevidade a solução de tão justo pedido.




Carta 527



Estado/Cidade: SP/São Paulo

Tipo de Texto: Carta de Redator

Título do Jornal: O Holophote

Data/Edição: São Paulo, /Ano I, nº 01

Fonte/Cota: Arquivo do Estado de São Paulo, nº 22/130

Aos Nossos Amigos e ao Publico em Geral || Pela dacta do nosso primeiro reclame, notarão todos, que o Holophóte orgam da nossa caza, devia ter sahido no dia 1. de Janeiro — de facto, assim seria, se não fora a circumstancia imprevista de ter quebrado uma peça de nossa principal machina, obstando assim que nossos amigos dessem bôas gargalhadas no dia 1. de Janeiro, e ficassem sabendo o que temos para 1894 — Resolvemos pois, — dar hoje 6 de Janeiro, e dia de Reis, o nosso Holophóte — pedimos a todos maxima attenção para o cazo.




Carta 528



Estado/Cidade: SP/São Paulo

Tipo de Texto: Carta de Redator

Título do Jornal: A Opinião

Data/Edição: São Paulo, 01 de Setembro de 1889/Ano I, nº 05

Fonte/Cota: Arquivo do Estado de São Paulo, nº 22/130

Ao leitor || Vicente C. França Carvalho, o bom e distincto companheiro desde a fundação do nosso periodico, foi-se, deixando-nos sós, com os olhos embaciados de lagrimas, a traducção da saudade, que nos vai pelo coração. || Também deixou-nos Torquato Pinto Gonçalves, o nosso redactor. || Então, enluctados com a ausencia dos antigos companheiros, chamámos á nossa pequenina tenda de combate dous novos lidadores, duas novas intelligencias na lucta pelo saber e pelo amor á Patria. || São elles: Valdomiro Silveira e Ermeliano Leão, o bom collega, que já nos tem honrado com a sua collaboração. || Phase nova e promissora de felicidades — eis o que esperamos da sua boa companhia na redacção modesta d’ A Opinião.




Carta 529



Estado/Cidade: SP/São Paulo

Tipo de Texto: Carta de Redator

Título do Jornal: Correio Paulistano

Data/Edição: São Paulo, domingo, 15 de junho de 1890/Ano XXXVI, nº 10131

Fonte/Cota: Arquivo do Estado de São Paulo, nº 13/410

UMA REPARAÇÃO. || Tal é a epigraphe do primeiro artigo editoral do Estado de São Paulo, de hontem. || Na explicação dada pelo Correio e motivada pela divergência do illustre collega quanto á ultima parte do despacho em questão dissemos: || “Não ha governo, nem situação politica, mesmo de todo normal. Que dispensem, na propria imprensa amiga, certo agazalhado de intimo convivio, porque ainda não houve governo que descobrisse o meio de, para certos actos reservados, não exigir as reservas convenientes em bem do interesse geral. || Mas, si é o proprio collega a repetir “que o Estado de São Paulo” não era folha official” e considerava o governo - - “como qualquer particular” - - é claro que nestes seus conceitos e declarações se contem plenissima justificativa ao acto administrativo que impugna”. || Indo o collega destacado a primeiro periodo do segundo, que lhe é complementar e contem a illação a inferir-se das phrases que transcrevemos, evidentemente deixou nosso pensamento incompleto e assim exposto ás interpretações que deu, mas que não se compadecem com a nossa intenção, claramente expressa nos referidos periodos, acima reproduzidos. || Tinhamos aceitado o terreno unico ferido pelo Estado que assim se definiu: “não era folha official...e para suas publicações (do governo) fazia-o a tanto por linha, como qualquer particular”. || Dadas esses premissas, isto é, desde que a intimidade offerecida pelo governo não foi affagada e si não lhe franquearam mais que as relações administrativas da folha, como poderia o governo continuar nella sem constrangimentos? || Invocamos o alto criterio do preclaro collega que, com imparcialidade, não póde deixar de legitimar o acto do Governador, que, aliás, sempre soube por em relevo a dedicação e serviços que lembrou. || É, pois, de todo o ponto infundada a magua sentida, porque, nem o Correio, nem o Governador, se prezariam tão pouco a ponto de consentir em referencias pessoaes, que reputamos incompativeis com o elevado objectivo da imprensa. || O Correio nada disse que podemos melindrar o Estado. || Divertir, portanto, a attenção para ahi, pedimos venis para dizel-o, sinão é desertar o campo escolhido, não sabemos o que seja. || E, si nisto ha acerto, como acreditamos, o Estado foi correcto, procurando um ponto final, quando antes de nós, devemos cogitar das solicitações da causa publica que esta a exigir o concurso de todos.




Carta 530



Estado/Cidade: SP/São Paulo

Tipo de Texto: Carta de Redator

Título do Jornal: Correio Paulistano

Data/Edição: São Paulo, domingo, 15 de junho de 1890/Ano XXXVI, nº 10131

Fonte/Cota: Arquivo do Estado de São Paulo, nº 13/410

Para attendermos a um justo pedido da nossa corporação typographia deixamos de dar folha ás segundas-feiras.




Carta 531



Estado/Cidade: SP/São Paulo

Tipo de Texto: Carta de Redator

Título do Jornal: Correio Paulistano

Data/Edição: São Paulo, terça-feira, 17 de junho de 1890/Ano XXXVI, nº 10132

Fonte/Cota: Arquivo do Estado de São Paulo, nº 13/410

AINDA? || O Estado quer continuar, porque quer continuar. || Faz mal. || Começa declarando acceitar nosso convite para o terreno da causa publica, mas, como as fora licito o desfastio, pela segunda vez, varia de objectivo, continua a apurar nugas e, o que é peior, está a nos attrahir para um terreno, que cuidadosamente temos evitado. || Que significa essa instabilidade, senão que a segunda arguição sua condemnou, juntas, a primeira e a segunda? || Acompanhal-o-hemos em todas as evoluções modaes, que ainda escolher. || Mas, porque, até agora, não mostrou o collega a possibilidade de consorcio entre quem acena com a intimidade e quem a esta responde... “a tanto por linha”...? || Não o fez e, suppondo querer finalizar, por amor á causa publica louvamol-o por isso. || Engano: antes de nós – nós. || Como exercicio gymnastico, voltou hontem e affirma que “o concurso devia ter sido aberto.” || Sim senhor. Mas para que? || Em nome do interesse publico? || Ora, collega, pois só agora é que lhe ocorreu, que, além do – “a tanto por linha” – ha essa entidade social? || E porque esquecera o interesse publico, quando do governo recebia mais – 1:500$, 1:400$000, conforme o serviço? || Eis o desfastio: sabe que o contracto agora feito com o Correio é apenas de 1:000$000, recebia mais e reclama pela causa publica! || Demais, deve saber o collega e ao publico informamos que o contracto é inteiramente revogavel ao arbítrio do Governador. || Ora, desde que o Estado, unica folha, alem do Correio, que, pela circulação, offerecia esta vantagem ás publicações officiaes, cobrava 1:500$000, nenhum outro alvitre podia seguir o honrado Governador senão encarregar o Correio que fazia por muito menos. || Para que, pois, a formalidade do concurso? || Assim explicado o acto do governo, prestada a homenagem devida ao publico e, por tudo isto, devendo o illustre collega estar satisfeito, pela segunda vez o convidamos: deixemos a ante-sala inconfortavel, que nos mortifica a todos e penetremos francamente pelo grande portico os nobres aposentos, em que devem ser sempre reservados os esposorios da imprensa.




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