Cathy williams



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CAPÍTULO DEZ

Gabriel, com a desagradável incerteza que vinha se tornando familiar, desligou o celular. Estava seguro de que ouvira uma voz de homem no fundo. Seria sua imaginação?

Rose determinara que não haveria casamento. Ele tentara, naturalmente, vencer suas objeções e, para cada ponto que ela levantara, respondera com dez.

Quando ela dizia que ele estava agindo como um tirano da época vitoriana, ele dizia que sua intenção era apenas assumir suas responsabilidades e garantir à sua prole, ao nascer, as melhores condições possíveis, tendo uma mãe e um pai vivendo sob o mesmo teto.

— Você jamais poderá me acusar de não estar fazendo o que é direito — disse-lhe com orgulho.

Ele tinha contado nos dedos as razões para que ela se casasse com ele. A segurança de seu filho. Ou filha, apressara-se em acrescentar. O benefício de uma segurança financeira para ela também, permitindo-lhe apreciar a maternidade sem ter que trabalhar. Além disso, eles se davam bem e sentiam atração um pelo outro. Não era como se fossem inimigos jurados forçados a uma aliança pouco natural!

Para evitar futuros obstáculos e tranqüilizar um orgulho inadequado, ele lhe dissera que poderiam encarar aquilo como um acordo de negócios.

Para culminar, aquilo tudo fazia com que se sentisse bem. Sempre afirmara na esfera privada que a maioria dos homens, incluindo ele mesmo, via a instituição do casamento como o término do vigor e da excitação da caça. Mas, para sua surpresa, não estava se sentindo assim, e podia apenas supor que a perspectiva da paternidade era mais poderosa do que jamais imaginara.

Assim, sentiu um choque brutal quando ela insistiu em manter sua posição. Nada de casamento.

Suas ameaças de arrastá-la igreja adentro encontraram um silêncio sepulcral. Passou, então, a recorrer a todo tipo de sedução financeira, e foi nessa altura que ela lhe deu as costas e respondeu que, a menos que parasse de apoquentá-la, ela não apenas manteria sua objeção ao casamento, como acharia difícil ter qualquer tipo de relação com ele.



Apoquentá-la! A simples lembrança disso fazia com que Gabriel rangesse os dentes de raiva.

Não havia nenhuma dúvida de que ela não era, de jeito algum, uma alpinista social! Às vezes ele até se surpreendia pensando que gostaria que ela se sentisse um pouco mais impressionada por sua riqueza. Assim, poderia forçá-la a se definir!

Do jeito que as coisas estavam, ela já estava no sexto mês de gravidez, sem qualquer perspectiva de colocar um anel no dedo.

Gabriel consultara até mesmo a mãe sobre a melhor maneira de passar o laço no pescoço de Rose, esperando todo apoio desse lado, pois sua família era tradicionalista, mas sem sucesso. Sua mãe o sabatinara devidamente, levantando todas as questões pertinentes, se solidarizara com seu dilema, que, como ele indicou, era o dilema irracional de um homem que estava tentando fazer tudo corretamente, mas o deixou confuso ao dizer que ele não podia obrigar ninguém a agir contra sua vontade.

Ele fora reduzido a visitá-la, tantas vezes quantas pudesse, e tentou arrumar sua vida profissional segundo essas possibilidades.

Ele não gostava que ela continuasse a trabalhar mas, quando mencionava isso, ela ria e lhe respondia que gravidez era uma condição perfeitamente natural e ficar em casa com os pés para cima só a faria engordar. Ficou, no entanto, mais tranqüilo quando ela decidiu adiar o curso de administração de empresas.

Excetuando o casamento, as coisas pareciam ir progredindo bastante bem, e Gabriel, secretamente, estava fazendo planos para comprar uma casa para eles. Ele a deixaria escolher, deixaria que se apaixonasse por ela. Podia ser que, então, pudesse levá-la a realizar o que ele parecia querer cada vez mais.

Mas agora isso.



Será que tinha escutado mesmo a voz de um homem? Ela lhe parecera um pouco sem fôlego ao atender o telefone. Eram 21h! Por que ela estaria sem fôlego? A caminho do aeroporto, Gabriel bateu no vidro que o separava do motorista, dando-lhe instruções para voltar imediatamente.

Não estava voltando para controlá-la, disse com seus botões. Claro que não havia nenhum homem da casa! Ela estava grávida de seis meses! E com o correr do tempo, ele percebera que ela não era uma mentirosa crônica. Por outro lado, não era como se fossem casados, era? Ela mantivera sua liberdade, ainda que ele estivesse convencido de que não tinha qualquer intenção de fazer uso dela. Raios, eles ainda faziam amor! Ele lera todos os livros sobre gravidez e se convencera de que o sexo podia ser muito bom nos últimos meses de gravidez, desde que não houvesse contra-indicações.

Por alguns segundos, a mente de Gabriel se deixou levar pela lembrança eminentemente prazerosa do amor apaixonado que faziam. Seu corpo maduro o excitava. Os seios eram ainda mais generosos do que antes, e os mamilos tinham inchado e ficado mais escuros, parecendo supersensíveis, a julgar pela maneira como ela se retorcia quando ele lambia os bicos duros.

Seu corpo reagiu inevitavelmente às imagens mentais que povoavam sua cabeça e ele disse ao motorista, numa voz tensa, que andasse mais depressa.

O negócio que ia fazer do outro lado do mundo ia ter que esperar. Telefonou para a secretária e lhe disse para anular os compromissos dos dias seguintes. Jogada às feras, ela certamente melhorara sua atuação. Ele ainda tinha que soletrar certas coisas para ela e não atingiria nunca o nível de responsabilidade de Rose, mas saberia o que fazer naquela circunstância.

Uma vez que resolvera tudo isso, Gabriel ficou olhando pela janela enquanto o carro atravessava a noite escura, úmida, fria, de uma quinta-feira londrina.

Seus pensamentos estavam bastante desordenados. Tomou a decisão de que não deixaria a casa dela sem a promessa de que iriam morar juntos. Tudo bem, ela não quisera se casar, mas viveriam juntos. Não era o ideal, mas desse jeito poderia ficar de olho nela.

Mas quando o Jaguar parou na porta de sua casa, Gabriel testemunhou a única coisa que não queria ver.

Afinal, aquela voz masculina não tinha sido produto de sua imaginação. Tinha sido bem real, e Gabriel não precisou procurar muito para descobrir a identidade do misterioso visitante. Só podia ser seu antigo namorado.

Ficou sentado em silêncio por alguns minutos, contraindo e descontraindo as mãos, vendo o homem vestir o casaco e descer a rua, afastando-se do Jaguar, lembrando-o de que, em última análise, não tinha qualquer controle sobre a vida dela.

Foi invadido por um sentimento de fracasso, um vazio, inteiramente estranho à sua maneira habitual de ser. Esfregou os olhos com os polegares, esfriando a cabeça, tentando calar o rumor interno, e disse ao motorista que podia voltar.

— Voltarei para casa sozinho — disse Gabriel, abrindo a porta do carro. O ciúme ameaçava destruir o que lhe restava de autocontrole. Chegou à porta antes mesmo que ela pudesse alcançar a escada.

Rose ouviu o barulho da porta e imediatamente pensou que Joe tinha esquecido alguma coisa. Não estava preparada para ver Gabriel parado diante de sua porta, embora isso fosse uma agradável surpresa. Pensara que já estava em Heathrow, esperando o avião. Ela sorriu e esperou que ele lhe sorrisse de volta, em vão. Em vez disso, ele entrou no vestíbulo sem uma palavra e virou-se para encará-la.

— O que é que você está fazendo aqui? — perguntou Rose, hesitando ao ver a expressão de seu rosto. — Pensei que já estivesse a caminho de Hong-Kong...

— Parece ter havido uma mudança de planos. — Seu instinto lhe dizia para perguntar o que aquele homem estava fazendo em sua casa, mas se conteve. Durante os últimos meses, cultivara uma reserva de paciência da qual não se sabia capaz. Não lhe faria bem discutir naquela condição e, além disso, lembrou-se ele a tempo, quase nunca a vencia numa discussão.

Claro que Rose se sentiu lisonjeada: os planos dele mudavam e ele imediatamente corria para a casa dela! Aquele homem, que nunca perseguira abertamente uma mulher, a perseguia agora! Mas havia uma razão: o bebê. Se não fosse pelo .bebê, ela não faria mais parte de sua vida. Ele nem a procurara quando voltara da ilha e descobrira que ela deixara o emprego. Sua proposta de casamento também tinha a ver com o bebê. Ela o respeitava por aceitar a responsabilidade com tanta rapidez; mas ele ainda não conseguia perceber que uma união sem amor era pior do que não ter nenhuma, e ele não a amava. Estava pronto a assumir a responsabilidade porque ela seria a mãe de seu filho e, como dissera algumas vezes, ele era um italiano que respeitava as tradições até a medula. Mas nem uma só vez ele tinha mencionado a palavra amor.

Rose podia ver todas as vantagens que teria ao se casar com ele. Ele seria um marido generoso e um excelente pai, mas ela o conhecia bem. Representar o papel do marido consciencioso para uma mulher que não amava seria demais e, com o passar do tempo, inevitavelmente, seus olhos recomeçariam a procurar em torno. Com sua aparência, a tentação encontraria rapidamente uma oportunidade.

Nenhum casamento podia garantir fidelidade mas, pelo que Rose sabia, a maior parte deles começava, pelo menos, com uma esperança. Não queria, de modo algum, ficar com um cutelo sobre a cabeça.

Mas era muito difícil. Quando faziam amor, o sentimento de total complementaridade era tão animador quanto doloroso.

— Que mudança de planos foi essa? — perguntou Rose, levando-o para o salão. Ficar muito tempo de pé a cansava bastante nos últimos tempos.

Normalmente, ele se sentaria junto a ela no sofá mas, desta vez, preferiu a cadeira em frente à lareira.

— Precisamos resolver essa situação — disse Gabriel abruptamente. Ele esperara que ela levantasse espontaneamente o assunto do homem saindo de sua casa, mas não o tinha feito. Obviamente pensava que não tinham se cruzado, e ele é que não ia lhe perguntar isso. Mas estava doente de raiva e de ciúme.

— Resolver...? — Aquela afirmação desconcertou Rose. Ela bocejou e ficou espantada quando ele lhe perguntou, friamente, se poderia ficar acordada para ouvir o que tinha a lhe dizer. — O que está acontecendo? — perguntou Rose de repente, sentando-se. — O que há de errado? É alguma coisa com o trabalho?

— Está tudo ótimo no trabalho — respondeu Gabriel com voz gelada. — Se pareço estar de mau humor é porque estou zangado comigo mesmo por ter permitido que essa situação fosse tão longe assim. Não podemos mais viver separados. Daqui a três meses, você vai ter nosso bebê e não pretendo ser um visitante ocasional desta casa. — Nem pretendo, pensou com selvageria, deixar que outro homem mantenha contato com meu filho!

— Mas, Gabriel, já conversamos sobre isso!

— E, como um louco, respeitei seu desejo de manter a independência!

— Isso não tem nada a ver com minha independência! — disse-lhe Rose dolorosamente. — Onde exatamente você pensa que vou com essa tal liberdade que quero manter desesperadamente, se vou estar em casa com um bebê recém-nascido?

Gabriel ignorou esse argumento. Ele não estava conseguindo pensar direito, a única coisa que via era aquele homem saindo da casa. Ele queria agredi-la, perguntar-lhe que jogo era aquele em que convidava homens estranhos para a casa dela, mas se detestava por aquela fraqueza.

— Muito bem. Então vamos estabelecer um compromisso. E pouco me importa se você vai ou não recusar, Rose, porque simplesmente ficarei aqui sentado até você concordar.

— A que se deve essa mudança de humor?

— A uma cabeça fria — atalhou Gabriel. — Você não quer se casar comigo, tudo bem. Você tem razão. Não posso arrastar você gritando e se debatendo pela igreja adentro, embora ache difícil compreender como é que sua consciência permite que você prejudique a estabilidade de nosso futuro filho.

— Não sei como...

Gabriel silenciou seus protestos erguendo uma mão imperiosa.

— Mas há um limite para o que posso tolerar. Se não se casar comigo, terá pelo menos que viver comigo.

— Ser sua amante?

— Dê a isso o nome que lhe aprouver. Pouco importa. — Ele deu de ombros com aquele seu jeito descontraído, embora sem desviar os olhos de seu rosto estupefato.

— Não vejo a utilidade disso — murmurou Rose, exausta de lutar contra sua insistência. Com o tempo, ele se tornara mestre na arte das sutilezas, estabelecendo pequenas mas consistentes regras para ir desgastando sua resolução. Ela suspeitava que parte de sua persistência se devia ao fato de que ela representava um desafio para ele. — Qual era a urgência em discutir esse assunto para que você se desse ao trabalho de vir aqui a essa hora da noite? — perguntou ela, abafando um bocejo. — Estou realmente cansada.

— Com certeza.

Alguma coisa na voz de Gabriel fez Rose contrair o corpo. Agora sabia que havia mesmo algo de errado.

— O que significa isso?

— O que você acha que significa? — avançou Gabriel de maneira beligerante.

— Não tenho a menor idéia. Você vai me dizer ou quer que adivinhe?

— Quem era ele? — Gabriel ouviu-se perguntar, sem jamais ter tido a menor intenção de fazer essa pergunta.

— Quem era quem? Sobre o que você está falando?

— Não me venha com esse jogo de nunca faço nada de errado! Não nasci ontem, Rose! — Ele ficou subitamente de pé e começou a andar pela sala, liberando um pouco da adrenalina que parecia querer fazê-lo explodir. Não ia ficar olhando para aquela expressão espantada, quando devia ser óbvio para ela o que estava dizendo. Quantos homens recebera quando ele não estava presente?

Francamente perturbada agora, Rose foi até onde ele estava, de braços cruzados, olhos como duas fendas agressivas. Preocupada, colocou a mão em seu braço, mas ele a sacudiu fora.

— Não tenho a menor idéia do que você está falando.

— Havia um homem saindo dessa casa quando cheguei de carro — disse Gabriel, lutando para manter o sangue-frio. — Por que acha que corri para cá? O que imaginou quando disse que meus planos tinham mudado? Ouvi a voz dele quando falei com você ao telefone e, quando cheguei aqui, o que foi que vi? Um homem deixando esta casa! Com toda tranqüilidade. E você agindo como se nada tivesse acontecido! Bem, assim não pode ser! Você vai se mudar e vir morar junto comigo e está acabado!

— Você está com ciúmes, Gabriel? — Rose não pôde disfarçar uma certa esperança. Se ele estava com ciúmes, isso queria dizer que sentia por ela algo mais do que um simples desejo, que terminaria por passar, ou um sentimento de dever?

— Deveria estar? Venho aqui, vejo um homem estranho deixar sua casa tarde da noite... Diga-me, deveria estar? Além disso, você ainda não me disse quem diabos era ele! Não precisa, posso adivinhar! É o cara do qual nunca me lembro o nome, do curso de administração de empresas! Estou certo? — Ele evitou olhar para ela e tentou não imaginar o pior. Sabia no fundo que seus medos não tinham fundamento mas, como uma folha na tempestade, foi incapaz de encontrar um porto seguro. — Não tinha me dado conta de que vocês dois ainda estavam se vendo.

— Não estamos nos vendo.

— Não? A figura que vi saindo da casa era apenas um produto de minha imaginação?

— Joe me telefonou algumas vezes...

Joe lhe telefonou algumas vezes...

— Isso mesmo. — Agora ficou se sentindo culpada por nunca ter mencionado aqueles telefonemas e corou de vergonha. Sabia que a reação de Gabriel não seria muito compreensiva, mas jamais pensara que pudesse ser tão extremada. Gabriel se deu conta disso no ato.

— Mas não há nenhuma necessidade de ficar com ciúmes... — disse Rose, rindo um pouco envergonhada. — Olhe para mim, Gabriel, e diga o que está vendo! — Com seu vestido tipo bata e um casaco espesso e amplo, ela parecia um navio com as velas içadas.

— Uma mulher extremamente sexy... — afirmou Gabriel, com os dentes cerrados.

Alguma coisa se derreteu dentro de Rose. Ela foi até sua bolsa e, depois de mexer muito dentro, tirou um cartão branco, que lhe estendeu em silêncio. Gabriel deu uma olhada, depois leu até o fim.

— Ele veio nos convidar para sua festa de noivado — disse Rose. — Telefonou algumas semanas atrás porque é um cara simpático e queria saber como eu estava passando com a gravidez. Daí contou que tinha encontrado uma mulher e que as coisas estavam bastante sérias entre eles. Fiquei contente.

Gabriel ficou olhando para o convite. Sua reação desproporcionada não o alarmara porque sabia por que estava reagindo daquela maneira. Queria muito casar com ela e, diante de sua constante recusa, ficara desesperado para fazer com que ela viesse ao menos viver com ele. Olhou para ela e segurou seu rosto suavemente interrogador entre as mãos.

— Está bem. Eis minha proposta — disse ele sombriamente. — Você tem que vir morar comigo porque viver longe de você está me deixando louco.

— O que é que você está dizendo? — Rose queria prender a respiração, fechar os olhos e desejar que ele dissesse o que ela queria tanto ouvir, mas a realidade nunca funcionava assim... Então, ela sustentou seu olhar e esperou.

— Estou dizendo... — Gabriel correu os dedos por entre os cabelos e se mexeu nervosamente. Finalmente, ele a levou para o sofá e a obrigou a se sentar bastante perto dele para que pudesse tocar seu rosto.

— Estou dizendo... que não consigo pensar direito com você morando sozinha aqui. Já faz algum tempo que senti isso, mas estava negando. Agora, sei. — Ele suspirou e olhou como se estivesse querendo ordenar seus pensamentos de maneira coerente. — Ver aquele homem sair daqui... ficar imaginando... nem sei como explicar... parece coisa de doido, mas você tem esse efeito sobre mim. Você me deixa louco. — Ele a beijou docemente nos lábios e se afastou antes que fosse tarde demais, pois precisava falar sem ceder às distrações de seu corpo maravilhoso. Mas, como se precisasse manter algum contato com ela, colocou a mão sobre seu ventre e, em retorno, ela colocou sua mão sobre a dele.

— Não posso me concentrar direito. Fico preocupado com você. — Ele olhou cuidadosamente para ela. — Pensei que quisesse casar com você apenas por causa do bebê — disse-lhe Gabriel. — Mas em algum momento as coisas mudaram... Não... as coisas já tinham mudado antes. Às vezes me pergunto se o que sentia por você já não estava aí desde muito tempo, apenas esperando para ser revelado...

O que você sentia por mim? E o que é que você sente por mim...?

— Preciso de você... — Gabriel sentiu como se estivesse caindo num precipício. — Eu amo você...

Rose sorriu, um sorriso lento, fascinado, que revelava como sua felicidade era profunda.

— Você quer se casar comigo? — perguntou ela.

— Porque eu também amo você e você não imagina... esperei tanto tempo para ouvir você dizer que me

amava... nunca ousei ter esperanças... — O bebê deu um chute e ambos olharam para sua barriga.

— Minha querida — murmurou Gabriel, maravilhando-se diante do sentido que sua vida louca adquirira de repente. — Sou seu para sempre...


085 — O PODER DO CORAÇÃO — LUCY MONROE

Hope Bishop vive um casamento feliz com Luciano di Valerio, mas a descoberta dos sombrios motivos para a união porá seu amor à prova.


086 EM NOME DO AMOR — RAYE MORGAN

Não perca o sétimo volume da série As leis de Niroli.

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087 SOB O COMANDO DO SHEIK — KATE WALKER

Para salvar seu irmão, Abbie Cavanaugh deve desposar o sheik de Barakhara. Mas será a paixão que nasce entre ela e o príncipe Malik capaz de resistir à verdade?


088 DESEJO ETERNO — MELANIE MILBURNE

Damon Latousakis quer sua amante, Charlotte Woodruff, de volta após quatro anos. Ao descobrir que tem uma filha, no entanto, ele não se contentará com menos do que o matrimônio.


089 — SOBERANA SEDUÇÃO — PENNY JORDAN

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Para Natalia Carini, o sheik Kadir Zafar, próximo governante de Niroli, é um invasor. Mas mesmo assim, com a bênção do rei, ele a exige como esposa! Sempre apaixonados. Sempre orgulhosos.


010 — FANTASIAS DE UMA NOITE — SUSAN NAPIER

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011 ACORDO DE AMANTES — NATALIE ANDERSON

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