Centro de estudos octavio dias de oliveira faculdade união de goyazes



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CENTRO DE ESTUDOS OCTAVIO DIAS DE OLIVEIRA

FACULDADE UNIÃO DE GOYAZES



GUIA DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS



TRINDADE, 2016




C

ENTRO DE ESTUDOS OCTAVIO DIAS DE OLIVEIRA

FACULDADE UNIÃO DE GOYAZES

GUIA DE TRABALHOS ACADÊMICOS E CIENTÍFICOS



ALI KALIL GHAMOUM

BENIGNO ALBERTO MORAES DA ROCHA

WILSON ALVES DE PAIVA

Guia elaborado para fins de orientação e padronização da produção de trabalhos acadêmicos e científicos destinado aos docentes e discentes da Faculdade União de Goyazes.



TRINDADE, 2016

S

UMÁRIO



1 – APRESENTAÇÃO 3

2 – NORMATIZAÇÃO 3

3 – ELABORAÇÃO DE TRABALHOS 4

3.1 – Relatório 4

3.1.1 – Modelo de Relatório 4

3.2 – Artigo 7

3.3 – Apresentações 7

3.3.1 – Painel 7

3.3.2 – Minicurso 8

3.3.3 – Comunicação 8

3.3.4 – Mesa redonda 8

3.4 – Pré-Projeto 8


4 – MODELO DE PROJETO 8


5 – APRESENTAÇÃO GRÁFICA 18

6 – CONCLUSÃO 18

7 – REFERÊNCIA BIBLIOGRAFIA 19



  1. APRESENTAÇÃO

Cérebros brilhantes também podem produzir grandes sofrimentos.

É preciso educar os corações”.

Dalai Lama
Este guia foi elaborado com objetivo de orientar os discentes e docentes da Faculdade União de Goyazes na elaboração de trabalhos acadêmicos e científicos tais como relatórios, pré-projetos de pesquisa.

A importância deste guia está no fato de que diversos alunos estão em processo de elaboração de seus pré-projetos, na realização de relatórios de atividades de campo, bem como nas últimas alterações realizadas pela ABNT, através de seus instrumentos normativos, conhecidos por NBRs. Tendo em vista que as instituições adotam regras com pequenas variações, o presente trabalho tem a intenção de evitar futuros problemas optando por uma padronização que as circunstâncias fazem necessária e imperativa.

A presente obra procura não dificultar as questões que envolvem a elaboração de um projeto e o relatório da pesquisa, portanto pode ser entendida como uma facilitadora da aprendizagem, onde os estudantes poderão consultar, a qualquer hora, para suprimir suas dúvidas quanto aos procedimentos, técnicas e normas de pesquisa no sentido melhor formatar seu trabalho.
2. NORMATIZAÇÃO
Há dois referenciais básicos para a elaboração dos trabalhos acadêmicos e científicos para a área de saúde: A ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas (regras gerais) e o TRATADO DE VANCOUVER, cujas regras são mais utilizadas para artigos em revistas científicas.

O que é ABNT? Para que serve? Por que apresentar trabalhos acadêmicos de acordo com as normas da ABNT?

Fundada em 1940, é o órgão responsável pela normatização técnica no país, fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro.

É


uma entidade privada, sem fins lucrativos, reconhecida como único Foro Nacional de Normalização através da Resolução n.º 07 do CONMETRO, de 24.08.1992. É membro fundador da ISO (International Organization for Standardization), da COPANT (Comissão Panamericana de Normas Técnicas) e da AMN (Associação Mercosul de Normalização). A ABNT é a única e exclusiva representante no Brasil das seguintes entidades internacionais: ISO (International Organization for Standardization), IEC (International Electrotechnical Comission); e das entidades de normalização regional COPANT (Comissão Panamericana de Normas Técnicas) e a AMN (Associação Mercosul de Normalização) Desse modo, em toda e qualquer produção científica oficial, como projetos de pesquisa, monografias, TCCs, dissertações de mestrados e teses de doutorado, devem obedecer à normatização ABNT, para consonância com o ideal objetivado, ou seja, uma efetiva contribuição para o desenvolvimento do País.

E as Normas de Vancouver? Por que utilizá-las?

Um pequeno grupo de editores de revistas médicas generalistas reuniu informalmente em 1978 em Vancouver, na Colômbia Britânica, para fixar pautas para a formatação de manuscritos propostos para publicação nas suas revistas. Este grupo ficou conhecido como o Grupo de Vancouver. Os seus requisitos para manuscritos, incluindo formatos para referências bibliográficas desenvolvidos pela National Library of Medicine dos Estados Unidos da América (NLM), foram publicados pela primeira vez em 1979. O Grupo de Vancouver alargou-se e acabou por evoluir no sentido da constituição da Comissão Internacional de Editores de Revistas Médicas - International Committee of Medical Journal Editors (ICMJE) - que se reúne anualmente; a sua área de interesses foi gradualmente aumentando.
3. ELABORAÇÃO DE TRABALHOS
3.1 – RELATÓRIO
Trata-se de um relato sobre um determinado evento acadêmico, podendo ser uma aula, uma palestra, um mini-curso, uma pesquisa, uma vista de campo e outra atividade desenvolvida para a produção do conhecimento. Por ser menos formal, não precisa ser digitado e dispensa capa, folha de rosto ou sumário e/ou outras folhas pré-textuais. Sua formatação deve estar na seguinte forma:

3.1.1 - Modelo de Relatório
TÍTULO
O

título é obrigatório, deve indicar com exatidão o tema da atividade desenvolvida. Quando existir uma apostila, um folder ou roteiro, o título pode ser o mesmo correspondente ao desse material.


INTRODUÇÃO
O aluno deverá explorar a teoria do tema reproduzido. Deverão ser colocadas informações tais como: Citar literatura relevante e atual sobre o assunto estudado, demonstrando entendimento da literatura existente sobre o tema. Apontando os autores consultados, esta informação é importante para não caracterizar plágio do texto consultado. Ao citar a fonte, deverá colocar as seguintes informações no meio do texto (autor e ano). Deverá ter no mínimo dez linhas.
OBJETIVO

O aluno deverá descrever o objetivo concreto desenvolvido. A apresentação do objetivo varia em função da natureza do projeto. Nos objetivos cabe identificar claramente o problema desenvolvido na prática e apresentar sua delimitação. O objetivo deve ser apresentado de forma geral.

O objetivo geral define o que o pesquisador pretende atingir com sua investigação, desenvolvida na prática.
METODOLOGIA

Descrever sucintamente o tipo de atividade desenvolvida (pesquisa bibliográfica, documental, de campo, palestra, mini-curso etc.) e relacionar os materiais utilizados.

Deve-se delimitar e descrever (se necessário) os instrumentos e fontes escolhidos para a coleta de dados: entrevistas, formulários, questionários, experimental etc.

Indicar o procedimento experimental, isto é: para pesquisa experimental; indicar o procedimento de testagem; bem como outros recursos: jornais, periódicos, Internet.


RESULTADOS

Os resultados deverão ser explorados e apresentados da melhor forma possível, durante os procedimentos da prática. Deverão ser relatados aos alunos a maneira de como expressar os dados alcançados. Tais dados poderão ser indicados na forma de gráficos, tabelas, desenhos, texto descritivo, etc. A forma de apresentar os resultados depende do tipo de pesquisa empreendia (De campo, descritiva, experimental, de coorte (com grande quantidade de dados estatísticos), transversal, longitudinal (ambas para pesquisas epidemiológicas), entre outras.


CONCLUSÃO

O aluno deverá tirar conclusões sobre os resultados levantados, comparando os dados obtidos com os que deveriam obter na realidade, discutindo se os resultados estão coerentes, se houve algum problema no desenvolvimento da técnica, etc. Este item deve constar de no mínimo cinco linhas.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Relacionar o material pesquisado, podendo ser livros, dissertações e teses, artigos de revista, material da internet etc. com espaçamento simples, mas com 6 pontos antes e 6 depois.

De acordo com a NBR 6023, da ABNT: Os elementos essenciais são: autor(es), título, edição, local, editora e data de publicação.

Exemplo de livros, revista, internet e outros tipos de trabalhos:

GOMES, Luis Alves. Novela e sociedade no Brasil. Niterói: EdUFF, 1998.

SÃO PAULO MEDICAL JOURNAL. São Paulo: Associação Paulista de Medicina, 1941. Bimensal. ISSN 0035-0362.


MANSILLA, H. C. F. La controversia entre universalismo y particularismo en la filosofia de la cultura. Revista Latinoamericana de Filosofia, Buenos Aires, v. 24, n. 2, primavera 1998.
ALVES, Castro. Navio negreiro. [S.l.]: Virtual Books, 2000. Disponível em: . Acesso em: 10 jan. 2002, 16:30:30.

Pelas Normas de Vancouver, alguns exemplos:



  1. Abood S. Quality improvement initiative in nursing homes: the ANA acts in an advisory role. Am J Nurs [periódico na Internet]. 2002 Jun [acesso em 2002 Aug 12];102(6):[aproximadamnte 3 p.]. Disponível em: http://www.nursingworld.org/AJN/2002/june/Wawatch.htm

  2. Tynan T. Medical improvements lower homicide rate: study sees drop in assault rate. The Washington Post. 2002 Aug 12;Sect. A:2 (col. 4).

  3. Borkowski MM. Infant sleep and feeding: a telephone survey of Hispanic Americans [dissertação]. Mount Pleasant (MI): Central Michigan University; 2002.

  4. Breedlove GK, Schorfheide AM. Adolescent pregnancy. 2ª ed. Wieczorek RR, editor. White Plains (NY): March of Dimes Education Services; 2001.



3.2 – ARTIGO

O artigo é uma produção científica que procura divulgar os resultados obtidos em alguma pesquisa, desenvolver uma opinião sobre um determinado tema, ou discutir uma abordagem teórica valendo-se da revisão bibliográfica de forma sucinta e objetiva. Geralmente o artigo varia de 11 a 25 laudas e, para efeito de publicação, deve-se adequar às normas específicas de cada periódico. No caso da Revista Vita et Sanitas, as normas são as constantes na página da mesma: www.fug.edu.br/revista.



3.3 - APRESENTAÇÕES

Nos eventos científicos (congressos, seminários, encontros etc.) em geral figuram diversas atividades, entre elas: painéis, mini-cursos, comunicações e outras que requerem o conhecimento de algumas normas específicas. No caso da Jornada Científica da FUG, utilizar-se-á o conjunto das seguintes normas:


3.3.1 – Painel

Compõe-se de um banner impresso para ser exposto no evento, constando de um resumo do trabalho e abaixo a síntese do relatório, acrescido de ilustração (opcional) e os autores com pelo menos um endereço de contato (e-mail). Suas dimensões não devem exceder 1m X 1,5 m.


3.3.2 – Minicurso

São cursos ministrados em até 8 (oito) horas no qual podem ser utilizados diversos recursos escritos e audiovisuais.


3.3.3 – Comunicação

Trata-se de uma sessão cuja duração não exceda 1 (uma) hora na qual o apresentador comunica o tema de forma direta, lendo algum texto, demonstrando resultados por meio áudio-visual e abrindo espaço para a discussão.


3.3.4 – Mesa redonda

É a discussão de um ou vários assuntos de uma só abordagem, realizada por dois ou mais pesquisadores. Cada um apresenta sua parte e logo em seguida é aberta a discussão com, inclusive, participação do auditório.



3.4 – Pré Projeto

Geralmente as instituições de ensino superior exigem do discente uma produção monográfica (monografia) ao final do curso que resulte de uma pesquisa empreendida ao longo de seus estudos, devidamente acompanhada por um orientador. No primeiro ou segundo ano de estudos, espera-se dos acadêmicos a apresentação de um pré-projeto de pesquisa onde estejam expostos os objetivos, justificativa, o cronograma, etc., além, é claro, de uma sustentável revisão de literatura.


Seguem as orientações para a elaboração de um pré-projeto.

4 – MODELO DE PROJETO

NOME DO AUTOR DO PROJETO


Capa (letras 14, arial, negrito, caixa alta)

TÍTULO: SUBTÍTULO DO PROJETO



TRINDADE, 2016




C

ENTRO DE ESTUDOS OCTAVIO DIAS DE OLIVEIRA

FACULDADE UNIÃO DE GOYAZES

Folha de rosto (letras tamanho 12, arial, negrito, caixa alta)

TÍTULO DO PROJETO

(negrito, fonte 12)



NOME DO AUTOR DO PROJETO


(negrito, fonte 12)

Projeto de Pesquisa apresentado como requisito parcial para elaboração da monografia de conclusão do curso de graduação em ______________________ , da Faculdade União de Goyazes, sob a orientação do Prof.____________________________________



TRINDADE, 2016



SUMÁRIO

1- APRESENTAÇÃO................................................................................... 00


2 - INTRODUÇÃO........................................................................................ 00

4 - JUSTIFICATIVA...................................................................................... 00

4 - OBJETIVOS E HIPÓTESES.................................................................. 00

4.1 – Objetivo Geral............................................................................... 00

4.2 – Objetivos específicos.................................................................... 00

4.3 – Hipóteses...................................................................................... 00
5 - METODOLOGIA.................................................................................... 00
6 - CRONOGRAMA..................................................................................... 00

6.1 – Plano de Trabalho........................................................................ 00

6.2 – Viabilidade.................................................................................... 00

6.3 – Orçamento.................................................................................... 00


7 - BIBLIOGRAFIA...................................................................................... 00
8 - ANEXOS................................................................................................ 00

1- APRESENTAÇÃO (item opcional)

(COMO CHEGOU AO TEMA?)

Na apresentação o autor deve expor sinteticamente como chegou ao tema de investigação, isto é, qual a gênese do problema e por que fez tal opção. É a parte mais pessoal do projeto e pode-se inserir uma exposição de motivos pessoais pelos quais se chegou ao tema.

2. INTRODUÇÃO (OBJETO E PROBLEMA DA PESQUISA)
(O QUE É O TEMA? E QUAL É O PROBLEMA? O QUE JÁ FOI ESCRITO SOBRE O TEMA?)
Na introdução o aluno deverá explicar o assunto que deseja desenvolver, comentando sobre o objeto da pesquisa, discutindo o problema (problematização) e já apresentando o que em geral já foi escrito sobre o tema.


  • Desenvolver genericamente o tema

  • Anunciar a idéia básica

  • Delimitar o foco da pesquisa

  • Situar o tema dentro do contexto geral da sua área de trabalho

  • Descrever as motivações que levaram à escolha do tema

  • Definir o objeto de análise: O QUÊ SERÁ ESTUDADO?

  • Enunciar o(s) problema(s) que motiva a pesquisa.

Pesquisa alguma parte hoje da estaca zero. Mesmo que exploratória, isto é, de avaliação de uma situação concreta desconhecida em um dado local, alguém ou um grupo, em algum lugar, já deve ter feito pesquisas iguais ou semelhantes, ou mesmo complementares de certos aspectos da pesquisa pretendida. Uma procura de tais fontes, documentais ou bibliográficas, torna-se imprescindível para que não haja duplicação de esforços.

A citação das principais conclusões a que outros autores chegaram permite salientar a contribuição da pesquisa realizada, demonstrar contradições ou reafirmar comportamentos e atitudes.


  • A literatura indicada deverá ser condizente com o problema em estudo.

  • Citar literatura relevante e atual sobre o assunto a ser estudado.

  • Apontar alguns dos autores que serão consultados.

  • D

    emonstrar entendimento da literatura existente sobre o tema.



  • As citações literais deverão aparecer sempre entre aspas ou caracteres em itálico, indicando a obra consultada. CUIDADO COM O PLÁGIO!

  • As citações devem especificar a fonte (AUTOR, ANO, PÁGINA)

  • As citações e paráfrases deverão ser feitas de acordo com as regras da ABNT 6023, de2002.

  • Citações até três linhas: “dentro do corpo do texto” (AUTOR, ano, página) e utilizando fonte 12 (a mesma do texto).

  • Citações com mais de três linhas:

Em fonte 11, sem aspas, colocar toda a citação do autor, ou seja, a citação ipsis litteris (com todas as letras escritas pelo autor na obra em que o acadêmico fez suas pesquisas), ou ipsis verbis (com todas as palavras). No final, coloque entre aspas o autor, o ano e a página. O espaçamento entre linhas de ser simples e com 6 pt. antes e 6 pt. depois. (AUTOR, ano, página).
3 - JUSTIFICATIVA

(POR QUE FAZER?)
Consiste na apresentação, de forma clara, objetiva e rica em detalhes, das razões de ordem teórica ou prática que justificam a realização da pesquisa ou o tema proposto para avaliação inicial. No caso de pesquisa de natureza científica ou acadêmica, a justificativa deve indicar:

  • A relevância social do problema a ser investigado.

  • As contribuições que a pesquisa pode trazer, no sentido de proporcionar respostas aos problemas propostos ou ampliaras formulações teóricas a esse respeito.

  • O estágio de desenvolvimento dos conhecimentos referentes ao tema.

  • A possibilidade de sugerir modificações no âmbito da realidade proposta pelo tema.



4 - OBJETIVOS E HIPÓTESES

(VAI BUSCAR O QUÊ?)

Aqui o aluno deverá descrever o objetivo concreto da pesquisa que irá desenvolver: o que se vai procurar.

A apresentação dos objetivos varia em função da natureza do projeto. Nos objetivos da pesquisa cabe identificar claramente o problema e apresentar sua delimitação. Apresentam-se os objetivos de forma geral e específica, divididos em subitens: Ex.:

4.1 – Objetivo geral:

4.2 – Objetivos específicos:

O objetivo geral define o que o pesquisador pretende atingir com sua investigação.

Os objetivos específicos definem etapas do trabalho a serem realizadas para que se alcance o objetivo geral. Podem ser: exploratórios, descritivos e explicativos. Utilizar verbos para iniciar os objetivos:


  • Exploratórios (conhecer, identificar, levantar, descobrir)

  • Descritivos (caracterizar, descrever, traçar, determinar)

  • Explicativos (analisar, avaliar, verificar, explicar)

O item HIPÓTESES depende do projeto. Há projetos que não exigem o levantamento de hipóteses. Caso seja necessário (quem define é o orientador, juntamente com o aluno), a hipótese é o que o autor do projeto acha que pode ser a(s) resposta(s) ao que vai investigar.


5 - METODOLOGIA (MATERIAIS E MÉTODOS)

(COMO FAZER?)


  • Descrever sucintamente o tipo de pesquisa a ser abordada (bibliográfica, documental, de campo, etc.)

  • Relacionar os materiais utilizados.

  • Delimitação e descrição (se necessário) dos instrumentos e fontes escolhidos para a coleta de dados: entrevistas, formulários, questionários, legislação doutrina, jurisprudência, etc.

  • Indicar o procedimento para a coleta de dados, que deverá acompanhar o tipo de pesquisa selecionado, isto é:

    1. para pesquisa bibliográfica: indicar proposta de seleção das leituras (seletiva, crítica ou reflexiva, analítica);

    2. para pesquisa experimental; indicar o procedimento de testagem;

    3. para a pesquisa descritiva: indicar o procedimento da observação: entrevista, questionário, análise documental, entre outros.

  • Listar bibliotecas visitadas até o momento do projeto e outras a serem visitadas durante a elaboração do trabalho final.

  • Indicar outros recursos: jornais, periódicos, Internet.


6- CRONOGRAMA

(EM QUANTO TEMPO FAZER?)

6.1 – PLANO DE TRABALHO

A elaboração do cronograma responde à pergunta quando? A pesquisa deve ser dividida em partes, fazendo-se a previsão do tempo necessário para passar de uma fase a outra. Não esquecer que há determinadas partes que podem ser executadas simultaneamente enquanto outras dependem das fases anteriores. Distribuir o tempo total disponível para a realização da pesquisa, incluindo nesta divisão a sua apresentação gráfica.



MÊS/ETAPAS

Mês 1

Mês 2

Mês 3

Mês 4

Mês 5

Mês 6

Mês 7

Mês 8

Mês 9

Mês 10

Mês 11

Escolha do tema

X































Levantamento bibliográfico




X

X

X






















Elaboração do anteprojeto







X

























Apresentação do projeto













X



















Coleta de dados







X

X

X

X
















Análise dos dados













X

X

X













Organização do roteiro/partes



















X













Redação do trabalho



















X

X










Revisão e redação final

























X







Entrega da monografia




























X




Defesa da monografia































X


6

.2 – VIABILIDADE


A pesquisa sobre a ________________________ tem viabilidade em razão dos seguintes argumentos:

  • Interesse pessoal no estudo da pesquisa proposta;

  • Baixo custo no desenvolvimento do projeto, como o gasto com deslocamento para os locais da pesquisa, impressão, CD, papéis, encadernação. Todos os custos serão arcados pelas pesquisadoras.


6.3 – ORÇAMENTO


Quantidade

Itens

Valor unitário

Total

65 lts

Combustível

3,80

347,00

100

Impressão

1,50

68,00

1

CD

2,00

2,00

02

Resma de papel A4

15,00

30,00

03

Encadernação

2,00

6,00




TOTAL

--

R$ 435,00



7- BIBLIOGRAFIA

(QUAL O MATERIAL BIBLIOGRÁFICO UTILIZADO?)


  • Por que “bibliografia” e não “referências bibliográficas”? Porque nas referências colocam-se apenas os trabalhos consultados e citados. Na bibliografia, todos os materiais utilizados (menos que não foram citados) e o conjuntos de obras que o estudante deverá utilizar ao longo da pesquisa (mesmo que não tenha lido ainda);

  • A bibliografia utilizada no desenvolvimento do projeto de pesquisa (pode incluir aqueles que ainda serão consultados para sua pesquisa).

  • A bibliografia básica (todo material coletado sobre o tema: livros, artigos, monografias, material da internet, etc.)

  • As referências bibliográficas deverão ser feitas de acordo com as regras da ABNT NBR 6023. Atenção para a ordem alfabética OU NO FORMATO DO TRATADO DE VANCOUVER;

  • Na bibliografia final listar em ordem alfabética todas as fontes consultadas, independente de serem de tipos diferentes. Apenas a título de exemplo, a seguir, veja como citar alguns dos tipos de fontes mais comuns:

Livros:


GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 2. ed. SP: Atlas, 1991.

LAKATOS, Eva e Marconi, Marina. Metodologia do Trabalho Científico. SP : Atlas, 1992.


RUIZ, João Álvaro. Metodologia Científica: guia para eficiência nos estudos. 4. ed. SP: Atlas, 1996.
Artigos de revistas:

AS 500 maiores empresas do Brasil. Conjuntura Econômica. Rio de Janeiro. v.38, n. 9, set.1984. Edição Especial.


TOURINHO NETO, F. C. Dano ambiental. Consulex. Brasília, DF, ano 1, n. 1, p. 18-23, fev. 1997.
Material da Internet

S


ÃO PAULO. (Estado). Secretaria do Meio Ambiente. Tratados e organizações ambientais em matéria de meio ambiente. In: Entendendo o meio ambiente. São Paulo,1999. v. 1. Disponível em: <http://www.bdt.org.br/sma/entendendo/atual.htm> . Acesso em : 8 mar.1999.
SILVA, M.M.L. Crimes da era digital. NET, Rio de Janeiro, nov.1998.Seção Ponto de Vista. Disponível em <http://www.brasilnet.com.br/contexts/brasilrevistas.htm> Acesso em: 28 nov.1998.

8 - ANEXOS
Você pode anexar qualquer tipo de material ilustrativo, tais como tabelas, lista de abreviações, documentos ou parte de documentos, resultados de pesquisas, fotos e/ou dados que venham a enriquecer seu trabalho.

5. APRESENTAÇÃO GRÁFICA

Apenas como exemplo, aqui serão dadas algumas indicações para apresentação gráfica de seu projeto.



  • Utilizar papel branco, A4.

  • Fonte ARIAL ou Times New Roman, estilo normal, tamanho 12.

  • Citações com mais de três linhas, fonte tamanho 10, espaçamento simples e recuo de 4 cm da margem esquerda.

  • Notas de rodapé, fonte tamanho 10.

  • Todas as letras dos títulos dos capítulos devem ser escritas no canto esquerdo de cada página, em negrito e maiúsculas.

  • O espaçamento entre linhas deve ser 1,5.

  • O início de cada parágrafo deve ser recuado de 2cm. da margem esquerda.

  • As margens das páginas devem ser: superior e esquerda de 3cm; inferior e direita de 2cm.

  • O número da página deve aparecer na borda superior ou inferior direita, em algarismos arábicos, inclusive das Referências e Anexos, somente a partir da Introdução, embora todas sejam contadas a partir da folha de rosto. Não contar a capa para efeito de numeração.

6. CONCLUSÃO

Esperamos ter atingido o objetivo de contribuir com a comunidade acadêmica da Faculdade União de Goyazes no sentido de criar diretrizes para a elaboração e apresentação dos trabalhos que certamente farão parte do cotidiano dos alunos desta instituição. Como a própria a ciência é um processo de contínua construção, este documento vem como uma proposta a ser desenvolvida no âmbito acadêmico, contudo pela sua própria natureza, está sujeito a futuras transformações de acordo com as necessidades da instituição e com as normas das instâncias normativas.




7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. Abreviação na descrição bibliográfica. NBR 10522. Rio de Janeiro, out. 1988.

________. Entradas para nomes de língua portuguesa em registros bibliográficos. NBR 10523. Rio de Janeiro, out. 1988.

________. Resumos. NBR 6028. Rio de Janeiro, maio 1990.

________. Apresentação de publicações oficiais. NBR 13031. Rio de Janeiro, set. 1993.

________. Referências bibliográficas. NBR 6023. Rio de Janeiro, ago. 2000.

________. Apresentação de citações em documentos. NBR 10520. Rio de Janeiro, jul. 2001.

________. Trabalhos acadêmicos - Apresentação. NBR 14724. Rio de Janeiro, jul. 2001.

CERVO, Amado Luiz & BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica. 3ª. ed. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1983.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23ª. ed. revista e atualizada. São Paulo: Cortez, 2007.

RAMPAZZO, Lino. Metodologia científica. 3ª. ed. São Paulo: Edições Loyola, 2002.



COMITÊ INTERNACIONAL DE EDITORES DE REVISTAS MÉDICAS – ICMJE. Normas de Vancouver. Disponível em: http://www.bu.ufsc.br/ccsm/vancouver.html. Acessado em 10/08/2008.




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