Chama Crioula lembra a história do Rio Grande do Sul Por Sabrina Craide



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Encontro29.07.2016
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Chama Crioula lembra a história do Rio Grande do Sul
Por Sabrina Craide
Sob a sombra do Cipreste Farroupilha, em Guaíba, de onde Bento Gonçalves, Onofre Pires e Gomes Jardim partiram com seus cavalos para levantar a Revolução Farroupilha, foi acesa, na última sexta-feira, a chama crioula, que deu início às festividades da Semana Farroupilha. O presidente da Assembléia Legislativa, Sérgio Zambiasi (PTB), e o governador do Estado, Olívio Dutra, participaram do evento. Os chefes do Executivo e do Legislativo chegaram à praça Gomes Jardim precedidos por uma escolta de 20 cavalarianos farroupilhas.

O ato foi marcado por uma releitura histórica da cidade de Guaíba, ressaltando sua participação na Guerra dos Farrapos e na construção do Rio Grande do Sul. Gomes Jardim, um dos idealizadores da revolução, também foi lembrado, com uma encenação na qual foi representado por seu tataraneto, Anaclides Jardim. Na ocasião, foi assinado um decreto proibindo o corte do Cipreste Farroupilha, árvore símbolo do município e da Revolução Farroupilha.

A Chama Crioula foi acesa pelos tradicionalistas Paixão Cortes, Ciro Dutra Ferreira e Orlando de Grazzia, três dos oito homens que acenderam a primeira Chama no Estado, em 7 de setembro de 1947. Casais representando as etnias do Rio Grande do Sul também carregaram tochas. Representantes da cavalaria gaúcha retiraram uma centelha do fogo simbólico, que será levado a diversos municípios gaúchos e extinto no dia 20 de setembro.

Também participaram do evento o prefeito do município, Manoel Stringhini, o presidente do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), Manoelito Savaris, o secretário estadual de Cultura, Luiz Marques e o deputado federal Henrique Fontana (PT).


Legenda: O fogo simbólico foi aceso na praça Gomes Jardim, em Guaíba
Foto: Paulo Dias


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