Claiton natal



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CLAITON NATAL

FACON




PRONOMES
Pronomes oblíquos átonos:
1 – Os pronomes a, o, as, os como objeto direto.

O substantivo que funciona como objeto direto pode ser substituído pelas formas pronominais acima mencionadas.


Exemplo:

Eu fiz a prova na UnB. Eu a fiz na UnB.


2 – Os pronomes lhe, lhes como objeto indireto.

Muitos verbos que pedem objeto indireto têm esse termo substituído pelas formas pronominais acima.


Exemplo:

O Governador deu oportunidades aos estudantes. O Governador deu-lhes oportunidades.


3 – As formas pronominais átonas me, te, se, nos, vos, podem funcionar como objeto direto ou objeto indireto, de acordo com o complemento que o verbo pede:
Os alunos me avisaram do problema ocorrido. (objeto direto)

Os alunos me avisaram o problema ocorrido. (objeto indireto)


Observação: Muitos pensam que o me é objeto indireto por aceitar a substituição pela forma tônica a mim. Isso não é verdade, pois toda forma pronominal átona pode ser substituída pela forma pronominal tônica correspondente.

Pronomes oblíquos tônicos:

1 – A preposição exige a forma pronominal tônica:
Entre mim e ti não há problemas.

Contra mim ninguém tem argumentos.

A ti sempre dizem a verdade.
Por isso a construção entre eu e tu é espúria, a forma escorreita é com pronomes tônicos entre mim e ti.
2 – Conosco/com nós/consigo.

*Na linguagem padrão, os pronomes oblíquos si e consigo só podem ser empregados como reflexivos na 3ª pessoa:

O professor trouxe o projeto consigo.

*Os demais, comigo, contigo, conosco, convosco, são utilizados normalmente:

Ela simpatizou comigo/conosco.

*O emprego de com vós e com nós é admitido quando estes forem reforçados por outros, mesmos, próprios, todos, ambos ou qualquer numeral:

Ela já falou com nós todos/com nós dois.

QUESTÕES DE PROVAS

1 – (FCC/TRF/Técnico/2007)

Todas as religiões têm rituais, e os fiéis que seguem esses rituais beneficiam-se não propriamente das práticas que constituem os rituais, mas da meditação implicada nesses rituais.
Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo-se os segmentos sublinhados, respectivamente, por:



  1. lhes seguem - lhes constituem - neles implicada

  2. os seguem - os constituem - neles implicada

  3. os seguem - os constituem - lhes implicada

  4. os seguem - lhes constituem - implicada nos mesmos

  5. seguem-nos - constituem-nos - a eles implicada

2 – (FCC/TRF/Analista/2007)

Devaneios, quem não tem devaneios? Têm devaneios as crianças e os jovens, dão aos devaneios menos crédito os adultos, mas é impossível abolir os devaneios completamente.
Evitam-se as indesejáveis repetições da frase acima substituindo-se os elementos sublinhados, na ordem dada, por:


  1. os tem - Têm-lhes - dão-lhes - abolir-lhes

  2. tem eles - Têm-nos - dão-lhes - abolir-lhes

  3. os tem - Têm eles - dão-nos - aboli-los

  4. tem a eles - Os têm - dão a eles - abolir a eles

  5. os tem - Têm-nos - dão-lhes - aboli-los.

3 - (FCC/Analista)

Há um excesso de leis, e quando há leis em excesso deve-se reconhecer nessas leis o vício da excessiva particularização, excessiva particularização que só revela a fragilidade dos princípios morais.
Evitam-se as desagradáveis repetições do período acima substituindo-se os segmentos sublinhados, respectivamente, por


  1. as há - reconhecer nelas - a qual

  2. há as mesmas - reconhecê-las - a qual

  3. Há elas - reconhecer-lhes - cuja

  4. as há - reconhecer a elas - cuja

  5. há estas - reconhecê-las - onde

Texto 1


Identificar e atrair profissionais com vocação e conhecimento necessários ao bom desempenho da tarefa do professor exige comprometimento de todo o setor educacional, considerando a valorização da profissão, as condições de trabalho, a qualidade de vida e uma remuneração que corresponda à importância da função. Além disso, para reter e desenvolver bons profissionais, é preciso estimulá-los, dar-lhes condições de aperfeiçoamento, avaliá-los e premiá-los por desempenho.
(CESPE/Professor Classe A - 2006) Julgue os itens abaixo:

4 – Em “dar-lhes” (linha 5), o emprego da forma pronominal “-lhes”, que se refere a “profissionais” justifica-se pela regência transitiva indireta do verbo “dar”.

5 – Nas linhas 5 e 6, a grafia das formas verbais “estimulá-los”, “avaliá-los” e “premiá-los” justifica-se porque, na ênclise de verbos terminados em “vogal a+r”, suprime-se o “r” e acentua-se o “a”, o pronome toma a letra “l” e une-se à forma verbal por um hífen.

6 - (FCC) Consideradas a forma e a posição do pronome pessoal previstas na norma culta da língua, a alternativa correta é:




  1. Os primeiros cristãos registraram, em diferentes documentos históricos, as formas como os romanos lhes perseguiram.

  2. Os assessores do governador francês não deram-no a desoladora notícia imediatamente.

  3. Se os outros sacerdotes lhe encontrassem naquela situação, certamente ficariam constrangidos.

  4. Antes do desfecho trágico daquela relação amorosa, ele tinha avisado-lhe do perigo que corriam.

  5. Quando queriam parecer realmente originais, os cantores novatos se tornavam ainda mais ridículos.

6 - (FCC) Não é preciso amar os princípios de convivência, como também não se deve ignorar esses princípios, pois quem não dá fé a esses princípios impede que os contraventores levem a sério esses princípios.


Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo-se os segmentos sublinhados por, respectivamente,
a) ignorá-los - lhes dá fé - os levem a sério.

b) ignorar-lhes - dá-lhes fé - levem-lhes a sério

c) lhes ignorar - lhes dá fé - os levem a sério

d) ignorá-los - dar fé a eles - levem-lhes a sério

e) os ignorar - os dá fé - levem-nos a sério


Texto 2

Há algo que une técnicos e humanistas. Ambos se Crêem marcado por um fator distintivo, inerente a seus cérebros: o dom da inteligência, que os apartaria do trabalhador manual ou mecânico. Gramsci percebe nessa crença um ranço ideológico da divisão do trabalho:

“Em qualquer trabalho físico, até no mais mecânico e degradado, existe um mínimo de qualificação técnica, um mínimo de atividade intelectual criadora.

Todos os homens são intelectuais, pode-se dizer, mas nem todos os homens têm na sociedade a função de intelectuais. Não se pode separar o Homo faber do Homo sapiens.”

O que distingue, portanto, a figura pública do homem da palavra é a rede peculiar de funções que os intelectuais costumam desempenhar no complexo das relações sociais.

À medida que o técnico se quer cada vez mais técnico, restringindo-se a mero órgão do sistema, e à medida que o humanista é deixado avulso do contexto, um e outro se irão fechando em sua pseudototalidades. O seu conhecimento político decairá. E o sistema, contentando-se com alguns profissionais mais à mão, alijará dos centros de decisão a maior parte dos intelectuais.

Um Gramsci puramente historicista talvez não pudesse dizer mais nada. Os fatos têm a sua razão, o intelectuais são o que são, e ponto-final. Mas Gramsci foi um pensador revolucionário. Por isso, via uma possibilidade de projeto no intelectual moderno, que sucederia, nesse caso, o apóstolo e o reformador de outrora.

Alfredo Bosi. Céu, inferno: ensaios de crítica literária e ideológica.

7 - (CESPE/IRBr/2007/Admissão à Carreira de Diplomata)
Em cada um dos itens abaixo é apresentada, em relação a trechos do texto, uma alternativa de colocação pronominal. Com base na prescrição gramatical, julgue (C ou E) cada proposta apresentada.
1 ( ) “Ambos se crêem marcados” (linha 1) / Ambos crêem-se marcados

2 ( ) “que os apartaria” (linha 2) / que apartá-los-ia

3 ( ) “Não se pode separar” (linha 8) / Não pode-se separar

4 ( )”um e outro se irão fechando” (linhas 12 e 13) / um e outro irão-se fechando

FCC – 2007 (Técnico – MPU)

8 – Quando a aranha tece sua teia, ela faz sua teia com fios muito finos, de modo que os insetos não vêem esses fios, e não conseguem desvencilhar-se desses fios.


Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo-se os elementos sublinhados, respectivamente, por


  1. faz-lhe - lhes vêem - deles

  2. a faz - vêem eles - dos mesmos

  3. faz ela - os vêem - deles

  4. lhe faz - vêem-lhes - daqueles

  5. a faz - os vêem - deles

FCC – 2006 (Técnico – TRF)

9 – Os velhinhos iam para as janelas, abriam as janelas, instalavam-se nas janelas e transformavam as janelas em postos de observação.
Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo-se os segmentos sublinhados, respectivamente, por


  1. abriam-lhes - instalavam-se-lhes - transformavam-lhes

  2. as abriam - lhes instalavam-se - transformavam-nas

  3. abriam-nas - instalavam-se nelas - transformavam-nas

  4. lhes abriam - instalavam-se nelas - transformavam-lhes

  5. abriam-nas - nelas se instalavam - lhes transformavam

FCC – 2006 (Analista – TRF)

10 – O editorial foi considerado um desrespeito à soberania de Cuba, trataram a soberania de Cuba como uma questão menor, pretenderam reduzir a soberania de Cuba a dimensões risíveis, como se os habitantes do país não tivessem construído a soberania de Cuba com sangue suor e lágrimas.
Evitam-se as viciosas repetições acima substituindo-se os segmentos sublinhados, respectivamente, por


  1. trataram a ela - reduzir-lhe - a tivessem construído.

  2. trataram-na - reduzi-la - a tivessem construído.

  3. a trataram - a reduziram - tivessem-na construído.

  4. trataram-lhe - reduziram-lhe - lhe tivessem construído.

  5. trataram-na - reduziram-lhe - lhe tivessem construído.

FCC – 2004 (Analista Judiciário – TRT)

11 – Substituindo-se por um pronome a expressão sublinhada na frase ... desde que as informações recebidas aconselhem essa consideração, obtém-se a forma.


  1. aconselhem-a.

  2. aconselhem-lhe.

  3. aconselhem-lha.

  4. aconselhem-na.

  5. Aconselhem-la.

FCC – 2006 (Analista Judiciário – TRE)

12 – São evidentes os avanços tecnológicos, ninguém duvida dos avanços tecnológicos, mas não se deve atribuir aos avanços tecnológicos a propriedade de já representarem aquele pleno desenvolvimento social que não cabe aos avanços tecnológicos produzir.
Evitam-se as abusivas repetições da frase acima substituindo-se os segmentos sublinhados, respectivamente, por:


  1. duvida deles / não se os deve atribuir-se / não lhes cabe

  2. deles duvida / não se lhes deve atribuir / não lhes cabe

  3. os duvida / não se deve atribuí-los / não lhes cabe

  4. duvida deles / não se deve atribuí-los / não os cabe

  5. deles duvida / não se deve atribuir-lhes / não os cabe

CESPE – 2001

13 - Assinale a opção em que as transformações de pronominalização, sugeridas em negrito, dos termos sublinhados nas passagens do texto LP-I, estão corretas.


  1. “No primeiro caso, autoriza atividades ou usos; no segundo, veda práticas perigosas ou nocivas; no terceiro, torna obrigatórios procedimentos ou usos” – No primeiro caso, autoriza-lhes; no segundo, veda-as; no terceiro, torna-os obrigatórios.

  2. “a administração pública cria condições mais favoráveis para o bem comum ou as restabelece de imediato” – a administração pública cria-as mais favoráveis para o bem comum ou restabelece elas de imediato.

  3. “as leis muitas vezes incluem termos vagos ou ambíguos, é preciso reconhecer certo poder discricionário da polícia” – as leis muitas vezes incluem-os, é preciso reconhecê-los.

  4. “As leis estabelecidas pelo legislador determinam as condições e limitações da ação policial, enquanto os juízes controlam o trabalho da polícia” – As leis estabelecidas pelo legislador as determinam; enquanto os juízes o controlam.

  5. “O cidadão pode recorrer a diversas instâncias, (...) para denunciar e coibir excessos policiais” – O cidadão pode-lhes recorrer, (...) para denunciá-los e coibí-los.

FCC – 2005 (Analista Judiciário –TRT)

14 – Encontraram um fóssil no Vale do Jequitinhonha. Antes de removerem o fóssil para o centro de arqueologia, submeteram o mesmo ao tratamento indispensável a toda descoberta importante, fotografaram o fóssil e pediram segurança para poupar o fóssil da ação dos curiosos.
Evitam-se as viciosas repetições do texto acima substituindo-se os segmentos sublinhados, respectivamente, por:


  1. o removerem - submeteram-lhe - o fotografaram - poupar-lhe

  2. o removerem - submeteram-no - fotografaram-no - poupá-lo

  3. removerem-no - o submeteram - o fotografaram – poupar-lhe

  4. removerem este – submeteram-lhe - lhe fotografaram - o poupar

  5. lhe removerem - submeteram-no - fotografaram-no - lhe poupar

FCC – 2005

15 – Foi para defender essas propostas e para informar a sociedade brasileira sobre seu direito inalienável de receber informação livre que criamos a RDLI.


  1. as defender – informar-lhe – lhe criamos

  2. defendê-las – informá-la – a criamos

  3. lhes defender – informar-lhe – criamo-la

  4. defende-las – lhe informar – criamo-lhe

  5. defender-lhes – informa-la – lhe criamos

FCC/2006 – Banco Central/Analista

16 – Sonhos não faltam; há sonhos dentro de nós e por toda parte, razão pela qual a estratégia neoliberal convoca esses sonhos, atribui a esses sonhos um valor incomensurável, sabendo que nunca realizaremos esses sonhos.


Evitam-se as viciosas repetições dos elementos sublinhados na frase acima substituindo-os, na ordem dada, por:


  1. há eles – convoca-os – atribui-lhes – realizaremo-los

  2. os há – os convoca – lhes atribui – realizaremo-los

  3. há-os – convoca-lhes – os atribui – realizaremo-los

  4. há estes – lhes convoca – atribui-lhes – os realizaremos

  5. há-os – os convoca – atribui-lhes – os realizaremos

ESAF –2002 (AFC)

17 – Quanto à norma culta, em relação aos termos grifados, assinale a opção correta.
Para que a intervenção governamental se justifique é preciso, primeiro, que se prove a existência de uma distorção que faça com que o mercado não aloque eficientemente os recursos. Segundo, que se pondere as alternativas para corrigir aquela distorção à luz de seus custos e benefícios. Pode-se concluir pela adoção de medidas corretivas, e de que tido devem ser, somente após esta análise.


  1. Todas as ocorrências de “se” admitem mudança de colocação.

  2. Em “se justifique”, a próclise do “se” está em desacordo com a norma culta.

  3. Em “se prove”, a norma culta admite a ênclise do “se”.

  4. Em “se pondere”, a próclise do “se” é facultativa.

  5. Em “Pode-se”, a ênclise do “se” justifica-se por ser início de oração.

CESPE/2006 Instituto Rio Branco


... o que ele faz depois de logrado é meter-se em casa, arrancar os cabelos, evitar os espelhos e passar uns dias de cama, procedimento que todos nós adotamos quando, em conseqüência de um disparate volumoso, nos sentimos inferiores ao resto da humanidade.
18 – Em “nos sentimos inferiores ao resto da humanidade”, houve transgressão dos requisitos gramaticais para a colocação pronominal.

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO

Considerando as regras de colocação pronominal, julgue os itens abaixo.

1 – Na cultura da violência, se criam várias relações perigosas.

2 – O PT mantém-se em 16 deles.

3 – Ele se tinha queimado.

4 – Machucaram-se vários jogadores, queimaram-se duas crianças.

5 – Tudo para não o magoar.

6 – O governo, que já enfrenta protestos contra cota em universidades, se vê diante de um desafio maior.

7 – O taxista disse que me viu na Globo hoje.

8 – O Brasil é o único país do mundo onde os jogos noturnos de futebol iniciam-se depois da novela da globo.

9 – “Olha, se esse embaixador tivesse ficado os dois anosa mais que ele queria ficar nos Estados Unidos, não teria falado o que falou”, analisa.

10 – Afonso Arinos brilhava na literatura e na universidade quando a morte do irmão mais velho fê-lo se deslocar.

11 – Não te Julgo, nem te quero julgar. Conheço-te de ontem.

12 – Seria-nos mito conveniente receber tal orientação.

13 – Este casamento não deve realizar-se.

14 – Ninguém havia lembrado-me de fazer reservas para a viagem.

15– Bons ventos levem-no.

16 – O meu propósito era não encontrá-lo.

17 – Quem te perguntou o assunto.

18 – O local onde me encontraram era longe.

19 – Isso lhe perguntaram.

20 – Em se tratando do assunto.



21 – O professor explicou-me a matéria.

22 – Qual deles, portanto, o amará mais?

TEXTO

O pó futuro, em que nos havemos de converter, é visível à vista, mas o pó presente, o pó que somos, como poderemos entender essa verdade? A resposta a essa dúvida será a matéria do presente discurso.


Duas coisas prego hoje a Igreja a todos os mortais, ambas grandes, ambas tristes, ambas temerosas, ambas certas. Mas uma de tal maneira certa e evidente, que não é necessário entendimento para crer; outra de tal maneira certa e dificultosa, que nenhum entendimento basta para a alcançar. Uma é presente, outra futura, mas a futura vêem-na os olhos, a presente não a alcança o entendimento. E que duas coisas enigmáticas são estas? Pulvis es, tu iu pulverem reverteris: Sois pó, e em pó vos

haveis de converter. – Sois pó, é a presente; em pó vós haveis de converter, é a futura. O pó futuro, o pó em que nós havemos de converter, vêem-no os olhos; o pó presente, o pó que somos nem os olhos o vêem, nenhum entendimento o alcança. Que me diga a Igreja que hei de ser pó: In pulverem reverteris, não é necessário fé nem entendimento para o crer. Naquelas sepulturas, ou abertas ou cerradas, o estão vendo os olhos.Que dizem aquelas letras? Que cobrem aquelas pedras? As letras dizem pó, as pedras cobrem pó, e tudo que ali há é o nada que havemos de ser: tudo pó...



Trecho – SERMÃO DE QUARTA-FEIRA DE CINZA/1672.







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