Clipping Departamento dst/aids e Hepatites Virais 1



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Clipping - Departamento DST/AIDS e Hepatites Virais


ÍNDICE

Clipping - Departamento DST/AIDS e Hepatites Virais 1

Na rota dos medicamentos 2

Paternidade responsável e crimes sexuais (Correio do brasiliense) 3

Dor de garganta, coriza, grip...O inverno chegou 4

Maconheiro de carteirinha (Artigo) 6

Tratar o assunto de modo correto é difícil, mas não impossível (Artigo) 8

Bendita ressaca 9

Os pelados de Foucault (Artigo) 10

Índia tropeça na luta contra a tuberculose 11

Pacote para investimento deve incluir corte da TJLP 11

Saldo orçamentário de R$ 4,2 bilhões 12

Seminário sobre cadeirinhas 15

Uma em cada cinco 16

Escolaridade e raça influem 16

Rastreamento pode combater pirataria 17

Cigarro pirata estabelece concorrência predatória coma indústria 18

Hemocromatose, a doença do excesso de ferro 19

A montanha que só pariu ratos 20

São Paulo é um palco iluminado 21

O novelão redivivo 24

Ajuda-me a morrer 25

Livro | O Brasil do quiproquó 27

O desejo revolucionário 28

A ética do corpo 30

Relatos de quem fez aborto 31

A verdade nua e crua 32

O direito à saúde reprodutiva no Brasil (País - Sociedade Aberta) 36

Ceará é o 4º em registro de novos casos de hanseníase 37

A cada ano, mais de 200 novos casos de aids são registrados em Rondônia, informa G1 37

Mulheres negras e com baixo poder aquisitivo são mais vulneráveis ao aborto com risco, mostra dossiê 38

Pesquisadores italianos desenvolvem coquetel antiaids que `educa´ organismo a controlar o vírus sem tratamento 39

Senadores têm planos de saúde com mais privilégios entre os Poderes, informa O Estado de S.Paulo 40

Os pelados de Foucault 41

Rê Bordosa ressurge com edição integral a sair na Flip 42













CORREIO BRAZILIENSE - DF | SUPLEMENTO ESPECIAL

ASSUNTOS RELACIONADOS À DST/AIDS E HEPATITES

25/06/2012

Imagem 1

Na rota dos medicamentos


O Ceará vai entrar para o mapa da fabricação de produtos na área da saúde no Brasil. Está sendo planejado e desenvolvido o Polo Industrial e Tecnológico da Saúde, no município do Eusébio, Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Com o empreendimento, o estado vai contribuir com a estratégia do governo federal de amenizar os gastos com importação de medicamentos, insumos e outros materiais. Somente com a compra no exterior de um remédio contra o câncer, por exemplo, o país gasta cerca de R$ 200 milhões por ano.

As obras devem começar no final de 2012, com a instalação de uma unidade da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), instituição âncora do projeto. As informações são do coordenador da implantação da Fiocruz no Ceará, Carlile Lavor. Já está sendo feito o projeto arquitetônico das edificações da fundação, que vão ocupar 10,9ha. A licitação para o projeto foi de R$ 3,7 milhões.

Segundo Carlile, a Fiocruz reservou R$ 20 milhões para o Ceará neste ano, recurso garantido no Orçamento Geral da União (OGU). O investimento até 2015 é da ordem R$ 170 milhões, a partir de 2013. Além da Fiocruz, o Centro de Tecnologia da Informação (CTI), do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), será outra âncora e vai aplicar R$ 11 milhões na sua instalação.

O cercamento da área da Fiocruz e as contratações dos serviços do polo da saúde já foram iniciados. Por meio de pregão eletrônico, a instituição ligada ao Ministério da Saúde (MS) firmou contrato com a Construtora Silveira Salles para a atividade, que vai colocar 1,4 mil metros de cerca no terreno.

Além das obras de cercamento, foi contratada a empresa Acquatool Consultoria para realizar o Estudo de Impacto Ambiental/Relatório de Impacto Ambiental (EIA/Rima) da área total do polo  -  cerca de 50ha. O responsável pelo EIA/Rima, o engenheiro em recursos hídricos Pedro Antônio Molinas, calcula que o trabalho deve ficar pronto em três meses.

Em maio deste ano, o projeto ganhou força a partir da definição da nova diretoria da Câmara Setorial da Saúde. Segundo o presidente reeleito da Câmara, Augusto Guimarães, a implantação do empreendimento é de alta complexidade, pois não se trata apenas de um distrito industrial. "Há o aspecto da inovação em tecnologia da saúde, o que aumenta muito a responsabilidade", afirma.

Outra iniciativa envolvendo o empreendimento foi a formação do Comitê Gestor do Polo Industrial da Saúde, que tem por objetivo realizar reuniões periódicas e trabalhar em sintonia com a Câmara Setorial. José Dias Vasconcelos Filho, presidente do Sindicato das Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Ceará (Sindiquímica), considera que o ritmo de implantação do projeto está sendo mais intenso e célere em função do foco mais efetivo da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), responsável pela atração das empresas. Além das âncoras, José Filho ressalta que para empreendimentos como esse é necessário, por exemplo, contar com fábricas de embalagens especiais e de tintas de parede feitas especificamente para hospitais.

O polo não funciona ainda, mas a ampliação já está em andamento. "As primeiras conversas eram para trazer somente a Fiocruz. Depois, a proposta foi ampliada e começou a envolver uma série de grupos empresariais. Inicialmente, era um centro de formação profissional e uma fábrica de vacinas. Agora, também vão se instalar fabricantes de insumos para a saúde", afirma o secretário da Saúde do Ceará, Arruda Bastos.

 Em função da grande procura de empresas por terrenos nas imediações do polo, o secretário informou que a Procuradoria Geral do Estado (PGE) analisa a proposta de se ampliar a área do complexo para 100he. Outro aspecto que está sendo resolvido pelo governo do estado é a montagem da infraestrutura de água, esgotamento sanitário, drenagem e energia elétrica no local. Segundo Bastos, a responsabilidade é da Secretaria da Infraestrutura, que já desenvolve os projetos.

 

Vacina contra



a febre amarela

 

A Fundação Oswaldo Cruz vai instalar no futuro Polo Industrial e Tecnológico da Saúde uma unidade de produção de vacina contra a febre amarela. Segundo o secretário da Saúde do Ceará, Arruda Bastos, será o primeiro laboratório   de vacinas da Fiocruz fora do Rio de Janeiro. A instituição produzirá imunizantes contra a doença aproveitando uma nova tecnologia que utiliza a planta Nicotiana benthamiana, espécie de tabaco cultivado por meio de hidroponia. A espécie possui folhas com genes que codificam a principal proteína do vírus que causa a febre amarela. A fundação também será responsável pela formação e capacitação de profissionais da saúde.



As instalações no município de Eusébio são parte dos planos de expansão da Fiocruz, que também pretende abrir representações em Rondônia, Mato Grosso do Sul e Piauí. O presidente, Paulo Gadelha, lembra que em algumas regiões ainda é escassa a integração científica e tecnológica, bem como a discussão sobre temas importantes ligados à saúde.   A proposta de Gadelha é fazer com que essas questões estejam mais presentes em todo o país.

Para o polo cearense, a fundação já fez o acordo de transferência de tecnologia com o Centro Fraunhofer para Biotecnologia Molecular, sediado nos Estados Unidos, com    o objetivo de fabricar a vacina contra a febre amarela. A entidade garante que o novo imunizante é mais seguro e possui baixíssimo índice de reações adversas.

A Fiocruz produz cerca de 24 milhões de doses da vacina contra a febre amarela, das quais vende 3,7 milhões para 70 países. São fabricadas pela Fiocruz 140 milhões de doses de oito tipos de imunizantes distintos. Segundo a instituição, existem hoje 25 projetos de pesquisa em andamento para o desenvolvimento de sete imunizantes bacterianos, seis   virais, entre os quais contra os quatro sorotipos da dengue.


 

 

 










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25/06/2012




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