Colégio Estadual Lúcia Alves de Oliveira Schoffen – Ensino Fundamental e Médio



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Colégio Estadual Lúcia Alves de Oliveira Schoffen – Ensino Fundamental e Médio


Rua Regente Feijó, 545 – Fone/fax: 44 3659 1347 – Altônia – PR

NRE de Umuarama – Estado do Paraná

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR - 2010



I - IDENTIFICAÇÃO


Colégio Estadual Lúcia Alves de Oliveira Schoffen – Ensino Fundamental e Médio.

Rua Regente Feijó,545. Fone/fax: (44) 3659 1347 – Altônia – Pr



II - ORGANIZAÇÃO DA PROPOSTA





  1. Aspectos legais

A Proposta Pedagógica deste estabelecimento de ensino da rede pública estadual é organizada de acordo com os preceitos legais e legislação educacional vigente deste estado e país. LDB – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9.394/1996, DCN – Diretrizes Curriculares Nacionais e DCE – Diretrizes Curriculares Estaduais do Ensino Fundamental, Educação Especial, Educação do Campo e EJA – Educação de Jovens e Adultos. Deliberações 014/1999, 007/1999, 016/1999, 02/2003-CEE, 09/2001 - SEED Paraná, Lei Federal 10.639/2003, Lei Estadual 13.381/2001, Resolução 208/2004, 371/2008 SEED, Instrução 04/2004 –SUED/DEF e Instrução 012/2008 e 013/2008 – SUED/SEED.
2 - Objetivos gerais
Nível de Ensino:
Ensino Fundamental
O Colégio Estadual Lúcia Alves de Oliveira Schoffen – Ensino Fundamental e Médio, estabelece como objetivo do Ensino Fundamental o constante do Art.32 da LDB o qual explicita que, esta etapa da escolarização básica deve garantir a formação básica do cidadão e o desenvolvimento integral do educando, mediante:
I – O desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;
II – Compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;
III – O desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimento e habilidades e a formação de atitudes e valores;
IV – O fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.
De acordo com Sampaio, a função principal da escola fundamental é o trabalho com o conhecimento que propicie aos alunos oportunidades de aprendizagem para que adquiram “chaves conceituais de compreensão de seu mundo e de seu tempo; deve ainda permitir que tomem consciência das operações que mobilizam durante a aprendizagem, contribuindo para que prossigam na relação de conhecimento, que é desvendamento, compreensão e transformação do que se dá a conhecer” (SAMPAIO, 1998, P.147). Dessa forma, esta instituição escolar considera importante zelar pelo desenvolvimento do aluno, principalmente na dimensão cognitiva além de concentrar-se também na formação ética e moral do educando, proporcionando-lhes condições de melhorias na habilidade de viver com qualidade em todos os sentidos. Esses objetivos estão incluídos mais detalhadamente no Projeto Político Pedagógico do colégio.

Modalidades de Ensino:



EJA – Educação de Jovens e adultos
Para os que não tiveram acesso à escolarização em idade própria esta instituição escolar oferta a Educação de Jovens e Adultos. Esta modalidade, que atende principalmente alunos trabalhadores, tem como objetivos a formação humana e o acesso à cultura geral para que jovens e adultos tenham condições de participar política, social e culturalmente na sociedade, comprometidos eticamente com o seu tempo.

A oferta desta escolarização dar-se-á na forma presencial, por disciplina e contemplará a carga horária estabelecida na legislação vigente podendo ser de forma coletiva ou individual, dependendo do critério escolhido pelo educando, ou seja, que melhor se adapte às suas condições e necessidades. Assim, tendo em vista atender as necessidades próprias de cada sujeito, a EJA constitui uma estrutura flexível, capaz de contemplar um tempo diferenciado de aprendizagem e não um tempo único para todos. Os limites e possibilidades de cada educando serão respeitados.



Educação Especial

Em relação aos alunos com necessidades educativas especiais, o pressuposto de que a escola pública é direito de todos, é garantido por lei e assegurado o seu direito ao acesso e ao atendimento preferencial na escola pública regular. Essa conquista leva em conta a diversidade humana e traz para a escola, assim como para os sistemas de ensino, o desafio de construir coletivamente as condições para o atendimento escolar desses alunos.

De acordo com a LDB 9.394/96 e sua regulamentação pelas diretrizes Nacionais da Educação Especial (Res.02/01), a Educação Especial é conceituada e praticada como uma modalidade educacional, cuja finalidade é oferecer recursos e serviços educacionais especializados aos alunos que apresentam necessidades educacionais, em todo fluxo educacional.

O Colégio Estadual Lúcia Alves de Oliveira Schoffen – Ensino Fundamental e Médio contempla no ensino regular e EJA o atendimento a educandos com necessidades educativas especiais, sendo que, em seu Projeto Político Pedagógico é especificado para quais grupos de educandos é ofertado, segundo a legislação pertinente, o atendimento educacional especializado.


Educação do Campo
Os sujeitos do campo têm direito a uma educação pensada, desde o seu lugar e com a sua participação, vinculada à sua cultura e suas necessidades humanas e sociais. Grande parte das escolas localizadas nas cidades tem currículo e trabalho pedagógico, na maioria das vezes, alienante, que difunde uma cultura burguesa e enciclopédica; a cultura, os saberes da experiência, a dinâmica do cotidiano dos povos do campo raramente são tomados como referência para o trabalho pedagógico, bem como para organizar os sistemas de ensino, a formação de professores e a produção de matérias didáticos.

Essa visão que tem permeado as políticas educacionais, parte do princípio que o espaço urbano serve de modelo ideal para o desenvolvimento humano. Esta perspectiva contribui para descaracterizar a identidade dos povos do campo, no sentido de se distanciarem do seu universo cultural.

Essa lógica parte de um modelo de desenvolvimento econômico capitalista, baseado na concentração de renda; na migração do trabalhador rural para as cidades, atuando como mão-de-obra barata, na grande propriedade e na agricultura para exportação que compreende o Brasil apenas como mercado emergente, predominantemente urbano e que prioriza a cidade em detrimento do campo.

O Colégio Estadual Lúcia Alves de Oliveira Schoffen não é, pois, considerado uma escola do campo, entretanto, muitos de seus alunos são oriundos da zona rural do município e pertencem a famílias de trabalhadores rurais; dessa forma, para que haja uma educação direcionada a atender as necessidades dos povos do campo, o corpo docente, direção, equipe pedagógica e demais funcionários procuram escutar os mesmos, a sua sabedoria, as suas críticas; escutar os educandos e suas observações, reclamações ou satisfações com relação ao colégio e à sala de aula. Valorizando a cultura dos povos do campo, observamos a diminuição de preconceitos para com esses povos, bem como a integração de todos os educandos no colégio.


Tecnologias
O Colégio Estadual Lúcia Alves de Oliveira Schoffen conta atualmente com o programa Paraná Digital; o referido programa é uma iniciativa do Governo do Estado, que, por meio de laboratórios de informática visa levar o acesso aos professores e alunos da rede estadual de ensino o portal Dia-a-dia Educação, um site onde toda a comunidade escolar pode ter acesso a informações sobre a educação no Paraná e a vários recursos que poderão auxiliar na busca da aprendizagem. O colégio conta atualmente com um laboratório de informática composto por 52 computadores. Os professores do colégio utilizam-se do laboratório de informática juntamente com os alunos inicialmente através de um projeto elaborado pelo professor onde consta os objetivos, a metodologia utilizada e cronograma para a realização do projeto; dessa forma, o professor pode ampliar os recursos para que seu aluno aprenda.

No portal Dia-a-dia Educação o Professor tem acesso ao Projeto Folhas; o mesmo é um projeto de formação continuada que oportuniza ao profissional da educação a reflexão sobre sua concepção de ciência, conhecimento e disciplina, que influencia a prática docente. O Folhas nesta dimensão formativa é a produção colaborativa, pelos profissionais da Educação, de textos de conteúdos pedagógicos que constituirão material didático para os alunos e apoio ao trabalho docente. Dois Professores do colégio já tiveram a oportunidade de criar Folhas nas áreas de matemática e história sendo que outros mais se mostram interessados na construção dessa produção.

O portal Dia-a-dia também conta com o OAC – Objeto de Aprendizagem Colaborativa; o OAC é a produção colaborativa, pelos profissionais da Educação, de textos de conteúdos pedagógicos que constituirão material didático para o trabalho docente. Atualmente o colégio não dispõe de professores na realização de OACs.

O colégio conta no momento com 18 televisores (29 polegadas) instalados em todas as salas de aula; iniciativa do Governo do Estado, os mesmos são mais um recurso para que haja uma aprendizagem efetiva.


Desafios Educacionais Contemporâneos/Agenda 21
São cinco os Desafios Educacionais Contemporâneos: Educação Ambiental. Prevenção ao Uso Indevido de Drogas, Relações Etnico-Raciais, Sexualidade e Violência na Escola. Discutir esses desafios na escola pública, envolve compreensaão de currículo para além de uma educação redentora dos problemas sociais e econômicos e não podem se limitar a dar-lhes um entendimento que legitime a lógica capitalista. Por essa razão não tratará do assunto por meio de transversalidade ou de projetos. Levar-se-á em conta a função social da escola, procurando dar aos temas uma visão de totalidade e de realidade confirmando que esta foi construção coletiva e histórica dos homens no seu meio social. Assim, cada professor deverá contemplar em seu Plano de Trabalho Docente cada tema desses desafios e as estratégias de abordagem.

No que diz respeito a prevenção às drogas, o colégio conta com o projeto “Agenda 21”. Na elaboração da Agenda 21 um dos grandes problemas levantados pela comunidade foram às drogas, dessa forma, o referido trabalho deverá se dar de forma mais intensa e conta com palestras de prevenção com profissionais da área da saúde bem como com a polícia militar a toda a comunidade escolar.

Professores, direção, equipe pedagógica e funcionários atuam na prevenção às drogas também com conversas individuais ou em grupos visando o esclarecimento dos alunos quanto ao perigo das mesmas e, mais efetivamente na Semana de Prevenção e combate às drogas, são realizadas palestras, trabalhos em sala de aula e exposição de trabalhos dos alunos. Há parceria do grupo Amor Exigente, de prevenção ao uso indevido de drogas, do município que conta com a participação de diversos de nossos professores e funcionários que auxiliam no trabalho com os alunos sobre o referido problema.

O tema sexualidade foi por muito tempo considerado um tabu dentro das escolas; contudo, com o índice de adolescentes grávidas cada vez mais precoces crescendo alarmantemente, bem como em tempos de AIDS, a escola não pode ficar alheia ao problema. Sendo a principal instituição de educação tem o dever de esclarecer sobre as consequências causados por falta de informação sexual adequada; nesse sentido, o trabalho dos professores em sala de aula é fundamental. Conversas individuais ou em grupos com alunos são realizadas, sempre que necessário, por parte dos professores direção e equipe pedagógica e, especificamente na Semana de Prevenção ao abuso sexual de crianças e adolescentes são realizadas palestras e trabalhos com os alunos.



A escola, para tratar de gêneros e diversidades, se orienta pela legislação vigente que trata desses assuntos, em especial o PARECER CP/CEE Nº01/09, que trata da normatização para inclusão do nome “social” nos registros escolares dos alunos.

Com relação à Agenda 21, todas as disciplinas desenvolvem ações curriculares com desfecho em dias comemorativos como por exemplo, 20 de novembro - dia da Consciência Negra, onde se realizam apresentações artísticas e/ou científicas, após estudos e pesquisas.



PROPOSTA CURRICULAR DAS DISCIPLINAS DA ESCOLA


ARTE

1) Apresentação
Durante o período colonial, nas vilas e reduções jesuíticas, a congregação católica denominada Companhia de Jesus desenvolveu, para grupos de origem portuguesa, indígena e africana, uma educação de tradição religiosa cujos registros revelam o uso pedagógico de arte. Nessas reduções, o trabalho de catequização dos indígenas se dava com os ensinamentos de artes e ofícios, por meio da retórica, literatura, música, teatro, dança pintura, escultura e artes manuais. Ensinava-se a arte ibérica da Alta Idade Média e renascentista, mas valorizavam-se, também, as manifestações artísticas locais (BUDASZ, in NETO, 2004, p.15) DCE, p.3.

Esse trabalho educacional jesuítico perdurou aproximadamente por 250 anos, de 1500 a 1759 e foi importante, pois influenciou na constituição da matriz cultural brasileira. Essa influencia manifesta-se na cultura popular paranaense, como por exemplo, na música caipira em sua forma de cantar e tocar a viola (guitarra espanhola), no folclore, com as Cavalhadas em Guarapuava; a Folia de Reis no litoral e segundo planalto; a Congada da Lapa, entre outras, que permanecem com algumas variações. DCE, p.3.

No mesmo período a Europa passou por transformações de diversas ordens. Nesse processo houve a superação do modelo teocêntrico medieval em favor do projeto iluminista, cuja característica principal era a convicção de que todos os fenômenos podem ser explicados pela razão e pela ciência.

Nesse contexto, o governo português do Marquês de Pombal expulsou os Jesuítas do território do Brasil e estabeleceu uma reforma na educação e em outras instituições da Colônia. A chamada Reforma Pombalina fundamentava-se nos padrões da Universidade de Coimbra, que enfatizava o ensino das ciências naturais e dos estudos literários. DCE, p.3,4.

Nas primeiras décadas da República, por exemplo, ocorreu a Semana de Arte Moderna de 1922, um importante marco para a arte brasileira, associado aos movimentos nacionalistas da época.

O movimento modernista valorizava a cultura popular, pois entendia que desde o processo de colonização, a arte indígena, a arte medieval e renascentista européia e a arte africana, cada qual com suas especificidades, constituíram a matriz da cultura popular brasileira.

O ensino da Arte passou a ter, então, enfoque na expressividade, espontaneísmo e criatividade. DCE, p.6.

Apesar do regime ditatorial do Governo Getúlio Vargas, o ensino de música proposto por Villa Lobos foi importante para as escolas, pois constituiu uma pedagogia musical e divulgou suas composições que expressavam a integração entre música erudita e popular. DCE, p.7.

No Paraná, houve reflexos desse vários processos pelos quais passou o ensino da Arte, assim como no final do século XIX, com a chegada dos imigrantes e, entre eles, artistas, vieram novas idéias e experiências culturais diversas, como a aplicação da Arte aos meios produtivos e o estudo sobre a importância da arte para o desenvolvimento da sociedade. As características da nova sociedade em formação e a necessária valorização da realidade local estimularam movimentos a favor da Arte se tornar disciplina escolar. DCE, p. 7

A partir da década de 1960, as produções e movimentos artísticos se intensificaram. Esses movimentos tiveram forte caráter ideológico, propunham uma nova realidade social e, gradativamente, deixaram de acontecer com o endurecimento do regime militar.

Numa aparente contradição, foi nesse momento de repressão política e cultural que o ensino de Arte tornou-se obrigatório no Brasil. DCE, p.9.

A partir de1980 o país iniciou um amplo processo de mobilização social pela redemocratização, a discussão dos problemas educacionais para propor novos fundamentos políticos para a educação.

Dentre os fundamentos pensados para a educação, destancan-se a pedagogia hostórico-critica de Saviani, e a teoria da Libertação de Paulo Freire. Essas teorias propunham oferecer aos educandos acesso aos conhecimentos da cultura para uma prática social transformadora. DCE, p.10

Após quatro anos de trabalho de implementação das propostas, esse processo foi interrompido em 1995 pela mudança das políticas educacionais que se apoiavam em outras bases teóricas: os PCNs.

Os PCNs em Arte tiveram como principal fundamentação a proposta de Ana Mãe Barbosa, denominada de Metodologia Triangular, inicialmente pensada para o trabalho em museus. As atividades artísticas desprovidas de conteúdo, sendo aplicadas, na maioria das vezes, como momentos terapêuticos, de descontração e de alienação, distantes da realidade escolar.

Em 2003 iniciou-se, no Paraná um processo de discussão com professores da educação Básica do Estado, Núcleos Regionais de Educação (NRE) e Instituições do Esnsino Superior (IES), pautado na retomada de uma prática reflexiva para a construção coletiva de diretrizes curriculares estaduais. As novas diretrizes curriculares concebem o conhecimento nas dimensões artística, filosófica e científica, e articula-se com políticas que valorizam a arte e seu ensino na rede estadual do Paraná.

A arte é entre outras coisas a tradução de uma maneira de pensar e de ver o mundo de acordo com as vivências de cada momento histórico em que elas acontecem e segundo a visão subjetiva do artista que a cria.

Arte na educação é propiciar uma aproximação e uma reflexão sobre a diversidade de manifestações culturais, ou seja, desvelar o que foi produzido pelo homem para dar significado às suas ações e ao mundo que o rodeia e envolve.

Através da arte podemos ampliar a sensibilidade, a reflexão e a imaginação para uma mente criadora tão necessária na atualidade.

As manifestações artísticas são exemplos vivos da diversidade cultural dos povos e expressam a riqueza criadora dos artistas de todos os tempos e lugares. Em contato com essas produções, o estudante pode exercitar suas capacidades cognitivas, sensitivas, afetivas e imaginativas organizadas em torno da aprendizagem artística e estética. Ao mesmo tempo, seu corpo se movimenta, suas mãos e olhos adquirem habilidades, o ouvido e a palavra se aprimoram, quando desenvolve atividades em que relações interpessoais perpassam o convívio social o tempo todo. Muitos trabalhos de arte expressam questões humanas fundamentais, falam de problemas sociais e políticos, de relações humanas, de sonhos, medos, perguntas e inquietações de artistas, documento, fatos históricos, manifestações culturais particulares e assim por diante.

A arte tem na escola uma função importante que não é e nem pretende formar artistas. Trata-se, sim, de um instrumento para a formação dos sentidos humanos e apreensão do saber estético, contribuindo para a fruição da produção artística, despertando o gosto e o prazer pelo belo, desenvolvendo nele a criatividade e a comunicação.

A arte tem a fantástica capacidade de acoplar vários fatores, criando um mundo próprio, transmitindo um grande número de informações e sensações numa revelação quase instantânea.

Assim como muitos artistas (Picasso, Van Gogh, Paul Klee, etc.) um dia deram o primeiro passo, fizeram pela primeira vez um rabisco, sem saber que esse simples ato os levaria, depois de muitas falhas, muitos erros, muito estudo e muito trabalho a serem renomados artistas.

Tudo que precisamos e devemos fazer é dar este primeiro passo.

Assim, com o estudo de Artes, pretende-se:


  • Construir uma relação de auto-confiança com a produção artística pessoal e conhecimento estético, respeitando a própria produção e a dos colegas, sabendo receber e elaborar críticas.

  • Conhecer e valorizar a arte brasileira.

  • Possibilitar o acesso e mediar a leitura de obras artísticas com o conhecimento sobre a arte.

  • Proporcionar que os alunos possam manifestar as formas de trabalho artístico que já executam, possibilitando que sistematizem com mais conhecimentos suas próprias produções.

  • Conduzir o aluno a estabelecer um diálogo com a arte estabelecendo relações de nossas experiências, nossa cultura e nossa vivência com a imagem, com os sons, com os gestos, com os movimentos educando-os esteticamente para ver, ouvir criticamente, interpretar a realidade a fim de ampliar suas possibilidades de fruição e expressão artística.


2) Conteúdos Estruturantes
Artes Visuais
IMAGEM: Elementos da linguagem visual, suas relações no espaço (bi e tridimensional ).
a) Forma: ponto, linha, volume, plano, figurativo, textura, movimento, ritmo, equilíbrio, suportes, matérias, procedimentos, instrumentos.

b) Luz: sombra, intensidades, espectro solar, cor, tons e matizes.


COMPOSIÇÃO
IMAGENS BIDIMENSIONAIS, TRIDIMENSIONAIS, VIRTUAIS:

Desenho, pintura, colagem, modelagem, gravura, fotografia, escultura, história em quadrinhos, mosaico, dobraduras, computação gráfica, cinema...


MOVIMENTOS / PERÍODOS

Contextualização histórica: autores/artistas: Gêneros: estilos: Técnicas; Correntes artísticas: Relações identidárias locais regionais globais.


Objeto de Estudos:

História da arte, Op art. Pop art, Gêneros, estilos, técnicas, correntes artísticas de autores/ artistas...


Dança
Movimento:

a) espaço: espaço pessoal, níveis, planos, tensões...

b) ações: saltar, deslocar, girar, encolher, expandir...

c) dinâmicas/ritmo: espaço, tempo, peso, fluência...

d) relacionamentos, proximidade, afastamento...
COMPOSIÇÃO

Composição coreográficas, improvisações coreográficas.


MOVIMENTO E PERIODOS

Contextualização histórica: autores/artistas: gêneros: estilos: Técnicas; Correntes artísticas: Relações identidárias locais regionais globais.


OBJETO DE ESTUDOS

Historia da dança, formas e estilos, principais correntes históricas da dança, manifestações populares, estudos étnicos da dança, dançarinos/coreógrafos e grupos de dança e estrangeiros.


Música
Som

  • sucessivos; melodia e ritmo.

  • simultâneos; encadeamentos de acordes.

  • qualidades; intensidade duração, altura, timbre.

  • estruturas musicais, exploração das diferentes estruturas sonoras.


COMPOSIÇÃO

Composições/improvisações interpretações musicais.

- contrastar e modificar idéias musicais, interpretar e apreciar musica, utilização dos sistemas musicais: modal, tonal e outros, jingles, trilha sonora, parodias, raps...
Contextualização histórica: autores/artistas: gêneros: estilos: Técnicas; Correntes artistas: Relações identidárias locais regionais globais.
OBJETO DE ESTUDO:

- Historia da musica, historia da musica popular brasileira, profissionais da área musical, estilos musicais, fandango paranaense...


Teatro

Personagem; expressão corporal, gestual, vocal e facial.

Espaço cênico; coreografia, iluminação, sonoplastia.

Ação cênica; enredo, roteiro, texto dramático.


COMPOSIÇÃO

Representação teatral direta e indireta.

Improvisação cênica e dramatização.
MOVIMENTOS E PERIODOS

Historia do teatro, teatro na renascença, comedias/tragédia grega, teatro paranaense, cavalhadas.


*O ensino de História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e indígena será desenvolvido concomitantemente com os conteúdos, fazendo abordagens positivas para valorização do povo e suas culturas, assim como os conteúdos relacionados aos Desafios Educacionais Contemporâneos.


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