Colégio estadual lourdes alves melo – efm



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O Ensino Fundamental e Médio são ofertados no sistema de seriação nos turnos matutino, vespertino e noturno obedecendo aos seguintes horários:



Período


Entrada

Saída

Horário/Aula

Matutino

8: 00 horas

12: 20 horas

50 minutos

Vespertino

13: 00 horas

17: 20 horas

50 minutos

Noturno

19:00 horas

23: 20 horas

50 minutos



2.2.6 - RECURSOS HUMANOS
A área de recursos humanos do Colégio esta constituída da seguinte forma:

  • O corpo docente é formado por 27 do quadro próprio do magistério, sendo que 27 possuem Pós Graduação, 2 PDE e 7 professores PSS.

  • A equipe pedagógica é composta por 04 pedagogas com especialização;




  • O quadro de assistência administrativa é composto de 04 profissionais, duas tem Curso Superior.

  • O quadro de auxiliares de serviços gerais é composto de 07 funcionários, sendo que 06 possuem Ensino Médio e 1 acadêmico;

  • O quadro da direção é composto por 1 diretor e 1 auxiliar de direção sendo que, ambos possuem especialização.



Nº Discentes

Nº Docentes QPM

Nº Docentes PSS

Nº Administrativos

Nº Apoio

639

27

07

04

07


Nível de Formação


Função

Ens. Fund.

Ens. Médio

Ens. Sup.

Pós

PDE

Docentes








34

02

Administrativos



02

02






Apoio



07










III– OBJETIVOS GERAIS


  • Cumprir a legislação vigente LDB 9.394/96, artigo 12 que estabelecem as todas as instituições escolares a elaboração e a execução do Projeto Político Pedagógico.

  • Subsidiar professores, equipe pedagógica e funcionários, nas tomadas de decisões e na organização do trabalho escolar, resgatando a intencionalidade da ação educativa.

  • Contribuir de forma significativa no processo ensino aprendizagem, superando o caráter fragmentado das práticas educativas.

  • Servir como instrumento de execução de autonomia da escola.

  • Garantir a aprendizagem de qualidade para todos, entendendo que alguns precisam de condições específicas.

  • Identificar os problemas da comunidade na qual o Colégio está inserido, buscando a solução dos mesmos, se possível através dos conteúdos ministrados em sala de aula.

  • Favorecer um processo de permanente reflexão e discussão dos problemas que envolve o cotidiano escolar, da organização, da intencionalidade da escola, prática pedagógica, para o desenvolvimento do ensino aprendizagem.



IV – MARCO SITUACIONAL




4.1 – ANÁLISE DA REALIDADE BRASILEIRA
O último levantamento do Indicador Nacional de Alfabetismo (INAF), do Instituto Paulo Montenegro, mostrou que apenas 26,1% da população brasileira de 15 a 64 anos é plenamente alfabetizados. Na outra grande área do conhecimento, a matemática, a situação é igualmente desoladora: só 23% segundo o mesmo INAF, conseguem resolver um problema matemático que envolva mais de uma operação, e apenas esse mesmo grupo tem capacidade para entender gráficos e tabelas ( Revista Veja) .

Esses indicadores são o produto final de um sistema educacional que apresenta deficiência de modo geral, em todos as etapas do ensino em todo o país, e tanto nas escolas públicas como nas particulares.

Segundo os dados mais recentes da UNESCO, 32% de nossos alunos da 1ª série são repetentes. Estes dados nos fazem refletir na qualidade de um sistema de ensino que reprova a metade de seus alunos, logo na fase em que se transmite o conhecimento mais básico: ler e escrever.

O SAEB, teste do MEC, que mede a qualidade da educação da 4ª e 8ª séries do ensino fundamental e do 3° ano do Ensino Médio, mostra não apenas a situação do nosso ensino, mas comprova o fraco desempenho dos alunos na área de leitura (55%, em situação crítica). Os alunos que chegam ao ensino médio são poucos e os que permanecem têm desempenho muito fraco.

A última edição do teste Pisa, da OCDE testou jovens de quarenta países. O Brasil ficou no último lugar em matemática, o penúltimo em ciências e 37º em leitura.

Mesmo que na última década, tenha se desenvolvido no Brasil algumas reformas educacionais, nos diferentes níveis de ensino, tornou–se necessário e urgente a implantação de novas políticas públicas para a educação.

O Paraná assim como os demais Estados, apresentou durante anos altas taxas de analfabetismo de adultos, evasão, repetência, baixos índices de acesso e permanência na escola e também o agravante da indisciplina que tem sido uma característica forte apresentada, por parte de alguns alunos, mas que acaba interferindo na qualidade da aprendizagem.

Nos últimos quatro anos iniciou-se uma política educacional voltada para o resgate da função e papel social da escola que é a elaboração, produção, transmissão e organização dos conhecimentos científicos, priorizando o conhecimento para pleno exercício da cidadania.

ARCO VERDE ( 2006 p. 22) afirma que:

a política educacional deve ser fruto da interação entre os atores, entre as constituições, entre os profissionais da educação que constroem e trazem seus objetivos e prioridade definidas, e que pela coletividade, estabelece, através da reflexão as ações necessárias à construção de uma nova realidade.”

Ao longo desses quatros anos a educação pública do Paraná, passou por um processo coletivo de construção e reformulação. Inicialmente, foram discutidas as Diretrizes Curriculares da Rede Estadual de Ensino do Paraná, através de eventos, formação de grupos de estudos e jornadas pedagógicas. Posteriormente deu se continuidade até chegar a sistematização das diretrizes curriculares por disciplinas. Paralelamente, iniciou se o processo de elaboração do Projeto Político das Escolas da Rede Pública de Ensino do Paraná.

Ainda citando ARCO VERDE ( 2006: p. 26):



(...) a SEED adotou: Seminário de Diretrizes Curriculares do Estado do Paraná; a reorganização das matrizes curriculares, a organização dos espaços colegiados, a capacitação e atualização dos profissionais da educação, a produção de material de apoio didático pedagógico, a implantação do Programa de Bibliotecas; do aluno, do Professor e de autores e temas paranaenses, a discussão e elaboração de materiais de apoio aos temas sociais contemporâneos (...)

Nota–se que há no Estado do Paraná uma política pública educacional que visa garantir a aprendizagem dos alunos. Destacam - se eventos como: Fera, Com ciências e Jogos Colegiais. Há também a inclusão de ações referentes: Sala de Apoio a Aprendizagem, Sala de Recursos, Educação Fiscal, Novas Tecnologias, Inclusão Social, Cultura Afro Brasileira e o envolvimento participativo dos profissionais da educação em simpósios, seminários e capacitações, visando a formação continuada.

O município de Itaguajé já possuiu uma população de aproximadamente 17.000 habitantes, população esta que a partir de 1970 sofreu um grande êxodo. Atualmente o Município possui uma população de 4.771 habitantes na área urbana e 1.185 na área rural, em sua maioria de origem nordestina que chegaram no inicio da formação do Município.

Essa população é formada, em sua maioria, por pessoas de baixa renda com formação educacional de ensino fundamental incompleta e grande número de analfabetos.






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