Colégio estadual lourdes alves melo – efm


- A OTIMIZAÇÃO DO TEMPO E DO ESPAÇO ESCOLAR



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6.3.2 - A OTIMIZAÇÃO DO TEMPO E DO ESPAÇO ESCOLAR




O espaço físico existente no colégio atualmente é suficiente para atender a demanda atual. O nosso espaço escolar depois da reforma ficou muito bom, contamos com uma ampla cobertura que servem para os alunos lancharem e se acomodarem nas horas de atividades extraclasse. Todo o tempo, o espaço físico, recursos didáticos, novas tecnológicas, são elementos mediadores entre os envolvidos no processo educativo.


Através dessa mediação, o aluno pode aprender as mais avançadas formas de se relacionar com a realidade, transformando–a.

Todas as vivências no espaço escolar devem ser educativas e concorrer para o processo de construção da identidade dos alunos.

No tocante a questão tempo, entendemos que o horário de aula é adequado para atender nossa clientela, apenas tendo que privilegiar também o período noturno que é muito procurados por pais de alunos 6º ao 9º ano, que precisam trabalhar, e no momento só temos o Ensino Médio funcionando no período noturno.

O calendário escolar do Colégio Estadual Lourdes Alves Melo, cumpre o que determina a LDB 9.394/ 96: 800 horas distribuídas em 200 dias letivos de efetivo trabalho escolar, seguindo as orientações da mantenedora e a aprovação do NRE- Paranavaí. Este é organizado de forma que contempla: os dias letivos, férias escolares, recesso, feriados municipal, Semana Cultural, capacitação e planejamento.



6.3.3 - ESPECIFICIDADES LOCAIS, PROJETOS E EVENTOS
O Colégio Estadual Lourdes Alves Melo desenvolve projetos e eventos que visam a melhorar a qualidade da educação. Dentre esses projetos e eventos inclui -se ações referentes á inclusão social, e Cultura Afro - brasileira, Educação Fiscal, Teatro Programa Viva Escola, Agenda 21 com os temas: preservação do patrimônio público, Horta Escolar, reciclagem de materiais, coleta seletiva de lixo, Show de Talentos. Realiza também anualmente, Semana Cultural, com a mostra de trabalhos desenvolvidos pelos alunos e professores.

Os alunos participam de outras atividades que são mantidos pela Prefeitura Municipal como: fanfarra, banda musical, futebol masculino, futebol feminino, oficina de artes, oficinas de música e karatê.

O profissionais da educação do colégio adotam os princípios de uma educação emancipadora e inclusiva que busca respeitar e cultivar as diferenças. A inclusão educacional faz parte da nossa realidade, temos um aluno no Ensino Fundamental com deficiência auditiva, mental e física. Considerando que o processo de inclusão ocorre quando legitimamos a linha de ação pelos quais serão construídas propostas para aprendizagem e participação de todos os alunos da escola, isso significa criar oportunidades para que eles decidam, pensem, tornem–se livres e responsáveis, autônomos e emancipados.

A sala de Apoio Aprendizagem surgiu da necessidade dos alunos em superar suas dificuldades de aprendizagem, e a defasagem dos conteúdos de Língua Portuguesa e Matemática, para 6º ao 9º ano. Percebendo o quanto é necessário para os alunos terem um atendimento individualizado, que vai de encontro com suas dificuldades, deu-se o inicio do processo de abertura da sala com base na Instrução nº 007/2011 e Resolução nº 2772/2011, que veio revogar a Resolução nº371/2008 que entrou em vigor na data de sua publicação. hoje atende 20 alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental dos anos finais. Com objetivo de trabalhar ação pedagógica para o enfrentamento dos problemas relacionados à aprendizagem, referentes a aquisição dos conteúdos básicos dessas disciplinas.

A Sala de Recursos Multifuncional Tipo I – Considerando a Instrução nº 016/2011- SEED/SUED: que atende alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, na área da Deficiência Intelectual, Deficiência Física, neuromotora, Transtornos Funcionais Específicos, Distúrbios de Aprendizagem, Transtornos do Déficit de Atenção e Hiperatividade –TDAH no período matutino.

Os requisitos para ingresso na SRM –Tipo I – anos finais, são para alunos que nunca frequentaram serviços da Educação Especial, avaliação psicoeducacional no contexto escolar, alunos egressos de sala de Recursos Multifuncional (tipo I) anos finais, classe especial ou Escola Especial: realizar apenas a avaliação pedagógica com vista a atualização do Plano de Atendimento Educacional Especializado. Este plano é uma proposta de intervenção pedagógica a ser desenvolvida de acordo com a especificidade de cada aluno. Será elaborado a partir das informações da avaliação psicoeducacional no contexto escolar, contendo objetivos, ações /atividades, período de duração, resultados esperados, de acordo com as orientações pedagógicas da SEED/DEEN.

O trabalho pedagógico deverá ser realizado em 3 eixos:


  • Atendimento individual: trabalhar o desenvolvimento de processos educativos que favoreçam a atividade cognitiva e conteúdos defasados dos anos iniciais, principalmente de leitura, escrita e conceitos matemáticos.

  • Trabalho colaborativo com professores da classe comum: possibilitar o acesso curricular, adaptação curricular, avaliação diferenciada e estratégias pedagógicas que atendam as necssidades educacionais especiais dos alunos.

CELEM, (Cursos nos Centros de Língua Moderna) Espanhol, atende alunos do Ensino Fundamental e Médio, no período noturno, foi criada pela Resolução da Secretaria nº 3904/2008, que veio regularizar o CELEM.

A Resolução Secretarial nº 1.690/2011 de /04/201, institui o Programa de Atividades Complementares Curriculares em Contraturno na Educação Básica na Rede Estadual de Ensino: nas segundas feiras , terças feiras, quarta feiras e quintas feiras.

a) Promover a melhoria da qualidade do ensino, por meio de ampliação de tempos e espaços e oportunidades educativas realizadas na escola, para atender ás necessidades socioeducacionais dos alunos;

b) Ofertar atividades complementares ao currículo escolar em contraturno vinculados ao Projeto Político Pedagógico da Escola, respondendo ás demandas educacionais e aos anseios da comunidade;

c) Possibilitar maior integração entre alunos, escola e comunidade, democratizando o acesso ao conhecimento e aos bens culturais.
6.3.4 - ORGANIZAÇÃO PEDAGÓGICA DA ESCOLA


  • Que a escola incentive e acompanhe o estágio não obrigatório, efetivados pelos alunos e desenvolvidos em ambiente de trabalho, que vise à preparação para o trabalho produtivo de educado que esteja frequentando regularmente a escola, de acordo com a legislação em vigência.

  • Organização do calendário anual para o cumprimento dos dias letivos e a efetivação das práticas pedagógicas;

  • Reflexão coletiva sobre o desenvolvimento das práticas cotidianas internas do colégio;

  • Reuniões bimestrais com os pais ou responsáveis dos alunos;

  • Elaboração do Plano de Trabalho Docente nos bimestres;

  • Verificação dos Livros de Registro de Classe bimestral;

  • Encaminhamento de alunos com 5 faltas consecutivas e 7 alternadas , conforme o Programa Fica;

  • Convocação de pais ou responsáveis via telefone ou bilhete;

  • Registro das eventuais ocorrências pedagógicas relacionadas a saúde e outros fatores, ou seja, um termo de compromisso assinado pelo responsável do aluno;

  • Incentivar aos alunos a frequentar a biblioteca, oferecendo variações de livros para leitura, acompanhado pelo responsável da biblioteca ou professor titular da sala de aula;

  • Propor realização de atividades voltadas á diversidade, incentivando ao respeito ás diferenças;

  • Acompanhar as práticas de estágios não obrigatório desenvolvidas pelo aluno;

  • Manter os professores das turmas, cujos alunos desenvolveram atividade de estagio, informados sobre as atividades, de modos que estes possam contribuir para esta relação prática;

  • Orientar e receber relatórios periódicos do estagiários;

  • Elaborar normas complementares e instrumentos de avaliação dos estágios de seus educandos;

  • Zelar pelo cumprimento do termo de cumprimento do termo de compromisso com o educando, com a parte concedente e o estabelecimento.


6.3.5 - ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
O Currículo do Colégio Estadual Lourdes Alves Melo, está organizado de forma respeitar a identidade cultural do aluno, na perspectiva da diversidade cultural, inclusão educacional e social. Ocorre a intervenção do professor no processo de construção do Currículo, conduzindo para a formação humana do aluno, interferindo e refletindo sempre que necessário os limites e possibilidades da prática docente. Os professores utilizarão em suas aulas, metodologias diversificadas a fim de enriquecerem os conteúdos e dinamizarem a relação ensino aprendizagem.

A organização do tempo escolar é feita através de séries e de sua organização curricular é através de disciplinas, sendo composta de 75% da Base Nacional Comum e 25% da Parte Diversificada.

Uma vez que a avaliação é entendida com a finalidade de acompanhar e aperfeiçoar o processo do ensino-aprendizagem, ela torna-se um conjunto de procedimentos investigativos que possibilitem o ajuste e os encaminhamentos necessários para tornar possível a aprendizagem. Assim sendo, a Avaliação funcionará como instrumento que possibilite ao professor analisar de forma crítica sua prática educativa, detectando avanços, dificuldades e possibilidades.

A recuperação de estudos é um dos aspectos da aprendizagem, no seu desenvolvimento contínuo pelo quais os alunos com aproveitamento escolar insuficiente a média 60( seis), deverão fazer a recuperação de estudos de forma paralela, e obter a nota estipulado pelo professor, nas condições de prevalecer a maior nota na avaliação recuperativa do conteúdo. Possibilitando apreensão de conteúdos básicos. De posse dos resultados das avaliações, no caso de alunos com rendimentos insatisfatórios, o professor utilizará avaliações diversificadas a fim de garantir a aprendizagem de todos.

Será realizado antes do final de cada bimestre um pré-conselho com o objetivo de verificar o aproveitamento do aluno nas diferentes disciplinas fazendo deste momento um espaço apropriado para discussão e escolha das melhores formas de intervenção para garantia da aprendizagem destes alunos, pois entendemos a recuperação de estudos como parte constitutiva da prática docente e não apenas recuperação de notas.

A recuperação acontecerá ao longo de cada bimestre, simultaneamente as atividades previstas para o período, e como essas, deverão ser registradas em documentos próprios e somente no final de cada bimestre se fará o registro dos resultados em forma de notas. O resultado da avaliação será registrado ao final de cada bimestre, no livro de registro de classe com o valor de 0,0 (zero, vírgula zero) a 10 (dez), para o Ensino Fundamental e Médio, sendo que o rendimento mínimo exigido é a nota 6,0 (seis vírgula zero) permanecendo a nota maior.

Caberá ao Conselho de Classe o acompanhamento do processo de avaliação e de recuperação devendo debater e analisar todos os intervenientes da aprendizagem. A comunicação das notas dos alunos será feita através do Boletim Escolar, sendo previsto reuniões com a participação dos pais e dos alunos.

A matrícula do aluno proveniente do exterior, que não apresentar documentação escolar, far–se–á mediante processo de classificação, previsto na legislação vigente.

O aluno que não apresentar condições imediatas para a classificação será matriculado na série compatível com sua idade em qualquer época do ano, ficando a escola obrigada a elaborar plano próprio.

A matricula de alunos oriundos do exterior, com período letivo concluído depois de ultrapassados 25% de horas letivas previstos no calendário escolar, far–se-á mediante classificação, aproveitamento e adaptação, previsto na legislação vigente, independentemente da apresentação de documentação escolar de estudos realizados.



6.3.6 - ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS
EM 2005 foi promulgada a primeira lei específica do Ensino Fundamental de Nove Anos, a lei nº 11.114/05, que altera artigo 6º da LDB, tornando obrigatório a matricula da criança aos 6 anos de idade de ingresso neste nível de ensino, a lei nº 11.274/06, trata da duração do Ensino Fundamental, ampliando – o para nove anos, com matricula obrigatória ao seis anos nos anos iniciais.

Com a aprovação da Resolução nº 7/2010 - CNE/CEB, que fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 anos; a Deliberação nº 03/ 2006- CEE/ CEB; juntamente com o Parecer nº 407/2011- que responde a consulta da SEED quanto à implantação do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental em 2012, e forma simultânea nas instituições de Sistema Estadual do Paraná, considerando :

Que as séries finais do Ensino Fundamental de 8 anos correspondem aos anos finais do Ensino Fundamental de 9 anos.

Não haverá alterações significativas na Proposta Pedagógica, no que diz respeito a conteúdo e Matriz Curricular, ressalvando–se que os encaminhamentos metodológicos serão revistos na perspectivas das necessidades dos sujeitos no processo de ensino aprendizagem.



Este Projeto se responsabiliza pela iniciativa da mudança. É uma atividade viva e dinâmica, que reúne toda a comunidade escolar na construção coletiva da escola, onde ocorrerá inclusão de um número maior de crianças, ingressantes no Ensino Fundamental de nove anos.
6.3.7 - SISTEMA DE AVALIAÇAO
Avaliar é analisar a prática pedagógica de todos os envolvidos, com o objetivo de corrigir rumos e repensar situações para que a aprendizagem ocorra. Ao avaliar a aprendizagem dos alunos está se avaliando a prática dos professores, da gestão e o currículo escolar, bem como o próprio sistema num todo.

A avaliação é contínua, processual e diagnóstica, realizada durante o processo ensino aprendizagem através de atividades de instrumentos específicos de avaliação. Os instrumentos de avaliação são os meios e recursos utilizados para se alcançar determinados fim, de acordo com os encaminhamentos metodológicos e em função dos conteúdos e critérios estabelecidos para tal. O importante é destacar que este fim não é a aquisição pura e simples de conhecimento, mas o processo de reelaboração e as ações a que conduz.

Os instrumentos de avaliação são: provas escrita e orais, seminários, trabalhos individuais ou em grupo, debate e outras relacionadas ao interesse e participação dos alunos.

Avaliar é também estabelecer critérios, comparar distribuir valor e julgar. Principalmente analisar e compreender, estabelecer correlações, ampliar visões e construir significados para os sujeitos e coletividades.

Os critérios de avaliação são compreendidos como um referencial que gera parâmetros que é estabelecido e descrito n Proposta Pedagógica Curricular e no Plano de trabalho Docente. Estes devem ser conhecidos pelos alunos, favorecendo a transparência, a orientação do trabalho discente e a co-responsabilidade do aluno no processo de aprendizagem. Portanto, critérios e instrumentos, formas e conteúdos caminham numa mesma perspectiva.

Sendo assim, os critérios de avaliação devem na sua prática a relação coerente com as Diretrizes Curriculares, o Projeto Político Pedagógico – PPP e o estabelecido no Plano de Trabalho Docente e estes devem ser elaborados pelo professor a partir dos conteúdos, estruturantes e específicos, proposto no Plano de Trabalho Docente.



6.3.8 - DA ADAPTAÇÃO
A Adaptação de estudos de disciplinas de estudos de disciplinas é atividade didático – pedagógica desenvolvidas sem prejuízo das atividades previstas na Proposta Pedagógica Curricular, para que o aluno possa seguir o novo currículo.

A Adaptação de estudos far – se á pela Base Nacional Comum.

Na Conclusão do Curso, o aluno deverá ter cursado, pelo menos, uma Língua Estrangeira Moderna.

A adaptação de estudos será realizada durante o período letivo.

A efetivamente do processo de adaptação será de responsabilidade da equipe pedagógica e docente, que deve especificar as adaptações a que o aluno está sujeito, elaborado um plano próprio, flexível e adaptação ao aluno.

Ao final do processo da adaptação, será elaborada Ata de resultados, os quais serão registrados no Histórico Escolar do aluno e no Relatório Final.


6.3.9 - DO PROCESSO DE CLASSIFICAÇÃO
A classificação no Ensino Fundamental e Médio é o procedimento que estabelecimento de ensino adota para posicionar o aluno na etapa de estudos compatível com idade, experiência e desenvolvimento adquirido por meios formais ou informais, podendo ser realizada:

  • Por promoção, para alunos que cursaram com aproveitamento, a série ou fase anterior, na própria escola;

  • Para alunos que cursaram com aproveitamento, a série ou fase anterior, na própria escola;

  • Por transferência, para os alunos procedentes de outras escolas, dos pais ou do exterior, considerando a classificação da escola de origem;

  • Independentemente da escolarização anterior, mediante avaliação para posicionar o aluno na série, ciclo, disciplina ou etapa compatível ao seu grau de desenvolvimento e experiência, por meios formais ou informais;

  • A classificação tem caráter pedagógico centrado na aprendizagem e exige as seguintes ações para resguardar os direitos dos alunos escolas e dos profissionais:

  • Organizar Comissão formada por docente, pedagogos e direção da escola para efetivar o processo.

  • Proceder a avaliação diagnóstico, documentada pelo professor ou equipe pedagógica.

  • Comunicar o aluno e ou responsável a respeito do processo a ser iniciado para obter o respectivo consentimento.

  • Arquivar Atas, provas, trabalhos e outros instrumentos utilizados;

  • Registrar os resultados nos Históricos Escolar do aluno;

  • É vedada a classificação para o ingresso no ano iniciado Ensino do Fundamental.


6.3.10 - DO PROCESSO DE RECLASSIFICAÇÃO
A Reclassificação é o processo pelo qual o estabelecimento e ensino avalia o grau de experiência do aluno matriculado, preferencialmente no inicio do ano, levando em conta as normas curriculares gerais, a fim de encaminhá – lo à etapa de estudos compatíveis com sua experiência e desenvolvimento, independentemente do que registre o seu Histórico Escolar.

Cabe aos professores, verificarem as possibilidades de avanço na aprendizagem do aluno, devidamente matriculado e com freqüência na série /disciplina, dar conhecimento á equipe pedagógica para que a mesma possa iniciar o processo de reclassificação.

Os alunos, quando maior, ou seus responsáveis poderão solicitar aceleração de estudos através do processo de reclassificação, facultando à escola aprova – lo ou não.

A equipe pedagógica comunicará, com a devida antecedência, ao aluno e/ ou seus responsáveis, os procedimentos próprios do processo a ser iniciado, a fim de obter o devido consentimento.

A equipe pedagógica do estabelecimento de ensino, assessorada pela equipe do Núcleo Regional de Educação, instituirá Comissão, conforme as orientações emanadas da Secretaria de Estado da Educação, a fim de discutir as evidencias e documentos que comprovem a necessidade de reclassificação.

Cabe à Comissão elaborar relatório dos assuntos tratados nas reuniões, anexado os documentos que registrem os procedimentos avaliativos realizados, para que sejam arquivados na Pasta Individual do aluno.

O aluno reclassificado deve ser acompanhado pela equipe pedagógica, durante dois anos, quanto aos seus resultados de aprendizagem.

O resultado do processo de reclassificação será registrado em Ata e integrará a Pasta Individual do aluno.

O resultado final do processo de reclassificação realizado pelo estabelecimento será registrado no Relatório Final, a ser encaminhado à Secretaria de Estado de Educação.

A reclassificação é vedada para etapa inferior à anteriormente cursada.


6.3.11 - REVALIDAÇÃO E EQUIVALÊNCIA
O estabelecimento de ensino procederá a equivalência de estudos incompleto cursados no exterior e equivalentes ao Ensino Fundamental ou Ensino Médio.

O estabelecimento de ensino procederá a equivalência r revalidação de estudos completos realizados no exterior e correspondentes ao Ensino Fundamental, para os alunos que pretendam matricular no Ensino Médio.

O estabelecimento de ensino procederá a equivalência e revalidação de estudos completos realizados no exterior correspondentes ao Ensino Médio.

O estabelecimento de ensino, para a equivalência e revalidação de estudos completos e incompletos, seguirá orientações da SEED e observará:



  • As precauções indispensáveis ao exame da documentação do processo, cujas peças, quando produzidas no exterior, devem ser autenticadas pelo Cônsul brasileiro da jurisdição ou, na impossibilidade, pelo Cônsul dos pais de origem, exceto para documentação escolares encaminhadas por via diplomática, expedidos na França e nos paises do Mercado Comum do Sul – Mercosul.

  • A existência de acordos e convênios internacionais;

  • Que todos os documentos escolares originais, exceto os de língua espanhola, contenham tradução para o português por tradutor juramentado;

  • As normas para transferência e aproveitamentos de estudos constantes na legislação vigente.

Após a equivalência e revalidação de estudos completos será expedito o competente certificado de conclusão.

A matrícula no ensino médio somente poderá ser efetivado após a equivalência e a revalidação de estudos completo do Ensino Fundamental.

A Matrícula do aluno proveniente do exterior, que não apresentar documentação escolar, far–se–á mediante processo de classificação, previsto na legislação vigente.

O aluno que não apresentar condições imediatas para a classificação será matriculado na série compatível com sua idade em qualquer época do ano, ficando a escola obrigada a elaborar plano próprio.

A matrícula oriundos do exterior, com período letivo concluído depois ultrapassados 25% de horas letivas previstos no calendário escolar, far –se - á mediante classificação, aproveitamento e adaptação, previsto na legislação vigente, independentemente da apresentação de documentação escolar de estudos realizados

Os professores no aprimoramento do seu desempenho na sala de aula (conteúdos, métodos, técnicas , formas de organização de classe) desenvolvendo estratégias que ajudam os alunos a terem um melhor desempenho em sua aprendizagem.

Partindo daquilo que a realidade local oferece, através do Projeto Político Pedagógico, a equipe pedagógica assume uma postura de comprometimento com os demais profissionais que atuam na escola através de uma prática reflexiva sobre as necessidades , possibilidades e desafios que pressupõe o cumprimento da função social e política da educação escolar.


6.3.12 – AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
Conforme VEIGA, 1998 p.15:

Construir um projeto pedagógico significativo enfrentar o desafio da mudança e da transformação, tanto na forma como a escola organiza seu processo de trabalho pedagógico como na gestão que é exercida pelos interessados o que implica o repensar da estrutura de poder da escola.”

Assim sendo, ele torna – se um documento que apresenta a real identidade do estabelecimento com a finalidade de superar as práticas fragmentadas no espaço escolar, possibilitando a escola a reflexão dos seus problemas com todos os segmentos que compõem, buscando alternativas de como pensar, executar e avaliar o trabalho educacional.

Colégio Estadual Lourdes Alves Melo – EMF, através de sua Direção e Equipe Pedagógica, adotará os seguintes procedimentos para avaliar e acompanhar o P.P.P.:



  • Reuniões semestrais com grupos de estudos de todos os seguimentos da comunidade escolar;

  • Reuniões semestrais com leitura e reflexão com a participação do Conselho Escolar. APMF e Grêmio Estudantil;

  • Reunião anual para estudo com os pais de alunos, para o redirecionamento dos objetivos, metas e ações ou sempre que houver necessidade convocar os envolvidos.

A avaliação se dará a partir das reflexões e ideais levantadas e definidas corrigindo-se o que necessitar ser revisto e melhorando. Segundo VEIGA (1998, p. 184):

O P.P.P. é um documento que exige um eterno diagnosticar, planejar, repensar, começar, recomeçar, analisar e avaliar.“

Diante disso vemos o P.P.P. como um articulador da vivência democrática, tornando–se fundamental a elaboração coletiva e o envolvimento de todos nesse processo.
VII - REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Ação, discussão e compreensão das demandas da Escola Pública. Curitiba. SEED. Pr., 2010.

ANGEL, P. Escola e Cidadania: Apropriação do conhecimento e exercício da cidadania – Universidade Estadual de Campinas, 2008.



Ação, discussão e compreensão das demandas da Escola Pública. Curitiba. SEED. Pr., 2010.

Assembléia Legislativa do Paraná. Lei Complementar 123/08. Curitiba Pr. , 2008.

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional Lei nº 9.394/96 – Brasília, 1996.

CARVALHO, R. E.. Educação Inclusiva. Com Os Pingos Nos “Is”, Porto Alegre, Mediação, 2004.

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO. DELIBERAÇÃO 020/86, Curitiba, 1996.

Definição de seu Projeto Político Pedagógico. Curitiba. SEED. Pr.,2010.

DALBEN -2004 P.55

Educação a partir seus limites e avanços. Curitiba. SEED. Pr., 2010.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: Saberes Necessários a Prática Educativa, São Paulo, Paz e Terra, 1996.

FRIGOTTO Gaudêncio. Capital humano e sociedade do conhecimento: concepção neoconservadora de qualidade na educação. São Paulo, Cortez, 2006.

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB. BRASÍLIA, 1996.

LUCKESI, Cipriano C. Avaliação da Aprendizagem Escolar: estudo e proposições. São Paulo, Cortez, 2003.

MARCHIORATO, L.. Concepção de Educação. São Paulo, Atica, 2004.

PÁTIO. Revista Pedagógica, Ano VIII Nº 31 - Agosto/Outubro 2004

Pedagógico da Escola. Curitiba. SEED. Pr., 2006

Deliberação C.E.E. Nº02/2003. Conselho Estadual Educação, Paraná.

Normas para a Educação Especial: Modalidade da Educação Básica Para Alunos com Necessidades Especiais no Sistema de Ensino do Estado do Paraná. Curitiba: C.E.E

As Necessidades da Educação a partir de seus limites e avanços. Curitiba, SEED. Pr., 2010

Aspectos a serem considerados na ação, discussão e compreensão das demandas da Escola Pública. Curitiba, SEED. Pr., 2010.

Estudos para Organização do Trabalho Pedagógico da Escola. Curitiba, SEED, Pr., 2006.

Quando as políticas educacionais voltam-se para a legitimação do tempo, e espaço e da autonomia da escola na definição seu Projeto Político Pedagógico. Curitiba, SEED, Pr., 2010.

PINTO, Álvaro Vieira. Conceito de Educação, Forma e Conteúdo da Educação. São Paulo, Cortez, 1994.



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Dicionário HOUAIS, 2002 P. 1474

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Diretoria de Políticas e Programas Educacionais. Curitiba, SEED, Pr., 2010.



Sobre Conselho de Classe, Critérios e Acompanhamento da Avaliação Escolar: Curitiba, SEED, Pr., 2010.

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VEIGA, Ilma Passos. Projeto Político Pedagógico da Escola: uma construção coletiva. Campinas, Papirus, 1998.

Instrução nº 016/2011 - SEED/SUED

Instrução nº 007/0211 – SUED/SEED

Instrução nº 008/2011

Resolução nº 1690/2011

Saviani, Demerval. Concepção de cultura, Campinas, Papirus, 1994. p. 189.



Vasconcelos Celso. Recuperação de Estudos, São Paulo, Moderna, 1995.







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