Colégio visconde de porto seguro



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COLÉGIO VISCONDE DE PORTO SEGURO

Unidade II – Valinhos


Língua Portuguesa

O PASTOR E O LOBO


Um pastor costumava levar seu rebanho para bem longe da aldeia. Fazia, então, uma brincadeira de mau gosto:

– Socorro! Socorro! – gritava. Os lobos estão atacando os meus carneiros!

As pessoas largavam o que estavam fazendo e corriam para ajudá-lo.

O pastor torcia-se de rir, pois não havia lobo algum.

Um dia apareceram lobos de verdade. Enquanto eles devastavam o rebanho, o pastor, horrorizado, gritava:

– Socorro! Socorro! Corram, senão vão chegar tarde!

As pessoas pouco se incomodaram. Pensavam que o gozador estava fazendo mais uma das suas.

E assim, ele perdeu todos os seus carneiros.

Triste, disse ele com seus botões:

– Os mentirosos só ganham uma coisa: não serem acreditados nem quando dizem a verdade.
(GÄRTNER, Hans; ZWERGER, Lisbeth (Comp.). 12 fábulas de Esopo. Tradução Fernanda

Lopes de Almeida. 7. ed. Rio de Janeiro: Ed. Ática, 2003.)



01. Em “Enquanto eles devastavam o rebanho...”, o termo sublinhado refere-se a:

(A) lobos.

(B) carneiros.

(C) mentirosos.

(D) vizinhos.
02. Em “... o gozador estava fazendo mais uma das suas.”, a expressão destacada significa no texto:

(A) realizar o trabalho do dia a dia.

(B) levar o rebanho para longe da aldeia.

(C) atacar todos os carneiros do rebanho.

(D) fazer brincadeira de mau gosto.
03. Pelo final da história, você pode entender que o pastor aprendeu que:

(A) "A mentira tem pernas curtas."

(B) "Quem tudo quer tudo perde."

(C) "A ovelha má põe o rebanho a perder."

(D) "Quem desdenha quer comprar."
04. O pastor dessa história é:

(A) mentiroso e gozador.

(B) medroso e preguiçoso.

(C) solidário e brincalhão.

(D) alegre e respeitoso.
05. Os vizinhos não confiavam mais no pastor, porque ele...

(A) resolvia sozinho os seus problemas.

(B) gritava por qualquer coisa.

(C) fingia que os lobos o atacavam.

(D) tinha muito medo dos lobos.
06. No trecho “– Socorro! Socorro! gritava. Os lobos estão atacando os meus

carneiros!”, o travessão indica o início da:

(A) queixa do mentiroso.

(B) fala das pessoas.

(C) reclamação da vizinhança.

(D) gritaria do pastor.

SURIÁ


SURIÁ. Folha de São Paulo, São Paulo, 19 de jul. de 2003. Folhinha.

1) O encanto da fada madrinha tem a função de:

(A) fazer Suriá viver um conto de fadas.

(B) ajudar Suriá a escrever um conto de fadas.

(C) fazer com que Suriá encontre uma amiga.

(D) ajudar Suriá a participar de uma peça de teatro.
2) As palavras “eu!” e “também eu!” estão escritas com letras maiores, tinta mais forte e ponto de exclamação no final. Isso tudo nos faz perceber que a menina Suriá está:
(A) animada.

(B) irritada.

(C) surpresa.

(D) triste.


3) A história de Suriá é contada por meio de:

(A) desenhos e diálogos entre personagens

(B) narrador e personagens

(C) cores e ilustrações.

(D) narrador e imagens.

4) Suriá só decide chamar Margô para participar do seu conto de fadas:

(A) para que Margô faça o papel da bruxa.

(B) porque está cansada de brincar sozinha.

(C) para fazer as pazes com a amiga.

(D) porque a fada-madrinha pediu.


5) A frase que poderia resumir a atitude de Suriá nessa história é:

(A) “O que é meu, é seu”.

(B) “Vem cá que a gente decide junto”.

(C) “Duas cabeças pensam melhor do que uma”



(D) “Não quero tudo para mim, só a parte boa”.


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