Companhia Riograndense de Telecomunicações



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ompanhia Riograndense

de Telecomunicações

Relatório de Atividades no Projeto Metropoa


Projeto de Transporte de Tráfego IP sobre ATM

e

Projeto de Supervisão e Gerenciamento de Redes MAN/ATM


Bolsista: Alexei Korb

Junho de 99


  1. Índice


2 Introdução.............................................02

3 Descrição do Projetos..................................03

3.1 Transporte de Tráfego IP sobre ATM.................03

3.2 Supervisão e Gerenciamento de Redes MAN/ATM........04

4 Observações Relativas aos Projetos.....................05

4.1 Relativo ao Projeto de Transporte de Tráfego IP sobre ATM......................................................05

4.2 Relativo ao Projeto de Supervisão e Gerenciamento de Redes MAN/ATM............................................05

5 Atividades.............................................06

5.1 Julho..............................................06

5.2 Agosto.............................................08

5.3 Setembro...........................................11

5.4 Outubro............................................13

5.5 Novembro/Dezembro..................................14

5.6 Janeiro/Fevereiro..................................15

5.7 Março..............................................17

5.8 Abril..............................................22

5.9 Maio...............................................24

5.10 Junho.............................................25

6 Conclusão..............................................26

7 Trabalhos à Serem Realizados...........................28



  1. Introdução

Este relatório tem por objetivo evidenciar as atividades realizadas até o momento, pelo bolsista Alexei Korb, em dois dos projetos da Companhia Riograndense de Telecomunicações no consórcio que forma o Metropoa. São eles: Projeto Supervisão e Gerenciamento de Redes MAN / ATM e Transporte de Tráfego IP sobre ATM.


Primeiramente segue a descrição dos projetos envolvidos a fim de lembrar quais os objetivos e atividades iniciais que foram visionadas para os projetos.

Logo após é apresentado um resumo de todas as atividades que demandaram esforço do bolsista em ordem cronológica dos acontecimentos.

Logo a seguir são apresentadas as conclusões que puderam ser granjeadas até o momento, levando-se em consideração todos os fatos que puderam beneficiar ou prejudicar andamento normal dos projetos.

Depois disto, então, são colocados em um item chamado de Atividades a serem realizadas, uma série de possíveis atividades consideradas importantes pelo bolsista. As idéias apresentadas neste último tópico são subjetivas e podem ser substituídas ou modificadas para melhor aproveitamento e / ou contribuição para os projetos.



  1. Descrição dos Projetos

    1. Transporte de Tráfego IP sobre ATM

O objetivo deste projeto é desenvolver e acompanhar o desempenho de interfaces lógicas e físicas para o transporte de tráfego IP sobre ATM, principalmente quanto a:



  1. Níveis de QoS (Qualidade de Serviço) compatíveis, passíveis de adoção comercial e resposta do sistema quando operando em faixas críticas de QoS;

  2. Interfaces funcionais disponíveis e novas exigências de mercado, com base nos próprios experimentos a serem desenvolvidos pelos demais integrantes do consórcio e pela própria CRT.


Atividades e equipamentos envolvidos

  1. Implantação e operação do sistema de “switching” baseado na plataforma proposta (IBM 8285);

  2. Definição e experimentos baseados em diversos níveis de QoS de acordo com os diferentes níveis de sensibilidade das aplicações a serem cursadas, utilizando o sistema de supervisão e gerenciamento proposto, baseado em equipamento IBM 7025 F40;

  3. Avaliação qualitativa e de conformidade das interfaces físicas disponibilizadas para o Projeto;

  4. Desenvolvimento de interfaces lógicas compatíveis com o leque de aplicações originadas pelos diversos experimentos propostos pelos integrantes do consórcio.

  5. Neste projeto estaria parcialmente envolvida a disponibilidade de um bolsista DTI, auxiliando no projeto e implementação do sistema e supervisionando a operação do “centro de supervisão e gerência da Rede MAN”.

  6. Estaria ainda envolvido, em tempo integral, um bolsista ITI para acompanhamento da implementação e posteriormente responsabilizando-se pela emissão de relatórios de desempenho e adequação de interfaces funcionais.


    1. Projeto Supervisão e Gerenciamento de Redes MAN / ATM

O objetivo deste projeto é a implementação e operação de sistema de supervisão e gerenciamento de Rede MAN operando em ATM, adotando-se a plataforma disponibilizada (IBM 7025 F40) como suporte de “hardware” e realizando experimentos que visem avaliar:



  1. Desempenho do sistema operando em protocolo IP;

  2. Desempenho das interfaces homem-máquina quanto aos aspectos de facilidade de operação, curva de aprendizado e adequação à plataforma de “hardware” e “software”;

  3. Tempos de resposta envolvidos no processo de supervisão, bem como disponibilidade de sistemas de auto-correção de falhas;

  4. “Features” administrativas do sistema, tais como emissão de relatórios automatizada, por “menus”, e por blocos funcionais da MAN.


Atividades e equipamentos envolvidos

  1. Implantação e operação do sistema de supervisão e gerenciamento sobre a plataforma IBM proposta (IBM 7025 F40)

  2. Neste projeto estaria parcialmente envolvida a disponibilidade de um bolsista DTI, auxiliando no projeto e implementação do sistema e supervisionando a operação do “centro de supervisão e gerência da Rede MAN”.

  3. Estaria ainda envolvido, em tempo integral, um bolsista ITI para acompanhamento da implementação e posteriormente responsabilizando-se pela operação propriamente dita do “centro de supervisão e gerência da Rede MAN”.




  1. Observações relativas aos projetos:




    1. Relativo ao Projeto Transporte de Tráfego IP sobre ATM:

  • A CRT não dispôs do bolsista DTI requerido neste projeto;



  • Parte do projeto fica vinculado à utilização do sistema de supervisão e gerenciamento proposto no Projeto de Supervisão e Gerenciamento de Redes MAN / ATM

    1. Relativo ao Projeto de Supervisão e Gerenciamento de Redes MAN / ATM:


  • A CRT não dispôs do bolsista DTI requerido neste projeto;




  • Não foi disponibilizado até o momento uma plataforma profissional de Gerenciamento e supervisão de Redes (P.e.: Netview da IBM, Openview da HP, Sun Netmanager da Sun, ...), de maneira que as atividades apenas puderam se desenvolver com a utilização de freewares disponibilizados na Internet, como:

  • Mrtg (Multi Router Traffic Graffer)


http://ee.staff.ethz.ch/~oetiker/webtools/mrtg/mrtg.html




http://www.mg-soft.si/


  1. Atividades

Relatório cronológico das atividades dos bolsistas




    1. Julho




  • Apresentação dos bolsistas, com rápida troca de idéias sobre o projeto;




  • Visita ao Centro de Treinamento da CRT e à sala onde se encontravam os equipamentos. (no momento 3 IBM PC’s pentium 166Mhz, um switch ethernet IBM modelo 8271, uma RISC System 6000 IBM modelo 7025 F-40 166 Mhz. OBS - O switch ATM modelo 8285 não se encontrava na empresa neste momento, pois tinha sido emprestado ao PROCEMPA para testes);




  • Visita a sala onde seria desenvolvidas as atividades referentes ao projeto (Centro de Treinamento da CRT, sala 208, Fone 316 – 2877);




  • Montagem dos microcomputadores na sala 208. Não foram conectados a rede da companhia , pois eles não possuíam nenhum tipo de placa de rede.




  • Instalação das placas de rede ethernet (modelo compatível com NE2000) nos microcomputadores;




  • Configuração da placa e do protocolo TCP/IP nos PC´s. Para placa foi apenas necessário informar a requisição de interrupção e endereço de I/O (respectivamente 03 e 300 – 31F em todas as máquinas). Para o protocolo TCP/IP, as informações configuradas foram as seguintes:



  • Endereço do gateway – 172.16.14.53

  • Endereço do servidor de nomes – 172.16.14.54

  • Máscara da subrede – 255.255.0.0

  • Domínio – crt.gov.br, que foi repassado tempo depois para crt.net.br

Os números IP´s disponíveis para nosso trabalho estão na faixa que vai de 172.16.4.71 à 172.16.4.80. Desta forma, os três micros foram configurados quanto ao nome de host e número IP como segue:





Maquina

Número IP

Metropoa1

172.16.4.71

Metropoa2

172.16.4.72

Metropoa3

172.16.4.73



  • Após isso, as máquinas foram conectadas à rede;




  • Foi solicitado ao administrador da rede da CRT ACD, que criasse usuários para os bolsistas, de forma que pudéssemos acessar o servidor da rede. Os usuários foram criados.




  • Treinamento teórico na Unisinos:

Este treinamento visou oferecer aos participantes do consórcio uma visão geral sobre a tecnologia ATM, de modo a nivelar todas as pessoa que não possuíam nenhum conhecimento profundo sobre ATM com aqueles que já vinha tendo contato com esta nova tecnologia a mais tempo.


Quem não conhecia a tecnologia ATM obteve neste treinamento uma excelente oportunidade para iniciar seus estudos. Por outro lado, as pessoa mais experientes com o ATM puderam sanar algumas dúvidas pendentes, bem como contribuir para com os outros colegas participando de modo ativo da explanação.
Participaram do treinamento por parte da CRT:

  • Os bolsistas do projeto;

  • Alexandre Volpe Rodrigo;



    1. Agosto




  • Treinamento prático na UFRGS

O treinamento teve como principal objetivo, repassar aos participantes do projeto, o treinamento recebido na IBM em Campinas – SP, sobre a configuração do switch Workgroup ATM Nways 8285;


Neste dia vários aspectos práticos relativos ao projeto foram discutidos e repassados às entidades participantes do consórcio, bem como uma simulação em laboratório de uma rede ATM operando com LAN Emulation, visou reforçar o treinamento teórico recebido na Unisinos e ilustrar várias características das redes ATM, através da execução de alguns testes sobre as redes simuladas.


  • Entrega aos consorciados do sistema operacional AIX versão 4.2.1, para a estação de trabalho RISC;




  • Devolução à CRT do switch ATM Nways 8285, que estava emprestado ao PROCEMPA para realização dos testes que foram repassados no treinamento realizado na UFRGS.




  • Montagem e configuração da estação RS/6000, uma vez que já possuíamos o seu sistema operacional em mãos;




  • Algumas configurações foram deixadas para serem feitas posteriormente. (P.e. configuração da rede, instalação de softwares adicionais, ...).




  • Foi verificado um problema com a estação de trabalho RISC. Neste dia seriam feitas as configurações pendentes, porém percebeu-se que embora a máquina estivesse ligada, o monitor permanecia escuro e com a luz indicadora de potência com coloração âmbar. Nenhuma ação tomada (pressionamento de teclas, deslocamento do mouse), modificava o estado da máquina;




  • A fim de tentar solucionar o problema foi feito o auto teste do monitor, como descrito no manual do usuário do monitor (pg. 18 em português) para verificar se o problema era apenas com o monitor. Verificou-se que o problema não era com o monitor;




  • Todo o restante do dia foi dedicado a leitura da documentação que acompanhava a máquina.



  • Seguiu-se a leitura de manuais tanto da RISC quanto do sistema operacional AIX 4.2.1;




  • Entrou-se em contato com a IBM do Brasil em Porto Alegre (Fone: 216-5800), bem como com uma se suas autorizadas (Ação Informática LTDA, Rua Eudoro Berlik 667 Fone: 333-0000).




  • A IBM informou que teríamos que entrar em contato com uma das suas autorizadas. A Ação informática informou que teria de ser aberto um chamado para IBM em São Paulo através do número de telefone (0800-787378), e se necessário a própria IBM contataria a autorizada mais próxima do estabelecimento que necessita da assistência.




  • Foi aberto um chamado a IBM do Brasil através do número 0800-787378 e contatado um dos analistas de suporte da IBM. O mesmo tentou solucionar o problema via telefone enviando instruções que eram executadas conforme sua ordem e observando-se os resultados, porém sem sucesso;




  • Analista da IBM verificou as informações do equipamento (modelo, número de série, P/N), informou que a máquina estava na garantia e passou a ligação para uma secretária dizendo que ela pegaria os dados da empresa (endereço principalmente) e comunicaria a autorizada que por sua vez faria uma visita para resolver o problema (numero da chamada aberta na IBM - 02389);




  • Representante da IBM visitou a CRT e realizou uma série de testes para identificar o problema. Entrou em contato com os analistas pelo mesmo número, e requisitou um novo teclado e outros acessórios para continuar com testes no outro dia.



  • Representante da IBM visitou novamente a CRT e realizou outra bateria de testes. Novamente fez contatos com os analistas da IBM e requisitou um novo processador e uma nova placa mãe, para continuar com testes no outro dia.



  • O representante da IBM retornou para continuar a resolução do problema com a RISC. Foi descoberto que o processador da máquina estava com defeito. O processador foi trocado e a máquina voltou a operar normalmente



  • Foi feita a reinstalação do sistema operacional AIX versão 4.2.1 na estação de trabalho RISC, bem como a configuração e conexão do equipamento a rede interna. A configuração foi realizada como segue:

  • Porta de conexão: en0 (ethernet padrão);

  • Número IP: 172.16.4.74;

  • Máscara da subrede: 255.255.0.0

  • Domínio: crt.net.br;

  • Endereço do gateway: 172.16.14.53;

  • Endereço do servidor de nomes: 172.16.14.54;

  • Tipo de cabo: tp (par trançado).




  • Foram realizados testes para verificar se a estação estava operando corretamente, inclusive com relação a rede (ping, telnet e ftp);




  • Criação de uma estrutura de grupos de usuários e dos usuários na RISC.

OBS: Neste momento todas as máquinas recebidas pela CRT para o projeto Metropoa Estavam conectadas na rede interna da instituição e se comunicando entre si e inclusive para fora da instituição (Internet, telnet e ftp).




  • Estabelecemos primeira conexão serial com o switch ATM 8285;




  • Instalamos as placas ATM (IBM Turboways 25 ATM PCI adapter) nos PC´s, porém seus drivers não foram reconhecidas pelo sistema operacional, que acusava conflito de dispositivo.



    1. Setembro




  • Lendo as apostilas recebidas observamos que seria necessário fazer o download dos drives das placas ATM compatíveis com o sistema operacional que possuíamos (Windows 95 versão B conhecido como OSR2), uma vez que os drives disponíveis com as placas eram compatíveis apenas com o Windows 95 versão A;




  • Foi feito o donwload dos drivers das placas ATM. O endereço na Internet é o seguinte:


ftp://ftp.networking.ibm.com/pub/products/lanprods/atm/at25wci.exe
Posteriormente, a partir do arquivo “baixado do endereço acima” criou-se um disquete e um disquete de auxílio a instalação e diagnósticos da placa.


  • As placas ATM foram reinstaladas nos microcomputadores com os novos drivers. Desta vez o sistema operacional reconheceu-as;




  • Uma vez que as placas ATM já estavam instaladas aplicamos os testes recomendados pelo disco de instalação e diagnósticos da placa ATM. Concluído com sucesso;




  • Depois disso nos preocupamos em conectar os micros com o switch 8285 através das placas recém instaladas. Neste primeiro momento não obtivemos sucesso.

OBS: Nos próximos dias seguiram-se leitura de manuais e documentação das placas ATM e do Switch ATM 8285, a fim de verificarmos que tipo de problema estava ocorrendo, porque não conseguíamos nos conectar ao switch. Várias reconfigurações foram feitas no switch com a finalidade de se testar o que estava acontecendo.




  • Finalmente conseguimos conectar os micros com o switch 8285, via placas ATM (chegamos a conclusão de que o problema era a máscara da subrede que estava sendo utilizada pela configuração de LAN Emulation causava todo o conflito. Configuramos tanto o Servidor de LAN Emulation, quanto os clientes, com uma máscara de subrede diferente da utilizada pela rede interna da CRT. No caso 255.255.255.0 );




  • Retiramos então a conexão serial com o switch, pois a essa altura já nos conectávamos com ele via telnet.

OBS: Nos dias seguintes foram realizados diversos testes para verificar como estava ocorrendo a comunicação entre as máquinas (via switch), e entre as máquinas e o switch. Tipos de testes:



  • Ping;

  • telnet;

  • comunicação através de softawqares de videoconferências.




  • Como cada PC possuía duas placas de rede diferentes (uma ethernet e uma ATM), foram executados os mesmos testes primeiramente apenas com a placa ethernet, logo após apenas com a placa ATM e só então foram feitos os testes com as duas placas operando simultaneamente.


  • Mini Reunião dos bolsistas com o coordenador Juarez Sagebin Corrêa, onde foram abordados os seguintes tópicos:




  • Solicitação de uma cópia do projeto;

  • Requisição de informações atualizadas sobre o andamento do projeto como um todo;

  • Organização interna da sala onde os bolsistas estão trabalhando. Solicitação de um armário, hack para acomodar os dois switches (ATM e ethernet);

  • Conversa sobre dúvidas gerais do projeto;

  • Questionamento sobre a utilização dos micros que se encontram ociosos na sala 208.

  • Questionamento sobre a aquisição de hardware adicional (Web câmara, placas de capturação de vídeo, kit multimídia e memórias)



    1. Outubro




  • Foram adquiridos os seguintes equipamentos:




  • Duas (02) WebcamII para testes de videoconferência.




  • Três placas de som para os micros IBM;




  • Um (01) driver de CD-ROM.



  • Os equipamentos foram instalados nos PCs.




  • Estudo dos manuais do switch 8285, com a finalidade de conhecer e explorar a maioria das facilidades oferecidas pelo switch, passíveis de serem testadas com os equipamentos que possuíamos até este momento.




  • Testes entre PCs e Switch 8285. Tipos de funcionalidades oferecidos pelos dois modos de conexão IP sobre ATM (LANE e CIP) implementados pelo switch e placas de rede recebidas.




  • Mini videoconferências internas, utilizando Softwares gratuitos da Internet entre PCs utilizando a rede interna ethernet a 10Mbps.




  • Mini videoconferências internas, utilizando Softwares gratuitos da Internet entre PCs com LANE.




  • Mini videoconferências internas, utilizando Softwares gratuitos da Internet entre PCs com CIP.




  • Comparação dos resultados: Dentro da instituição as videoconferências via ATM não aparentavam superioridade demasiadamente superior, sobre as videoconferências IP sobre ethernet, muito embora a imagem e o som aparentavam uma leve superioridade quando testados em IP sobre ATM .



    1. Novembro/Dezembro.

Primeira reunião do grupo designado para pesquisa do Projeto de Supervisão e Gerenciamento de Redes MAN / ATM. na CRT. Participaram do encontro os seguintes membros:

Marcos Mazzoni – Pesquisador responsável pelo projeto;

Alexei Korb – Bolsista;

Renato Gomes Barata – Bolsista;

Giuliano Santanna – Bolsista;

Engenheiro do OSU, que estará integrado ao projeto juntamente com pessoal do 7° e 16° andares (OSU).
Foi definido o objetivo adicional (ponto alvo para CRT) do projeto: Além do objetivo principal mencionado no item 1, deve-se ainda pesquisar uma maneira para efetivar a Integração das diversas plataformas de gerenciamento existentes na CRT, no que diz respeito a transmissão de dados. Isto inclui:
Rede Frame Relay – X.25; (operando sobre ATM)

Rede New Bridge;

Rede IP que será implantada logo (cisco) (operando sobre SDH), e futuramente;

Rede ATM (Metropoa).


Foi definida data da próxima reunião (07/12/98), no 13° andar da matriz. Objetivo: Definição de um cronograma de atividades deste projeto, bem como visita ao lugar onde se desenrolarão as pesquisas (7° andar da matriz).



    1. Janeiro/Fevereiro

Iniciou-se estudos profundos sobre protocolo TCP/IP e tecnologia ATM.


Internet:

http://penta2.ufrgs.br/metropoa/
http://www.atmforum.com
http://www.intrernet2.edu
http://www.oak.ece.ul.ie/~kellyn/masters/atm_links.html
http://www.services.cs.mcgill.ca/~spu/links.html
http://www.networking.ibm.com/
http://www.rs6000.ibm.com/
http://www.redbooks.ibm.com/
http://www.cisco.com/
http://www.newbridge.com/
http://www.fore.com/
http://www.3com.com.br/convergencia
Livros:
Chen, Thomas M., Liu, Stephen S. ATM Switching Systems – Artech House Inc. 1995.
Commer, Douglas E. Internetworking with TCP/IP volume I: Principles, Protocols and Architetures – Prentice Hall Inc. – New Jersey, NY - 1995.
Mcdysan, David E., Spohn, Darren L.. ATM: Theory and Application. McGraw-Hill Companies Inc – New York, NY - 1994.
Mcdysan, David E., Spohn, Darren L.. Hands-On ATM. McGraw-Hill Companies Inc – New York, NY - 1998.

Onuural, Raif O. Asynchronous Transfer Mode Networks: Performance Issues 2 edition– Artech House Inc. 1995.


Stallings, Wiliam. ISDN and Broadband ISDN with Frame Relay and ATM. 3rd edition. Prentice Hall Inc. 1995.

Stallings, Wiliam. Local e Metropolitan Area Networks. 5rd edition. Prentice Hall Inc. 1997.


Stallings, Wiliam. Handbook of Computer-Communications Standards: The Open System Interconection (OSI) Model and OSI related Standards. Volume 1, 2rd edition. Mcmillan Publishing Company. 1995.
Tanenbaum, Andrew S.. Computer Netwoks. 3rd edition. Prentice Hall Inc. 1996.

Em maio de 1999:


Pan, Heng. SNMP-Based ATM Network Management. Artech House Inc. 1998.


    1. Março




  • Foi requisitado à biblioteca da CRT a encomenda de Livros Sobre o Gerenciamento de Redes ATM via SNMP.




  • Acessamos Mibs da RISC, NT e switch ethernet no C.T., com mib browser da MGSoft Corporation. O objetivo era de testar o funcionamento deste mib browser para depois aplica-lo no switch ATM.




  • Acessamos mibs do Switch 8285 via mib browser. Neste momento ainda não possuíamos a relação das mibs implementadas por este equipamento. Assim o próximo passo foi coletar tais informações.




  • Pesquisa sobre quais MIBs o Switch 8285 implementa, a fim de definirmos quais os pontos importantes a serem gerenciados pela CRT no projeto Metropoa:


Management Information Bases (MIBs)implementadas pelo 8285

O IBM 8285 control point oferece completo suporte de Gerenciamento via SNMP, com o uso dos comandos padrões, Get, GetNext, Set and Trap. Abaixo é listado todas as MIB´s que o 8285 suporta e que podem ser utilizadas para o gerenciamento do dispositivo. Os parágrafos a seguir foram retirados da documentação do switch 8285, mais especificamente do ATM Worgroup Solutions Implementing the 8285 ATM (SG24-4817-00):


· MIB-II (RFC 1213)

The IBM 8285 ATM subsystem fully supports this MIB described in RFC 1213,Management Information Base for Network Management of TCP/IP-Based Internets: MIB-II. For the purposes of the system group, ATM is treated as a

data link protocol. The interface group describes the ATM cell layer interface. This group only concerns itself with the ATM cell layer as a whole and not the individual connections. Here the amount of traffic that was transmitted and received can be found. Also the number of cells dropped

due to an incorrect HEC and invalid ATM cell header will be found.


· IETF AtoM MIB (RFC 1695)

This MIB is described in RFC 1695, Definitions of Managed Objects for ATM Management Version 8.0 using SMIv2 and also called AtoMIB. It describes objects used for managing ATM-based interfaces, devices, networks and services. The following are descriptions of the various groups:

- The ATM Interface Configuration Group

This group describes the type of ATM traffic on a particular interface. It contains ATM interface configuration parameters, such as the status of the interface, maximum number of VPCs and VCCs supported on na interface, the number of configured VPCs and VCCs, the number of active VPI and VCI bits, VPI/VCI of ILMI (if at all) and the ATM address type.

- The DS3 PLCP Group

This group has configuration and state information for those ATM interfaces that use DS3 for carrying ATM cells.

- The ATM Traffic Descriptor Parameter Group

This group has information relating the ATM traffic parameters, including the QoS class.

- ATM Virtual Path Link (VPL) Group

This group contains configuration and state information of a bi-directional VPL. Here VPs can be created, deleted or modified.

- ATM Virtual Channel Link (VCL) Group

Ó Copyright IBM Corp. 1996 145.This soft copy for use by IBM employees only.

This group contains configuration and state information of a bi-directional VCL. Here VCs can be created, deleted or modified here. Also, information can be found on the AAL that is in use on a VC specific information can be found if AAL5 is used, such as the type of data encapsulation.

- The Virtual Path (VP) Cross Connect Group

This group contains configuration and state information of all point-to-point and point-to-multipoint VP cross connects. In other words, it gives information on the VP swapping table. With this group VP cross-connects can be established and removed.

- The Virtual Channel (VC) Cross Connect Group

This group performs the same functions as in the VP cross connect group but for the VCs.

- The AAL5 Virtual Channel Connection Performance Statistics Group

This group contains the AAL5 performance statistics of a VCC.

· OSPF MIB (RFC 1253)

Since the TRS function uses OSPF with very few modifications to the original code, the IBM 8285 ATM network supports the OSPF MIB (RFC 1253) unchanged.

· ILMI MIB

This MIB is defined by The ATM Forum in the UNI specification. Following is a brief description of the groups defined in these MIBs:

- Physical Port Group

This group gives information on a particular port such as the status, transmission types and cable type.

- ATM Layer Group

This group has the maximum number of supported VPs and VCs on the UNI, the number of VPs and VCs configured on the UNI and the number of active VP and VC bits on the interface.

- ATM Statistics Group

Here you will find the number of cells received, dropped and transmitted on the UNI.

- Virtual Path Group

This group gives information on the VPs on the UNI. This includes status, traffic shaping, policing and QoS parameters.
- Virtual Channel Group

This group performs the same functions as the virtual path group but for the VCs.

- Network Prefix Group

This group has information on the network prefix in use on the user side of the UNI and its validity.

- Address Group

This group has information on the ATM address in use on the user side of the UNI and its validity.



146 ATM Workgroup Solutions: Implementing the 8285 ATM Switch.This soft copy for use by IBM employees only.
· IBM Hub-Specific MIB Extensions

This MIB is an enterprise-specific MIB for the IBM Campus ATM Hubs.

Following is a brief description of the groups defined in these MIBs:

- Traps Control Group

This group allows you to configure what traps are sent.

- Switch Control Group

This group determines which slots are controlled by the switch.

- ATM Modules Group

This group gives details on the modules, such as the maximum number of supported VPs and VCs, the number of VPs and VCs in use and the type of module.

- ATM Port Group

Information can be found here on the number of ports on a module, cable type, status and what interfaces it supports (UNI, NNI or SSI).

- ATM Interface Group

This group maps for each ATM port the MIB-II interface index and the physical slot/port numbers.

- Cross Connect Group

Information on the label swapping tables for VPs and VCs is stored here.

- Neighbor Devices Group

Here information can be found on the ATM devices connected on ports, such as the IP address and description.

- TFTP Group

This group controls the parameters for TFTP download functions.

- Statistics Group

Statistics for individual VP and VC connections are found here.
· IBM Signalling Extensions

This IBM MIB extension defines ATM signalling support on the device.

Below is a brief list of the information that can be accessed via this MIB:

- Number of supported signalling channels

- Range of reserved VPs and VCs

- VPI/VCI used for the signalling channel on a port

- The state of the Q2931 interface

- Q2931 statistics, such as the number of call attempts and rejections

- Information about Q2931 calls in progress, such as calling and called party

- Details of cleared called including the ATM interface involved, calling and called party, date and time, cause of clearing, QoS requested and the bandwidth requested

- Details and statistics on the SAAL

· IBM PVC Management MIB Extensions



Chapter 8. IBM 8285 Management 147.This soft copy for use by IBM employees only.
· IBM ATM Statistics MIB Extensions

  • Conversa com engenheiro Paulo Kapp da CRT, o responsável pela interconexão física das fibras que ligará as instituições, que solicitou que fossem feitos projetos para instalação dos switches em todas as instituições.




  • Coleta de todas as MIB´s especificadas para o equipamento 8285, a fim de executar testes com mib browser. As mibs foram obtidas dos seguintes endereços da internet:




  • RFC´s: http://www.ietf.org/rfc/




  • IBM_MIB´s: ftp://www.raleigh.ibm.com/pub/products/lanprods/hub/8285.mib




  • ILMI MIB: Esta MIB não foi obtida, uma vez que a sua especificação não foi encontrada disponível no ATM Fórum (http://www.atmforum.com)



    1. Abril




  • Conexão com UFRGS foi estabelecida




  • Estudo das mibs especificadas para 8285 e estudo de Gerenciamento ATM;




  • Foi efetuado o download do software MRTG, e dos softwares GD e Perl que dão suporte ao funcionamento do mrtg para RS6000.

http://bull.rede.ufmg.br/download/out/



  • Encontro com Paulo Kapp para tirar duvidas a respeito dos projetos de instalação de nó na UFRGS, Puc, Procergs e Procempa




  • Conexão com PUC foi estabelecida




  • Visita à Procergs para verificar o switch 8285. O propósito era fazer projetos solicitados por Paulo Kapp. Nesta mesma visita, tentamos configurar o switch da procergs como cliente da rede da CRT LANE (falhou). Motivo desconhecido até o momento.




  • Visita à UFRGS para verificar o switch 8265. O propósito era fazer projetos solicitados por Paulo Kapp. Layout do switch.




  • Visita à Procempa para verificar o switch 8285. O propósito era fazer projetos solicitados por Paulo Kapp. Layout do switch.




  • Visita à Puc para verificar o switch 8285. O propósito era fazer projetos solicitados por Paulo Kapp. Layout do switch. Nesta mesma visita tentamos configurar o switch da Puc como cliente da rede da CRT LANE (OK).Configuramos com Ips da CRT.




  • Endereço www para conseguir driver atm para sistema operacional LINUX: http://www.epfl.fi/linux-atm/




  • Elaboração dos Projetos de instalação Switches Metropoa UFRGS, Procergs, Procempa e PUC, conforme conta em anexo, para Paulo Kapp




  • Reunião SSI com : Pivetta

Pauta: Tívoli , Netview e Nways (ferramentas de gerenciamento de redes disponíveis na CRT)



  • Conexão com Procempa foi estabelecida.




  • 1 º conferencia com PUC (Rafael e Guedes), PUC passou vídeo TV para nós (OK).




  • Palestra da Cabletron Systems no hotel Embaixador –POA

Tema: Novas Técnologias e produtos. Vantagens e facilidades para implementações de projetos WAN / LAN de alto desempenho que utilizam QoS. Operações de roteamento Layer 2,3 e 4 com priorização por aplicações.



  • Palestras técnicas sobre temas atuais na área de telecomunicações Wavetek wandel & Goltermann

Palestrante: Cristiano Henrique Ferraz gerente de transferencia de tecnologias da WWG

26/04 – Tutorial de SDH, Tutorial de xDSL

27/04 – VoIP e qulidade de serviços Verificação de contratos de nível de serviços e Gerenciamento de redes de sinalização nº 7



  • Liberei senha switch 8285 da CRT para Adriano – Procempa. Objetivo era de verificar o porquê que a conexão com a Procergs não era efetivada. Depois de alguns testes foi descoberto o problema. Cada módulo instalado no switch 8285 suporta apenas 210 Mbps, de forma que não é possível a conexão de duas ou mais interfaces à 155 Mbps. Assim a solução foi limitar a conexão com a Procergs em 50 Mbps.




    1. Maio




  • Continuação dos estudos das mibs e Gerenciamento ATM;




  • Configuração de servidor http e ftp para RS/6000. O Propósito é de tornar esta máquina servidora dos cursos interativos que estão sendo desenvolvidos pelo grupo de videoconferência.




  • Instalação, configuração e execução de testes com o software de gerenciamento Mrtg no switch 8271 e estação RS/6000, para descobrir funcionalidades que podem ser aplicadas nos switchs ATM.




  • Testes com equipamento 8285 da CRT e 8285 da unisinos para testar SDH.



    1. Junho



  • Recebimento do restante dos equipamentos destinados ao consórcio: Switch ATM 8265, Up-link ATM para switches 8271, placa ATM para estação de trabalho RS/6000, além de outras interfaces para switchs ATM.




  • Leitura da documentação para montagem e configuração dos equipamentos recebidos.




  • Montagem e configuração do switch ATM 8265.




  • Montagem e configuração do Up-link para switch 8271;




  • Montagem e configuração da placa ATM 155 Mbps para RS/6000.



  1. Conclusão

A primeira conclusão a qual inevitavelmente podemos chegar é que como a totalidade dos equipamentos destinados ao projeto apenas foram entregues às instituições em junho de 1999, um tempo maior para execução das tarefas propostas é necessariamente preciso.


Segundo, os testes executados com as mini videoconferências realizadas na CRT, deixaram evidente que a tecnologia ATM, mesmo quando utilizada sobre AAL5 (IP sobre ATM, onde não existe garantia de QoS e apenas a abordagem do melhor esforço é adotada) é superior ao TCP/IP convencional. Esta superioridade também pode-se observar em algumas transferencias de arquivos executadas entre a CRT e Puc, onde o tempo de transferencia é muito menor do que pela Internet, muito embora o Metropoa sendo uma rede privada deva executar serviços mais rapidamente que uma rede pública. Também observamos que quando a Puc transmitiu programação de TV para CRT via IP sobre ATM (LAN Emulation) que a qualidade também é superior a oferecida com IP convencional (Internet).
Levando-se em consideração estes testes iniciais, podemos deduzir que com a introdução de QoS, PVC´s e outras facilidades oferecidas pela tecnologia ATM, e que podem ser implementadas com os switches recebidos (8265 em junho de 1999 e 8285 no início do projeto), melhores resultados poderão ser obtidos e que o upgrade para uma rede ATM oferece maior segurança, confiabilidade e rapidez mesmo trafegando pacotes IP.
Quanto à IP sobre ATM, os switches IBM apenas implementam duas possibilidades (LAN Emulation ou Classical IP). A decisão do consórcio de utilizar LANE mostrou-se acertada, pois permite que LAN´s existentes dentro das instituições possam ser utilizadas em experiências. Também observamos que o gerenciamento de redes IP sobre ATM é facilitado com a existência de várias MIB´s já implementadas e que analisam os pacotes e protocolos utilizados pelo IP. Ex. implementado pelos switches RFC 1213 (MIB II).
Notamos também que o gerenciamento e supervisão de redes ATM atualmente precisa do auxílio de uma ferramenta profissional de gerenciamento para que conclusões satisfatórias de características oferecidas pelo Atm (conexões virtuais, QoS diferenciado, etc.) possam ser coletadas e analisadas com eficácia. A principal razão para esta afirmação é que as ferramentas de gerenciamento distribuídas gratuitamente pela Internet deixam a desejar quando o assunto são as características da tecnologia ATM e não IP ou IP sobre ATM.
Com a utilização destes “freewares”, podemos obter uma visão geral do que os switches implementam e até mesmo algumas estatísticas (obtidas com a utilização do software mrtg e monitorando-se IP sobre ATM), porém torna-se difícil a monitoração dos circuitos virtuais, QoS, controle de fluxo e controle de congestionamento oferecidas pelas redes ATM e implementadas em MIB´s já padronizadas pelo IETF e ATM Fórum.

Assim sendo, a necessidade de um software de gerenciamento torna-se recurso indispensável, mas que ainda não está disponível para o consórcio.


Outra questão importante de se salientar aqui é que o gerenciamento de redes ATM ainda não está completamente padronizado, de modo que, nem todos os tipos de gerenciamento propostos pela OSI são passíveis de serem efetivamente executados à curto prazo. As MIB´s enfocam seus esforços no gerenciamento de erro que neste momento parece ser o mais maduro dos cinco tipos recomendados pela OSI. Existam algumas informações relacionadas ao gerenciamento de performance e configuração, entretanto muito trabalho deve ser ainda desenvolvidos quanto ao gerenciamento de contas e segurança, antes que possamos efetivamente utilizar todos os cinco tipos (Gerenciamento de Erro, Gerenciamento de Configuração, Gerenciamento de Contas, Gerenciamento de Performance, Gerenciamento de Segurança).
Também notamos que a IBM e outras grandes empresas que fabricam equipamentos ATM está adotando o protocolo SNMP para gerenciamento de redes ATM e deixando de lado o protocolo CMIP, embora este último possui várias MIB´s e ferramentas de gerenciamento para ATM.
Assim sendo, devemos então focalizar nossos esforços a partir de agora para as atividades relacionadas no tópico a seguir, trabalhos à serem realizados, para concluir da melhor forma possível as atividades propostas em cada um dos projetos.


  1. Trabalhos à serem Realizados

Existem ainda muitos experimentos a serem realizados, uma vez que a conexão de todos os consorciados ainda não está completamente efetivada (lembramos que a Unisinos ainda encontra-se desconectada do Metropoa) e que a totalidade dos equipamentos destinados ao projeto foram entregues há poucos dias atrás.


Podemos então vislumbrar uma série de atividades que complementarão as pesquisas iniciadas, a fim de atingir os objetivos propostos em cada um dos projetos. Descreveremos a seguir algumas atividades relacionadas aos projetos de Supervisão e Gerenciamento de Redes MAN / ATM e Transporte de Tráfego IP sobre ATM.
Iniciando-se com o Projeto de Supervisão e Gerenciamento de Redes MAN / ATM, os próximos passos são:


  • Definição de uma estratégia de gerenciamento para o consórcio. Será adotado gerenciamento distribuído? O padrão de gerenciamento recomendado pelo modelo OSI será seguido? (Gerenciamento de Erro, Gerenciamento de Configuração, Gerenciamento de Contas, Gerenciamento de Performance, Gerenciamento de Segurança);




  • Obtenção de um software de gerenciamento de redes profissional como os citados anteriormente (Netview, Openview, sun Netmanager entre outros);




  • Implantação de um ou mais destes sistemas de gerenciamento. Podem também ser utilizado em paralelo os Freewares citados anteriormente;




  • Definição das Mib´s e objetos que serão analisados pela Instituição. Se o gerenciamento proposto for distribuído, este é o momento de definir que instituição administrará o que, para que não exista dúvidas e para que o gerenciamento da rede transcorra da maneira mais suave e eficaz possível;




  • Monitoração efetiva da rede. Neste momento a rede deve estar funcionando plenamente e vários experimentos devem estar gerando vários tipos de tráfego com QoS diferenciados. Neste ponto devem-se analisar os objetos definidos anteriormente, estabelecer patamares de utilização da rede e monitorar os resultados para comparação com os patamares definidos possibilitando a detecção de problemas e propostas de soluções;



  • Comparação entre os sistemas implantados. Neste caso poderíamos comparar as funcionalidades oferecidas entre softwares proprietários e freewares e quais os pontos positivos e negativos de cada um deles. Este é o ponto mais significativo proposto no projeto da CRT e aqui seriam finalmente analisados os seguintes pontos propostos:

  • Desempenho das interfaces homem-máquina quanto aos aspectos de facilidade de operação, curva de aprendizado e adequação à plataforma de “hardware” e “software”;

  • Tempos de resposta envolvidos no processo de supervisão, bem como disponibilidade de sistemas de auto-correção de falhas;

  • “Features” administrativas do sistema, tais como emissão de relatórios automatizada, por “menus”, e por blocos funcionais da MAN.

Quanto ao projeto de Transporte de Tráfego IP sobre ATM, poderíamos propor algumas coisas como segue:




  • Definição das MiB´s e objetos dentro das MIB´s definidas, que possam monitorar os diversos tipos de tráfego com QoS diferenciados, no que diz respeito a IP sobre ATM. Sabemos que o switch implementa algumas MIB´s que podem conter estas informações (IETF AToMIB – rfc 1695, MIB II – rfc 1213 e MIB´s proprietárias da IBM). Este é o momento de pesquisar que objetos são relevantes para o gerenciamento;




  • Existe um ponto no projeto original, que diz respeito a avaliação qualitativa das diversas interfaces físicas disponibilizadas para o projeto. Aqui seria também o momento de observar quais as interfaces mais apropriadas para casos específicos, funcionalidades das interfaces, facilidade de manutenção, enfim todos os dados que possam ser importantes para estas definições;




  • Como ponto final e mais trabalhoso, poderíamos ainda pensar no desenvolvimento de uma interface lógica (desenvolvimento de um Software), que pudesse coletar informações nas mibs dos equipamentos e calcular estatísticas não mostradas pelos softwares de gerenciamento ou personalizar as informações importantes para a instituição. Este software poderia utilizar o próprio Web Browser para mostrar estatísticas. Neste caso seria interessante iniciarmos estudos nos seguintes tópicos:




  • ASN.1;

  • Definições de MIB´s e como acessar os seus dados;

  • SNMP;

  • Java ou outra linguagem para programação, pois precisamos acessar as mibs via software para coletar informações;

  • Bibliotecas para linguagem de programação escolhida, que permitem o acesso as MIB´s, para evitar o desenvolvimento destas bibliotecas;

  • HTML, para geração de páginas.








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