Concurso Faça Lá Um Poema2011-2012



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Concurso Faça Lá Um Poema2011-2012

O urso comilão
O urso grandalhão

É um grande comilão…

Come mel até mais não.

Sai de casa a correr

Para ir comer

Peixes ele come

Quando tem fome

Com a língua de fora

Vai-se logo embora.

Ao luar come o seu mel

O urso Miguel,

Com o seu pelo castanhinho.

É muito fofinho.
Maria Leonor Pina Carvalho Vaz, 2º ano, EB1/JI da Portela de Sintra



Faça lá um poema….
Não tenha medo

Faça lá um poema

Com grandes quadras

E um bonito tema.


Faça, faça

Por favor

Um para meter graça

E outro de terror.


Um para chorar

E outro para fazer rir

Um para gritar

E outro que me vai fazer sorrir.



André Leite Martins, 4º ano, EB1 de S. Pedro


1º dia de escola
Naquele dia solene

Foi diferente o sentimento.

O sol espreitava breve

No suave passar do vento…


Levantei-me bem cedinho

E torradas fui comer.

Doce e fresco o cheirinho

Do chá que ia beber…


O afia já preparado,

Lápis de cor em marcha,

Sábio compasso ao lado

Do outro lado da borracha.


A caneta azul olhava

A vermelha, a verde, a rosa.

No bico já preparava

Nobre poesia e a prosa!


A lapiseira sem biqueira

Lá ia choramingando…

A mina por companheira

A lágrima lhe foi limpando.


E a mochila já estreita

De objetos e espanto

Deixava o lanche à espreita…

Não era preciso tanto!


Lá fui de poema em poema,

Caminho de escola a cantar…

Que aprender é o lema,

Brincando sem brincar.


Quando cheguei finalmente,

A professora disse “Bem-vindo!”

E a porta fechou-se atrás

De um universo sorrindo


David Martins Rodrigues, 3º ano, EB1 de São Pedro

O passeio na serra de Sintra
Atenção! Atenção!

A primavera está a chegar!

Preparem as bicicletas

Para irmos pedalar.


Para a serra descobrir,

Temos muito que andar,

A descer e a subir

Lugares vamos explorar.


Não há serra como esta

Com palácios e castelos!

Lá viveram reis, princesas

Em aposentos tão belos.


Entre o azul e o verde,

Que linda é a paisagem!

É tudo tão pequenino,

Mais parece uma miragem.


Por entre vales e montes,

Encontrámos um ribeiro.

Vimos, longe, duas fontes:

Veremos quem chega primeiro!


Depois de água beber,

É tempo de regressar…

Agora é caminho a descer.

Cuidado! Vamos devagar!


Para o passeio acabar,

Passámos na Piriquita.

Travesseiros a comprar

Para encher a barriguita!


Por fim, chegámos a casa,

Depois de um dia na passada.

Com tanta agitação,

Fiquei mesmo cansada!


Inês Martins Vieira, 3º ano, EB1 de São Pedro





O corpo humano
São três partes

Num único ser

O corpo humano

De infinito saber…


Cabeça, tronco e membros

E assim começamos!

Mas o que vem a seguir

Já nós imaginamos…


Sistemas, funções, órgãos

Qual o mais importante?

Interligados estão

Num trabalho constante.


Coração bate, bate;

Pulmão cheio, pulmão vazio;

São quilómetros de sangue

Em grande corrupio!


Do osso mais pequenino

À artéria mais comprida,

Tudo bem estudadinho

E já está! Missão cumprida!


Madalena José Barbosa Mateus Marantes Lopes, 3º ano, EB1 de S.Pedro



Eu
A professora pediu

Para fazer um poema.

Vim para casa pensar

Como resolver o dilema.


Assim que cheguei, pensei

Mas não me senti inspirado…

Como qualquer criança

Sou um bocado estouvado!


Sentei-me a magicar

Como faz o bom poeta,

Mas tinha pouca vontade

De pegar na caneta.


Agarrei então no lápis

E comecei a escrever

Este pequeno poema

Que acabei de fazer!


Raúl Manuel de Almeida Beijinho, 3º ano, EB1 de S.Pedro


A nossa vila
A nossa vila é bela,

Tem palácios e castelos.

Toda a gente gosta dela

Dos jardins que são tão belos!


Belos também os recantos,

Sítios bonitos para namorar…

Todos falam dos seus encantos

Até gostavam de cá morar!


A sua serra é majestosa,

Tem lendas de encantar,

Mas também misteriosa

Com histórias de amedrontar…


D. Fernando por ela se encantou

E o Palácio da Pena é obra sua.

Árvores belas e exóticas plantou,

Assim fez nascer o Monte da Lua.


É conhecida pela vila das Queijadas

Ou dos saborosos travesseiros…

Mas o verdadeiro nome é Sintra

Vila de encantos e cheiros!


Tomás Paulo de Almeida, 3º ano, EB1 de S.Pedro


A família
A família é o coração

Dos valores a aprender

Eles são união

Do meu ser.


Com a família fui viajar

E ao parque fui brincar

Com a minha mãe aprendi

A andar e a saltar.


Com o pai aprendi a trabalhar

De vez em quando, a ralhar

Aprendi a respeitar,

A gostar e a amar.


Com os meus irmãos, fui crescendo

Aprendi a estudar.

No meu peito, erguendo

Um coração para amar.


Carolina Guimarães Resende, 4º ano, EB1 de Sintra





Animais
Neste mundo

existem belos

animais vamos

conhecê-los :


O Sr. Gri Gri

o grilo.


O Sr. Dilo

o crocodilo.


A Sra. Memé

a ovelha.

A Sra. Fada do mel

a abelha.

O Sr. Fininho

O golfinho.

O Sr. Ovinhos

O cavalo-marinho.


A Sra. Voa Voa

A andorinha.

A Sra. Pivete

a doninha.


O Sr. Mexe Mexe

o mexilhão.

O Sr. Vermelhão

o camarão.


O Sr. Roedor

o rato.


O Sr. Patarolas

o pato.
O Sr. Reptilzinho

O lagarto.

O Sr. Fofinho

O gatinho.
A Sra. Cocorococó

a galinha.

A Sra. Escama

a sardinha.


O Sr. Ão Ão

O cão.


O Sr. Juba

o leão.
O Sr. Ferradura

o cavalo.

O Sr. Espinhoso

o porco espinho.
O Sr. Dentuças

O tubarão.

O Sr. Alaranjado

O salmão.



Carina Pinto Rodrigues, 4º ano, EB1 de Sintra



Quais dias?
Chegou o dia.

É Carnaval.

Para variar, vou mascarar-me

De Pai Natal.


É o primeiro dia de Primavera

E o meu avô faz anos

Vou dar-lhe de presente

Muitos e muitos panos.


É dia de azar

Estou preocupado

Com o que possa acontecer

às pessoas que estão ao meu lado.


Olha o Natal

Está a nevar,

Vou atirar bolas de neve

A quem está a brincar.



Diogo Novo de Barros, 4º ano, EB1 de Sintra
A poluição
Cresce, cresce florzinha

Cresce, cresce para mim,

Flor linda e perfumada

A mais bela do meu jardim.


O homem polui o chão

O barco polui o mar

O avião polui o ar

Poluição, poluição

Quando irás acabar?
Diogo Alexandre Barbosa Freitas, 4º ano, EB1 de Sintra
SERÁ…

Será que me vão deixar moldar o meu amor?

Será que vão destruir o meu armazém de sonhos?

Será que me vão deixar espaço para amar?

Será que posso subir o rio numa jangada de madeira?

Ou será que a maré vai subir e eu não posso ir?

Será que vão acabar por destruir a minha música preferida?

Será que me vão deixar dar a mão a quem precisa?

Será que a vela se vai apagar e deixar-me sem luz para acabar o meu poema?
Gustavo dos Santos Jakobsson, 4º ano, EB1 de Sintra




Os Rios
Bom dia, Sr. Mondego!

Eu acho que tenho medo

de entrar no seu rio.

Não acha que está muito frio?


Boa tarde, Sr. Minho.

Gosto do seu ninho.

Criou muito bem

o seu passarinho .


Boa noite, Sra. Guadiana.

Você é uma bela dama.

Que ir comigo ao baile

Da rainha Açoriana?


Gonçalo Fernandes Godinho Janeiro Rosa, 4º ano, EB1 de Sintra



Soneto de Sintra
Vila bela, cheia de romance,

Mistérios e tesouros.

Longe de todo o seu alcance,

Contém amor, prata e ouros.


Longínqua terra de mouros,

Conquistada pelos cristãos.

Uns ficam com os louros,

Outros sem nada nas mãos.


Rei artista sonhador

Criou palácios e jardins

E ao Monte da Lua deu cor.
Todos visitam beleza tanta,

Travesseiros, queijadas e afins

Que a todos encanta.
Pedro Manuel Waap Hilário, 4º ano, EB1 de Sintra


Querido Planeta
Querido planeta

Que nos tratas tão bem

Quem me dera que toda a gente

Te tratasse assim também.


Eu irei tratar de ti

E a minha turma ajudará

Com o trabalho de equipa

No universo inteiro

Melhor mundo não haverá.
Nós somos uma eco-escola

E vamos te proteger

Da má poluição

Que não nos deixa ver.


Não te preocupes

Vai correr tudo bem

Quando a poluição desaparecer

Não precisas de nos agradecer.


Joana Lyis de Castro Delgado, 4º ano, EB1 Portela de Sintra




O poema sobre a escola
Havia um menino que ia para a escola,

Mas só bebia Coca-Cola.

Um dia chegou à escola com dores de barriga.

No caminho encontrou um gorila.


Numa aldeia distante havia uma floresta

O menino e o gorila fizeram lá uma festa.

Num restaurante pediram a reserva

Chegaram a casa e dormiram a sesta.


Nas férias encontraram um poeta

Aquele que diz voa a bicicleta.

E foram para casa de camioneta

E disseram à mãe que encontraram o poeta.


Acordaram e foram tomar banho.

E a mãe perguntou onde estava o chuveiro.

Saíram de casa para ir ao restaurante

E assim beberam o refrigerante.


Rúben Tierri de Almeida Oliveira, 4º ano, EB1 de Sintra






Um dia de escola
Chego à escola e oiço o toque,

Corro para não chegar atrasada.

Bato à porta. `` Posso entrar?

Sento-me na cadeira e começo a trabalhar.


Comecei o dia com a História.

Primeiro os Romanos,

Agora os Muçulmanos.
Dá o toque de saída,

Saímos todos em corrida.

Vamos para o intervalo a falar

E logo começamos a brincar.


Dá o toque de entrada,

Corro outra vez.

E a aula de Matemática,

É uma disciplina muito prática.


Dá o toque de saída

e corremos para o ginásio

Toca a trabalhar com o trampolim.

Fui a primeira a saltar.

Caí, não no chão,

Mas sim no colchão.


Acabou a Educação Física,

E vou para casa.

Chego muito cansada, Deito - me na cama sem fazer nada.
Isto é só um dia de escola. Abigail Sá, 5ºA



O desenho de EVT
O desenho,

Nasceu em EVT,

Quando uma menina o desenhou,

E a professora foi ver.


A professora gostou,

Mas não adorou,

O que posso ter feito mal,

Para a professora não o adorar?


Ela foi ver outra vez,

E já encontrou,

Faltava o nome e a data,

Já sei, já o encontrei!


A professora foi ver e já o adorava,

Mas só faltava uma coisa,

E a professora disse:

- Tens de o pintar com cor.


Quando o sol nasceu
Quando o sol nasceu,

Nasceu a terra,

E o mar.
Quando o sol nasceu,

Nasci eu


Ao colo da minha mãe.
Quando o sol nasceu,

Nasceu Jesus,

E mais além.
Quando o sol nasceu,

Morremos todos,

E revivemos.
Quando o sol nasceu,

Nasceu este poema,

Feito por mim.

Afonso Azevedo, 5ºA


O mar transparente
As pessoas pensam que o mar é azul,

mas não, enganam-se, o mar é transparente,

ou seja, não tem cor.
O mar é pureza!

São as lágrimas das pessoas sós!

São as lágrimas soltas de alegria!
O mar é transparente como o coração das pessoas puras!

O mar é alegria e tristeza

O mar é vida!

Ana Sofia Mendes Semedo Correia, 5ºA



Mar de lágrimas
Uma lágrima é como um pedaço de mar

De vez em quando não sabe nadar

Uma lágrima pode ser salgada

Outras vezes pode ser amargurada


Uma lágrima

Pode ser de lástima

Ou pode ser de felicidade

Por teres dado à caridade!


O mar não se pode calar

Como o som que fazes quando estás a chorar

O mar chora de alegria

Porque a água deixou de estar fria.


Beatriz Simões Lopes, 5º E






5º ano
Ao 5º ano cheguei

Outros colegas conheci

A tudo me adaptei

Aprendi e estudei


Matemática, Inglês

Educação Física e Português

Historia, Educação visual

Música e Religião e Moral

Ciências da Natureza

Aprender é uma riqueza.



Filipe Diniz,5ºA


A Matemática
A matemática ajuda pensar

No princípio não gostava dela

mas põe o meu cérebro a ginasticar

e penso que agora é bela.


Com as contas de somar

Subtrair, dividir e multiplicar

Aprendo todas as operações

Experimento sem parar.



Beatriz Rosa, 5ºA

Música

Há muitas músicas,

E na música há o som

E há que respeitar o tom!


Eu tocava bateria

E como ele se ria!


Eu tocava guitarra

Ai que ninguém me agarra!


Eu tocava sinos

Ai que me doem os ouvidos!


Eu tocava flauta

E ninguém me fazia falta!



Daniel Alexandre, 5ºA

Havia um menino
Havia um menino

que tinha um chapéu.

E no chapéu cor do céu

viria um caracol

Que se espreguiçava ao sol.
Era grande a comichão

que o caracol lhe fazia

do princípio ao fim do dia

Ai, que grande aflição!


Mas um dia chegou.

E o caracol morreu.

Muito o menino chorou

porque um amigo perdeu




Rodrigo Ferreira, 5ºA


As disciplinas
Eu começo à segunda

Com a aula de Inglês

Que este ano é a minha língua estrangeira

No próximo ano será o Alemão ou o Francês


Em Educação Física

Há muito que fazer

Ginástica, jogos, coordenação

E até num corta-mato já fiz competição


Da História de Portugal

Há muito a falar

São tantos os acontecimentos

Que me é difícil decorar

Não esquecer a Matemática

Que é importante aprender

Com problemas e contas

Para a nossa vida resolver


Da Educação Moral

Pouco tenho a dizer

São os princípios da vida

Que todos deveríamos saber


Da disciplina de Música

Do que mais gosto é da flauta

Aprendemos tantas músicas

Que o professor põe na pauta


Nas Ciências da Natureza

Muito temos a estudar

A terra, os seres vivos, as plantas

E até a água e o mar


De todas estas disciplinas

A que mais gosto é o Português

É a minha língua materna

Que pelo uso habitual melhor a devemos saber



Glória Alonso, 5ºB





SEGUNDA-FEIRA

Acordo cedo neste dia

Com muito frio e preguiça

Mas para a escola tenho de ir

Com a minha mãe por companhia
Chego e tenho Português

E atenção vou ter

Para poder aprender

E a matéria saber


Depois vou ter Música

Flauta vou tocar

Mas o meu colega do lado

Não me deixa concentrar

Agora vou para Estudo acompanhado

A penúltima aula do dia

Matemática vou estudar

Mas que grande alegria


Depois do almoço

Temos Ciências

Onde damos as plantas

E fazemos experiências


Finalmente vou para casa

E vou lanchar

Mas os T.P.C.s

Tenho de acabar


Agora vou jantar

Mas o poema tenho de finalizar

Porque daqui a pouco

É hora de deitar



Guilherme Pereira,5ºD

Educação Física
Gosto de futebol,

E de praticar voleibol

Só é pena ter basquetebol.
Futebol é o favorito,

Só o ginásio,

É um maldito.
Pavilhão é uma diversão,

Sempre a correr,

Até dizer não.

Rogério Silva, 5ºA



Poema de E.V.T.

Quando entrei nesta escola,


Fui ver a que turma pertencia
E fiquei um pouco assustada
Pois quase ninguém conhecia.

O 5º A foi a turma


E o dois o número atribuído
Depois conheci os horários,
Os colegas e professores desconhecidos.

Gostei de todos os colegas


Desde a Gabriela ao Daniel
São verdadeiros amigos,
E não nomes escritos num papel.

A pouco e pouco conheci também


Todos os meus professores
Gosto de todos sem excepção
São uns verdadeiros amores.

Falo agora de E. V. T.


Uma disciplina diferente
Para além de aprendermos
Fico muito contente.

Aprendemos a desenhar,


A pintar e também a escrever
Pois todas as aulas
Planos temos de fazer.

Gostei no 2º período


De aprender geometria
Já sei o que é uma reta
E divido-a com sabedoria.

Passadas cem lições


De grande empenho e dedicação
Digo a todos os presentes
Que estão no meu coração.

Gosto da aula de E. V. T.


Pois técnicas novas aprendemos
A imaginação e a criatividade
Todos nós aprendemos.

E às professoras amigas


Elsa Costa e Madalena Madeira
Parabéns pelo vosso trabalho
São professoras à maneira.
Sofia Batatinha, 5ºA




O meu animal

Eu na minha casa

Tenho um animal,

E o meu animal

É um cão.
E o meu cão

É muito mau:

De todas as ordens

Que eu lhe ensinei

Só sabe apanhar um pau.
Também ladra para tudo.

Não interessa que seja uma pessoa

Ou uma lagoa,

Seja um bicho

Ou seja o lixo.
Mas quando ele entra para casa

A minha mãe começa a gritar:

-Mas que grande parvalhão!

Para de desarrumar!

Já daqui p´ra fora,cão!
E assim é o meu cão,

Meu animal mau,

Que pensa só em si

E nos outros – não.



Vira Vasylkovska, 5ºA



Encantadora e fantástica
Para mim a dança

É como música no coração

E a ginástica

A minha inspiração

Sinto-me livre a dançar

Sinto-me livre a fazer ginástica

Sinto-me como um anjo a voar

Sinto-me fantástica


Na dança voamos na fantasia

Na ginástica na alegria

Com ajuda das professoras

As danças são encantadoras


Pinos e pontes

Espargatas e ranhas

Para mim a ginástica

Não tem manhas


Sara Sofia Vasco Rodrigues Gomes, 5ºE


Língua Portuguesa

A língua portuguesa ajudou-me

A saber ler e a escrever

E isso eu tenho a certeza

Que jamais irei esquecer

A,B,C e D….

São letras do abecedário

São letras que aprendi

Que estavam escondidas dentro do armário
As histórias de piratas

Ladrões e princesas

São muito engraçadas

Dão para rir e dar muitas gargalhadas


Trrriiimmm!Trrrimmm!

é o toque da campainha

temos de arrumar os livros

e deixar a sala limpinha



Rita Sofia Marante António, 5ºE


O Inverno
Saí de casa

E estava um frio de rachar.

Só depois reparei que estava a nevar.
Consegui fazer

Um boneco de neve

Mas acabou por cair

Pois estava bem leve.


Tentei de novo construí-lo

Mas nada feito

Porque estava a neve a derreter

E o meu coração a ficar desfeito.




Matilde Curopos, 5ºA
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