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CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

 

A Psicoterapia Reencarnacionista – uma proposta de expansão para a Psicologia e a Psiquiatria.



A Psicologia e a Reencarnação.

Por que a Psicologia e a Psiquiatria não lidam com a Reencarnação?



Exercício circular: Simulação de Plano Astral

Os pilares da Psicoterapia Reencarnacionista:



  • A Personalidade Congênita

  • A Finalidade e o Aproveitamento da Encarnação

  • As Ilusões dos Rótulos das “cascas”

Exercício circular: Conte a sua história de vida a partir de 1 ano antes de sua fecundação

A Regressão Terapêutica (O desligamento e o aspecto consciência)

Reencarnação e Regressão

A Ética na Terapia de Regressão.

Os Riscos da Terapia de Regressão

Uma visão espiritual das fobias, do pânico, da depressão severa, das dores físicas crônicas, etc.



Apresentação de casos clínicos (incluindo as sessões de regressão)

Regressão em Crianças

Regressão à Distância (com a pessoa presente e ausente). Regressão à Distância após Regressão Presencial

Manual de Regressão e Táticas (apresentação, leitura do Ministrante do relaxamento e elevação da freqüência, estudo e fornecimento aos alunos)

Manual de cuidados para a Regressão

A Conversa pós-regressão



Prática dos alunos de leitura simulada do Relaxamento e da Elevação da Freqüência na Regressão

Estudo das Táticas para a Regressão

Prática de Conversa pós-Regressão

Raciocínio X Contra-Raciocínio (A “versão persona” e a “Versão Espírito”)



Exercício circular: O Encontro consigo mesmo

Os Dois Tipos de Psicoterapia: as psicoterapias tradicionais (dos sentimentos) e a Psicoterapia Reencarnacionista (da mudança do raciocínio)



Apresentação de casos clínicos (com descrição das sessões de regressão)

Os Gatilhos.

Bloqueio, Resistência e Desistência

Exercício circular: Não pode falar eu, meu e minha

As Armadilhas

A Releitura da Infância Segundo a Ótica Reencarnacionista

Exercício circular: Que tipo de infância irei necessitar em minha próxima encarnação?

Ficha de Identificação/Doenças/Tratamentos. As contra-indicações da Regressão.

A 1ª Consulta. Manual para a 1ª consulta. As Reconsultas

Prática de 1ª consulta (em 4 tempos)

O Tratamento de Psicoterapia Reencarnacionista (Individual e em Grupo)



Prática de reconsultas (as mesmas duplas)

A Alta no Tratamento de Psicoterapia Reencarnacionista



Apresentação de casos clínicos (com descrição das sessões de regressão)

Como deve ser um psicoterapeuta reencarnacionista.

O psicoterapeuta reencarnacionista em seu consultório

Exercício circular: As gotinhas do Mar

A Evolução Espiritual



Depoimentos de alunos a respeito do benefício que a Psicoterapia Reencarnacionista está promovendo em sua vida

Como Libertar-se



Prática de 1ª consulta (em 4 tempos) – outras duplas

O Perdão



Prática de reconsultas (de preferência as mesmas duplas)

A Reforma Íntima.

O Renascimento através da Psicoterapia Reencarnacionista

Exercício circular – Rodadas de Inferioridades e Rodadas de Virtudes

A Vida


A Morte

Exercício circular: Simulação de Plano Astral

O Livre Arbítrio



Apresentação de casos clínicos (com descrição das sessões de regressão)

A Saúde


Prática de 1ª consulta (em 4 tempos) – outras duplas

A Doença



Prática de reconsulta (de preferência as mesmas duplas)

Os Níveis de Cura

A Doença Mental do Ponto de Vista Reencarnacionista 

Prática dos alunos de leitura simulada do Relaxamento e da Elevação da Freqüência na Regressão

Estudo das Táticas para a Regressão

Prática de Conversa pós-Regressão

Psicoterapia Reencarnacionista para Crianças (com apresentação de casos clínicos de crianças)

Psicoterapia Reencarnacionista para Adolescentes (com apresentação de casos clínicos de adolescentes)

Psicoterapia Reencarnacionista para Adultos (com apresentação de casos clínicos de adultos)

Psicoterapia Reencarnacionista para Casal (com apresentação de casos clínicos de casais)

Psicoterapia Reencarnacionista para Pais (com apresentação de casos clínicos de pais)

Psicoterapia Reencarnacionista para a 3ª Idade (com apresentação de casos clínicos de pessoas da 3ª idade)

Psicoterapia Reencarnacionista de Família (com apresentação de casos clínicos de tratamento de família)


Obs.- No caso de um Ministrante não ter casos seus de PR em crianças, para pais, para casais, para família, etc., pode simular casos para exemplificar como é a PR nesses casos.
Revisão geral do Curso
Ao final do Curso deve-se fazer algumas aulas de Revisão Geral do conteúdo do Programa, para tirar dúvidas e algumas práticas para afinar bem a turma, como Prática dos alunos de leitura simulada do Relaxamento e da Elevação da Freqüência na Regressão, Estudo das Táticas para a Regressão e Prática de Conversa pós-Regressão.

O Ministrante pode optar por realizar algum Exercício circular ou mais práticas do que entender que os alunos ainda estão carentes.

Na última aula, é importante termos os depoimentos de alunos a respeito do benefício que a Psicoterapia Reencarnacionista está promovendo em sua vida.

PRÁTICAS


  • Exercícios de 1ª consulta (em duplas, em 4 tempos)

  • Exercícios de reconsultas (de preferência a mesma dupla)

  • Regressões nos alunos (a partir do 3º ou 4º mês)

  • Regressões dos alunos nos alunos (a partir do 7º ou 8º mês)

  • Leitura simulada do relaxamento e da elevação da freqüência na Regressão (aulas teórico-práticas com os alunos em círculo)

  • Estudo das Táticas na Regressão para as diversas fases (aulas teórico-práticas com os alunos em círculo)

  • Estudo da Conversa pós-regressão (aulas teórico-práticas com os alunos em círculo)

  • Apresentação de casos clínicos (incluindo as sessões de regressão)

  • Depoimentos dos alunos a respeito do benefício que a Psicoterapia Reencarnacionista está promovendo em sua vida.

Exercícios Circulares

(a descrição de cada um encontra-se no final do texto)


  • Simulação de Plano Astral

  • Conte a sua história de vida a partir de 1 ano antes de sua fecundação

  • O Encontro Consigo Mesmo

  • Não pode falar eu, meu e minha

  • Como será a infância que irei necessitar em minha próxima encarnação?

  • Rodadas de Inferioridades e Rodadas de Virtudes

  • As Gotinhas do Mar

 

A PSICOTERAPIA Reencarnacionista - Uma proposta de expansão para a Psicologia e a Psiquiatria

A Psicoterapia Reencarnacionista é uma moderna Escola psicológica, que agrega a Reencarnação ao seu Método, e visa ajudar a todos nós a mudarmos a visão que temos da nossa infância e da nossa vida, o que chamamos de “versão persona”. Ela quer nos ajudar a encontrar a versão que o nosso Espírito e nossos Mentores Espirituais têm a esse respeito: a Versão Espírito. Essa é a base operacional da Psicoterapia Reencarnacionista: a mudança da “versão-persona” para a “Versão-Espírito”. Sem essa mudança de visão, de interpretação, que demos à nossa infância e continuamos dando a ela e aos fatos e às situações da nossa vida, não é possível ter sucesso em um tratamento com a Psicoterapia Reencarnacionista.

A finalidade é fazer com que, aqui na Terra, enxerguemos e entendamos a nossa vida como se já estivéssemos desencarnados lá no Mundo Espiritual, olhando o Telão e conversando com os Orientadores. E isso pode ser feito aqui, enquanto estamos encarnados, isso é Psicoterapia Reencarnacionista. A nossa infância foi co-criada por nós, segundo as Leis da Finalidade, da Necessidade, do Merecimento e do Retorno, e os fatos de nossa vida são apenas continuação da aplicação dessas Leis em nosso destino. Entender isso é a meta da Psicoterapia Reencarnacionista, permanecer enxergando com os olhos da nossa persona é manter as inferioridades que viemos curar em nós e, pior, às vezes, amplificá-las.

Essa nova psicologia é uma criação de um Grupo de Seres do Mundo Espiritual e começou a ser transmitida para Mauro Kwitko, a partir de 1996, em Porto Alegre/RS, Brasil. Ela nasceu com a finalidade de trazer à Psicologia e à Psiquiatria uma possibilidade de expansão nunca antes imaginada. É a maior revolução na história da Psicologia depois de Freud, o aflorar de um novo paradigma em que a Reencarnação é agregada aos conceitos psicológicos, criando uma nova maneira de entender os dramas e conflitos de todos nós, e as conseqüentes doenças físicas, psicológicas e mentais, advindas do equívoco da versão da nossa persona a respeito dos fatos da vida.

Com a Reencarnação, a infância deixa de ser considerada o início da vida e passa a ser vista como a continuação de nossa vida eterna, a nossa família não é mais um conjunto de pessoas que se uniram ao acaso por laços afetivos e, sim, um agrupamento de Espíritos unidos por laços kármicos, as situações que vamos encontrando no decorrer da vida não são aleatórias e, sim, reflexos, conseqüências e decorrências de nossos atos passados, são necessidades para o nosso projeto evolutivo espiritual.

Todos nós somos Espíritos, com graus diversos de evolução e intenção, uns inseridos dentro de um corpo físico, outros libertos desse arcabouço, e ao nosso redor existem milhões de seres invisíveis com a capacidade de nos afetar, benéfica ou negativamente. O Dr. Bezerra de Menezes em seu livro “A Loucura Sob Novo Prisma”, afirma que a maioria dos casos de doenças mentais são causados pela atuação de Espíritos desencarnados sobre os doentes, e podemos acrescentar a isso, as conseqüências de nossas ações nefastas em encarnações passadas, que jazem escondidas dentro do nosso Inconsciente.

A Psicologia atual, herdeira de uma concepção religiosa não-reencarnacionista, enxerga a nossa vida apenas desde a infância e, por isso, limita o seu campo de ação a uma fração mínima da nossa existência. Ela é a psicologia das nossas personas e trabalha com um conceito limitado que é a Formação da Personalidade pois, se não existíamos antes, considera então que as nossas características negativas de personalidade e nossos sentimentos inferiores, originam-se lá no “inicio da vida”, pela conjunção de fatores genéticos, hereditários e ambientais. Tudo originou-se lá, obrigatoriamente, pois nada havia antes, mas e as nossas encarnações passadas? Na nossa vida encarnada anterior não tínhamos uma personalidade? Evidentemente que sim, então nós somos a natural continuação daquele que fomos nessa vida anterior à atual, e assim sucessivamente. A Reencarnação não valida o conceito de Formação de Personalidade e, sim, um outro conceito, revolucionário, evolucionista, clarificador: a Personalidade Congênita, um dos pilares básicos da Psicoterapia Reencarnacionista.

E os nossos familiares, o nosso pai, a nossa mãe, os nossos irmãos e demais pessoas? Dentro dos princípios reencarnacionistas, sabemos que somos Espíritos ligados por cordões energéticos de afinidade e de divergência. Esses cordões é que regem a nossa aproximação e isso explica as simpatias e as antipatias entre familiares e outras pessoas, até mesmo ódios e aversões. E por que nos aproximamos novamente? No caso da afinidade, para continuarmos juntos em um projeto de amizade, de um trabalho em conjunto, no caso da divergência, para fazermos as pazes, nos harmonizarmos, nos amarmos. E essa última questão é um dos principais assuntos nas consultas de Psicoterapia Reencarnacionista, quando tratamos conflitos entre pais e filhos, entre irmãos e outros relacionamentos personais.

Agregando a Reencarnação à Psicoterapia, cria-se uma nova Psicoterapia, baseada na nossa vida eterna, na nossa busca de evolução espiritual, de retorno à Purificação. Não somos mais pessoas, somos Espíritos encarnados, não somos homens e mulheres, somos Espíritos em corpos masculinos e femininos, não somos brancos ou negros, somos Espíritos em “cascas” de cor diferente, não somos brasileiros, argentinos, americanos, iraquianos, somos Espíritos que encarnaram, dessa vez, nesses países. E então percebe-se que a Reencarnação, além da capacidade de expandir infinitamente a Psicoterapia, tem o potencial de eliminar o racismo, os preconceitos, a violência e a desigualdade social da face da Terra.

Com a visão clarificada de que estamos de passagem pela Terra, mais numa vez, com a finalidade de evoluirmos espiritualmente, as questões da vida terrena podem ser classificadas em dois grupos: importantes e sem importância, com graduações entre elas. Devemos ter a capacidade de perceber o que pode nos auxiliar em nossa Missão pessoal e o que pode nos distrair dela. Mas, para isso, é de fundamental importância que cada um de nós saiba quem é, o que não é, apenas está, e para o que reencarnou dessa vez. E isso não é difícil de saber, basta enxergarmos nossas imperfeições e dificuldades, os conflitos com outras pessoas, as nossas tendências inferiores, enfim, tudo o que nos trás desconforto e nos tira a paz.

Algumas pessoas reencarnaram para lidar com questões morais, como tendências a roubar, enganar, mentir, trapacear, atributos de um Ego autônomo, míope, dissociado do seu Mestre Interior, outros reencarnaram para lidar com características pessoais que afetam mais a si mesmos, como a timidez, a mágoa, o medo, a introversão, algumas pessoas aqui estão para libertar-se da raiva, que faz mal a si e a outros. Cada um de nós está aqui, no Astral Inferior, para encontrarmos as nossas inferioridades, que trazemos conosco há centenas ou milhares de anos, tendo passado por muitas encarnações em que a nossa atuação no sentido de evolução, de libertação, tem sido aquém do que poderia ter sido. Uma das finalidades da Psicoterapia Reencarnacionista é nos ajudar a melhor aproveitarmos as nossas encarnações, no sentido do retorno à Purificação, a nossa volta para o Todo.

O psicoterapeuta reencarnacionista deve praticar em si mesmo os princípios evolucionistas, purificadores, para ter uma credibilidade interior que lhe capacite ser um conselheiro espiritual das pessoas que lhe procuram no consultório. Deve eliminar qualquer vício moral, deve libertar-se da raiva e da mágoa, deve ter um cuidado com o orgulho e a vaidade, deve desenvolver uma maneira de ser agradável, simpática, equilibrada, leve, despojada, e não deve, em hipótese alguma, beber, fumar ou usar drogas. E, quando possível, deve eliminar o hábito de comer seus irmãos, os animais, para poder ultrapassar essa fase animalesca do Espírito e tornar-se mais fluídico.

A Psicoterapia Reencarnacionista é uma terapia de cunho espiritual, em que os Seres Superiores podem estar presentes, dependendo do modo de vida do psicoterapeuta. Esse deve, então, procurar ter o merecimento de receber essa ajuda superior que, entre outras questões, lhe possibilite permanecer imune aos ataques dos seres espirituais inferiores, interessados em prejudicar as pessoas em tratamento e a nós. Por isso, é de fundamental importância uma atitude reta, centrada, numa busca de uma sintonia com o Mundo Superior, nos colocando no nosso lugar de ser humano, pequeno, imperfeito, procurando obedecer às ordens superiores. Ao nosso lado colocam-se os nossos Irmãos mais evoluídos, nos orientando, nos intuindo, nos auxiliando no trato com as pessoas que nos procuram mas também as interferências inferiores espirituais. Não estamos sozinhos na nossa vida cotidiana e no nosso consultório, existem presenças com intenções várias. Devemos procurar manter a nossa freqüência elevada, sintonizando com as presenças da Luz e nos imunizando das presenças das Trevas. Essa é a nossa maior defesa e proteção: procurar manter nossa freqüência elevada. Para isso, o cuidado com os nossos pensamentos, sentimentos, ações e palavras é de fundamental importância para o sucesso na nossa vida encarnada, pessoalmente e como psicoterapeuta reencarnacionista. Estamos lidando com questões espirituais, muitas vezes interferindo com seres poderosos cuja intenção é prejudicar a quem nos procura e a nós mesmos. Por isso, todo cuidado é pouco, a oração diária, a elevação dos nossos pensamentos aos Seres da Luz, a atitude humilde, submissa e obediente de colocar-se no lugar de serviçal dos nossos irmãos superiores, a postura de não enfrentamento aos seres de pouca consciência que nos acossam, entendendo-os, compreendendo sua atitude, motivada em traumas seus de muito tempo atrás, enxergando-os também como irmãos, como filhos de Deus, como companheiros de jornada, até porque não sabemos se em outras épocas não estávamos ao seu lado...

Devemos nos posicionar firmemente como soldados de Deus na Terra, como aliados do Mundo Superior nessa missão de purificação do nosso planeta, de clarificação, e procurar, a todo o momento, principalmente em situações conflituosas, atuar através do nosso Eu Superior, com Luz na nossa Consciência, Amor em nosso coração e Paz em nossos sentimentos.

A Psicoterapia Reencarnacionista quer colaborar para a expansão da Psiquiatria que, não lidando com a realidade espiritual, atribui a doença mental ao cérebro, como se os pensamentos aí residissem, ainda não percebendo que o cérebro é apenas o codificador, o intermediário entre o corpo físico e a Mente. As doenças do pensamento são originárias das encarnações passadas, das ações praticadas e ações sofridas, num desequilíbrio entre o nosso Ego e o nosso Espírito, o que faz com que os doentes tenham enormes dificuldades de sintonizar com os níveis superiores espirituais e, pelo contrário, sintonizem com os níveis inferiores, escuros, onde vivem nossos irmãos que não enxergam a Luz, e quando a enxergam consideram-na desagradável por poder revelar-lhes a Verdade. Os doentes mentais, com traumas terríveis em seu Inconsciente e sofrendo com a presença de seres inferiores espirituais, vivem em um inferno interior, com idéias e atitudes incompreensíveis para a nossa Psiquiatria oficial, incompetente para entender essas questões. Daí a rapidez dos rótulos psiquiátricos e da intervenção medicamentosa psicotrópica. Os rótulos rotulam, e dão ao doente e a seus familiares a convicção de que ele é um doente do cérebro, quando é um doente do Espírito. A causa da doença está escondida nos recônditos do Inconsciente e reforçando-a, ao seu lado, no mundo invisível. É urgente a expansão da Psiquiatria rumo à Reencarnação, ao interior do Inconsciente e ao desbravamento da vida espiritual. Os psicotrópicos tem uma atuação benéfica nas urgências e nas emergências, quando freqüentemente são imprescindíveis, e podem, ou devem, ser utilizadas por um tempo limitado, mas nunca por um tempo longo ou, pior, como a própria terapia, pois a longo tempo trazem as conseqüências terríveis dos seus efeitos colaterais, muitas vezes piores do que os sintomas iniciais, cronificando e perpetuando a doença. A medicação psicotrópica não pode ser o tratamento e, sim, um auxiliar por algum tempo enquanto busca-se a origem, a explicação, a causa dos sintomas.

A Psicoterapia Reencarnacionista é uma aliada das Religiões reencarnacionistas, no sentido de recomendar a investigação e o tratamento espiritual nos casos das doenças mentais. Todas as pessoas que vêm à consulta informando ver seres e/ou ouvir vozes, nós recomendamos uma consulta em Centro Espírita ou Espiritualista. Não referendamos imediatamente os diagnósticos psiquiátricos (Esquizofrenia, Paranóia, Transtorno bipolar, Transtorno obssessivo-compulsivo, etc.) por ver nessas pessoas a possibilidade de veracidade no que pensam, vêm e ouvem. Faz parte da prática de consultório do psicoterapeuta reencarnacionista encaminhar as pessoas aos Centros especializados nesse tipo de atendimento quando suspeitar da presença de Espíritos obsessores lhe perturbando. O tratamento dessas pessoas é tríplice: da vida atual, de suas encarnações passadas e do seu entorno espiritual.

Uma Nova Era vislumbra-se para a humanidade, a consciência das pessoas gradativamente abre-se para a Reencarnação, abre-se para a realidade espiritual, e é necessário, então, que as grandes Instituições de Cura mental e emocional, a Psicologia e a Psiquiatria, libertem-se de idéias religiosas que lhes prenderam a essa vida apenas, que limitaram a sua visão e o seu campo de atuação a uma fração mínima da nossa existência, apenas algumas décadas. A Psicoterapia Reencarnacionista vem trazer uma expansão infinita dos conceitos psicológicos e psiquiátricos, buscando possibilitar entender melhor as mazelas humanas, o sofrimento de milhões e milhões de doentes mentais, confinados em seu interior, amordaçados por medicamentos psicotrópicos que não têm a capacidade de realmente curá-los, por não poder penetrar em seu Inconsciente, onde reside a causa da dor, e tendo a capacidade de diminuir a percepção dos seres invisíveis que acossam esses doentes, mas não de afastá-los. A evolução da humanidade, no sentido da cura de sua doença primordial, que é o esquecimento de sua natureza espiritual, deve ser acompanhada pela evolução das Instituições que lidam com a sua saúde. A visão do homem como um ser físico, emocional, mental e espiritual deve ser utilizada na prática e não apenas como um discurso teórico. Muitos psiquiatras e psicólogos em vários países já trabalham com essas realidades espirituais como um assunto científico. Aqui no Brasil, esses assuntos ainda são considerados religiosos e os profissionais que as praticam são ameaçados e punidos pelos Conselhos de Medicina e de Psicologia. Mas a evolução é inexorável e em alguns anos seremos convidados pelas Universidades para ensinarmos a Psicoterapia Reencarnacionista, a Regressão Terapêutica e outras Medicinas Energéticas e Espirituais.



A Psicologia e a Reencarnação
Neste último século, desde Freud e até hoje, temos sido acostumados a um raciocínio a respeito da nossa personalidade que, agora, não nos serve mais. Estamos falando da base da Psicologia que é a Formação da Personalidade, o modus operandi usual que é a busca, na nossa infância, das causas dos nossos problemas, seja a tristeza, a mágoa, a raiva, a agressividade, a autodestruição, a timidez, o medo, etc. Essa é a versão das nossas personas para a nossa história de vida e ela é, invariavelmente, equivocada e mantenedora das inferioridades que viemos melhorar em nós.

Nos adaptamos de tal maneira a esse modo de trabalhar da Psicologia e da Psiquiatria, que no momento em que surge uma nova psicologia, reencarnacionista, que afirma que nós não formamos a nossa personalidade na infância, e, sim, ela é anterior, é congênita, e manifesta-se na infância, isso cria uma interrogação nas pessoas. Mas se afirmamos dentro do movimento espiritualista que tudo é uma continuação, se nós apenas trocamos de corpo físico de uma encarnação para outra, ou seja, o Espírito e o perispírito são os mesmos, então por que a surpresa? Dito de outra forma: se somos a mesma Consciência, que reencarna e desencarna, a nossa personalidade não é uma continuação de si mesma “vida” após “vida”?

A base da Psicoterapia Reencarnacionista é a Personalidade Congênita e, conseqüentemente, a finalidade da encarnação e o real aproveitamento dela. Essa nova visão não nega os fatos, os traumas e os dramas da infância, e do decorrer da "vida", mas afirma que cada um de nós sente e reage a eles ao seu modo e que, na quase totalidade das vezes existe, por traz dos fatos e dos dramas, fatores muito profundos e antigos, de séculos atrás. Nas sessões de regressão às encarnações passadas, algumas vezes (a critério dos Mentores Espirituais das pessoas regredidas) encontramos nosso pai, nossa mãe, nosso marido ou esposa, nossos filhos, nossos rivais, nossos inimigos, etc. E aí entendemos que estamos nos reencontrando para tentarmos nos harmonizar, nos reconciliar, mas raramente isso é obtido, principalmente devido ao raciocínio de vítima ou vilão incentivado pelas Escolas psicoterápicas baseadas no início das coisas nessa "vida".

Encontramos nas nossas encarnações passadas a nós mesmos, com outros rótulos, com outras "cascas", mas com as nossas características de personalidade, as positivas e as negativas. É quase regra geral, alguém agressivo, irritado, autoritário, perceber-se assim nas encarnações passadas. Alguém tímido, medroso e inseguro ver-se desse modo lá atrás. Alguém deprimido, magoado e abandônico perceber que já era assim nas suas últimas encarnações, etc. E quantas vezes o nosso pai já foi nosso filho, a nossa mãe, a nossa esposa, um filho, um inimigo, um outro filho, um grande companheiro, etc. Precisamos nos libertar do que chamamos as "ilusões dos rótulos das cascas", com a interiorização de que somos um Espírito (Consciência) que, em cada encarnação, "veste" um novo corpo, proximamente a outros Espíritos no mesmo processo, com algumas finalidades específicas. E as principais, são:


1. Viemos do Plano Astral superior para um Plano mais denso e imperfeito (Astral Inferior), para que, na interação com as dificuldades inerentes a este nível evolutivo, as nossas inferioridades venham à tona e tenhamos então a possibilidade de lidar com elas, visando a sua eliminação (purificação). Isso não pode ocorrer quando estamos desencarnados no Astral superior, pela elevada consciência vigente lá que faz com que não passemos pelos "testes e "provas" comuns aqui. Lá em cima são ativados nossos chakras superiores e aqui, os inferiores, por isso voltamos para cá: para aflorarem as nossas inferioridades, que lá ocultam-se.

2. Buscarmos os resgates e harmonizações com antigos companheiros de viagem, que geralmente vêm na nossa família, ou vamos encontrando durante a "vida". Mas para alcançarmos isso, precisamos primeiramente ir curando as nossas inferioridades: tendência de ficar triste, tendência magoar-se, tendência de isolar-se, tendência de sentir raiva, tendência de achar-se mais do que os outros, tendência de achar-se menos que os outros, etc.


Essas noções, e tantas outras, a respeito da Reencarnação, que têm permanecido limitadas apenas ao campo da religião (nesse lado do planeta, principalmente na religião Espírita), podem agora ser incorporadas pela Psicologia, a fim de ser melhor entendidos os nossos problemas e conflitos. Também a Medicina, e isso já está ocorrendo, irá entender que não somos apenas esse corpo físico visível, e sim temos outros corpos, sutis, onde iniciam-se as "doenças ". E a Psiquiatria, um dia, quando entrar no campo do "invisível", entenderá o que são essas vozes "imaginárias", o que são as "alucinações", e descobrirá que a “esquizofrenia", a "paranóia", o “transtorno bipolar”, o “transtorno obsessivo-compulsivo”, comumente são emersões de nossas personalidades de outras vidas, freqüentemente acompanhadas de outras personalidades, os chamados obsessores.

Está chegando um novo Milênio e, com ele, uma nova Psicologia, uma nova Medicina e uma nova Psiquiatria. E os médicos, os psicólogos, os psiquiatras e os psicoterapeutas em geral, que acreditam nos princípios reencarnacionistas, não precisam mais lidar apenas com o nosso corpo visível e as "doenças físicas", e com essa passagem terrestre, chamada, equivocadamente, de "a vida".


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