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Por quE a Psicologia e a Psiquiatria



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Por quE a Psicologia e a Psiquiatria

não lidam com a Reencarnação?
Há muito tempo os psicoterapeutas e as pessoas que acreditam na Reencarnação vem questionando o enfoque tradicional da Psicologia tradicional, sua limitação a essa vida apenas, sua visão de um “início” e um “fim”, como se não existíssemos antes, e anseiam por uma nova maneira de ver e tratar os nossos problemas e conflitos emocionais e mentais, a partir dos princípios reencarnacionistas. Agora já existe essa nova visão psicoterapêutica, não é uma nova linha da Psicologia, é uma nova Escola de Psicologia.

Essa nova psicologia, que estamos desenvolvendo, e que lida com a Reencarnação, está alinhada às concepções reencarnatórias e não vem para combater a Psicologia tradicional ou para destruí-la e, sim, para abrir as suas fronteiras, do nascimento para trás, rumo ao nosso passado transpessoal, e do desencarne para a frente, rumo às nossas encarnações futuras. É a expansão da Psicologia tradicional, dessa vida apenas, herdeira do Consciente Coletivo não reencarnacionista, originado nas concepções religiosas aqui dominantes.

O por quê da Psicologia oficial não lidar com a Reencarnação deve-se à ação do Imperador Justiniano no ano 553 d.C. de conclamar o Concílio de Constantinopla, convidando apenas os bispos não-reencarnacionistas, e decretando que Reencarnação não existe, influenciado por sua esposa Teodora, ex-cortesã, filha de um guardador de ursos do anfiteatro de Bizâncio, que para libertar-se de seu passado mandou matar antigas colegas e para não sofrer as conseqüências dessa ordem cruel em uma outra vida como preconiza a lei do Karma, empenhou-se em suprimir a magnífica Doutrina da Reencarnação. Esse Concílio não passou de um encontro que excomungou e maldisse a doutrina da preexistência da alma, com protestos do Papa Virgílio, seqüestrado e mantido prisioneiro de Justiniano por 8 anos por ter-se recusado a participar desse Concílio. Dos 165 bispos presentes, 159 eram não-reencarnacionistas, e tal fato garantiu a Justiniano os votos de que precisava para decretar que Reencarnação não existe. E assim a Igreja Católica tornou-se uma igreja não-reencarnacionista e, mais tarde, as suas dissidências levaram consigo esse dogma lá estabelecido. Com o predomínio, no Ocidente, dessas igrejas não-reencarnacionistas, criou-se no Consciente Coletivo ocidental a idéia de que Reencarnação não existe, dentro do que formou-se a Psicologia e a Psiquiatria, que também não lidam com a Reencarnação.

Isso representou um dos maiores atrasos da história da humanidade, que até hoje reflete-se, pois temos uma Psicologia e uma Psiquiatria que limitam-se apenas à vida atual, ignorando todo um material de estudo e análise, do nosso passado, escondido em nosso Inconsciente. E é aí que estamos indo, seguindo a orientação do Dr. Freud. Entrando no Inconsciente das pessoas encontra-se a Reencarnação. Isso é religião? Não, isso é pesquisa científica, isso é a emergência de uma nova Psicologia e uma nova Psiquiatria.

A Psicoterapia Reencarnacionista não deve ser confundida com a Regressão Terapêutica, que é uma técnica utilizada para desconectar as pessoas de situações traumáticas do seu passado que ainda estão acontecendo em seu Inconsciente, originando sintomas, principalmente os casos de fobias, transtorno do pânico e as depressões severas, que podem ser, desse modo, melhorados muito ou até curadas rapidamente. Não devemos confundir a Psicoterapia Reencarnacionista com a Regressão Terapêutica: aquela é uma Escola de psicologia, essa é uma técnica. A Regressão para a Psicoterapia Reencarnacionista visa, além dos desligamentos, ajudar as pessoas a perceberem se vêm aproveitando ou não as suas encarnações nos últimos séculos e saber para o que vêm reencarnando e para o que reencarnaram dessa vez. Nós não trabalhamos com Terapia de Regressão e, sim, com Regressão para a Terapia.

Pouquíssimas pessoas têm uma idéia clara, ou mais ou menos clara, sobre o objetivo da vida e rarís­simas têm a noção do que estão fazendo aqui. A maioria vive como se vivesse em um labirinto, perdida numa névoa escura, rodeando o tempo todo, sem saber se vai por esse ou aquele lado, simplesmente porque não sabe quem realmente é, o que está fazendo aqui e para onde deve ir. Viver desse modo é como se você fosse a um supermercado sem saber o que quer com­prar e, então, após algum tempo de perambulação pelos corredores, compra­ria qualquer coisa e ir-se-ia. Viver sem saber quem é e o que é isso que se chama "vida" é a mesma coisa: você perambula pelos corredores, sem com­prar nada de que realmente precise e, no final, vai-se. Ou compra coisas que não precisa.

Temos hoje em dia uma Medicina que não consegue realmente curar, apenas paliar, pois acredita que as doenças iniciam no nosso corpo físico e devem ser curadas nele, quando na verdade elas iniciam em nossos pensamentos e sentimentos, e esses é que devem ser tratados e curados. Temos uma Psicologia que lida com um “início” na infância e um equívoco que é a formação da personalidade, quando na verdade nós somos um Ser (Espírito) retornando para a Terra, trazendo a nossa personalidade das encarnações passadas (Personalidade Congênita). Temos uma Psiquiatria que acredita que a doença está no cérebro e deve ser tratada com medicamentos químicos, quando a doença mental é imaterial e causada ou fortemente influenciada por ressonâncias de nossas encarnações passadas e em influenciações negativas de seres desencarnados (obsessores).

Uma das constatações nas sessões de regressão é que, independentemente desses fatores relativos à sua “casca”, as pessoas regredidas referiam uma maneira de ser, de pensar, de sentir, muitíssimo parecida encarnação após encarnação, e como ainda hoje. Ou seja, uma pessoa autoritária, agressiva, era assim nas suas encarnações passadas, alguém tímido, medroso, se vê assim lá atrás, uma pessoa magoada, com sentimentos de rejeição e abandono enxerga-se dessa maneira em suas encarnações passadas, alguém deprimido já era deprimido há séculos, e isso não aparece em uma ou outra pessoa, isso demonstra-se sempre, em todas as sessões de regressão. Nós, psicoterapeutas reencarnacionistas, escutamos, durante as regressões, histórias de pessoas que estão, há centenas de anos, reencarnando para melhorar essas características negativas, com um resultado muito pequeno, repetindo sempre o mesmo padrão, e que, hoje em dia, são ainda extremamente parecidos como eram! Nós reencarnamos para melhorar as nossas tendências inferiores mas se avaliarmos o quanto temos conseguido melhorar isso em nós nessa atual encarnação, podemos fazer uma projeção semelhante para nossas últimas encarnações.

Mas isso não é de ficar-se admirado, pois se somos um Ser imortal que muda apenas de “casca” de uma encarnação para outra, o óbvio não é, então, que mantenham-se as nossas características de personalidade de uma vida terrena para outra? A essa personalidade que é nossa, que vem nos acompanhando encarnação após encarnação, chamamos de Personalidade Congênita, e aí começa a estruturar-se a Escola de Psicoterapia Reencarnacionista. Esse termo encontra-se em “Obreiros da Vida Eterna”, de André Luiz, psicografado por Chico Xavier, em uma palestra do Dr. Barcelos, psiquiatra desencarnado, no Nosso Lar, páginas 32-34, quando ele diz:
”Precisamos divulgar no mundo o conceito moralizador da Personalidade Congênita, em processo de melhoria gradativa, espalhando enunciados novos que atravessem a zona de raciocínios falíveis do homem e lhe penetrem o coração, restaurando-lhe a esperança no eterno futuro e revigorando-lhe o ser em suas bases essenciais. As noções reencarnacionistas renovarão a paisagem da vida na crosta da Terra, conferindo à criatura não somente as armas com que deve guerrear os estados inferiores de si própria mas também lhe fornecendo o remédio eficiente e salutar... Falta aos nossos companheiros de Humanidade o conhecimento da transitoriedade do corpo físico e o da eternidade da vida, do débito contraído e do resgate necessário, em experiências e recapitulações diversas... Faltam às teorias de Sigmund Freud e seus continuadores a noção dos princípios reencarnacionistas e o conhecimento da verdadeira localização dos distúrbios nervosos, cujo início muito raramente se verifica no campo biológico vulgar mas quase que invariavelmente no corpo perispiritual preexistente, portador de sérias perturbações congênitas, em virtudes das deficiências de natureza moral, cultivadas com desvairado apego, pelo reencarnante, nas existências transcorridas”.
Essa frase inicial – “Precisamos divulgar no mundo o conceito moralizador da Personalidade Congênita” – é a finalidade da existência da Psicoterapia Reencarnacionista, a sua meta e objetivo.

A evolução espiritual do ser humano é lenta porque, a cada encarnação, temos a sensação ilusória de que estamos vivendo uma “vida” e que tudo que temos de inferior em nossa personalidade e sentimentos foi criado na infância pelos “vilões”. Aliás, devíamos mudar o termo vida para passagem, nascimento para chegada e morte para subida, que são mais reais. E, então, uma das finalidades da Escola de Psicoterapia Reencarnacionista é auxiliar as pessoas a recordarem-se de que somos Espíritos eternos, passando mais uma vez por aqui, que essa vida é apenas mais uma passagem, que descemos do Plano Astral e, um dia, vamos subir para lá de novo. E depois continuaremos a descer e a subir, descer e subir, descer e subir, até ficarmos puros, para o padrão terreno. E então continuaremos nossa trajetória no Plano Astral, depois no Plano Mental, e assim gradativamente, até, um dia, voltarmos para o Todo.

O trabalho principal do psicoterapeuta reencarnacionista é auxiliar a pessoa em tratamento a recordar-se da busca da evolução espiritual, da purificação. Deve ajudá-la a aproveitar essa atual passagem, a fazer uma releitura de sua infância a partir dos princípios reencarnacionistas, a entender porque nos reencontramos com seres com os quais trazemos conflitos de encarnações passadas, por que necessitamos passar por situações aparentemente negativas, desagradáveis, a Lei do Retorno, etc. Essas descobertas e constatações é o que pretendemos transmitir, e esperamos que nossas reflexões sobre o conflito entre o nosso Eu Real (a Essência) e as ilusões do nosso eu temporário (a persona atual), ajudem as pessoas a encontrarem-se consigo mesmas e assumirem com mais confiança e determinação o objetivo final de todos nós: a evolução espiritual. Nada disso é novidade para os espíritas e para todos que acreditam na Reencarnação, mas agora essas questões estão sendo colocadas como uma psicoterapia.

A Psi­coterapia Reencarnacionista, uma psicologia baseada na Reencarnação, veio para ajudar a nos libertarmos das ilusões e das fantasias terrenas e a nos apegarmos firmemente aos aspectos realmen­te absolutos e eternos do nosso Caminho. Ao seu tempo, essa visão reencarnacionista ajudará a Psicologia oficial a libertar-se das suas amarras e os psicólogos e os psiquiatras que acreditam na Reencarnação não precisam mais ater-se a uma visão que analisa a vida de seus pacientes apenas a partir da infância, pois essa nova Escola aí está, ao acesso de quem se interessar, os Cursos estão abertos, já existem livros, agora é uma questão de tempo. Em breve haverá duas Psicologias: uma que lida com essa vida apenas, para os profissionais que não acreditam na Reencarnação, a ser utilizada nas pessoas que também não lidam com isso, e uma que lida com a vida eterna, que é a Psicoterapia Reencarnacionista, baseada na Reencarnação, para quem acredita nela. É uma questão de coerência.



A Psicoterapia Reencarnacionista – uma proposta de expansão para a Psicologia e a Psiquiatria.

A Psicologia e a Reencarnação.

Por que a Psicologia e a Psiquiatria não lidam com a Reencarnação?


  1. O que é a Psicoterapia Reencarnacionista?

  2. Qual a finalidade da Psicoterapia Reencarnacionista?

  3. O que é uma infância?

  4. O que é uma família?

  5. O que é Personalidade Congênita?

  6. Como podemos encontrar a nossa Personalidade Congênita (padrão comportamental)?

  7. O que é a Reforma Íntima?

  8. Qual a colaboração da Psicoterapia Reencarnacionista para a Psiquiatria?

  9. Por que a Psicoterapia Reencarnacionista é a maior revolução na história da Psicologia desde Freud?

  10. Psicoterapia Reencarnacionista é uma Escola. Regressão Terapêutica é uma técnica. Explique isso.

  11. Quais as duas finalidades da Regressão Terapêutica?

  12. Por que no Plano Astral as nossas inferioridades ocultam-se e evidenciam-se novamente aqui na Terra?

  13. O que aconteceu no II Concílio de Constantinopla que fez com que a Igreja Católica e suas dissidências se tornassem Religiões não-reencarnacionistas?

  14. Por que a nossa evolução espiritual é lenta durante uma encarnação?

  15. O que é ser um vencedor durante uma encarnação?


OS PILARES

DA PSICOTERAPIA REENCARNACIONISTA

1. A Personalidade Congênita
Contrariando a concepção básica da Psicologia oficial de que a nossa personalidade se forma a partir de aspectos genéticos, familiares e sociais, a Psicoterapia Reencarnacionista diz que nós já encarnamos com uma personalidade definida: a que viemos apresentando nas nossas últimas encarnações. As características individuais do nosso modo de agir e de reagir são as tendências que já trazemos latentes conosco e que, no confronto com as situações da vida terrena, passam a manifestar-se. São modos de pensar, de sentir e de expressar-se que trazemos em nossos corpos emocional e mental, que nos caracterizam e que já nascem conosco. Nós não formamos uma personalidade, nós a revelamos. Somos um Ser de vários corpos, sendo o físico o único facilmente visível, por isso parece que apenas ele existe, mas além dele temos o corpo emocional, dos sentimentos e emoções, e o corpo mental, dos pensamentos.

Após a morte, que é apenas a morte do corpo físico, os corpos sutis permanecem como são e mesmo todo o estudo e trabalho de conscientização realizado no Plano Astral, no período inter-vidas, não os podem modificar substancialmente. Ao reencarnarmos, aqui chegamos no mesmo nível de sentimentos e de pensa­mentos de quando saímos da última vida terrena e, portanto, cada um de nós, ao passar pelas situações atuais da vida intra-uterina e da infância, vai reagir a seu modo. Isso é facilmente observável em famílias com vários filhos, em que cada um tem a sua maneira de ser desde nenê: um é bravo, impaciente e agres­sivo, um outro é calmo, suave e meigo, um outro é magoável, retraído e entriste­ce-se facilmente, e assim por diante. E por que é assim? Porque tudo é uma continuação, nós somos o mesmo que desencarnou na vida terrena passada, apenas mudamos a nossa forma física, o nome e os demais rótulos, mas permanecemos intrinsecamente iguais.

Essas tendências negativas revelam, por si só, o que viemos curar, ou melhorar, ao reencarnarmos. O que acontecerá serão reforços ou atenuações des­sas características pelas vivências atuais, intra ou extra-uterinas, e no decorrer da encarnação, ou seja, a piora, a melhora ou, às vezes, a mera manutenção do que já veio conosco ao nascermos. Esse aspecto intrínseco (o que já veio) rotulado como genético, na verdade é pré-genético, são características que já vêm impressas em nossos corpos emocional e mental.

Todas as grandes verdades são facilmente observáveis na prática diária e por demais óbvias à observação. Assim foi, por exemplo, com a lei da gravida­de, descoberta por Newton ao observar uma fruta caindo de uma árvore, com a existência do Inconsciente, descoberto por Freud através dos atos falhos, etc. E assim é pela "descoberta" do que significa cada criança ser diferente de outras, desde nenê, submetidas às mesmas condições ambientais. É por­que já nascemos com características próprias, inerentes a cada um de nós, de­senvolvidas durante as sucessivas encarnações. Então nós observamos as crianças calmas e as agitadas, as carinhosas e as refratárias ao carinho, as egoístas e as altruístas, as organizadas e as bagunceiras, as extrovertidas e as introverti­das, as autoritárias e as submissas, as medrosas e as corajosas, etc. Tudo é uma continuação, "vida" após "vida" e aí revela-se a Personalidade Congênita e aí encontramos a nossa proposta de Reforma Íntima.

Não estamos negando as conseqüências das vivên­cias e situações às quais somos submetidos na nossa infância, elas são da maior importância mas, na verdade, são apenas reforços patogênicos às características de personalidade, pensamen­tos e sentimentos que já trazemos de vivências anteriores a essa encarnação, ou seja, trazemos uma tendência a reagir emocionalmente de um certo modo a certas situações específicas. E essas tendências inerentes a nós, no confronto com situa­ções que as fazem aflorar e manifestar-se, irão apenas revelar o que já existe em nós, que é o que veio para ser melhorado, ou curado. Essa é a nossa principal Missão ao reencarnarmos, a outra é a busca de harmonização com Espíritos conflitantes.

Embora, talvez, isso pareça não mudar em nada o en­foque e o tratamento dos problemas psicológicos das pessoas, para nós, baseado nos raciocínios da Psicoterapia Reencarnacionista, leva a um direcionamento totalmente diferente das psicoterapias habituais. Esse modo de ver e exercer a psicoterapia, amplia enormemente os horizontes traçados pelos enfo­ques tradicionais, que só trabalham com o limitado espaço de tempo entre o início e o fim dessa vida.

Nós reencarnamos para nos libertarmos de sentimentos e pensamentos inferiores, que ainda temos pois não somos perfeitos, passando por situações que os fazem aflorar e transparecer, com o objetivo evolutivo de os enfrentar­mos e vencermos. Aqui estamos, novamente, para detectar essas características negativas e modificá-las positivamente, o que ainda não conseguimos em tentativas anteriores (encarnações passadas), ou então já conseguimos mas, com o passar dos séculos, as recriamos novamente. A Psicoterapia Reencarnacionista propõe que, ao invés de nos vitimi­zarmos e criarmos toda uma problemática psicopatogênica em relação à infância, baseada na mágoa, na tristeza, na rejeição, na raiva, etc., passemos a encarar de modo dife­rente essas situações, apenas aparentemente negativas, que nos fazem sentir isso, e até agradeçamos ao nosso destino por tê-las colocado em nosso cami­nho, pois só assim poderemos saber o que viemos curar em nós (a 1ª Missão).

Nós reencarnamos para encontrar as nossas imperfeições, mas quando as encontramos não gostamos das pessoas e/ou situações que as fazem aflorar. Exemplificando: uma pessoa refere um forte sentimento de re­jeição e mágoa por ter-se sentido abandonado e não-querido durante a infân­cia. Acredita que a causa disso foi o fato de seu pai não ter assumido a pater­nidade e abandonado a família. Essa pessoa revela, desde criança, uma postura perante a vida calcada nesses sentimentos e durante sua vida freqüentemente sente-se triste, magoada, e com a sensação e o medo de ser rejeitada. Mas inúmeras outras pessoas, que quando crianças passaram por situações semelhantes, não referem esses pensamentos e sentimentos em nível tão profundo. Por quê? Evidentemente que fatores atenuantes como atenções e orien­tações dos demais familiares, atendimento psicológico precoce, etc., ajudam a que isso não ocorra de modo grave. Mas a explicação para o fato daquela pessoa ter demonstrado enormes sentimentos de abandono e rejei­ção, ou seja, ter sentido aquela situação de um modo tão intenso e outras pessoas que passaram por situação semelhante não terem sentido tanto assim, é que já trazia essa tendência consigo: a de sentir as carências dessa maneira, reencarnou com a tendência de sentir mágoa, de sentir-se abandonada, de ficar triste, e é isso que veio melhorar em si, por isso “pediu” (necessitou) esse pai, sabendo que ele tinha esse perfil.

É amplamente reconhecido nos meios espiritualistas que nós temos contato com nossos futuros pais antes mesmo de iniciarmos nossa materialização intra-uterina, e então pode-se questionar: Por quê essa pessoa, que trazia uma tão forte tendência de sentir-se abandonada e rejeitada, necessitou passar por uma nova vivência encarnatória semelhan­te? Para que esses antigos sentimentos aflorassem e ela pudesse entrar em contato com eles, possibilitando­-se trabalhá-los e curá-los. Ela não é uma vitima de abandono por parte do seu pai, ela é coadjuvante ativa de todo o processo, e mais, colaborou na criação dessa experiência, por uma necessidade de crescimento, que implica em elimi­nar esses sentimentos e pensamentos negati­vos, ou seja, reencarnou para isso. E então tem que fazê-la, e não manter, ou até agravar. Isso é o que deve ser trabalhado com as pessoas que referem situações injustas de sua infância e sentiram, e ainda sentem, uma mágoa intensa, um forte sentimento de rejeição e abandono, falar com essas pessoas sobre Reencarnação, sobre a finalidade de descermos para cá a fim de encontrarmos nossas inferioridades e a necessidade de situações aparentemente “negativas” que as façam aflorar. É a mudança da visão da nossa persona (“versão persona”) para a visão verdadeira do nosso Espírito (“Versão Espírito”), é sair da vitimação e recordar que somos co-criadores da nossa vida.

E devemos nos perguntar por que ter reencarnado filho daquele pai? Quem sabe o rejeitou, maltratou, abandonou, em alguma outra encarnação, e o que está atuando então é a Lei do Retorno? Mas não falamos abertamente sobre isso, aguardamos os Mentores de cada pessoa começarem a mostrar suas encarnações passadas no “Telão” e o que for sendo mostrado, vamos abordando nas conversas pós-regressão. O tratamento verdadeiramente dito começa a partir da 1ª sessão de Telão, quando o Mentor Espiritual da pessoa começa a nos dar a “pista” por onde devemos ir com a Terapia, e nas demais sessões de telão, o Mentor vai nos indicando, cada vez mais claramente, o caminho psicoterápico a seguir.

Vemos nas nossas próprias sessões de regressão e das pessoas, que tendemos a passar por situações repetitivas, há muitas e muitas encarnações, até conseguirmos diminuir bastante ou eliminar os sentimentos negativos que nelas afloram, mas que, por traz disso, comumente existe uma ação nossa, anterior, há séculos atrás, semelhante, contra outras pessoas. Ou seja, o abandonado, abandonou, o agredido, agrediu, o humilhado, humilhou, o dominado, dominou, e assim por diante. E isso não é para pagar, nem para sofrer, como algumas pessoas acreditam, é a Justiça Divina. É para aprendermos o que é certo e o que é errado, e geralmente só aprendemos essas lições sofrendo na própria pele.

O psicoterapeuta reencarnacionista deve falar sobre Reencarnação com as pessoas em tratamento, sobre a necessidade dos nossos reencontros, sobre os cordões energéticos, sobre o Karma, ou seja, passar para as pessoas uma visão da infância e da vida do ponto de vista reencarnacionista. Ajudar as pessoas a saírem da vitimação é uma das principais tarefas do psicoterapeuta reencarnacionista.

Precisamos entender as "injustiças", os "golpes do destino", por que alguém nos faz "sofrer”, as situações "negativas" da nossa vida, e passarmos a encará-las como experiências, criadas ou co-cria­das por nós mesmos, moldadas nos tecidos do nosso destino, para que através delas possamos nos curar, aprender, resgatar, crescer, nos aproximarmos mais da Perfeição. O que parece "negativo", o que nos faz sofrer, geralmente são oportunidades de crescimento, lições benéficas para a nossa evolução.

A pessoa do exemplo anterior pode tentar perdoar seu pai, porque isso é o certo, porque Jesus recomendou, etc., mas essa tarefa será facilitada se raciocinar que provavelmente pediu para passar por essa situação terrena, para descobrir e tentar eliminar uma antiga tendência de magoar-se, de sentir-se rejeitada, que traz consigo há séculos, e/ou então para resgatar o que fez a esse Espírito que está atualmente seu pai, há tempos atrás.

As pessoas, mesmo reencarnacionistas, geralmente enxergam a sua infância e sua vida de uma maneira não-reencarnacionista, e o ofício do psicoterapeuta reencarnacionista é ajudá-las a entender que essa maneira é como a sua persona leu e entendeu os fatos de sua vida e poder, então, mudar para uma visão muito mais ampla. É sobre isso que conversamos com as pessoas em nosso consultório, ajudando-as a aprofundar o seu entendimento a respeito de sua infância, da sua vida terrena, ajudando-as a ver as coisas de uma maneira completamente diferente de como viam antes. O conhecimento da Reencarnação amplia enormemente a compreensão dos fatos “negativos” da infância e da vida. Nós descemos do Plano Astral para a Terra para passar por fatos que a nossa persona entende como “negativos”, mas são co-criados por nós, pois são necessários para nos purificarmos passando por eles. E nas sessões de regressão, com as pessoas retornando a séculos ou milhares de anos atrás, algumas vezes, a critério dos Mentores, ouvimos relatos de “vítimas” do atual pai, da mãe, do ex-marido, etc., encontrando o “vilão” de hoje como sua vítima lá. Mas essas inversões de papéis custam a acontecer pois, pela Personalidade Congênita, nós demoramos muitos séculos para mudar características inferiores de nossa personalidade, ou seja, o autoritário, cruel, vem sendo assim há séculos, o infeliz, sofredor, idem, e assim por diante.

Os exemplos multiplicam-se na lida diária do consultório e o que observa­mos é um desfile das ilusões das personalidades passageiras sofrendo por distor­ções desse tipo no seu entendimento. Aquele desfiar de mágoas, tristezas e rai­vas são reais, mas a visão como se fosse uma vítima é equivocada, pois esquecida de um propósito maior, anterior. São ilusões vivendo de ilusões e realimentando-se patologicamente. Devemos nos perguntar: “Se reencarnei para evoluir, o que significa diminuir as minhas inferioridades, por que estou precisando passar por isso?” E mesmo que não saibamos a resposta, não devemos nos vitimizar, nos sentirmos injustiçados, sentirmos raiva, pois não lembramos do nosso passado. O que está acontecendo de “negativo” conosco é mais uma oportunidade de eliminarmos uma tendência inferior, de sentir raiva ou mágoa, é a Lei do Retorno, ou ambas? A vida não começa na infância, a nossa “casca” tem algumas décadas de existência, mas nós temos algumas centenas de milhares de anos...

Não recordamos dos nossos objetivos, metas e propostas pré-reencarnatórias porque durante a vigília a nos­sa Consciência permanece o tempo todo no corpo físico, enquanto que essas informações estão no corpo astral e no mental. Durante o sono do corpo físico, a nossa Consciência sai e vai para esses corpos, mas quando acordamos não recordamos o que aconteceu, o que vivenciamos, o que aprendemos, ou parece sonho, ou pesadelo... Quando nosso corpo físico morre e a nossa Consciência assume o corpo astral, passamos a ter acesso a essas questões e aí vêm os arrependimentos, as lamentações, as expressões "Ah, se eu tivesse me lembrado..." ou "Ah, se eu soubesse...". No corpo astral, as informações estão de uma maneira emocional, no corpo mental, de um modo intelectual.

O grupo de Seres do Plano Astral criadores da Psicoterapia Reencarnacionista está trazendo para a Terra uma psicoterapia para o homem encarnado similar àquela utilizada no período inter-vidas, em que se fala das encarnações passadas, da finalidade, das metas, etc. Entre as premissas básicas da Psicoterapia Reencarnacionista colocam-se as tendências que trazemos (o que queremos curar) e as situações que as fazem aflorar (os gatilhos), aparentemente negativas e desagradáveis, mas necessárias para nosso crescimento e evolução. Desde a 1ª consulta devemos conversar com as pessoas sobre essas questões e em todas as reconsultas enfatizar a finalidade da encarnação, a busca da evolução espiritual, a Reforma Íntima. O psicoterapeuta reencarnacionista deve falar sobre Reencarnação com a pessoa que veio tratar-se, instigá-la a questionar os fatos de sua vida, a sua infância, mexer nas suas convicções personais, egóicas.

Claro que entre as nossas tendências, observam-se também característi­cas de amor, paciência e compreensão em pessoas que passaram por situações traumatizantes em sua infância. Nesse caso, são seres mais evoluídos que não têm essas tendências inferiores ou elas já estão bem minimizadas e/ou vieram para ajudar alguns familiares e a huma­nidade. Mas estamos falando da maioria das pessoas e das suas tendências negativas, do que deve ser curado nas pessoas, nos doentes, nos seus confli­tos construído em cima de ilusões.

Não é fácil raciocinar de uma maneira reencarnacionista no nosso dia-a-dia, pois implica em uma mudança muito profunda de enfoque. Estamos acostumados a pensar que nossos problemas psicológicos e características negativas de personalidade são oriundos dos fatos da infância, mais recentemente as situações durante a gestação passa­ram a ocupar também o seu lugar na "gênese" dos traumas. Não as negamos, mas não atribuímos a esses fatos a origem dos nossos proble­mas emocionais. Trazemos conosco tendências de sentir e reagir de uma certa maneira e, pelo que vemos nas regressões, é como viemos nos comportando e sentindo há séculos, é como uma matéria que não aprendemos na Escola, e iremos precisar repetir de ano até aprender. Isso aplica-se aos tristes, aos magoados, aos depressivos, aos infelizes, que vêm repetindo o ano há séculos, e também aplica-se aos egoístas, aos orgulhosos, aos materialistas, aos agressivos, aos cruéis. Mas nessa Escola, cada “ano letivo” é uma encarnação.

É um sério obstáculo à cura as pessoas atribuírem os seus sofrimentos e características negativas de personalidade aos fatos de sua infância e às situações no decorrer da vida. O que nunca se pensa é justamente o que estamos colocando aqui, do por quê de se reagir de um certo modo a essas vivências. As pessoas depressivas atribuem a sua depressão aos eventos tristes de sua vida desde a infância, mas não pensam por que reagiram/reagem com depressão a esses fatos e não questionam-se por que seu Espírito “pediu” (necessitou) desse tipo de infância. Preferem culpar alguém, vitimizar-se, buscar explicações e justificativas para o fato de serem depressivas. A explica­ção é simples: elas reagiram e reagem com depressão porque re­encarnaram com uma tendência crônica a reagir com depressão ante as dificuldade e aos obstáculos da vida terrena. E o que precisam entender é que isso é justamente a sua meta pré-reencarnatória, a sua Missão, e as situações aparentemente dificultosas e obs­taculizantes irão se suceder em sua vida até que elas melhorem bastante, ou curem, essa tendência. Mas foram seus pais ou marido, ou situação financeira, etc., que geraram a depressão? Não, essa tendência já estava lá, ao reencarnar, na sua Personalidade Congênita. Então, precisam mudar essa tendência que vêm trazendo há muitas encarnações, e as pessoas ou situações que as fizeram/fazem manifestar-se (gatilhos) não são preju­diciais para a sua evolução, pelo contrário, estão lhes mostrando o que vieram curar em si. São potencialmente benéficas, mas parecem prejudiciais. Isso irá depender de quem analisa o fato: o seu Eu Superior ou o seu eu temporário (a sua persona atual). As personas são sempre vítimas.

Muitas pessoas referem medo, baixa auto-estima, falta de confiança, etc., e costumam atri­buir essas características a fatos de sua infância e/ou situações da vida. O raciocí­nio é o mesmo: por que reagiram/reagem com medo e insegurança ante esses fatos? Por que não reagiram/reagem com agressividade e rebeldia, por exemplo? Porque trazem medo e não raiva, insegurança e não rebeldia, e é o que devem curar em si. E por que seu irmão ou sua irmã não reagiram assim? Porque têm uma personalidade diferente. E por que têm uma personalidade diferente? Porque somos Espíritos e a nossa personalidade é congênita. O psicoterapeuta reencarnacionista deve lembrar às pessoas em tratamento que ninguém é vítima, somos todos co-criadores da nossa história.

Todas as dificuldades das pessoas costumam ser atribuídas a fatos, a situações e a outras pessoas, mais geral­mente a um ou ambos os pais, ao marido ou à esposa ou aos filhos. E isso foi criado e é incentivado pela Psicologia oficial, não reencarnacionista, que lida com o “início” e a origem das coisas. É importante que as pessoas que acreditam na Reencarnação e querem realmente aproveitar essa encarnação, comecem a se perguntar: “Por que eu pedi isso?”, “Por que eu reagi/reajo assim?”, dessa maneira começarão a entender o que vieram melhorar nessa atual encarnação. Nós descemos para purificar os nossos corpos energéticos determinantes da nossa personalidade, o emocional e o mental, e então tudo que não for agradável para nós em nossos sentimentos e pensamentos é o que devemos ir melhorando, aos poucos. E a pessoa ou a situação que fizer isso aflorar estará colaborando com nossa evolução, mas, para que possamos raciocinar assim, temos que entender perfeitamente essas questões que estamos colocando aqui e que não são convencionais. Mas agora com a Escola de Psicoterapia Reencarnacionista formando psicoterapeutas que aprendem a trabalhar com as pessoas do ponto de vista reencarnacionista, isso irá mudar.

E então podemos falar no perdão, uma das mais difíceis conquistas humanas. O fato de entendermos que quem nos ajuda a descobrir o que reencarnamos para melhorar está, na verdade, agindo em nosso beneficio, e que provavelmente, pela Lei do Retorno, o que nos fizeram/fazem não foi/é injusto, cruel ou desagradável, pode trazer uma compreensão, que desembocará no perdão. Nós atraímos fatos para a nossa vida e isso é verdade, mas de um modo muito mais profundo do que se imagina. Quem precisa curar qualquer sentimento negativo "atrairá" fatos e pessoas que lhe mostrarão isso, mas necessitamos saber que a Reencarnação não é para pagar, sofrer, "agüentar" e outras inverdades que algumas pessoas sofredoras costumam acreditar. O objetivo de passarmos por essas pessoas ou situações é oportunizarmos a purificação dos nossos corpos emocional e mental, e isso quer dizer curarmos nossos sentimentos e pensamentos inferiores, obstaculizantes da nossa evolução. O crescimento espiritual só ocorre com felicidade. Quem é triste, veio curar a tristeza e, então, “agüentar” e continuar triste, não adianta nada.

A maioria da humanidade ainda está em um estágio infantil ou adolescente espiritual, e podemos ultrapassar esse estágio e alcançar um estágio adulto espiritual. Para isso, é necessário que nos libertemos do nosso próprio umbigo e comecemos a cuidar do umbigo dos outros, dos doentes, dos sofredores.

Algumas pessoas afirmam-se muito egoístas e atribuem isso ao fato de terem nascido em famílias muito pobres. Outras atribuem isso a terem nascido em famílias muito ricas. Será verdade? O mais provável é que tenham desencarnado e novamente reencarnado com o egoísmo impregnado em si e, se têm a coragem de reconhecer esse fato, já sabem o que devem curar. Os tímidos vieram curar a timidez, os medrosos, o medo, os raivosos, a raiva, os ciumentos, o ciúme, os invejosos, a inveja, os materialistas, o materialismo, os egocêntricos, o egocentrismo, os desconfiados, a desconfiança, os deprimidos, a depressão e assim por diante. Para isso, devem entender que já nasceram com essas tendências e que os fatos da sua infância e os do decorrer da vida são fatores que afloraram, e não causaram, essas inferioridades que desceram para eliminar. Nós desencarnamos e reencarnamos do mesmo modo, com os mesmos sentimentos e pensamen­tos e, portanto, com a mesma tendência a agir e reagir perante os fatos da vida terrena. A passagem aqui pela Terra, que é o Astral Inferior, tem a finalidade de nos mostrar nossas inferioridades e, então, tudo o que acontece ou o que "nos fazem" são elementos reveladores dessas características que viemos curar, para nos libertarmos delas, através da mudança de postura. Não devemos culpar ninguém que nos ajude a detectá-las, pelo contrário, devemos agradecer, pois estão atuando a nosso favor.

Esse raciocínio é feito no período inter-vidas nas conversas entre os desen­carnados que fracassaram (a imensa maioria) e os Orientadores. Devemos aplicar esse mesmo raciocínio enquanto estamos aqui encarnados, a fim de pouparmos sofrimentos e acelerarmos a nossa evolução. Por que deixar para depois o que podemos fazer agora? Curar agora para não levar a tendência para a próxima encarnação. Lá no Astral existe o Telão, aqui na Terra, com a chegada da Psicoterapia Reencarnacionista, que é a mesma Terapia aplicada lá em cima, existe a Regressão. O Telão é dirigido pelos Seres Espirituais superiores, a Regressão, para ser Ética, também deve ser dirigida por eles.

Devemos nos libertar das ilusões e assumir mais firmemente a alta responsabilidade com o nosso objetivo de progresso. Não devemos perder tempo culpando os outros e os fatos da vida, e sim entender que somos seres imperfeitos em busca da perfeição e, então, tudo que houver em nós que seja inferior, deve ser melhorado ou curado. Podemos acelerar nossa evolução se aplicarmos esse raciocínio em nossa vida encarnada, pois não nos esqueçamos que se deixarmos para perceber esses fa­tos somente mais tarde, no período inter-encarnações, quando encarnarmos novamen­te eles ficarão ocultos, esquecidos, e provavelmente continuaremos errando e nos enganando, e culpando os outros. A repetição de um padrão comportamental é o que mais chama a atenção nas regressões, ou seja, vida após vida as pessoas permanecem atuando de forma semelhante. E reencontrando-se...



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