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CONTE A SUA HISTÓRIA DE VIDA



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CONTE A SUA HISTÓRIA DE VIDA

A PARTIR DE 1 ANO ANTES DE SUA FECUNDAÇÃO
Esse exercício é individual. Todos em círculo, após uma meditação de alguns minutos, escolhemos intuitivamente um aluno para contar a sua história desde que estava no Plano Astral, antes de ser fecundado. A finalidade do exercício é nos ajudar a começarmos a pensar realmente como reencarnacionistas, a irmos nos libertando da leitura que fizemos desde quando éramos crianças (versão persona), uma leitura não-reencarnacionista baseada nos rótulos das nossas “cascas”, uma visão na qual todos acreditam, mesmo as pessoas reencarnacionistas, a versão que apresentamos para os profissionais de saúde emocional e mental que também nela acreditam em relação a si mesmos, mas nós, psicoterapeutas reencarnacionistas, sabemos que essa leitura é apenas a das nossas personas atuais e não a versão verdadeira da história, a versão do nosso Espírito e dos nossos Mentores Espirituais.

Esse exercício faz com que todos nós possamos realmente nos tornar reencarnacionistas em nossa história de vida, perguntando e questionando os “Por quê” e os “Para quê” da infância que pedimos (necessitamos) e as situações (gatilhos, resgates e testes) com as quais vamos nos deparando durante a vida encarnada. O aluno (ou a pessoa em tratamento no consultório) faz um exercício de imaginação em que analisa a sua infância, o seu pai, a sua mãe, a sua família, a sua classe social, a sua cor de pele, a sua nacionalidade, etc., para que a partir daí começar a entender a sua proposta de Reforma Íntima.

O relato geralmente dura uns 15 a 20 minutos e depois dele todos os alunos comentam o que acharam. Podemos fazer novo exercício com outro aluno ou com um monitor ou o próprio Ministrante do Curso, o que é recomendável, para que todos saibam que no nosso Curso de Formação não existe hierarquia, que todos somos aprendizes na arte de amar, na arte de conviver, e na maior de todas as artes: a Arte de Servir.

Esse exercício é ótimo para a maioria das pessoas que magoaram-se em sua infância, que sentiram-se rejeitadas, que sentiram (ou ainda sentem) raiva, que acham que a sua infância não foi boa, que culpam seu pai ou sua mãe ou outros familiares por alguma coisa, esquecendo-se de que pediram para Deus essa infância, que pediram essa família, que lá no Plano Astral entenderam que era o que seu Espírito necessitava para a atual encarnação, para aflorar as suas inferioridades, que era o que mereciam por atos do passado, que era o que precisavam para resgatar-se com antigos desafetos, aos quais causaram dor, para poderem evoluir espiritualmente.



QUAL A INFÂNCIA QUE IREI NECESSITAR EM MINHA PRÓXIMA ENCARNAÇÃO?
Esse exercício pode ser feito após a Releitura da infância sob a ótica reencarnacionista e mais alguma vez, se o Ministrante achar conveniente durante o Curso.

Sentados em círculo, o Ministrante recorda a todos que estamos preparando, além do nosso futuro nessa atual encarnação, a nossa próxima infância e a nossa próxima encarnação, e isso é baseado não em como queremos que seja e, sim, no que necessitaremos, para o afloramento das nossas inferioridades (gatilhos e armadilhas) e o resgate com outros Espíritos.

Após uma meditação de alguns minutos, de olhos fechados, com uma música bem suave, com volume bem baixo para não atrapalhar a concentração, o Ministrante pergunta quem quer falar de que tipo de infância irá precisar na sua próxima encarnação. Se ninguém se propõe a falar, o Ministrante intuitivamente pergunta para um aluno ou um monitor, que percebe que está fazendo a sua Reforma Íntima muito lentamente, se ele(a) quer falar... Deixa-se a pessoa falar durante uns 5 a 10 minutos e pede para os demais comentarem a respeito. Depois do debate, pergunta quem quer falar... E assim vai indo, com 3 ou 4 pessoas. Depois fala a respeito da programação da nossa infância, como isso é regido pela Lei da Necessidade (Por que precisamos passar por algo = gatilhos), a Lei da Finalidade (Para o que precisamos passar por isso = evolução espiritual), a Lei do Retorno (Passar pelo que fizemos no passado = resgate e cura) e a Lei do Merecimento (O que merecemos receber de Deus, de bom ou “ruim”).

É um ótimo exercício para fazer com que todos libertem-se ainda mais da sua “versão persona” a respeito de sua infância e atentem mais para a necessidade da sua Reforma Íntima, da sua evolução espiritual, para necessitar na próxima infância menos gatilhos, menos resgates, menos situações ou pessoas “ruins”.



Rodadas de inferioridades e Rodadas de virtudes
Nesse Exercício circular, após o coordenador explicar como ele será feito, faz-se uma meditação de alguns minutos, com os olhos fechados, e cada um, começando pelo coordenador, fala uma inferioridade sua, em voz alta para todos ouvirem (uma palavra só, não uma explicação ou um relato). Podem ser feitas 4, 5 ou mais rodadas.

Depois o coordenador diz que será feita a mesma coisa, mas cada um falando uma virtude. A finalidade é cada um de nós revelar, diante de todos, as nossas inferioridades e depois as nossas virtudes. O Ministrante deve, após, falar sobre isso, mostrar que as nossas virtudes são maiores do que as nossas inferioridades, em quantidade e em qualidade. Após, deve pedir que os alunos falem sobre o assunto.



Não pode falar “Eu”, “Meu” e “Minha”
O Ministrante explica aos alunos como é o exercício e qual a sua finalidade: aprendermos a nos libertar do domínio do nosso Ego e passarmos o comando dos nossos pensamentos para nossos aspectos superiores e para os nossos Mentores Espirituais, através da prática da humildade, da submissão e da obediência.

Nesse exercício, todos em círculo, após uma meditação de alguns minutos, não necessitamos estar de olhos fechados, o Ministrante de Curso começa a sua fala e após, toca suavemente com a mão direita na perna esquerda da pessoa à sua direita, que diz a sua fala e assim sucessivamente. Podem ser feitos 1 ou mais rounds, dependendo do tempo e do número de alunos e monitores. Todos participam igualmente do exercício, como em todos os exercícios circulares de Psicoterapia Reencarnacionista, mostrando que somos todos iguais, Espíritos em processo de evolução e que na nossa Escola o Ministrante de Curso e os monitores são iguais aos alunos, pois somos todos alunos do Mundo Espiritual.

Se o Ministrante de Curso falar em “eu”, “meu” ou “minha” durante a sua fala, deve corrigir-se imediatamente, sem pudor, mostrando que ninguém é perfeito. Se o Ministrante não perceber que falou “eu”, “meu” ou “minha”, um monitor previamente escalado para isso, deve alertá-lo.

O Ministrante deve corrigir um monitor ou aluno que cometer essa distração durante a sua fala.

Ao final do exercício, todos estarão com a sua freqüência muito elevada por esse exercício de libertação do Ego, e falamos sobre o resultado obtido, como todos ficamos bem quando o nosso Ego não está no comando, como todos sentimos paz quando não nos colocamos no centro do espetáculo, como o comando do Ego é a causa maior da desgraça do ser humano.

O Encontro consigo mesmo
O Ministrante explica aos alunos como é esse exercício e o que ele visa: promover um “descascamento” dos nossos rótulos, das ilusões do que achamos que somos e que, na verdade, apenas estamos, e nos encontrarmos conosco mesmos, com a nossa Essência, a nossa Pureza original, a nossa Luz, que é Deus dentro de nós.

O exercício, como todos os exercícios de Psicoterapia Reencarnacionista (com excessão do Gotinhas do Mar), é feito em círculo e todos participando. Esse exercício tem uma característica diferente dos demais exercícios circulares, pois nesse, o Ministrante faz uma afirmação e todos repetem. Deixa-se 5 a 10 segundos para causar efeito e continua... O Ministrante está “descascando-se” e fazendo o mesmo com cada um dos participantes do exercício, mostrando as ilusões do Ego, evidenciando o que é da casca e o que é do Espírito. A finalidade é irmos nos libertando das “ilusões dos rótulos das cascas”, para que possamos nos aproximar mais do eterno em nós, de Deus em nós. O coordenador vai falando, lentamente, uma afirmação a cada vez, e em seguida todos repetem, e aguarda-se alguns segundos para que a afirmação tenha efeito.

Não existe uma ordem estabelecida, mas a seguinte ordem tem funcionado bem.

O coordenador fala: “Eu não sou homem” e todos repetem. Aguarda-se... Depois: “Eu não sou mulher”, idem. Eu não sou branco... Eu não sou negro... Eu não sou pai de ninguém... Eu não sou mãe de ninguém... Eu não sou filho de ninguém... Eu não sou brasileiro... eu não tenho nacionalidade... Eu não sou católico... Eu não sou espírita... Eu não sou evangélico... Eu não sou umbandista... Eu não tenho religião... Eu não sou alto... Eu não sou baixo... Eu não sou gordo... Eu não sou magro... Eu não sou terapeuta... Eu não sou professor... Eu não sou aluno... Eu não me acho mais do que os outros... Eu não me acho menos do que os outros... Eu não falo alto... Eu não falo baixo... Eu não quero ganhar dinheiro a mais do que realmente necessito... Eu não quero ser líder... Eu não quero ser chefe... Eu não quero ser comandado... Eu não quero ser admirado... Eu não quero ser famoso... Eu não quero ser pobre... Eu não quero ser fracassado... Eu não tenho impaciência... Eu não tenho pressa... Eu não tenho tristeza... Eu não tenho mágoa... Eu não me irrito... Eu não tenho medo... Eu não tenho insegurança... Eu não sou sério demais... Eu não rio à toa... Eu não quero ser rico... Eu não quero ter sucesso material... Eu não quero adquirir bens materiais que não necessite... Eu não quero uma casa grande demais... Eu não quero usar roupas para me salientar dos demais... Eu não quero ser muito exigente... Eu não quero ser demasiadamente organizado... Eu não quero ser desorganizado... Eu não quero criticar ninguém... Eu não quero criticar a mim mesmo... Eu não quero ser competitivo... Eu não quero pensar demais em sexo... Eu não quero negar o sexo... etc., etc.

Evidentemente, como em todos os exercícios de Psicoterapia Reencarnacionista, o comando é do Mundo Espiritual, e não necessitamos fazer todas essas afirmações, nem mesmo necessita ser exatamente essas, ou nessa ordem, são exemplos do que podemos falar, podem ir surgindo outras. Na verdade, o descascamento é muito amplo. O importante é a concentração no trabalho, e o coordenador, como sempre, participando juntamente com todos, num silêncio absoluto, sem música de fundo, tudo lentamente, uns 5 a 10 segundos entre uma afirmação e outra.

Após o tempo necessário, passa-se do “descascamento” para a segunda fase, a do “Encontro consigo mesmo”: Então quem Eu sou? Todos repetem. (Espera uns 10 segundos...) Eu sou Luz... Eu sou Paz... Eu sou Amor... Eu sou Puro... Eu sou Infinito... Eu sou Natureza... Eu sou o sol... Eu sou a lua... Eu sou as estrelas... Eu sou as flores... Eu sou os passarinhos...

Também nessa segunda fase, devemos permitir que o Mundo Espiritual nos intúa, nada é engessado nesse Exercício, podem ser essas afirmações ou outras, devemos permitir que os Mentores Espirituais comandem totalmente o exercício, pois Eles conhecem o Ministrante, conhecem os monitores, conhecem cada um dos alunos e sabem as afirmações necessárias para cada um.

AS GOTINHAS DO MAR
Nesse Exercício, as pessoas não sentam em círculo e, sim, em formato de aula, as cadeiras em fila, com o coordenador do trabalho na frente, de costas para os demais. A finalidade desse exercício é mostrar como nos sentimos quando estamos todos em sintonia, unidos, nos movendo no mesmo sentido e como nos sentimos mal, separados uns dos outros, quando nos tornamos autônomos, cada um fazendo um movimento diferente, cada um fazendo o que quiser, sem uma Unidade.

No início, após essa explicação, todos de olhos fechados, com uma música bem suave e em volume bem baixinho, o coordenador diz que iremos nos movendo para o lado direito, para o lado esquerdo, para a direita, para a esquerda, e começa a falar que somos o Mar e que vamos indo, pra lá, pra cá, pra lá, prá cá... (direita-esquerda-direita-esquerda...), bem lentamente, e todos vão se movendo dessa maneira, em uniformidade, o coordenador comandando, todos indo para a direita, para a esquerda, para a direita, para a esquerda... A finalidade é todos nós sentirmos a alegria, a calma, a serenidade que vem quando estamos todos juntos, nos movendo no mesmo sentido, em União.

Quando está tudo muito bom, muita paz e felicidade, o coordenador manda parar e fala que, agora, sem gritaria, sem alvoroço, cada um pode fazer o que quiser (ainda todos sentados), balançar-se, balançar os braços, mover-se para o lado que quiser, agitar-se, sacudir as pernas, o que quiser... A finalidade é percebermos o que acontece conosco quando saímos da unicidade, e cada um faz o que quiser, segundo a sua vontade, como isso nos tira da sintonia com o Todo e com os demais.

Depois que instalou-se o “caos” na sala, o coordenador pede que todos parem e recomecem a mover-se, falando bem calmo e lentamente, pra direita, pra esquerda, pra direita, pra esquerda, pra lá, pra lá, pra cá, pra lá, pra cá... e deixa todos ficarem nesse movimento assim por um bom tempo, até que entenda que já pode ir encerrando o exercício, lentificando os movimentos com a sua voz, e ir encerrando.



Ao final, levanta, vira de frente para os demais, e pede que comentem o exercício, como se sentiram quanto eram “gotinhas obedientes” e quando eram “gotinhas desobedientes”.
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