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A finalidade e o aproveitamento da encarnação



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2. A finalidade e o aproveitamento da encarnação
É de fundamental importância que saibamos, cada um de nós, por que o nosso Espírito voltou para a Terra, para viver mais uma "vida" aqui. Quem veio não fomos nós e sim o nosso Espírito, nós somos apenas o nome da "casca". Muitas pessoas ainda apegam-se a conceitos antiquados e equivocados, relativos a castigos, penas, etc., quando, na verdade, estamos aqui porque estarmos presos, vibratoriamente, a esse Plano, ou seja, a nossa freqüência vibratória não é suficientemente elevada que nos permita acessar definitivamente Planos superiores a esse.

Para que isso aconteça, para elevarmos nossa freqüência, para que nos libertemos deste planeta e deste Plano ainda tão imperfeito, precisamos nos libertar de nossas imperfeições, de nossas impurezas, e para isso estamos aqui, e vamos e voltamos, vamos e voltamos, vamos e voltamos... Que vergonha precisarmos de tantos retornos! Por que essa tarefa precisa ser realizada aqui e não lá no Plano Astral superior? Isso é fácil de entender, basta raciocinarmos que isso precisa ser feito em algum lugar onde existam estímulos para que as nossas imperfeições manifestem-se. Para os nossos tipos de defeitos, aqui é o lugar ideal, aqui estão os fatos (gatilhos) que fazem emergir as nossas inferioridades. E os fatos "negativos", os que nós não gostamos, são os melhores para isso!

Quando estamos no Astral superior é como quando estamos em nosso Centro Espírita, parecemos todos “santos”, somos pacienciosos, carinhosos e caridosos, os nossos defeitos “desaparecem”, mas quando voltamos para nossa vida cotidiana, aí as nossas características negativas de personalidade voltam a manifestar-se. Podemos raciocinar do mesmo modo para entendermos porque viemos do Plano Astral para cá, de um lugar "melhor", mais evoluído, para um lugar "pior", menos evoluído. Quando estamos lá, devido ao estilo de vida vigente, baseado na igualdade e na fraternidade, nós parecemos “santos” pois os nossos defeitos não aparecem, permanecem latentes, mas quando estamos aqui, aí sim, pelas condições socioculturais vigentes, eles vêm à tona e nós nos confrontamos com o que precisamos curar.

Então, é fácil perceber que viemos para um Plano inferior para que as nossas inferioridades venham à tona e possamos nos purificar delas. E o principal trabalho é, então, saber exatamente o que precisamos curar em nosso Espírito, as nossas imperfeições, e detectarmos quando elas se manifestam, mas aí surge um problema, que já comentei antes: a maioria de nós acredita que tem razões suficientes para sentir ou manifestar as suas negatividades. Quem tem raiva de alguém, acredita que tem razão de ter essa raiva, quem sente mágoa e ressentimento, acredita que são plenamente justificados esses sentimentos, quem é medroso, acredita realmente na força do seu medo, quem é tímido, acredita plenamente em sua incapacidade de manifestar-se, quem é orgulhoso, vaidoso, egocêntrico, acredita realmente em sua superioridade, quem é materialista, acredita firmemente no valor das coisas materiais, e assim por diante.

O maior obstáculo à evolução é que a nossa persona sempre acredita que tem razão em seus raciocínios! O nosso Ego, sempre acha que tem razão.

A visão psicológica tradicional diz que nós começamos a existir nessa vida, isso quer dizer que nascemos puros, éramos perfeitos, e procura, então, lá no "início", quem ou o quê nos estragou. Ela parte de uma base equivocada, que é um início que não é início, pois não começamos nossa vida na infância, nós somos um Espírito e estamos continuando nela uma jornada iniciada há muitíssimo tempo, tanto tempo que nosso Inconsciente até adentra o reino animal, o vegetal e o mineral. No dia em que a Psicologia incorporar a Reencarnação, ela começará realmente a entender o ser humano.

Para que possamos saber por que nosso Espírito reencarnou, precisamos assumir as nossas inferioridades e aceitá-las como nossas, correlacionando os fatos "negativos" que acontecem em nossa vida, da infância até hoje, com a maneira negativa que nós sentimos e reagimos a eles. Aí encontraremos o que viemos aqui fazer, curar em nosso Espírito, pois os fatos são os fatos, mas o que fazem emergir de imperfeito em nós, revela a finalidade de estarmos novamente aqui, a finalidade da nossa atual encarnação.

Se os fatos nos provocam mágoa e ressentimento, eles estão mostrando que viemos curar mágoa e ressentimento, se provocam raiva e agressividade, nos mostram que viemos curar raiva e agressividade, se provocam medo ou retraimento ou sensação de incapacidade, ou qualquer outro sintoma negativo, aí está o motivo da encarnação. Uma pessoa muito materialista, apegada ao dinheiro e aos bens materiais, revela que seu Espírito reencarnou para curar essa postura fútil e superficial e aprofundar-se nos verdadeiros valores do amor e da caridade. O distraído, aéreo, veio para curar esse tipo de fuga, para aterrar. E assim, com qualquer característica inferior, egóica, nossa, desde as mais graves até as mais inofensivas.

Podemos afirmar que o que mais importa em uma encarnação é a maneira inferior com que reagimos aos fatos, e se essa maneira repete-se, aí está, sem dúvida, o que veio ser curado. Muitos de nós, antes de reencarnar, no Astral superior, vamos antevendo a atual encarnação, nos grupos de estudos e nas conversas com os Orientadores, e lá sabemos exatamente o que viremos tentar curar nessa passagem. Nós sabemos quem serão nossos pais, se viremos em uma família rica ou pobre, se viremos numa "casca" branca ou negra, etc., etc., e então é perda de tempo ficarmos brigando com os fatos "negativos" da nossa infância, com características desagradáveis de personalidade de nosso pai ou nossa mãe, como se não soubéssemos o que encontraríamos aqui.

E por mais negativos que pareçam os fatos da nossa infância, tudo está, potencialmente, a nosso favor, pois visa o nosso progresso, a nossa cura, a nossa purificação, ao nos mostrarem nossos defeitos. Mas raras pessoas atingem os seus objetivos pré-reencarnatórios, porque não entendem realmente o que é Reencarnação, mesmo grande parte dos reencarnacionistas.

E o que devemos curar em nós? Todos os tipos de comportamento, de raciocínios, de características de personalidade, que nos diferenciam dos nossos irmãos mais evoluídos do Plano Astral, dos Mestres, dos Orientadores. Eles estão lá em cima, num lugar de freqüência vibratória mais elevada, o que nós temos e eles não têm mais, são as impurezas e as imperfeições, das quais viemos nos libertar. O nosso caminho ruma para o retorno à Perfeição e eles nos sinalizam o rumo, mas para isso é preciso que não culpemos nada e ninguém e entendamos que as nossas imperfeições são coisas nossas, que nos acompanham há muito tempo, há muitas encarnações, e se isso acontece, é porque não temos realmente aproveitado nossas encarnações para nos libertarmos delas, nos curarmos, nos purificarmos.

Temos sido muito incompetentes na nossa evolução espiritual, pois geralmente lidamos melhor com o terreno, o material. A regra de ouro é: ante um fato desagradável, devemos ficar atentos ao que emerge de negativo de dentro de nós, aí está a inferioridade que veio ser eliminada. Se acreditarmos que temos razão para sentirmos essa imperfeição, devemos entender que esse raciocínio está vindo do nosso eu inferior, uma fonte nada confiável... Os nossos eus inferiores sempre acham que têm razão para sentir e manifestar raiva, mágoa, tristeza, medo, etc., enquanto que, lá de cima, os nossos Eus Superiores ficam nos observando, aguardando que acordemos, e ante as situações que fazem nossas imperfeições aparecerem, aproveitemos para nos curarmos delas, entendendo que essas situações aparentemente negativas, são potencialmente positivas para a nossa evolução espiritual.


3. A ilusão dos rótulos das "cascas"
Enquanto as psicoterapias tradicionais iniciam os seus raciocínios diagnósticos na infância, e trabalham com base nas relações familiares, como pai-filho, mãe-filho, irmão-irmão, etc., a Psicoterapia Reencarnacionista lida com a ilusão que permeia essas relações e o Karma entre as pessoas. Devemos afirmar que nosso pai é nosso pai ou que está nosso pai? Nas encarnações passadas ele pode ter sido nosso filho, nosso patrão, nosso escravo... E nossa mãe, ela é nossa mãe ou está nossa mãe? E nós somos homens ou mulheres ou desta vez reencarnamos homem ou mulher? Somos brasileiros ou dessa vez reencarnamos aqui? Somos brancos, ou negros, ou dessa vez viemos nessa cor de pele? Tudo é temporário e precisamos retirar o véu que encobre a verdade, nos ligando firmemente ao nosso aspecto eterno: a nossa Essência. Somos seres eternos, evoluindo nesse planeta, irmãos de jornada, separados pela ilusão dos rótulos das nossas cascas. Quando entendermos realmente isso, desaparecerão as diferenças entre nós, pois elas não são reais, e sim apenas aparentes. Nós não somos o que parecemos ser, nós estamos ali dentro.

As psicoterapias que lidam com essa "vida" apenas, pretendem auxiliar as pessoas a aproveitarem a vida, tornarem-se mais saudáveis, produtivas e felizes, e, muitas vezes, conseguem. Elas são relativamente eficazes para auxiliar as pessoas a lidarem com suas mazelas e conflitos, mas muitas vezes prendem as pessoas nos raciocínios conflitados e equivocados da infância, pois não lidam com o Karma, com a finalidade de virmos perto de alguém, em uma certa família, em uma certa classe social, etc. A nova psicologia da Reencarnação lida com o profundo e o permanente, e o real aproveitamento da encarnação. E trabalha com a busca da purificação, as tentativas de harmonização e resgate entre Espíritos (Consciências) conflitantes, e outras questões referentes a essas descidas para a crosta terrestre, que temos chamado equivocadamente de “vida”. E muitas vezes, aproveitar a "vida" é desperdiçar a encarnação.

Algumas vezes descemos para curar imperfeições de nossa personalidade que nem são consideradas sérias, como, por exemplo, introversão, timidez, preguiça, medo, etc. Uma pessoa descobriu nas sessões de regressão que vem reencarnando há cerca de 3.000 anos para curar a introversão. Muitas pessoas descem para curar características ainda inferiores de sua personalidade, como orgulho, vaidade, autoritarismo, desonestidade, etc., outros já mais evoluídos vem para curar pequenas negatividades. Para a melhoria ou a cura de qualquer inferioridade espiritual são necessários gatilhos terrenos que as façam eclodir, pois já vêm conosco, são congênitas, e aí entra a aproximação com outros Espíritos (com rótulos de pai, mãe, irmãos), certas situações aparentemente negativas durante a vida, etc. E lidar com isso sob o ponto de vista reencarnacionista ajuda-nos a retirarmos o véu da ilusão, enquanto que lidarmos com as mágoas, as raivas, com um raciocínio míope, limitado, geralmente faz com que não consigamos sair das armadilhas da encarnação.

A Regressão Terapêutica, uma das principais ferramentas utilizadas na Psicoterapia Reencarnacionista, está abrindo uma porta para o nosso passado. Com ela, temos encontrado respostas, e a cura, para inúmeros problemas, dramas, traumas, fobias, pânico, etc., que têm sido analisados incorretamente, medicados com psicotrópicos que não curam, apenas remediam, e encontrado a nós mesmos, em outras encarnações, muito parecidos com hoje.



A Psiquiatria do futuro irá pesquisar o que são essas vozes que muitas pessoas afirmam escutar, e esses seres ou vultos que elas afirmam enxergar, além das ressonâncias das encarnações passadas e as personalidades que emergem de lá, e que não podem ser entendidas, a não ser com uma linha de raciocínio e pesquisa que investigue realmente o Inconsciente. O Dr. Freud deve estar muito satisfeito, pois a sua ação pioneira e revolucionária, agora sim, irá alçar vôo. Ele investigou o Inconsciente, nós estamos entrando firmemente nele.

Os pilares da Psicoterapia Reencarnacionista


  • A Personalidade Congênita

  • A Finalidade e o Aproveitamento da Encarnação

  • As Ilusões dos Rótulos das “cascas”




  1. Fale mais sobre a Personalidade Congênita, dando seu próprio exemplo e de familiares

  2. Fale pessoalmente sobre a diferença entre vitimação e a recordação de ser co-criador(a) de sua infância

  3. Como ajudar uma pessoa que sofre de mágoa ou raiva em relação a um familiar a melhorar desse sentimento através da mudança do seu raciocínio a respeito dessa pessoa e situação?

  4. O que são as perguntas “Por que?” e “Para que?” que utilizamos na Psicoterapia Reencarnacionista?

  5. Como a Psicoterapia Reencarnacionista pode ajudar uma pessoa a perdoar outra pessoa?

  6. O que significa: “A maioria da humanidade ainda está em um estágio infantil ou adolescente de evolução espiritual.”?

  7. O que é maturidade espiritual?

  8. O que significa: “A Psicoterapia Reencarnacionista é a mesma terapia aplicada no período intervidas.”?

  9. O que é aproveitar uma encarnação?

  10. O que significa: “Viemos para uma encarnação para encontrarmos as nossas inferioridades.”?

  11. Qual e relação entre o nosso baixo aproveitamento das encarnações e o “eu tenho razão!”?

  12. O que são as “Ilusões dos rótulos das cascas”?

A Regressão Terapêutica
Muito se tem falado, hoje em dia, sobre esse novo método terapêutico, baseado na revivência de fatos do passado, seja dessa ou de outras encarnações. Cada terapeuta de regressão tem a sua concepção e seus objetivos e existem muitas maneiras de trabalhar com o passado. Não fazemos a pessoa recordar apenas até o final do trauma, isso faz com que ele melhore bastante, mas pode ficar sintonizada aí, nesse ponto. Pelo Método ABPR de regressão, a pessoa regredida recorda desde o fato traumático até o seu final, continua recordando até a sua morte, o seu desencarne, recorda ter subido para o Plano Astral, até tudo ter passado e referir estar sentindo-se muito bem (Ponto Ótimo). Ou seja, na nossa regressão, a pessoa recorda uma encarnação passada e o período inter-vidas subseqüente. A recordação vai desde o trauma até o desencarne, e a pessoa é incentivada a continuar contando, a sua subida para o Astral, até chegar lá e, muitas vezes, isso ainda não é suficiente, pois mesmo lá, ainda sente a dor, a tristeza, a raiva, o medo, etc. Então, incentivamos a continuar relatando, até nos mostrar que, lá no período inter-vidas, está melhorando, melhorando, tudo vai passando, aquele medo que sentia, aquela raiva, aquele sentimento de rejeição, aquela solidão, a dor da facada, do tiro, etc., até que percebamos que ela recordou que tudo aquilo passou, que está sentindo-se muito bem. Aí vamos preparando o final da sessão, dizemos a ela, por exemplo, que então pode relaxar, que está bem, que ela pode acessar outra situação do seu passado ou receber alguma orientação, alguma instrução, dos seus Mentores, aguardamos alguns minutos para termos certeza que está sintonizada no Astral, se notarmos ou ela referir que acessou outra vida passada, a regressão continua. Se receber uma orientação, uma instrução, pode nos relatar ou guardar para si.

Uma regressão é a rememoração do passado onde a pessoa ainda ficou sintonizada, e devemos fazê-la rememorar desde o trauma até quando estava sentindo-se bem lá no Astral. É fácil fazer isso, é só levar a recordação até o desencarne naquela vida e incentivar a continuação do relato, nos contando o que acontece... após sair do corpo... para onde vai... agora que é um Espírito... que pode subir... o que acontece? Escutamos relatos maravilhosos da subida, do Plano Astral, e ela ficará sintonizada num momento bom, de libertação, e não logo após o trauma quando, freqüentemente, ainda sentia dor, medo, tristeza, solidão, raiva, insegurança, etc.

Baseamo-nos no princípio de que as nossas memórias encontram-se em nossos corpos sutis e então incentivamos um relaxamento profundo na pessoa que vai regredir, para não sentir tanto o seu corpo físico, e em seguida incentivamos uma elevação de sua freqüência, o que proporciona um mais fácil acesso aos seus Mentores Espirituais, que lhe oportunizam um retorno ao seu passado. O relaxamento é normal, a pessoa deitada, de olhos fechados, o ambiente com pouca luz, silencioso, a música em volume médio, sentamos ao seu lado e vamos falando devagar, com voz baixa (mas não sussurrando), incentivando o relaxamento, solta teu corpo aí no colchão... relaxa a testa... os olhos... a boca... o queixo... todo teu corpo... como se fosse dormir... como se teu corpo fosse desaparecendo... e vamos entrando em sintonia com nossos Amigos Espirituais... com os teus Amigos Espirituais... pedindo a eles que estejam conosco... que te ajudem a encontrar no teu passado... nas tuas memórias... fatos que ainda estejas sintonizado... etc., etc. Depois que percebemos que a pessoa está bem descontraída, bem relaxada, incentivamos a elevação de sua freqüência: Então vai subindo.......... subindo......... crescendo, te expandindo.......... te sente crescendo....... como um balão que vai inchando......... que vai inflando........... expandindo......... ocupando essa peça toda........ subindo........... crescendo........ te expandindo... e podes ultrapassar essa peça... ir para o céu......... para o infinito........... subindo........... subindo............ crescendo..........., etc. Geralmente, em 10 a 20 minutos a pessoa acessa uma encarnação passada.

Devido ao incentivo à elevação da freqüência, à expansão da Consciência, a ocorrência de vivências no Plano Astral e o encontro com Mestres, Orientadores, parentes desencarnados, etc., é muito grande. As pessoas descrevem o seu desencarne, a “subida”, a chegada ao Plano Astral, com a descrição das áreas de natureza, as pessoas de roupas claras, os Hospitais, as Escolas, os grupos de estudo, etc., e os relatos são extremamente semelhantes aos encontrados nos livros espíritas sobre o assunto. Falam nas colônias, cidades, o trabalho e o estudo realizado lá por seus habitantes, o processo de reencarnação, as reuniões, os Ministérios, os planejamentos das encarnações, etc.

Talvez a existência de cidades no Astral seja como uma imaginação real, uma realidade ilusória, para que não nos sintamos perdidos lá em cima, flutuando, sem um referencial, a nossa mente cria uma realidade semelhante à que trazemos daqui da Terra, e então imaginamos/vemos cidades, jardins, hospitais, escolas, pessoas vestidas, etc. e isso, para nós, é real, mas na verdade podem ser criações da nossa mente para que possamos lá, nos sentir referenciados. E os Seres Superiores quando enviam orientações para cá, a respeito desse assunto, dizem isso também, para que nos sintamos mais seguros quanto à nossa subida... Ao chegarmos lá em cima e quando estamos lá, realmente vemos e vivenciamos essa realidade, mas, talvez, ela não seja realmente real e sim imaginada e criada por nós. Ou, talvez, exista tudo isso mesmo, criado pela imaginação dos Seres superiores que lá habitam, ou seja, eles criam, com seu poder mental, essa realidade, semelhante à que temos aqui na Terra para que nos sintamos mais amparados pela realidade similar a que deixamos aqui. Mas, de qualquer maneira, os relatos, as descrições, das pessoas em regressão, desencarnadas, chegando lá em cima, é similar à dos livros espíritas.

O período intra-uterino, os relatos a respeito dos pais, o que eles falam, sentem, planejam, etc., a sua descrição, a casa, o nascimento, a vontade de nascer logo, muitas vezes, a vontade de não nascer, um suicídio intra-uterino, em que uma pessoa regredida dizia que não estava mais agüentando saber que seu futuro pai era um antigo inimigo do seu passado transpessoal, que iria sair dali a qualquer preço, e realmente saiu, “morreu” e retornou ao Plano Astral. Uma pessoa que disse que não iria nascer e sentou. Uma pessoa virou de costas e nasceu de nádegas. Enfim, são muitos os relatos da fase em que estamos dentro do útero materno, mostrando que já temos pensamentos e sentimentos enquanto estamos formando o nosso novo veículo físico. Na verdade, lá dentro do útero está um Espírito de dezenas ou centenas de milhares de anos formando um novo corpo, e que, portanto, já pensa, já sente, e tudo isso que vivencia nessa época vai permanecer dentro do seu Inconsciente, sejam boas situações, sejam más, seja alegria, seja tristeza, seja segurança, seja medo, etc. Podemos, então, perceber, que o material a investigar no Inconsciente é da maior importância, e a sua exteriorização, essa “limpeza” promovida pela regressão pode ter um valor terapêutico da maior importância.

A busca da evolução é de todos nós, mas o trabalho é individual, pois cada um veio melhorar características suas e elas já manifestam-se desde a infância. A Psicologia tradicional, que inicia na infância, não é a mais adequada para nós, reencarnacionistas, pois não responde as nossas perguntas, trabalha com uma premissa equivocada, que é a formação da personalidade, e com isso cria a figura da vítima e dos vilões. O nosso Espírito (Consciência) já animou inúmeros corpos, inúmeras personas, em inúmeras encarnações passadas, e em todas elas nós tínhamos uma personalidade. Nós não formamos nossa personalidade na infância, nós mostramos, desde o início aqui, quem e como somos, e os nossos pais, nosso meio ambiente e os fatos da infância e da vida, tendem a agravar ou a melhorar nossas características, tanto positivas como negativas.

Na verdade, somos a continuação do nosso passado, e em nossa busca de evolução e crescimento espiritual (consciencial), o retorno para a Perfeição, necessitamos viver algum tempo, de vez em quando, em um lugar inferior e imperfeito, onde as nossas próprias inferioridades e imperfeições virão à tona. E onde é esse lugar para nós? É aqui e então aqui estamos. Para pagar, para sofrer? Não, para nos purificarmos, para nos libertarmos do “excesso de peso” que nos prende à força gravitacional desse planeta pesado e do Plano Astral desse planeta. Precisamos nos tornar mais “leves”, e isso só pode ocorrer se nos livrarmos das inferioridades que nos mantêm presos aqui, dos “pesos”, e é esse o trabalho que deve ser feito, e tem que ser feito aqui, pois é aqui que estamos.

E quem deve, ou precisa, submeter-se a uma regressão ao seu passado? Os terapeutas de regressão costumam recomendar regressão nas pessoas que têm medos, fobias, pânico, depressão, etc., mas nós não somos terapeutas de regressão e sim psicoterapeutas reencarnacionistas que utilizam a regressão, e então todas as pessoas que nos procuram para tratamento, submetem-se à recordação de algumas de suas encarnações passadas, pois assim perceberão que têm sido como são atualmente nas suas últimas encarnações, encontrarão a sua Personalidade Congênita e, nela, a sua proposta de Reforma Íntima. Nós precisamos que os Mentores das pessoas em tratamento mostrem para elas e para nós algumas encarnações passadas suas, eles nos dão a “pista” por onde deve seguir o tratamento de Reforma Íntima. Se mostram vidas passadas de tristeza, a Reforma Íntima é da tristeza, se mostram vidas de solidão, é de solidão, se mostram de orgulho, é de orgulho, e assim por diante. Mas, na verdade, os Mentores vão “descascando”, mostrando as encarnações passadas em que existia a inferioridade espiritual que ainda existe hoje, mas aos poucos, novidades vão ocorrendo, novas revelações, novos insights, as pessoas vão se descobrindo, nós vamos acompanhando essas “sessões de Telão”, vamos conversando sobre isso nas conversas pós-regressão, nas consultas, novas regressões vão acontecendo, novas descobertas, é uma verdadeira investigação do passado, do que jaz oculto dentro do Inconsciente. É tudo muito simples e muito profundo ao mesmo tempo.

As sessões duram, em geral, cerca de 1h a 1:30h, e nelas a pessoa revive fatos traumáticos de uma, duas ou mais encarnações passadas, além dos períodos inter-vidas, onde acessa muitas informações importantíssimas para o seu real aproveitamento da atual encarnação. Pela herança católico-judaica em que estamos imersos, nos acostumamos a pensar que os nossos defeitos são apenas o que faz mal para os outros, mas isso não é bem assim. Na verdade, na busca do nosso retorno à Perfeição, qualquer característica nossa que não seja perfeita, é imperfeita, e então necessitamos curar não só o egoísmo, a agressividade, o autoritarismo, o materialismo, etc., mas também a timidez, o medo, a fraqueza, a tristeza, a preguiça, a introversão, etc.

Algumas pessoas tentam realizar uma regressão sozinhas, sem acompanhamento de um terapeuta especializado, mas ao ver-se sendo queimada numa fogueira, ou sendo enforcada, guilhotinada, etc., conseguirá manter-se até o fim, até o desencarne, até subir para o Plano Astral, que é o que lhe libertará do trauma daquela situação? É necessário ir para a situação e sair dela, pois se a pessoa for para uma situação traumática do seu passado e, com o susto, voltar, estará reforçando ainda mais a sintonia, o que, obviamente, é contra-indicado pois reforçará o que deve curar.

Uma pessoa que dizia sentir-se presa, que “não andava”, não ia pra frente, regrediu a uma vida passada, em que era uma menina paralítica numa cama. Uma pessoa rotulada como esquizofrênica, há mais de 15 anos sendo internada e tomando anti-psicóticos, que ouvia vozes que diziam que ela estava podre, que cheirava mal, viu-se numa vida passada isolada por sua família em um quarto com uma doença horrível de pele e lá no seu quartinho ela dizia que ouvia as pessoas comentando que ela estava podre, que cheirava mal! Uma pessoa rotulada de paranóico, pois sentia-se perseguido, referiu uma vida passada em que estava sendo perseguido por soldados inimigos.

Pode-se, então, perceber que estamos falando da Psiquiatria do futuro, quando a Reencarnação irá ingressar na Psiquiatria, e esse é um dos principais objetivos da nova Escola de Psicoterapia Reencarnacionista, que foi criada no Plano Astral e que, em 20 ou 30 anos, estará difundida em toda a crosta terrestre. Não existe uma só pessoa que não tenha traumas e situações negativas em seu Inconsciente, umas mais fortes, outras menos. A regressão é uma limpeza, uma “faxina” dessas toxinas, e o que as pessoas referem depois é uma sensação de alívio, de leveza, que o método regressivo pode oferecer.

Mas isso requer uma postura altamente ética do terapeuta e uma humildade que lhe faça colocar-se em seu lugar, de auxiliar do Mundo Espiritual, de intermediário entre a pessoa e seu Mentor Espiritual. Colocamo-nos nesse lugar, colaborando com o processo, que, na verdade, é dirigido pelos Mentores da pessoa. O que fazemos? Ajudamos no relaxamento do corpo físico e na expansão da sua Consciência, a fim de que a pessoa coloque-se ao acesso dos seus Mentores Espirituais e esses Seres conduzam o processo. Falamos pouco para não atrapalhar o trabalho que está sendo feito. Geralmente nos limitamos, após a pessoa acessar um fato do passado, a incentivar, de vez em quando, a continuar relatando. Falamos: “Sim”, “Continua”, “E depois”, e isso de vez em quando... Nós somos um auxiliar, um colaborador do Mundo Espiritual, não fazemos a pessoa regredir de 10 ou de 5 em 5 anos, não vamos primeiro para a infância, não conduzimos o processo, não o comandamos, porque o seu Mentor Espiritual está ali, ao lado, e estaríamos, assim, atrapalhando as suas intenções. Quem sabe mais sobre a pessoa? Nós ou o seu Mentor? Então quem deve dirigir o trabalho, quem deve comandar o Telão aqui na Terra?




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