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REENCARNAÇÃO E REGRESSÃO
Até a pouco tempo atrás, a noção de Reencarnação era exclusivamente ligada às religiões que lidam com esse conceito, em nosso meio, a religião Espírita. Mas a partir do momento em que centenas de profissionais de cura, em todo o mundo, e entre eles, médicos, psicólogos, psiquiatras e terapeutas em geral, passaram a utilizar a Terapia de Regressão a Vidas Passadas, começou a perceber-se que a Reencarnação não precisa mais permanecer apenas como um assunto religioso e pode ser integrada à Psicologia. Isso porque nas sessões de regressão, os profissionais descobriram que a nossa personalidade, que demonstramos desde a infância, não se forma aí, ela já é nossa, é a personalidade que viemos trazendo de nossas encarnações passadas e viram também que muitos conflitos entre pais e filhos, entre irmãos, e inúmeras vezes, entre pessoas que vão se encontrando durante a "vida", como casais, amigos, inimigos e outros tipos de relações interpessoais, são apenas a continuação de antigos relacionamentos, de séculos atrás.

Os terapeutas que utilizam a regressão, estão encontrando a causa dos problemas das pessoas em outras encarnações, e isso está ocorrendo em vários países, com centenas de profissionais, em milhares de pacientes, e então a Psicologia e a Psiquiatria não precisam mais esconder a cabeça sob a terra e dizer que isso não existe, que são meras fantasias, alucinações, desejos de frustrações inconscientes, etc. É preciso que o meio oficial revele um maior senso de espírito científico para dispor-se a pesquisar o que as regressões estão revelando. E se isso for feito de um modo não pré-conceituoso, com suficiente abertura para o que está surgindo, é muito provável que esteja delineando-se a maior revolução na história da Psicologia, desde Freud. Pois se o mestre vienense investigou o Inconsciente, que permaneceu limitado ao início dessa "vida", as regressões estão mostrando que o Inconsciente vai muito mais para trás, até os limites do infinito. Estamos passando da fase de tratarem-se as nossas personas para tratar-se o nosso Espírito.

As descrições da natureza, das cidades, dos hospitais, das escolas, no Plano Astral, estão mostrando que é verdade o que os livros psicografados, da religião Espírita, vêm informando há tantas décadas. E mais, essas informações ganham em credibilidade, pois estão vindo de pessoas encarnadas, em projeção astral consciente, sob relaxamento. Isso faz com que a maior parte dos dogmas e diretrizes do Espiritismo, antes apenas consideradas no âmbito religioso, com os espíritas acreditando nelas e os não-espíritas negando-as, torna-se agora uma questão muito mais ampla, adentrando na área psicoterápica. Evidentemente, deve-se esperar muito combate e descrença com essa nova Psicoterapia, reencarnacionista, pois ela trabalha com pilares muito diversos dos convencionais, quais sejam:
1. A finalidade da encarnação.

2. O aproveitamento da encarnação.

3. A Personalidade Congênita.

4. As relações kármicas.

5. A emersão eventual de personalidades nossas de encarnações passadas ("esquizofrenia", "paranóia", “transtorno bipolar”, “transtorno obsessivo-compulsivo”, etc.).

6. A ação de personalidades desencarnadas sobre nós (obsessores).


Como se percebe, essa é uma maneira muito diferente, e mais profunda, de lidar com os problemas, dificuldades e psicopatologias das pessoas, um modo totalmente diverso do tradicional, que trabalha apenas com a vida atual e tenta encontrar nela as explicações e as origens dos desequilíbrios dos seus pacientes. Os médicos, os psicólogos e demais psicoterapeutas, que acreditam na Reencarnação, não precisarão mais, a partir de agora, investigar as pessoas apenas desde a sua infância, como se as coisas começassem aí. A veracidade da Reencarnação e as descobertas que vão surgindo nas sessões de regressão, ultrapassam os limites do que era considerado um assunto espiritual e não devem mais ser vistas pelos profissionais de cura como questões "religiosas", e sim como assuntos referentes à Ciência, ou melhor dito, ao futuro dela.

O próximo milênio está chegando para desvendar os mistérios e os fenômenos ocultos, e ao seu tempo, tudo isso será integrado ao conhecimento humano, e aí se verá que o que começou como Religião, na verdade, é Ciência, é a nova Ciência, que lida com as coisas "invisíveis", que, aliás, em não mais de 10 anos não serão mais invisíveis, pois o avanço da Ciência atingirá a evolução necessária para adentrar esses campos. E então irá implantar-se uma nova Medicina, uma nova Psicologia e uma nova Psiquiatria. Por enquanto ainda somos ignorados, combatidos ou ridicularizados, mas sempre foi assim na história da evolução humana.



A Regressão Terapêutica


  1. Como é o Método ABPR de Regressão?

  2. O que é o Ponto Ótimo?

  3. Por que todas as pessoas em tratamento com a Psicoterapia Reencarnacionista devem submeter-se às sessões de Regressão?

  4. O que fazemos se a pessoa está recordando a sua estadia no Mundo Espiritual após a encarnação passada que havia acessado (período intervidas) e vai para outra encarnação antes de relembrar que chegou ao Ponto Ótimo?

  5. O que significa: “Nós precisamos que os Mentores Espirituais da pessoa nos deem “a pista” pode onde deve ir o tratamento”?

  6. Por que a Regressão Terapêutica é similar à sessão de Telão do Plano Astral?

  7. O que significa: “O psicoterapeuta reencarnacionista é um auxiliar dos Mentores Espirituais da pessoa na Regressão”?

  8. O que significa: “Quem deve dirigir uma sessão de Regressão: o Mentor Espiritual da pessoa ou nós?”

  9. O que significa: “Há pouco tempo atrás a Reencarnação era um assunto apenas religioso, mas agora é um assunto também psicoterápico”?

a Ética da Regressão Terapêutica
O aspecto mais importante desse novo método terapêutico é a Ética. Essa Terapia lida com o acesso das pessoas a fatos do seu passado, geralmente de encarnações passadas, escondidos no Inconsciente, que ainda estejam lhe afetando, trazendo os sintomas das fobias, do transtorno de pânico, as depressões refratárias, crenças e idéias estranhas, concepções conflitantes, dores sem solução, etc., e para que encontre o seu padrão comportamental de séculos. Existe a Lei do Esquecimento e ela não deve ser infringida, pois é uma circunstância do Espírito reencarnado que, se reencarnasse sabendo do seu passado, certamente não agüentaria o peso dessa memória, seja em relação ao que lhe foi feito como também ao que fez em outras épocas. Imaginem se soubéssemos quem nós e nossos pais, filhos, demais parentes, conhecidos, fomos e fizemos em encarnações passadas, seria praticamente impossível nossa convivência. E a busca dos resgates, das harmonizações, seria muitíssimo prejudicada se não houvesse o Esquecimento. Por isso, quando o Espírito reencarna vem com o seu passado oculto dentro do Inconsciente, e isso deve ser respeitado, ou seja, vem para não saber quem foi e o que houve no passado.

Mas a Terapia de Regressão é uma técnica criada e incentivada pelo Mundo Espiritual para ser utilizada no Plano Terrestre, um beneficio para o Espírito encarnado, e isso que pode parecer uma contradição, pode ser conciliado, desde que seja observada a Ética em relação ao Esquecimento. A regressão deve ser comandada pelo Mentor Espiritual da pessoa e não pelo terapeuta, essa é a ética da Regressão Terapêutica.

A Terapia de Regressão não deve nunca ser colocada a serviço da curiosidade e não devemos infringir a Lei do Esquecimento conduzindo a regressão, dirigindo o processo, ajudando a pessoa a saber coisas como “Quem eu fui em outras vidas?”, “Quem eu e minha ex-esposa fomos?”, “Por quê meu filho me odeia?”, etc., e, sim, permitir que o Mentor Espiritual da pessoa, dentro do seu merecimento, lhe mostre e possibilite seu acesso ao que pode ver, ao que merece ver, ao que agüenta ver...

Para respeitar totalmente a Lei do Esquecimento, nós não direcionamos a recordação (Regressão) para o motivo da consulta, para a queixa da pessoa, para o que lhe incomoda, pois isso pode ser eticamente permitido ou não. O que fazemos é, em todos os casos, um procedimento padrão de relaxamento e elevação da freqüência, para que a pessoa coloque-se ao acesso de seus Mentores e esses oportunizem a ela encontrar o que pode e deve acessar. O nosso cuidado com a ética vai ainda mais além do que a atenção dada a ela durante o processo regressivo, nós não atentamos para o motivo da queixa da pessoa, o que lhe moveu a vir realizar um tratamento, o seu sintoma principal. Evidentemente nós queremos que cada pessoa que nos procura liberte-se do que lhe aflige, seja uma fobia, o pânico, uma depressão, uma dor física ou uma sensação de solidão, abandono, rejeição, etc., mas nós nunca dirigimos a recordação para isso, nós não direcionamos a regressão, todo o comando do que vai ser acessado é do Mundo Espiritual. Aí já começa a nossa ética.

Concordamos com algumas pessoas do movimento espírita que opõem-se à Terapia de Regressão pois, realmente, existem terapeutas realizando regressão sem cuidar com a Ética, conduzindo o processo, dirigindo a sessão, fazendo com que a pessoa veja coisas que não poderia ver, acessar fatos que não deveria acessar e até reconhecer pessoas com as quais convive hoje. Isso é errado, perigoso e, na nossa opinião, anti-ético.

A regressão tem uma ação terapêutica potencial que é poder desligar a pessoa de situações traumáticas de uma ou mais encarnações passadas, às quais está ligada, como se ainda estivesse lá, mas tudo está dentro do merecimento e quem sabe se a pessoa já merece libertar-se de uma situação traumática do seu passado é o seu Mentor Espiritual e não nós. Por isso não dirigimos as recordações, somos auxiliares do Mundo Espiritual.

Uma grande parcela dos terapeutas de regressão, em todo o mundo, faz com que o seu paciente reviva apenas até o final do trauma do passado, mas isso pode ser uma regressão incompleta pois onde termina a regressão, fica a sintonia, e se ele, após o trauma, ainda não estiver bem? Regressão para desligamento é uma rememoração do momento traumático do passado onde a pessoa ainda ficou sintonizada, com a intenção de ajudá-la a libertar-se daquela sensação e ela pode rememorar desde o trauma até quando estava sentindo-se bem lá no Astral, não necessita parar logo após o trauma ou no momento da morte. E é fácil fazer isso, é só incentivar o relato até o seu desencarne naquela vida e incentivá-lo a continuar contando, após sair do corpo, dizendo, por exemplo: “E agora que teu corpo morreu, para onde tu vais?”, se ela ainda não lembra: “Agora que tu és um Espírito... que podes subir... o que acontece?”, quando ela começa a contar: “Continua, vai me contando...”, etc. Não estamos interferindo na regressão, apenas incentivando o seu relato a prosseguir. Com isso, ficará sintonizado num momento muito melhor que logo após o trauma ou na morte naquela vida, quando, freqüentemente, ainda sentia dor, medo, tristeza, solidão, raiva, insegurança, etc. Nós somos auxiliares da recordação.

A Psicologia e a Psiquiatria oficiais, coerentes com um Consciente Coletivo não-reencarnacionista, determinado pelas concepções das Religiões aqui predominantes, não lidam com a Reencarnação, sem perceber que estão moldadas a crenças religiosas limitadoras. Com isso criam uma espécie de auto-asfixia que limita os seus raciocínios diagnósticos e terapêuticos apenas da infância à morte, limitando-se à nossa persona atual. A Psicoterapia Reencarnacionista vem para auxiliar na libertação dessas Instituições oficiais dessa limitação religiosa, propondo uma infinita expansão para o passado e para o futuro. A Reencarnação, até hoje encarada apenas como um conceito religioso, entra agora no consultório psicoterápico e propõe a investigação ética do Inconsciente, a ampliação da visão limitada da persona para nossa verdadeira realidade espiritual e a libertação dos psicoterapeutas de arcaicas amarras religiosas.



Os riscos da Terapia de Regressão
Quando algumas pessoas perguntam se a Terapia de Regressão é perigosa, se a pessoa pode ficar lá na vida passada que acessou, se tem riscos, nós respondemos que sim, e isso pode parecer paradoxal dito por profissionais que trabalham com a Psicoterapia Reencarnacionista, na qual uma das principais ferramentas é justamente a regressão. É que “ficar lá” significa “ficar sintonizado lá”.

Alguns terapeutas mal preparados acham que regressão é só a pessoa deitar, relaxar, e começar a recordar vidas passadas, como se fosse um tour. Recordar é uma coisa, uma Terapia da Memória é outra. Se o processo não for bem conduzido, o prejuízo pode ser enorme, para a pessoa e para o terapeuta, principalmente do ponto de vista kármico. Os riscos da Regressão podem ser classificados em 4 grupos:




  1. Riscos do ponto de vista físico: nesse grupo enquadram-se as pessoas com problemas cardíacos, que já apresentaram quadro(s) de enfarte do miocárdio, já apresentaram algum acidente vascular cerebral (derrame ou isquemia) e/ou sofrem de hipertensão arterial sem controle médico. Nas pessoas muito idosas deve-se avaliar a equação risco/benefício para a realização de regressão. Nas gestantes, idem.




  1. Riscos do ponto de vista terapêutico – Os riscos aí são muito grandes pois “Onde termina a regressão, fica a sintonia”. A pessoa acessa uma encarnação passada que está recordando e vai para outra encarnação, se o terapeuta permite isso, ela fica sintonizada lá naquela situação anterior. É o temor que algumas pessoas tem de “ficar lá”. Outra situação de risco terapêutico é a pessoa regredida recordar a sua morte e nesse momento ir para outra encarnação ou o terapeuta terminar aí a regressão: a pessoa fica sintonizada naquela situação de morte. Uma outra situação de risco é a pessoa recordar uma vida passada, a sua morte lá, e ir para o Umbral e o terapeuta não perceber e encerrar a regressão, deixando a pessoa sintonizada lá. Outro risco é, ao final da regressão, a pessoa referir cansaço, dor de cabeça, cansaço, frio, tristeza, e o terapeuta interpretar isso como “catarse” ou “limpeza” e a pessoa está indo para outra vida passada onde estava assim, e ficar lá sintonizada. Para nós, a regressão só termina quando a pessoa recordou a vida passada em que estava, recordou a sua morte, o seu desencarne, a subida para o Mundo Espiritual, a sua estadia lá até que tenham desaparecido todas as ressonâncias da encarnação anterior, sejam psicológicas, sejam físicas.




  1. Riscos do ponto de vista psicológico: são os casos das regressões em que a pessoa acessa informações que não deveria acessar, que seus Mentores Espirituais não gostariam que acessassem, mas, pelo seu estrito respeito ao Livre Arbítrio, permitem que seja acessado. Por exemplo: um pai, preocupado com o fato de um de seus filhos parecer odiá-lo, procura um terapeuta de regressão que comanda a Terapia, que atende os desejos e os anseios de seus pacientes, e é incentivado a encontrar em outra encarnação um fato que explique isso. O pai pode encontrar uma situação em que matou seu filho, ou seu filho era um mulher e foi por ele estuprada, etc. Imaginem como fica esse pai? Ou, o oposto, o filho procura um terapeuta que trabalha assim, sem respeitar a Lei do Esquecimento, e encontra em seu passado uma dessas situações. Como fica a sua mágoa, a sua raiva, em relação ao seu pai? Isso é um grande mal do ponto de vista psicológico e um grave equívoco, também do ponto de vista ético (veja adiante). A maioria dos terapeutas no Brasil e no mundo não trabalha assim, mas, infelizmente, alguns o fazem.




  1. Riscos do ponto de vista ético: nesse grupo enquadram-se as regressões que promovem o reconhecimento de pessoas, acreditando que essa informação será importante para seu processo terapêutico, e é uma grave infração à Lei do Esquecimento. Uma grande parcela dos terapeutas de regressão no Brasil são espíritas, mas alguns incentivam o reconhecimento, infringindo essa Lei. Outro risco desse mau proceder é a pessoa “reconhecer” alguém e estar enganada, ou seja, acreditar que quem lhe matou naquela vida é seu pai atual e não foi, que quem lhe estuprou lá é seu ex-marido e não foi, etc. Outro risco ético é o terapeuta ter o comando e atender o desejo da pessoa, o que ela quer saber, ou o próprio terapeuta decidir o que a pessoa deve acessar: em ambos os casos pode não ser o desejo do Mentor Espiritual da pessoa, a situação que a pessoa acessará não era permitido karmicamente, e isso trará prejuízos para a pessoa e para o terapeuta. E esse terá de responder por isso mais tarde. O Mentor Espiritual da pessoa permite isso, baseado na Lei do Livre Arbítrio, a pessoa e o terapeuta têm o direito de abrir o passado, acessar qualquer vida, identificar pessoas lá, mas todas essas infrações ficam registradas no nosso Livro Kármico e terão de ser enfrentadas mais tarde, nessa vida mesmo, quando chegarmos ao Mundo Espiritual, e nos chamarem para uma reuniãozinha, ou nas próximas encarnações.

A Ética da Regressão Terapêutica/ Os riscos da Terapia de Regressão


  1. Como é a ética da Regressão Terapêutica (Método ABPR)?

  2. Como pode-se conciliar Regressão com a Lei do Esquecimento”?

  3. Fale a respeito de: “O nosso cuidado com a ética vai além de não incentivarmos o reconhecimento de pessoas no passado, nós não direcionamos a recordação para o motivo da queixa da pessoa, para o seu sintoma, para o que lhe moveu a vir realizar um tratamento.”

  4. Discorra sobre os 4 tipos de riscos da Terapia de Regressão:

    1. Físico.

    2. Terapêutico

    3. Psicológico

    4. Kármico

  1. Como podemos minimizá-los?

Uma visão espiritual das fobias, do transtorno do pânico, da depressão severa, das dores crônicas, etc.

 

Atualmente, surge uma visão a respeito das fobias, do pânico, da depressão severa, das dores crônicas, etc., bem diferente da visão tradicional, de que são doenças, patologias, transtornos, enfim, algo ruim. Essa nova visão enxerga como uma tentativa do nosso Espírito de "botar para fora" situações traumáticas de outras encarnações, em sua tentativa de limpar-se, de purificar-se e, para isso, precisa libertar-se de tudo o que adquiriu enquanto aqui na Terra, e essas "poluições" que jazem escondidas dentro do Inconsciente, precisam ser, então, exoneradas. 



Todos nós trazemos em nosso Espírito traumas, medos, tristezas, dores, etc., do nosso passado, de outros séculos, e isso jaz escondido em nosso Inconsciente. São “impurezas” que necessitam ser eliminadas para que nosso Espírito vá se “limpando” disso, na sua busca da purificação. Quando chega o momento de nos libertarmos dessas situações, elas começam a aproximar-se da linha divisória que separa o Inconsciente do Consciente, querendo aflorar, necessitando sair lá de dentro, para nos libertarmos delas. A pessoa começa, então, a sentir os sintomas que vêm lá de dentro do seu Inconsciente, o medo, a angústia, a tristeza, a solidão, a dor, e a isso chama-se Fobia, Transtorno do Pânico, Depressão severa, e muitas dores físicas crônicas sem diagnóstico firmado e sem tratamento, que são também isso. 

Por não lidarem com a Reencarnação, os psicólogos, os médicos e os psiquiatras iniciam uma busca de onde vêm esses sintomas, na infância ou no passado recente do seu paciente geralmente infrutífera, e o tratamento é constituído de sessões de terapia, de técnicas específicas e de medicamentos químicos, que freqüentemente aliviam os sintomas, melhoram a vida das pessoas, mas raramente promovem uma cura real. Tudo aquilo continua lá dentro, querendo sair, e não consegue sozinho, necessita que alguém ajude a abrir a porta do porão para que possam sair. Nós, que lidamos com a Regressão e que acreditamos na Reencarnação, sabemos que a origem desses sintomas, em sua imensa maioria, está em nossas encarnações passadas e se uma situação traumática do passado quer sair de dentro do Inconsciente, isso é ruim ou bom? É ruim no que a pessoa sente mas é potencialmente bom, se aquilo que quer sair, quer exonerar-se, alcance esse objetivo, se a tentativa de eliminação for alcançada. O que nós, terapeutas, devemos fazer então? Ajudar o Espírito a realizar essa tarefa, ajudá-lo a libertar-se daquilo, a libertar-se daquele fardo centenário ou milenar. Devemos abrir a porta do porão e deixar tudo aquilo sair. 



As pessoas que sentem esses sintomas estão tendo a oportunidade de poderem, finalmente, libertar-se dessas situações traumáticas, desses medos, dessas angústias, dessas dores, mas para que isso aconteça é necessário que profissionais sérios, competentes e responsáveis abram o seu Inconsciente e permitam que elas saiam lá de dentro, que sejam exoneradas. As pessoas sofredoras das fobias, do pânico, da depressão severa, das dores crônicas, etc., podem aproveitar a oportunidade para libertarem-se dessas situações do seu passado, não com medicamentos paliativos, que baixam a sua adrenalina e sua dopamina e elevam a sua serotonina, mas com a exoneração do material psicopatogênico que quer sair. O Espírito quer libertar-se daquilo? Nós auxiliamos. Somos aliados da Natureza, e a ajudamos a fazer o que ela quer fazer: uma Cura verdadeira. 

Uma visão espiritual das fobias, do transtorno do pânico, da depressão severa, das dores crônicas, etc.


  1. Discorra a respeito da frase: “Podemos pensar que as fobias, o pânico, uma depressão severa, algumas dores físicas crônicas sem diagnóstico, etc. podem não ser doenças e, sim, tentativas do nosso Espírito de libertar-se de traumas de outras encarnações.”

  2. Em sua opinião, por que esses sintomas comaçam a se fazer sentir durante a encarnação?

  3. Como a Psicologia e a Psiquiatria encaram esses sintomas?

  4. Discorra a respeito de: “Nós colaboramos com o nosso Espírito no sentido de retorno à Purificação.”

  5. Por que os medicamentos que aumentam a serotonina e baixam a adrenalina e a dopamina não conseguem realmente curar esses sintomas?


Regressão em crianças
A regressão em crianças pode ser feita de duas maneiras:


  1. Presencial – nesse caso, dependendo da idade e da disposição da criança, pode ser feita da maneira tradicional, ou seja, deitada, com a mãe ou o pai presente ou algum familiar em quem ela confie e com o qual sinta segurança (acima de 8 anos, em média), pode ser feita sentada numa cadeirinha numa mesinha com papéis e lápis de cor (regressão com desenho) ou sentada no chão com o terapeuta (entre 5 e 8 anos, em média). A maneira pode adaptar-se à criança, sua idade, disposição, adaptar-se à maneira como seja melhor para ela, mas a técnica é sempre a mesma, ou seja, a recordação deve terminar quando ela relatou a sua morte, o seu desencarne na encarnação acessada, recordou que subiu para o Mundo Espiritual naquela ocasião, até afirmar que está sentindo-se muito bem. Se a criança não chegar em sua recordação até o Ponto Ótimo, pelo menos desligou-se da situação traumática à qual estava sintonizada e de onde vinha medo, fobia, pânico, tristeza, sentimento de rejeição, asma, etc.




  1. À distância – regressão feita com ela ausente, através de sua mãe, o seu pai ou algum familiar da criança ou alguém das nossas equipes de Regressão à Distância gratuitos. Nesse caso pedimos autorização para os seus Mentores Espirituais para que seja feita essa recordação e desligamento do passado. A técnica e o final da recordação é sempre pelo Método ABPR.

Na regressão presencial, o terapeuta após cativar a criança, colocá-la à vontade, sem pressa, pode falar palavras como: Ou: “Fulano(a), quer me contar uma história? Como se fosse outra pessoa... em uma outra época...” ou “Fulano(a), quer me contar uma história como se fosse de uma outra vida, de uma outra época, numa época antiga...” e aguarda... ou: “Fulano(a), quer desenhar? Vamos sentar aqui... quer fazer um desenho? De uma outra pessoa... numa outra época...”

A regressão em crianças é realizada em casos de timidez extrema, medos, fobia, pânico, tristeza, tendência de magoar-se facilmente, de sentir-se rejeitada, em casos de asma, de enxaqueca ou outras doenças ou transtornos de tendência crônica que ela apresente.

A Regressão em crianças visa basicamente o mesmo da Regressão em adolescentes ou adultos:



  • O desligamento de situações de outras encarnações

  • O aspecto consciencial

O desligamento é realizado pelo Método ABPR. A conscientização é muito importante para que os pais da criança possam saber algumas características congênitas de sua personalidade que ela já apresentava nas encarnações acessadas, como uma forte tendência de magoar-se, de sentir-se rejeitada, de isolar-se, de sentir raiva, de ser autoritária, de achar-se menos que os outros, de insegurança, etc., e outras informações a respeito dela que os Mentores queiram mostrar. Essas conversas não são feitas com a criança ou com ela presente, devem ser realizadas com seus pais ou responsáveis, em uma consulta dedicada a isso.


A Regressão em crianças não é rica em detalhes como na regressão em adolescentes ou adultos, e pode durar 15 ou 20 minutos e ela não querer mais ver ou falar nada. O terapeuta deve tentar que a recordação continue até ela chegar ao Mundo Espiritual que geralmente a criança fala que é o “céu”. A criança é muito direta, fala de situações do passado de forma mais tranqüila do que numa regressão em pessoas mais velhas, e não refere sofrimento. O Mundo Espiritual faz com que ela recorde de traumas, desligue-se deles mas sem sofrer vendo essas situações. Ao recordar que chegou no Mundo Espiritual ela é muito lúdica, fala em Deus, em Jesus, em Anjos, de uma maneira muito simples.

Algumas vezes, o terapeuta pode sentir a necessidade de realizar uma Regressão na mãe ou no pai da criança para colaborar numa situação familiar, mas como sempre deve imperar a Ética da Regressão pelo Método ABPR, com os Mentores dirigindo totalmente a regressão, mostrando o que deve ser evidenciado, e nunca incentivarmos o reconhecimento de pessoas no passado.


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