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"O professor Faustino empregou todos os esforços para destruir em vez de edificar; esgotou os seus recursos intelectuais para demonstrar a falsidade da Doutrina dos Espíritos, mas, com franqueza, assentes em uma base frágil se esboroam e dissipam com o próprio fundamento que por momento lhe serviu de amparo".

Com estas palavras, Cairbar inicia sua réplica ao ataque. A polêmica, a partir daí, está estabelecida e só vai terminar com a desistência do protestante, completamente perdido em seus raciocínios.

Histeria e Fenômenos Psíquicos aparece em conseqüência dos fenômenos acontecidos no dia 15 de outubro de 1909, em São Paulo, relatados pelo jornal "Correio Paulistano", que envolviam o transporte de objetos e tinham por centro de atenções uma jovem. As interpretações dadas ao caso foram as mais disparatadas. Um médico, entre outros, que não chegou a assistir os fenômenos, classificou-os de histerismo. Cairbar pagou para ver, ou seja, entrou na disputa para interpretar o caso à luz dos conhecimentos espíritas.

O Diabo e a Igreja surge em resposta aos ataques que o padre Bento Rodrigues, através de artigos publicados no "São Carlos", jornal da cidade que lhe dá o nome e de propriedade do Bispado local, desferiu contra o Espiritismo. Como o padre reuniu os artigos em um livro, Cairbar responde-lhe com este O Diabo e a Igreja.

Interpretação Sintética do Apocalipse segue a mesma linha crítica. É uma resposta de Cairbar, principalmente às aleivosias partidas do clero romano.

"Mais de uma das conspícuas personalidades do mundo católico - afirma Cairbar - clérigos e leigos, têm tido a inaudita coragem de, sem mesmo conhecer a matéria de que tratam, afirmar que o Dragão e a Besta, caracterizados no Apocalipse de João, são representados pela Maçonaria, pelo Espiritismo e por todos aqueles que não participam de suas idéias dogmáticas". Cairbar vai, justamente, demonstrar que esses animais simbólicos se assentam perfeitamente ao catolicismo.

Cartas a Esmo, que inclui o discurso do Bispo Strossmayer pronunciado no Concílio de 1870 contra a infalibilidade papal que então se votava, responde às críticas do Bispo de Florianópolis, D. Joaquim Domingues de Oliveira.

Médiuns e Mediunidades constitui um esforço de resumir os principais aspectos da fenomenologia estudada no Livro dos Médiuns, de Allan Kardec, para "orientar a todos aqueles que (...) procuram a Verdade..."

Gênese da Alma destina-se a "demonstrar com bases sólidas, fatos verificados e verificáveis, e argumentos irrefutáveis, a imortalidade da alma..."

Parábolas e Ensinos de Jesus, O Espírito do Cristianismo e Vida e Atos dos Apóstolos constituem o trio moral. Com eles, Cairbar Schutel realiza uma velha aspiração: debruçar-se sobre os ensinamentos cristãos e analisá-los com base na filosofia espírita.

Em Parábolas e Ensinos de Jesus, em agradecimento aos Espíritos, confessa: "Como poderia eu escrever os ditames contidos nesta obra sem o vosso paternal auxílio?".

Com O Espírito do Cristianismo prossegue os estudos morais, comentando as diversas fases da vida do Cristo narradas pelos evangelistas.

Vida e Atos dos Apóstolos completa a tríade. Trata-se de uma "compilação de 'Atos dos Apóstolos', comentada e ampliada com dados históricos que pudemos obter sobre a vida dos apóstolos e sua ação..." Foi escrito em apenas trinta e cinco dias.

A Vida no Outro Mundo resultou de uma conferência feita por Cairbar tempos antes: "Passados anos - ele afirma - verifiquei que a doutrina expendida nessa conferência não era uma ficção e nem uma mera fantasia de uma exaltação da Imortalidade..." Neste livro Cairbar procura estudar as formas de vida, constituição e disciplina dos mundos habitados, bem como das colônias espirituais existentes no espaço. Na época do seu lançamento o Brasil não conhecia ainda as obras de André Luiz, que vieram a tornar mais compreensível o "outro lado da vida".

Um livro há que alcançou sucessivas edições pela oportunidade do assunto mas não foi preparado pelo autor. Trata-se de O Batismo, que reúne páginas escritas por Cairbar Schutel, as quais foram recolhidas pela editora após a sua morte.
***
Cairbar Schutel nunca teve a si mesmo como escritor. Jamais se preocupou com a forma, o estilo e outras técnicas literárias. Seu objetivo era o conteúdo. Apesar disso, poucos autores brasileiros, no âmbito do Espiritismo, foram tão lidos e influenciaram tanto aos seus leitores. Escreveu com coração e coragem. Consolou, esclareceu e amou.

VI
Cairbar: De farmacêutico a jornalista
Deixamos propositadamente para o final esta parte importante da vida de Cairbar Schutel: o jornalista. Foi por ela que este grande homem iniciou suas atividades de divulgador. Não de espírita, claro, mas de jornalista dedicado a perpetuar pela pena as informações de cunho espiritual, fazendo-as chegar ao seu público.

As circunstâncias, já conhecidas, que o levaram à fundação do jornal O Clarim, em 1905, e da Revista lnternacional do Espiritismo, em 1925, revelam o grau das dificuldades enfrentadas e vencidas, bem como - e aí está um fato notável. - o aparecimento do jornalista que, a partir de então, passará a viver lado a lado com o farmacêutico.

A criação do jornal bem cedo - cerca de um ano após sua conversão ao Espiritismo - muda profundamente a situação. Cairbar não é mais e simplesmente o dirigente de um Centro Espírita; sequer o polemista. E também o jornalista, aquele que vai trabalhar com a matéria-prima chamada informação. Como tal, terá sua atenção voltada para detalhes, situações, fatos que antes poderiam passar despercebidos.

Como jornalista, Cairbar revela-se extraordinário. O fato de editar um periódico quinzenal - O Clarim - e outro mensal - Revista Internacional do Espiritismo - numa cidade de recursos limitados, condições de transporte difíceis e deficientes meios de comunicação, esse fato, repito, por si só já seria surpreendente. Mas o que espanta, verdadeiramente, é o tino jornalístico revelado em Cairbar. Se as polêmicas tiveram influência na criação de um canal de comunicação livre com o público, a existência desse canal só seria positiva se os veículos fossem produzidos com um mínimo de técnica e visão. Cairbar soube fazê-lo.

O Clarim nasce com uma linha editorial clara: falar de Espiritismo ao público mais simples, de poucos recursos financeiros e culturais. Sua linguagem deveria adequar-se a esse objetivo. Além do mais, já de início revela-se livre de determinados preconceitos, demonstrando opiniões abertas a respeito de fatos e situações existentes dentro e fora do movimento espírita. Suas fontes principais de informação são as correspondências e os amigos. Falta, muitas vezes, à informação alguns componentes importantes, como datas, locais, etc., mas isto se deve mais às deficiências da fonte, naturalmente compreensível.

O Clarim ganha rapidamente o respeito e a admiração do público e ultrapassa os limites da própria Matão. A personalidade de Cairbar está presente nele. E ela que o faz intrépido, corajoso, capaz de alcançar os redutos dos adversários da doutrina. E será ela ainda que o fará reportar-se aos fatos, onde quer que ocorram, transformando-os em meios de propaganda da mensagem espírita.

Anos depois de lançado O Clarim, o jornalista percebe que é preciso alcançar um outro tipo de público, mais culto e socialmente mais elevado. O veículo deverá ser outro, também. A visão é correta. Cairbar sabe que para cada tipo de público deve haver um veiculo específico. Neste caso, o tratamento da informação merecerá uma atenção especial, de modo a adequar-se aos objetivos. O jornalista, como sempre, não está preocupado com o esforço a desenvolver para que a doutrina seja divulgada. Um novo veículo não dobra o trabalho; multiplica-o muitas vezes, porque traz em seu contexto novas e diferentes exigências. Nada disso atemoriza Cairbar.

Mensagem Psicografada por Cairbar Schutel
Esse exemplo atravessará os tempos e chegará até os nossos dias. Trata-se de algo extraordinário, raro, só concebível no espírito daquele que incorpora decisivamente o ideal do bem. Muitos falam de um grande amor que sentem pela Doutrina Espírita. Cairbar, mais do que dizê-lo, demonstra-o com criatividade, trabalho, dedicação quase exclusiva. Tem o espírito do apóstolo, a coragem do bandeirante.

A Revista Internacional do Espiritismo, que surge em 1925, obedece em tudo aos planos traçados. Logo se transforma numa espécie de Revue Spirite brasileira. Nela aparecem colaborações das mais lúcidas inteligências do Espiritismo mundial. Cairbar dedica atenção especial aos fenômenos mediúnicos analisados à luz dos conhecimentos científicos e espíritas.

Autores do porte de Léon Denis, Ernesto Bozzano, Paul Gibier, Eugene Pelletan, Raul Montandor, entre outros, surgem constantemente em suas páginas ao lado de cronistas brasileiros.

A RIE, como se tornou conhecida a Revista, não publica apenas matérias nacionais; justificando seu título, mantém correspondência com várias partes do mundo e possui à época uma coluna fixa - "Crônica Estrangeira" - para divulgar os fatos e depoimentos de personalidades de outros países.

Seu programa prevê abstenção completa das discussões da questão religiosa: "...temos nos abstido de discussões religiosas, que não fazem parte do nosso programa..." Esta parte cabe a O Clarim. Volta-se especialmente aos fenômenos: "Na parte científica, que é justamente a que desenvolve o principal escopo da nossa tarefa, parece que temos sido pródigos..." As afirmações são sempre de Cairbar.

A RIE retoma, de fato, no Brasil aquele filão magnífico aberto por Allan Kardec com a criação da Revue Spirite.

Se o momento presente permite-nos medir o real valor da RIE, impressa no melhor dos couchês importados, variadíssima no noticiário que abrange a todos os continentes, isso nem sempre aconteceu à sua época. Como ocorre modernamente com certos livros Espíritas de produção esmerada, os conservadores da época criticavam a RIE, apontando a existência de um certo luxo em sua confecção, algo que julgavam incompatível com o Espiritismo.

Apesar disso, Cairbar não se abala e mantém firme o projeto do veículo: "...triunfamos da primeira prova e à medida que o tempo corre vão se desvanecendo as oposições e dentre os próprios que viam na nossa obra um objeto de luxo sem valor real (...) já começam anos fazer justiça..."

Esse Espírito conservador, avesso ao novo, incapaz de compreender o progresso, está nos "homens medíocres" de José Inginieros, cuja psicologia - diz este grande pensador - "caracteriza-se por um traço comum: incapacidade de conceber uma perfeição de forma, um ideal. São rotineiros, honestos, mansos; pensam com a cabeça dos outros, condividem a hipocrisia moral alheia e ajustam seu caráter às domesticidades convencionais".

Cairbar viu-se frente aos conservadores, foi por eles fustigado várias vezes. Seu ideal, porém, era mais forte: "... o Espiritismo precisava ter em nosso País, dirá, uma publicação que bem o representasse em suas manifestações - religiosa, científica, filosófica e artística".

Em Paris, a Revue Spirite prosseguia em sua existência, então sob a direção de Hubert Forestier, que, se não conseguia manter a mesma dinâmica de Kardec, era ainda um veículo voltado para as manifestações psíquicas. Mas no Brasil quem desejasse saber o que se passava no mundo em relação à fenomenologia mediúnica deveria ler, sem dúvida, a Revista Internacional do Espiritismo.

Ao completar seu décimo ano de existência, Cairbar comenta: "Dedicada de preferência à parte científica do Espiritismo, não tem ela, entretanto, deixado de abordar o lado moral, ou seja, religioso, mesmo porque é absolutamente impossível separar a ciência da religião, a sabedoria da moral, que é a arte do homem bem se conduzir para a perfeição".

Assim como ocorre na química, onde a adição de um novo elemento altera a composição original, o aparecimento do jornalista alterou profundamente a personalidade de Cairbar Schutel. Tornou-o um homem extraordinário, de uma visão grandiosa. Colocou-o, sem exagero, um passo à frente de seu tempo.
Final da Segunda Parte


Antologia de Mensagens Espirituais


Presença de Cairbar Schutel na obra mediúnica de Chico Xavier:
- IDEAL ESPÍRITA - Ed. CEC (7.ª Ed. pesquisada) pg 103 - "Nas Culminâncias da Luta".

- VOZES DO GRANDE ALÉM - Ed. FEB (2.ª Ed. pesquis.) pg 65 - "Renovemo-nos Hoje" (15/09/55)

- LUZ NO LAR - Ed. FEB - (2.ª Ed. pesquis.) pg 52 - Cap. "O Berço" - (pensamento)

“O menino que agora enjeitamos à porta da tempestade será mais tarde um cultivador da tempestade no mundo”.

- SEAREIROS DE VOLTA - Ed. FEB - Waldo Vieira - (3.ª Ed. pesquis.) pg 67 a 74

"Partindo as algemas"

"Equação da Felicidade"

"Espíritas; meditai"

"Cristo e César"

- O ESPÍRITO DA VERDADE - Ed. FEB - F. Cx./W. Vieira - (2.ª Ed. pesq.)

"Médiuns e Mediunidades" (31/32)

"Filho do Orgulho" (84/86)

"Seja Voluntário" (136/137)

"Sê Compassivo" (214/215)

- PRAÇA DA AMIZADE - Ed. CEU - (l.ª Ed. pesq.)

"CANTADORES E MÉDIUNS" (item 5, pg 41)

"Não esperes dos médiuns, quaisquer que sejam, espetáculos de grandeza que, efetivamente, não te podem oferecer".

"CITAÇÕES DO RENASCIMENTO" (item 6, pg 48)

"Sem a reencarnação, na lei de causa e efeito, a cultura da inteligência, na Terra, será sempre um labirinto de indagações"

- "RECADOS DO PERDÃO" - (item 14, pg 100)

"Nunca revides. Aquele que te fere possivelmente estará sob a influência da enfermidade que o carreia para o extremo desequilíbrio".

- "CITAÇÕES DO PROGRESSO" - (item 15, pg 108)

"Não te lastimes quando as circunstâncias te exigirem esta ou aquela mudança; isso é sinal de que a vida te favorece a renovação".

- "DICIONÁRIO DA ALMA" - Ed. FEB (2.ª Ed. pesq.) "Cultivador" (pg 100). Idem em "Luz no Lar"



Presença de Cairbar Schutel na obra mediúnica de Eurícledes Formiga:
- "Centelhas da Vida" - Ed. IDE (l.ª Ed.) pgs. 41 a 47

"O dever do médium" (pg 41)

"O médium" (pg 43)

"Mediunidade" (pg 45)

"Irritação" (Pg 47)

Presença de Cairbar Schutel na obra mediúnica de Divaldo Pereira Franco:
- "CRESTOMÁTIA DA IMORTALIDADE" (Alvorada Editora) l.ª Ed. 1969

"Suicídio" (pg. 44)

"Técnica de entender" (pg 122)

"SOL DE ESPERANÇA" - Alvorada Editora - l.ª edição - 1978

"Trabalho e Paciência" (pg 73)

Bibliografia
- Jornal "O Clarim" - 1905/1984

- Revista Internacional do Espiritismo - 1925/1984

- "Uma Grande Vida" - Leopoldo Machado - Casa Editora "O Clarim"

- "A Coligação Pró-Estado Leigo e a Constituição de 1891" (Publicação da Entidade do mesmo nome) - Rio de Janeiro - 1947

- Revista "Ação Laica" - Julho-Agosto-Setembro de 1947 - N.ª 01

- Jornal "A Comarca" Matão-SP - coleção 1924/ 1940

- "Grandes Espíritas do Brasil" - Zêus Wantuil - Ed. FEB - l.ª ed. 1969

- "A Imprensa Espírita no Brasil" (1869 - 1978) - Clóvis Ramos Ed. Instituto Maria - 1979 - l.ª Edição

- "Grandes Vultos do Espiritismo" - Paulo Alves Godoy - Ed. FEESP - l.ª Edição - 1981

- Anuário Espírita 1968 - pg 32 - Ed. IDE

- Anuário Espírita 1972 - pg 74 - Ed. IDE

- Idéias e Reminiscências Espíritas - Deolindo Amorim - Instituto Maria - l.ª Edição

- "Revista Manchete" (02/02/ 1985)

- "Livro dos Médiuns" - Allan Kardec

- "O Rio de Janeiro do Meu Tempo" - Luis Edmundo

- Jornal "O Imortal" - (Diversos) - Cambé - PR

- "História de Santa Catarina" - Volume 1 e 2 - Editor Said Mohamed El-Khatib - Ed. Paraná Cultural - 1970

- "História de Santa Catarina" Vol. 3 - 5.ª parte "Imprensa" por Martinho Callado Junior - Editor Said Mohamed El-Khatib - Ed. Paraná Cultural - 1970

- Idem, 3.ª parte, "A Música em Santa Catarina no Século XIX" por Oswaldo Cabral

- "Nossa Senhora do Desterro" - Vol. 2 - Oswaldo Rodrigues Cabral - Ed. Lunardelli -1979

- "Anuário Catarinense" - Diretor Gumercindo Caminha - 1954

- "História da Medicina no Brasil" - Lycurgo Santos Filho

- "Medicina, Médicos e Charlatães do Passado" - Oswaldo R. Cabral - Edição do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística de Santa Catarina - Publicação n.º 25 - 1942

- Jornal "O Argos" - Florianópolis - 30/06/1860

- Jornal "Estado" - Florianópolis - 08/02/1976

O presente trabalho foi reunido através de pesquisa de campo e entrevistas realizadas com as seguintes pessoas:
- Benedita de Oliveira - Matão-SP - 18/07/81

- José da Cunha - Matão-SP - 05/08/79

- Antoninha Perche da S. Campelo Matão-SP - 04/08/79 e 04/07/81

- Juvenal dos Santos - Matão-SP - 17/07/81

- Benedita Silvério - Matão-SP

- Fuad Kfouri - Matão-SP - 04/10/84

- Genaro Gropa - Matão-SP - 04/10/84

- Waldemar Wenzel - Rio Claro-SP - 03/10/84

- Edo Mariani - Matão-SP - 03/10/84

- José Castro Freitas - São Paulo-SP - 30/09/84

- Wallace Leal Rodrigues Araraquara-SP 05/10/84

- Belinha Perche - Matão-SP - 04/10/84

- Geni Perche - Matão-SP - 04/10/84

- João José Aguiar - São Paulo-SP - 26/01/85

- João Schutel Silva - São Paulo-SP - 01/10/85

- Hugo Gonçalves (Através do jornal "O Imortal" em diversas datas)




Livros escritos por Cairbar Schutel

- Espiritismo e Protestantismo (Setembro de 1911)

- Histeria e Fenômenos Psíquico (Dezembro 1911)

- O Diabo e a Igreja (Dezembro 1914)

- Médiuns e Mediunidade (Agosto 1923)

- Gênese da Alma (Setembro 1924)

- Materialismo e Espiritismo (Dezembro 1925)

- Os Fatos Espíritas e as Forças X (Maio 1926)

- Parábolas e Ensinos de Jesus (Janeiro 1926)

- O Espírito do Cristianismo (Fevereiro 1930)

- A Vida no Outro Mundo (Outubro 1932)

- Vida e Atos dos Apóstolos (03/10/1932) (prefácio)

- Conferências Radiofônicas (Setembro 1937)

- Interpretação Sintética do Apocalipse (Setembro 1918)

- Cartas a Esmo (1929)

- O Batismo (1914)



- Preces Espíritas (compilação) (1936)

- Espiritismo para as Crianças (1918)
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