ContribuiçÃo sindical patronal do segmento da saúde em 015



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CONTRIBUIÇÃO SINDICAL PATRONAL DO SEGMENTO DA SAÚDE EM 2.015
A CNS – Confederação Nacional de Saúde, Hospitais, Estabelecimentos e Serviços, no uso de suas atribuições e com base na atualização de valores, comunica que o valor-base para cálculo da Contribuição Sindical Patronal Urbana, com a vigência a partir de 01.01.2015.
É imprescindível portanto, que todas as Entidades que prestam Serviços de Saúde, estejam cadastradas em sua Entidade Representativa, ficando os Hospitais, Clínicas, Casas de Saúde, Instituições Beneficentes, Religiosas e Filantrópicas, além de toda e qualquer firma prestadora de serviços na área da saúde e congêneres, vinculadas a FEHOESC, sob o
Código Sindical 024.416.00000-0
e ao SINDHOSP/SC – Sindicado dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde da Região Norte e Nordeste sob o código Sindical 024.416.90882-6 e ao Sindicato Estabelecimentos Serviços de Saúde do Sul – SINESSUL sob o código sindical 024.416.88518-4, e da mesma forma ficam vinculados ao SINDILAB-SC sob o Código Sindical 024.416.90009-4, todos os Laboratórios de Pesquisas e Análises Clínicas, Patologias Clínicas e Anátomo-Citopatologia do Estado de SC.
TABELA PARA CÁLCULO DA CONTRIBUIÇÃO SINDICAL URBANA PARA 2015


Linha

Faixas de Capital Social

Alíquota


Adicional

1

R$ 0,01

a

R$ 21.044,92

Contr. Mínima

R$ 168,36

2

R$ 21.044,93

a

R$ 42.089,84

0,8%

-

3

R$ 42.089,85

a

R$ 420.898,35

0,2%

R$ 252,54

4

R$ 420.898,36

a

R$ 42.089.835,00

0,1%

R$ 673,44

5

R$ 42.089.835,01

a

R$ 224.479.120,00

0,02%

R$ 34.345,31

6

R$ 224.479.120,01

em diante

Contr. Máxima

R$ 79.241,13


Notas:

  1. A Contribuição Sindical Urbana é obrigatória e anual, estando regulamentada no Capítulo III, artigos 578 a 609 da CLT – Consolidação das Leis do Trabalho, devendo ser recolhida por todos aqueles que participarem de uma determinada categoria econômica ou profissional.

Legislações Pertinentes além da CLT:

  • Decreto-Lei nº 1.166/71 – § 1º do Art. 4º

  • Lei 7.047 de 01 de dezembro de 1982




  1. As empresas, entidades ou instituições cujo Capital Social seja igual ou inferior a R$ 21.044,92, estão obrigadas ao recolhimento daContribuição Sindical Mínima de R$ 168,36 de acordo com o disposto no § 3º do art. 580 da CLT (alterado pela Lei 7.047 de 01 de dezembro de 1982).




  1. As empresas cujo Capital Social for superior a R$ 224.479.120,01 recolherão a Contribuição máxima de R$ 79.241,13, na forma do disposto no § 3º do art. 580 da CLT (alterado pela Lei 7.047 de 01 de dezembro de 1982).



  1. As Entidades ou Instituições que não estejam obrigadas ao registro de Capital Social (Santas Casas, Hospitais Filantrópicos, Instituições Religiosas, Filantrópicas e Beneficentes, Profissionais com C.E.I. – Cadastro de Empresa Individual com funcionário(s) registrado(s)) deverão considerar como Capital Social o valor resultante da aplicação de 40% (quarenta por cento) sobre o movimento econômico (Receita) registrado no exercício imediatamente anterior observados os limites da tabela (§ 5º do artigo 580 da C.L.T.).




  1. O valor recolhido não deve ser descontado dos funcionários da entidade por tratar-se de uma contribuição exclusivamente patronal, sendo assim, ônus específico das empresas.




  1. Data do recolhimento: até 31 de janeiro de 2015.




  1. Forma de Pagamento: Através da Guia de Recolhimento da Contribuição Sindical Urbana(GRCSU) emitida dentro do padrão FEBRABAN, com código de barras, nas Agências da Caixa Econômica Federal.




  1. Para os que venham a estabelecer-se após 31 de janeiro de 2015, a Contribuição Sindical será recolhida na ocasião em que requeiram às repartições o registro ou a licença para o exercício da respectiva atividade.




  1. O recolhimento efetuado fora do prazo, quando espontâneo, será acrescido de multa de 10% (dez por cento), nos trintas primeiros dias, com adicional de 2% (dois por cento) por mês subseqüente de atraso, além de juros de mora de 1% (um por cento) ao mês e correção monetária conforme previsto no Art. 600 da CLT. O não recolhimento impede a empresa de celebrar uma série de contratos com a rede pública, inclusive vedando a participação em licitações. Não bastasse ser sua apresentação exigida pela Fiscalização do Ministério do Trabalho que autua e multa as empresas que não apresentarem a respectiva Guia de Recolhimento da Contribuição Sindical Urbana- GRCSU quitada.


A solicitação de novas guias para recolhimento de contribuição sindical urbana(GRCSU), poderá ser feita através do Fone/Fax
48 3223-7060 ou 48 3224-5866 e/ou site: WWW.ahesc-fehoesc.com.br


e-mail: silvana@ahesc-fehoesc.com.br ou elenice@ahesc-fehoesc.com.br ou financeiro@ahesc-fehoesc.com.br


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