Convenio fenipe/asgo/fatefina promoção dos 300. 000 Cursos 90% Grátis Pelo Sistema de Ensino a Distancia – sed cnpj º 21. 221. 528/0001-60 Registro Civil das Pessoas Jurídicas nº 333 do Livro a-l das Fls



Baixar 485.86 Kb.
Página11/11
Encontro19.07.2016
Tamanho485.86 Kb.
1   2   3   4   5   6   7   8   9   10   11
Parte XXVIII

Morte do Crente no Catecismo de Heidelberg

 

Antes de abordarmos o tema “A Morte do Crente no Catecismo de Heidelberg”, permita-me uma rápida palavra acerca do Catecismo propriamente dito.



Apesar de ser de origem reformada, o Catecismo de Heidelberg é pouco conhecido no meio presbiteriano. Isso se explica, em termos, pelo fato dele não ser um dos símbolos de fé das igrejas presbiterianas. A Confissão de Fé de Westminster e os Catecismos Maior e Breve, adotados por estas, surgiram quase 100 anos após o Catecismo de Heidelberg como mais elaborados, amadurecidos e completos. No entanto, isso não diminui em nada o valor do Catecismo de Heidelberg, principalmente porque nele alguns temas são tratados de modo bem original, como no caso do porquê da morte do crente.

O Catecismo de Heidelberg foi redigido em 1563 por Gaspar Oleviano e Zacarias Ursino, dois catedráticos da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, a pedido do príncipe Frederico III.

Concluída esta pequena apresentação, passemos ao estudo do porquê da morte do crente no Catecismo de Heidelberg.

Já que Cristo morreu por nós, por que também temos de morrer? Essa, que é a pergunta 42 do Catecismo de Heidelberg, traz ao mesmo tempo uma afirmação e uma indagação. A afirmação é: “Cristo morreu por nós”. E a indagação: “Por que também temos de morrer?”.

A morte de Cristo por nós é um assunto incontestável em todo e qualquer catecismo reformado. Portanto, não poderia ser diferente no Catecismo de Heidelberg.
Por que foi necessário que Cristo se humilhasse até à morte? Porque a justiça e a verdade de Deus não podiam ser satisfeitas por nossos pecados, senão com a mesma morte do Filho de Deus. Mas se Jesus satisfez plenamente a justiça e a verdade de Deus, morrendo na cruz do Calvário por nós, por que ainda temos de morrer? Por que não poderíamos ascender imediatamente ao céu no finalzinho de nossos dias na terra (como ocorrerá com os crentes que estiverem vivos quando Cristo voltar), sem termos de passar pelo doloroso processo da morte?

De acordo com o Catecismo de Heidelberg:

1. Nossa morte não é uma satisfação por nossos pecados.

Todo o tempo em que Cristo viveu neste mundo, e especialmente no final de sua vida, suportou no corpo e na alma a ira de Deus contra os nossos pecados, a fim de que, com sua paixão, como único sacrifício propiciatório, livrasse nosso corpo e alma da condenação eterna, e alcançasse para nós a graça de Deus, a justiça e a vida eterna. Cristo padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos para que, inocente, condenado pelo juiz temporal, livrasse-nos do severo juízo de Deus que haveria de vir sobre nós.

Por ser Cristo nosso Mediador, nosso segundo Adão, ele teve que passar pela morte como parte da pena do pecado que nós merecíamos; porém, para os salvos, a morte já não é uma satisfação ou castigo pelo pecado. Ela foi para Cristo; não para nós. “Para Cristo a morte foi parte da maldição; para nós a morte é uma fonte de bênção” (Hoekema).

2. Nossa morte é uma libertação do pecado.

A carga mais pesada que temos de levar nesta vida presente é o pecado. Quanto mais velhos nos tornamos, mais ainda nos pesa o fato de que falhamos em fazer a vontade de Deus. Sente-se um pouco do peso dessa carga quando lemos as palavras do apóstolo em Romanos 8.23: “E não somente ela (a criação), mas também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo”. Contudo, a morte porá fim ao pecado.
O autor aos Hebreus descreve aqueles que estão agora no céu como “espíritos dos justos aperfeiçoados” (Hb 12.23). Paulo declara que “Cristo amou a Igreja e a si mesmo se entregou por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra, para a apresentar a si mesmo Igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem cousa semelhante, porém santa e sem defeito“ (Ef 5.25-27).

3. Nossa morte é uma passagem para a vida eterna.

Nossa morte será também uma entrada na vida eterna. Essas palavras não têm a intenção de negar que há um sentido no qual o crente já possui a vida eterna aqui e agora, posto que o mesmo Catecismo ensina na pergunta 58 que nós já sentimos em nosso coração o princípio da bem-aventurança eterna. Entretanto, o que desfrutamos agora é somente o princípio. Entraremos na plenitude das riquezas da vida eterna somente depois de passarmos pelo portal da morte. Aos que vivem em Cristo, “o morrer é lucro” (Fp 1.21).

Isto significa que a morte, outrora nossa inimiga, foi transformada por meio da obra de Cristo em nossa amiga. “Nosso mais temido oponente foi transformado para nós no servo que abre a porta à bem-aventurança celestial. Portanto, a morte não é o fim para o cristão, mas um novo princípio glorioso” (Hoekema).

“Nossa morte não é uma satisfação por nossos pecados, mas uma libertação do pecado e uma passagem para a vida eterna” (Catecismo de Heidelberg, Resposta 42).
Paret XXIX

Existiu uma Raça Pré-adâmica?

 

O livro “Rastros do Oculto”, de Daniel Mastral, contém algumas reflexões sobre a Criação. De início, o autor declara que “este estudo é somente uma possibilidade” e que não se trata de “nenhuma doutrina estabelecida”. Não li o referido livro. Um leitor me enviou o texto citado e solicitou minhas considerações. Vejamos os pontos principais:



1 – “É muito provável que Deus tenha criado “vários homens e várias mulheres”, pois conforme o texto acima, descobrimos que Adão não é um nome próprio, mas um termo que designa a Raça Humana. Antes de Gênesis 5, não é citado o termo Adão, mas sempre do “homem” e da “mulher”, até mesmo dando a impressão impessoal que o texto aparentemente cria... quer dizer, poderia ser “qualquer homem” ou “qualquer mulher”. Talvez isso queria dizer que no Jardim – antes do pecado original – não existisse apenas um casal. (Obs.: Leia Atos 17.26)”

2 – “Em Gn 2.1 ainda há uma referência à Criação, no sétimo dia em que Deus descansou: “Assim, pois, foram acabados os céus, a terra e todo o seu exército”: de plantas, de árvores, de animais e, assim creio, também de seres humanos (não podemos inferir que o exército a que Deus se refere seja o de anjos, porque, primeiro, os anjos já tinham sido criados, aos milhões, muito antes; segundo, porque todo o contexto se relaciona à Criação da Terra e da Raça Humana)”.

3 – “Outro detalhe: Depois de expulsos do Jardim, quando Caim matou seu irmão e tornou-se fugitivo pela terra depois de receber uma “marca” de Deus, ele temia que “quem o encontrasse o mataria”; mas Deus disse que ele não seria ferido de morte por quem quer que o encontrasse, visto haver nele uma marca. Quem o matasse seria vingado sete vezes. Isso demonstra que havia mais pessoas vivendo na Terra e não somente a família de Adão, Eva, Caim, Abel”.

Análise


Ainda bem que o autor inicia seu pensamento declarando que não está criando nenhuma doutrina nova. Ele tem todo o direito de divagar, meditar, conjeturar, presumir. O autor diz tratar-se de uma possibilidade, mas não desmente – ainda bem - o ato da Criação e não descamba para o evolucionismo. Todavia, seus pensamentos poderão criar dúvidas em leitores menos atentos. Daí porque cabe à Igreja prestar os devidos esclarecimentos. Analisemos, pois.

Adão não é um nome próprio

Adão, hebraico, Adam, significa homem, ser humano, solo arável e vermelho. Há quem traduza como “homem vermelho”, certamente por causa de sua formação do barro. Ainda que Deus não tenha dito formalmente que iria fazer um homem chamado Adão, este nome é designativo de nome próprio em outras passagens. Deus trouxe os animais a Adão (Gn 2.19); o Senhor fez com que Adão ficasse adormecido (v. 21); Adão recebeu com alegria a mulher que lhe fora apresentada, e deu-lhe o nome de Eva (2.23); o Apóstolo cita dois nomes próprios ao dizer que “a morte reinou desde Adão até Moisés” (Rm 5.14), e declara, sem rodeios, que o primeiro homem a ser criado foi Adão, isto é, chamou-se Adão (1 Co 15.45; 1 Tm 2.13). Logo, Adão não pode ser um termo genérico designativo da raça humana. Poderia o Apóstolo ter dito “a morte reinou desde a raça humana até Moisés?”.

Antes do pecado original não existia apenas um casal no Éden

Se existiam muitas famílias no Éden antes da desobediência de Adão e Eva, por que não continuariam existindo depois da queda? Teriam virado anjos? Foram exterminadas? O autor apresenta Atos 17.26 certamente numa das versões que diz: “De um só [Deus] fez toda a geração dos homens para habitar sobre toda a face da terra...”. À vista disso, Deus teria criado de uma vez toda a geração dos homens, milhares de casais, cada homem com sua respectiva companheira. Ocorre que a versão Corrigida FIEL (Trinitariana), assim registra Atos 17.26: “E de um só sangue [de um só ou por um só homem] fez toda a geração dos homens...”. Foi um descuido lamentável, não do Criador, mas do senhor Mastral.

Todo o exército foi criado de uma só vez

O autor usa Gênesis 2.1 como prova de que Deus criou uma multidão: “Assim, os céus, e a terra, e todo o seu exército foram acabados”. E explica: “Assim, pois, foram acabados os céus, a terra e todo o seu exército”: de plantas, de árvores, de animais e, assim creio, também de seres humanos (não podemos inferir que o exército a que Deus se refere seja o de anjos, porque, primeiro, os anjos já tinham sido criados, aos milhões, muito antes; segundo, porque todo o contexto se relaciona à Criação da Terra e da Raça Humana)”.

Primeiro, a raça humana não se insere no contexto sob comentário. O “exército” concluído e acabado compreende luz, águas, terra, ervas, astros e animais. Depois, Deus “formou o homem do pó da terra” que já havia sido criada. Não foi tudo criado juntamente, de uma só emissão. O autor confundiu-se em suas meditações porque entendeu que a palavra “exército”, de Gênesis 2.1, incluísse a raça humana. Inadmissível tal possibilidade. A Palavra está fazendo referência ao que fora criado até aquele momento. Observem:

“Outro significado da expressão “exército do céu” (e similares) diz respeito às “estrelas inumeráveis”: “Como não se pode contar o exército dos céus, nem medir-se a areia do mar, assim multiplicarei a descendência de Davi, meu servo, e os levitas que ministram diante de mim” (Jr 33.22). Esta expressão abrange todos os corpos celestes, como ocorre em Salmos 33.6: “Pela palavra do SENHOR foram feitos os céus; e todo o exército deles, pelo espírito da sua boca”. Em Gênesis 2.1, tsãbã compreende os céus, a terra e tudo na Criação: “Assim, os céus, e a terra, e todo o seu exército foram acabados” (Dic. VINE, p. 122).

Caim tornou-se fugitivo

Caim se levantou contra seu irmão Abel e o matou (Gn 4.8). Mas Deus colocou um sinal em Caim para que ninguém o ferisse por causa disso (v.15). Quem mataria Caim, se somente ele e os pais existiam? Assim, Daniel Mastral acha possível a existência de mais pessoas naquele período.

A família de Adão, que morreu aos novecentos e trinta anos, não se restringiu a Caim e Abel. A genealogia deste capítulo enumera a geração a partir de Sete, nascido quando Adão tinha apenas cento e trinta anos. Depois disso, Adão gerou “filhos e filhas” em número não revelado (5.4). Portanto, durante oitocentos anos o casal Adão e Eva gerou muitos filhos, homens e mulheres. Desse modo, um irmão ou sobrinho poderia tirar a vida de Caim, castigo do qual ele próprio se julgava merecedor (4.14). Quando ocorreu o fratricídio, Abel e Caim eram adultos; o primeiro pastor de ovelhas; o segundo, agricultor (4.2). Na suposição de que esses irmãos tivessem em torno de vinte anos de idade, é possível admitir que não existissem naquela época apenas Adão, Eva, Abel e Caim.

Daí porque consideramos que “não há necessidade de supor a existência de alguma raça pré-adâmica aqui. As palavras de Caim – `serei fugitivo e errante na terra, e será que todo aquele que me achar me matará´ - são suficientemente explicadas ou pela ira vindicativa de seus irmãos mais jovens, de quem ele com justiça poderia ficar temeroso, ou pela sua própria imaginação aterrorizada” (O Novo Comentário da Bíblia, vol. I, p. 88).

Criar multidões de uma só vez seria criar necessidades imensas para um povo sem condições de atender suas necessidades básicas. Com sabedoria, Deus criou apenas um homem e uma mulher, instituiu o casamento e ordenou que crescessem e se multiplicassem. Por isso, a humanidade foi crescendo aos poucos e aos poucos criando as condições necessárias à sua sobrevivência.

Portanto, não tem amparo bíblico a tese da existência de uma comunidade antes de Adão. A Bíblia é bem clara quando diz que o primeiro homem foi Adão (1 Co 15.45; cf 1 Tm 2.13).
Parte XXX

A Teologia Fundamentalista gera presidiários diplomados
Um breve passeio na história da sistematização da teologia

 

APONTAMENTOS SOBRE O LIVRO “HISTÓRIA DO


PENSAMENTO CRISTÃO”, 2ª EDIÇÃO. SÃO PAULO: ASTE, 2000, DE PAUL TILLICH

Quando pensamos sobre determinados assuntos sobre Deus, moldamos nossos pensamentos e organizamos-lhes. Ao necessitamos expor este pensamento, por meio da fala ou de escritos, ou seja, quando comunicados a outras pessoas, produzimos doutrinas teológicas. São teses apresentadas sobre determinados assuntos. Creio serem até necessárias, pois se não houver liberdade para apresentarmos dogmas, seria como tentar construir um prédio sem permitir estruturar-se o sub-solo, o térreo, etc., e quereremos logo construir o terraço, pois este é mais belo, mais caro e mais livre!


O conselho que Tillich dá, quanto à sistematização, é que tenhamos a capacidade de irmos além do sistema para não nos aprisionarmos nele. “Quando se considera o sistema resposta definitiva e final, ele se torna pior do que qualquer prisão.” Não se deve, segundo Tillich, e eu concordo, evitar o sistema, a não ser que se escolha dizer asneiras ou escrever de modo contraditório. Para Tillich, o sistema corre o perigo não só de se transformar em prisão, mas também de se movimentar dentro de si mesmo. Porém, não vejo as modificações da sistemática como “mudanças”, “transformações” e nem como “movimentos em si mesmo”, mas sim como “desenvolvimentos”. Assim sendo, a teologia sistemática, sempre foi e sempre será a “teologia do desenvolvimento.” Ela permite o desenvolvimento cognitivo do teólogo, como também permite, posteriormente, o desenvolvimento de si mesma, com novos conhecimentos e novas descobertas sistemáticas. Isto, para mim, é desenvolvimento e não transformação ou simples movimentação!

Quando observamos os pensamentos que se tornaram expressões aceitas na vida da igreja, tanto no passado remoto, como em nossos dias, percebemos que estes pensamentos nos fizeram buscar o desenvolvimento dos assuntos discutidos. Até mesmo quando os assuntos nos foram contraditórios, levou-nos a buscarmos bases mais profundas para o que cremos. Estes dogmas, por mais que venham a parecer-nos como monstros tentando assustar-nos durante a madrugada, acabam nos levando à melhor fundamentação de nossos pensamentos, pois quando o monstro aparece no quarto, o medo nos faz ser cautelosos, nos faz olhar de vagar, com cuidado, com mas “método”, para observarmos-lhe sem sermos observados por ele, daí, quando conseguimos tal proeza, percebemos que o monstro era a jaqueta pendurada atrás da porta. Isto leva-nos a não deixarmos mais a jaqueta ali!


Se dogmas são doutrinas fundamentais, então são doutrinas importantes para o desenvolvimento do pensamento. O fundamento de uma construção não é a construção, mas sim, a base à qual a construção será possível. É o ponto de partida, e não o ponto de chegada.

O problema do dogma é quando ele passa a ser aceito como lei canônica da igreja. Porém, mesmo que assim ele seja constituído, não deixará de se tornar um incentivo a pensarmos mais no assunto defendido pelos seus pensadores! Dizem que o homem só pensa na necessidade, assim, estes dogmas, ou teses, podem se tornar em necessidade de pensarmos.

Como o próprio Paul Tillich disse, “O elemento de dúvida é um elemento da própria fé..” Se a igreja tentar monopolizar o conhecimento final que cada um tem sobre determinados assuntos, acabará provocando a desonestidade. Assim, a igreja pode até ter, ao meu parecer, suas sistematizações doutrinárias, porém, estas, não devem tornar-se em fim último e exclusivo sobre o assunto, mas, como a base inicial, o ponto fundamental, de onde o ser pensante partirá! Tillich afirma a necessidade de termos o dogma em alta estima.

Vejamos agora, os dogmas, movimentos e pensamentos que influenciaram o pensamento cristão ao longo da história, para que este, pudesse alcançar o estágio no qual chegamos, e também, para termos a esperança de que o desenvolvimento não para por aqui.

A PREPARAÇÃO PARA O CRISTIANISMO

Kairos – Não tem nada a ver com esse tempo quantitativo do relógio, mas se refere ao tempo qualitativo da ocasião, o tempo certo. Paulo mostrou, pr este termo, que a história estava sendo preparada para a revelação final.


Universalismo do Império Romano – A Igreja Romana é romana, assim, esta igreja tornou-se a herdeira do império romano.
Filosofia Helênica – Em que se situam os estóicos, os epicuristas, os neopitagóricos, os céticos e os neoplatônicos. Assim, o cristianismo primitivo foi influenciado pelo pensamento helênico, mais do que pela filosofia clássica.
Período Intertestamentário – Nessa época, a idéia de Deus desandou para a transcendência radical.
Religiões de Mistério – São também comparadas com o misticismo. Davam grande ênfase ao êxtase, a ficarem fora de si.
Metodologia do Novo Testamento – Aqui é apresentado dois momentos no pensamento cristão: recepção e transformação. Daqui surge o maior paradoxo do cristianismo: o Logos se fez carne.

DESENVOLVIMENTO TELÓGICO NA IGREJA ANTIGA

Pais Apostólicos – Alguns nomes são: Inácio de Antioquia, Clemente de Roma, “O pastor” de Hermas, etc. Perde-se aqui o poder espiritual tão vivo nos dias dos apóstolos. O êxtase quase desapareceu. Daqui surge o conceito que Deus é uno e que fez todas as coisas, a partir do nada – Pastor de Hermas – Ex nihilo.
Movimento Apologético - Apologia significa resposta ou pergunta ao juiz de um tribunal, da parte do acusado.
Gnosticismo – Ênfase dada ao conhecimento participatório. Filon de Alexandria foi um típico precursor do movimento. Marcião, por exemplo, distinguia o Deus do A.T. do Deus do N.T., por uma questão de participação. Não criam na encarnação de Cristo.
Os Pais Antignósticos – Irineu foi o mais importante dos pais antignósticos. Tertuliano também toma nome dentre os pais antignósticos. Desta luta contra o gnosticismo se tomou a decisão de se fixar o cânon. Neoplatonismo – Era a característica da filosofia cheia de atitudes religiosas. Clemente e Orígenes se utilizaram deste conceito. Porém, Plotino foi o mais importante filósofo desse sistema. Trabalha-se aqui o nous – mente, espírito, idéias, ou as potencialidades essenciais do ser. Etc.
O MUNDO MEDIEVAL

O problema aqui também é o da realidade transcendental. Baseavam-se num pensamento onde haveria uma sociedade sagrada específica, dirigindo a cultura e interpretando a natureza. Este período distingue-se em:


Transição de 600 a 1000, marcado pelo papado de Gregório.
Primeira Idade Média, de 1000 a 1200.
Alta Idade Média, de 1200 a 1300.
Idade Média Posterior, de 1300 a 1450.

As principais atitudes cognitivas, ou teológicas destes períodos foram: Escolasticismo, misticismo e biblicismo. Aqui também surgiu a importância dos sacramentos como sinais da atuação oculta de Deus na matéria. O problema é a questão da “transubstanciação” que surgiu daqui.

CATOLICISMO ROMANO DE TRENTO AO SÉCULO VINTE

Este Concílio de Trento veio a ser o concílio da Contra-Reforma. A Contra-Reforma partia do princípio de que, quando alguma coisa é atacada e se defende, já não é mais a mesma coisa. Assim, quando alguma doutrina é atacada, ou cai, se fraca e sem fundamento for, ou se desenvolve, aproveitando-se os ataques para preparar-se os contra-ataques, e assim fazendo, se fundamentado mais.

A TEOLOGIA DOS REFORMADORES PROTESTANTES

Esta teologia, criada por Martinho Lutero, foi a que produziu a ruptura do sistema romano. Esta teologia apresentava outro tipo de relacionamento entre o homem e Deus e entre Deus e o homem. Lutero acaba diminuindo a quantidade de sacramentos e também dando outros significados a estes. Lutero prega suas 95 teses na porta da igreja de Wittenberg. Lutero, parece-me, tenta fazer uma interpretação bíblica meio existencialista.

O DESENVOLVIMENTO DA TEOLOGIA PROTESTANTE

Surge, logo após a Reforma, a Ortodoxia. É a sistematização e a consolidação das idéias da Reforma, desenvolvidas em contraste com a Contra-Reforma. A teologia liberal, sempre dependeu da ortodoxia. Até mesmo as teologias atuais dependem da ortodoxia. O iluminismo foi uma teologia protestante deste período, totalmente racionalista. Surge aqui a autonomia humana. É por causa do iluminismo, por exemplo, que não mais perseguimos as bruxas. Surge aqui o conceito da tolerância. Tillich mostra, assim, que ele emprega o método da correlação, para descobrir um novo caminho além dos antigos caminhos da síntese. Ele crê que a história toda do pensamento cristão indica essa direção. Então, os dogmas, as sistematizações, as teses, etc., nos ensinam na verdade, não a guerra dogmática, mas sim, a teologia do encadeamento ou teologia do desenvolvimento.

Estude com fé depois de ter terminado os seus estudos, envie seu questionário com as respostas devidas para o endereço de e-mail: teologiagratis@hotmail.com, se assim quiser, logo após respondido e corrigido o questionário, alcançando media acima de 7,5, solicite o seu Lindo DIPLOMA de Formatura e a sua Credencial de Seminarista formado, também poderá solicitar estagio missionário em uma de nossas igrejas no Brasil ou exterior traves da Federação Internacional das Igrejas e Pastores no Brasil ou Fenipe, que depois do Estagio se assim o achar apto para o Ministério poderá solicitar a sua ordenação por uma de nossas organizações filiadas no Brasil ou no exterior, assim você poderá também receber a sua Credencial de Ministro Aspirante ao Ministério de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Esta apostila tem 153 pagina boa sorte.
Sem nadas mais graça e Paz da Parte de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo bons estudos.
Reverendo Antony Steff Gilson de Oliveira

Pastor da Igreja Presbiteriana Renovada de Nova Vida



Presidente da Federação Internacional das Igrejas e Pastores no Brasil ou Fenipe

Reitor Professor Rev.Dr.Gilson de Oliveira Pastor da Igreja Presbiteriana em Renovação pedidos e inscrição pelo site: www.fatefina.com.brreitordrgilson@fatefina.com.brfatefina@hotmail.com ou com qualquer um de nossos Coordenadores no Brasil ou no Exterior!





Catálogo: data -> documents
data -> Regulamento do concurso escolar
data -> Custeio Alvo – Uma Abordagem Conceitual e Utilitarista
documents -> Entidade Educacional Com Jurisdição Nacional
documents -> Cep. 44. 460. 000. Tel.:( 71) 3682-1552, 8789-2376, 9107-1216
documents -> Escrever não é nenhum bicho de sete cabeças, é um bicho de pelo menos umas quatorze cabeças
documents -> Ficha de marcaçÃo nº  
documents -> A igreja Em Sua Casa!
documents -> Convenio fenipe e fatefina promoção dos 300. 000 Cursos Grátis Pelo Sistema de Ensino a Distancia – sed cnpj º 21. 221. 528/0001-60 Registro Civil das Pessoas Jurídicas nº 333 do Livro a-l das Fls
documents -> Convenio fenipe e fatefina promoção dos 300. 000 Cursos Grátis Pelo Sistema de Ensino a Distancia – sed cnpj º 21. 221. 528/0001-60 Registro Civil das Pessoas Jurídicas nº 333 do Livro a-l das Fls
documents -> Convenio fenipe e fatefina promoção dos 300. 000 Cursos Grátis Pelo Sistema de Ensino a Distancia sed


Compartilhe com seus amigos:
1   2   3   4   5   6   7   8   9   10   11


©principo.org 2019
enviar mensagem

    Página principal