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Parte XXII

TIPOLOGIA: CONSIDERAÇÕES GERAIS

 

A palavra "tipologia" é de origem grega. Deriva-se do substantivo typos, termo usado no mundo antigo para indicar a) a marca de um golpe; b) uma impressão, a marca feita por um cunho - daí o sentido de figura, imagem e c) modelo ou padrão, que é o sentido mais comum na Bíblia.



Na Bíblia o modelo é usado em dois sentidos distintos: (1) a correspondência entre duas situações históricas, tais como Adão e Cristo (cf. Rm 5.12-21); (2) a correspondência entre o padrão celestial e seu equivalente terrestre. Exemplo: o original divino por trás do tabernáculo terrestre (At 7.44; Hb 8.5; 9.24). Há várias categorias - pessoas (Adão, Melquisedeque), eventos (o dilúvio, a serpente de bronze), instituições (festas), lugares (Jerusalém, Sião), objetos (altar de holocaustos, incenso), ofícios (profeta, sacerdote, rei). "A tipologia bíblica, portanto, envolve uma correspondência análoga em que eventos, pessoas e lugares anteriores na história da salvação tornam-se padrões por meio dos quais eventos posteriores, pessoas, etc. são interpretados" (G. R. Osborne).

Além dos conceitos mencionados acima, também existe o uso paralelo de figuras de linguagem, juntamente com os tipos, para indicar um exemplo moral a ser seguido. Todos os crentes, como tais, devem considerar-se modelos ou padrões da vida que se assemelha à de Cristo.


É relevante fazer uma distinção entre tipo e símbolo. Embora ambos indiquem alguma coisa, diferem em pontos importantes.

Símbolo é um sinal.

Tipo é um modelo ou imagem de alguma coisa.

O símbolo refere-se a alguma coisa do passado, presente ou futuro.

O tipo sempre prefigura uma realidade futura.


Podemos resumir esses quatro pontos dizendo que "O símbolo é um fato que ensina uma verdade moral. O tipo é um fato que ensina uma verdade moral e prediz a realidade daquela verdade" (Davidson).

É preciso dizer ainda que os tipos do Antigo Testamento eram ao mesmo tempo símbolos (no sentido que comunicavam verdades espirituais aos seus contemporâneos), pois sua significação simbólica podia ser entendida antes de sua significação tipológica ser determinada.



Pastor XXIII

TOLERÂNCIA ZERO

Há uma linha divisória entre a longanimidade de Deus e a sua justiça; entre a sua paciência e a sua ação ajuizadora; entre o seu esperar e o seu agir. Pelos exemplos da Bíblia sabemos que a tolerância de Deus é igual a zero para quem ultrapassa a linha vermelha. Vemos isso no anúncio do dilúvio a Noé: "O fim de toda carne é vindo perante a minha face, porque a terra está cheia de violência. E eis que os desfarei com a terra" (Gn 6.13). Quando a balança de Deus indicou um peso intolerável e irreversível de iniqüidades, entrou em ação a justiça divina. "Pesado foste na balança e foste achado em falta". Com estas palavras Deus selou o destino de Belsazar, o rei que profanou os utensílios da Casa de Deus (Dn 5.1-4, 27). Registramos também os pecados do rei Azarias, também chamado Uzias, que, como castigo, ficou leproso até a morte (2 Cr 26.16-21; cf; 2 Rs 15.1).

A primeira reação de Deus, na Terra, ante a desobediência, ocorreu no jardim do Éden. O castigo imposto ao primeiro casal afetou toda a raça humana e teve efeito sobre a natureza. A morte fez parte desse pacote de medidas com vistas a nos fazer lembrar sempre das terríveis conseqüências do pecado: "Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram" (Rm 5.12; cf. Gn 3.16-19). No céu, o castigo não foi menos severo, pois "Deus não poupou os anjos que pecaram, havendo-os lançado no inferno, entregues às cadeias de escuridão, e reservados para o Juízo" (2 Pe 2.4).

A intolerância de Deus se manifestou outra vez ao decidir pela destruição de Sodoma e Gomorra: "Porquanto o clamor de Sodoma e Gomorra se tem multiplicado, e porquanto o seu pecado se tem agravado muito..." (Gn 18.20).

A intolerância divina diante da desobediência se revelou também no deserto, em Cades, quando seu povo desconfiou do poder de Deus e julgou impossível vencer os "gigantes" que habitavam na terra prometida. A sentença veio sem meias palavras: "Até quando sofrerei esta má congregação, que murmura contra mim? Neste deserto cairão vossos cadáveres, como também todos os que de vós foram contados no recenseamento, de vinte e oito anos para cima, e que murmuravam contra mim... salvo Calebe, filho de Jefoné, e Josué, filho de Num" (Nm 14.29-30). A Palavra foi fielmente cumprida.

"Seus filhos e suas filhas serão dados a outro povo... o Senhor te levará a ti e a teu rei a uma gente que não conheceste...(Dt 28.32,36; v. Isaías 6.11,12). "Eis que virão dias em que tudo quanto houver em tua casa...será levado para a Babilônia; não ficará coisa alguma, disse o Senhor" (Is 39.6). "E toda esta terra virá a ser um deserto e um espanto, e estas nações servirão ao rei da Babilônia setenta anos" (Jr 25.11). Essas profecias foram cabalmente cumpridas. Por sua idolatria e corrupção moral, o povo de Deus foi levado cativo pelos assírios (722 a.C., 2 Rs 17.6); pelos babilônios (586 a.C., 2 Rs 25.21), pelos gregos, para Alexandria, no Egito, séc. III a.C., pelos romanos (70 d.C., Lucas 21.20-24). O exílio na Babilônia está bem expresso no livro de Daniel: "No ano terceiro do reinado de Jeoaquim, rei de Judá, veio Nabucodonosor, rei da Babilônia, a Jerusalém e a sitiou" (Dn 1.1). A ruína moral da nação de Judá chegou no ponto em que não havia mais possibilidade de recuperação. A nação ultrapassou a linha vermelha a partir da qual ficou sujeita ao julgamento divino.

O cativeiro dos judeus é um exemplo de que Deus não tolera por tempo indefinido o estado pecaminoso do seu povo. Séculos antes, pela boca dos profetas, Deus os advertiu para a catástrofe iminente. Na descrição das dores por que passaria Jerusalém, Jeremias diz o seguinte: "Fá-los-ei comer as carnes de seus filhos e as carnes de suas filhas, e cada um comerá a carne do seu próximo, no cerco e na angústia em que os apertarão os inimigos e os que buscam tirar-lhes a vida" (Jr 19.9). Também Ezequiel: "Esta é Jerusalém... [que] se rebelou contra meus juízos...e não andou nos meus preceitos...executarei juízos no meio de ti...os pais comerão a seus filhos, os filhos comerão a seus pais, e espalharei todo o remanescente a todos os ventos" (Ez 5.5-10).

As profecias davam conta de que haveria atos de canibalismo em Jerusalém, tamanha seria a falta de alimentos. A fome seria de tal ordem que o povo comeria a sola dos sapatos, e as mulheres devorariam seus próprios filhos. Naquele tempo, ninguém deu muito crédito a essas advertências. O povo continuou deitando e rolando em seus "carnavais", orgias e idolatrias. Deus cumpre a sua palavra.

O profeta Jeremias foi o único escritor conhecido do Antigo Testamento que testemunho em primeira mão a tragédia que se abateu sobre Jerusalém, 586 a.C. Ele escreveu: "Mais felizes foram as vítimas da espada do que as vítimas da fome; porque estas se definham atingidas mortalmente pela falta do produto dos campos. As mãos das mulheres outrora compassivas cozeram seus próprios filhos; estes lhes serviram de alimento na destruição da filha do meu povo. Deu o Senhor cumprimento à sua indignação, derramou o ardor da sua ira. Não creram os reis da terra, nem todos os moradores do mundo, que entrasse o adversário e o inimigo pelas portas de Jerusalém" (Lm 4.9-12).

Passados cerca de 500 anos das lágrimas de Jeremias sobre Jerusalém, e do cativeiro babilônico, Jesus também chorou sobre a cidade. Um choro que foi mais lamento, pranto, soluço e clamor de quem soube com bastante antecedência o que iria acontecer. Jesus profetizou: "Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te são enviados! Porque dias virão sobre ti, em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras, e te sitiarão, e te estreitarão de todas as bandas, e te derribarão, a ti e a teus filhos que dentro de ti estiverem, e não deixarão em ti pedra sobre pedra..." (Lc 13.34; 19.41-44). Esta predição foi cumprida quarenta anos mais tarde, quando Jerusalém foi destruída pelo exército romano e centenas de milhares de judeus foram mortos. Flávio Josefo (Josef ben Mattatias), escritor e historiador judeu, que viveu entre 37-100 d.C., contou com riqueza de detalhes o que presenciou. Como prova da predição de Jesus, de não ficar pedra sobre pedra, vejam o que ele escreveu:

"Depois que o exército romano, que jamais se cansaria de matar e de saquear, nada mais achou em que saciar o seu furor, Tito ordenou que a destruíssem, até os alicerces, com exceção de um pedaço do muro, que está do lado do Ocidente... Esta ordem foi tão exatamente cumprida que não ficou sinal algum, que mostrasse haver ali existido um centro tão populoso" (História dos Hebreus, obra completa, Flávio Josefo, LIvro Sétimo, CPAD - 5a. Edição/2001, pg 688).

Quanto à extrema falta de alimentos na Jerusalém, sitiada por 134 dias, Flávio relata:

"Enquanto tudo isso se passava, em redor do templo, a fome e a carestia faziam tal devastação na cidade que o número dos que ela destruía era impossível de se conhecer... Comiam até mesmo a sola dos sapatos, o couro dos escudos".

Josefo conta também uma história espantosa, terrível e repugnante, que diz respeito ao cumprimento de Jeremias 19.9 e Ezequiel 5.10:

"Uma mulher chamada Maria, filha de Eleazar, muito rica, tinha vindo com algumas outras, à aldeia de Batechor, isto é, casa de hissope, refugiar-se em Jerusalém, e lá se viu cercada. Aqueles tiranos, cuja crueldade martirizava os habitantes, não se contentaram em lhe arrebatar tudo o que ela tinha levado de mais precioso, tomaram-lhe ainda por diversas vezes o que ela havia escondido para seu alimento. A dor de se ver tratada daquela maneira lançou-a em tal desespero, que, depois de ter feito mil imprecações contra eles, usou de palavras ofensivas, procurando irritá-los, a fim de que a matassem; mas nem um só daqueles tigres, por vingança de tantas injúrias ou por compaixão, lhe quis usar dessa graça... A fome que a devorava, e ainda mais, o fogo que a cólera tinha acendido no seu coração, inspiraram-lhe uma resolução que causa horror à mesma natureza. Ela arrancou o filho do próprio seio e disse-lhe: ´Criança infeliz, da qual nunca se poderá chorar assaz a desgraça de ter nascido durante esta guerra... Para que te haveria de conservar a vida? Para ser talvez escrava dos romanos? Depois de ter assim falado ela matou o filho, cozeu-o, comeu uma parte e escondeu a outra. Aqueles ímpios, que só viviam de rapina, entraram em seguida naquela casa; tendo sentido o cheiro daquela iguaria inominável, ameaçaram matá-la, se ela não lhes mostrasse o que tinha preparado para comer. Ela respondeu que ainda restava um pedaço da iguaria e mostrou-lhes restos do corpo do próprio filho. Ainda que tivessem um coração de bronze, tal espetáculo causou-lhes tanto horror, que eles pareciam fora de si. Ela, porém, na exaltação que lhe causava furor, disse-lhes com rosto convulsionado: ´Sim, é meu próprio filho, que vedes e fui eu mesma que o matei. Podeis comê-lo, também, pois eu já comi. Sois talvez menos corajosos que uma mulher e tendes mais compaixão do que uma mãe? Se vossa piedade não vos permite aceitar essa vítima, que eu vos ofereço, eu mesma acabarei de comê-lo. Aqueles homens que até, então, não haviam sabido o que era compaixão, retiraram-se trêmulos..." (Ibidem pg 675/6).

Em determinado momento da caminhada pelo deserto, o povo sentiu falta dos deuses do Egito e construiu um bezerro de ouro. Então, Deus falou a Moisés: "Tenho visto a este povo, e eis que é povo obstinado. Agora, pois, deixa-me, que o meu furor se acenda contra eles, e os consuma" (Êx 32.1-10). Embora Deus, em razão da intercessão de Moisés, tenha sustado a execução deste juízo, ficou patente a sua intolerância diante da desobediência.

Vimos exemplos de castigos coletivos, alcançando populações inteiras. Mas são conhecidos os casos individuais em que homens e mulheres de corações endurecidos e desobedientes receberam a justa reprovação divina. Eles ultrapassaram a linha vermelha da tolerância zero de Deus. O rei Nabucodonosor, exaltando a si mesmo, disse: "Não é esta a grande Babilônia que eu edifiquei para a casa real, com a força do meu poder, e para glória da minha majestade? Ainda estava a palavra na boca do rei, quando desceu uma voz do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor, passou de ti o reino. Serás tirado dentre os homens, e a tua morada será com os animais do campo; far-te-ão comer erva como os bois, e passar-se-ão sete tempos sobre ti, até que conheças que o Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer. Na mesma hora se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor", e ele passou a viver como os animais. Passado o tempo de castigo, ele, finalmente, resolveu louvar, exaltar e glorificar "o Rei do céu, porque todas as suas obras são verdade, e os seus caminhos justos, e pode humilhar aos que andam na soberba" (Dn 4.30-37).

Em nossos dias, muitas pessoas só glorificam a Deus depois de uma tormenta. Às vezes precisam comer o pão que o diabo amassou, sentir o peso do castigo divino, descer à olaria de Deus para aprenderem a se humilhar diante do Criador. A história do rei Davi, o ungido de Deus, registra um pecado terrível: cometeu adultério com uma mulher casada e depois armou uma cilada para tirar a vida do marido traído. Embora Davi tenha posteriormente demonstrado sincero arrependimento (v. Salmo 51), Deus não deixou por menos: "Por que desprezaste a palavra do Senhor, fazendo o mal diante de seus olhos? A Urias, o heteu, mataste à espada, e a sua mulher tomaste por sua mulher. Agora, portanto, a espada jamais se apartará da tua casa..." (2 Sm 11 - 12). A "espada" de Deus veio em forma de violência, conflito e homicídio. Morreu a criança nascida desse ato ilícito (12.14), houve homicídio entre seus filhos (13.28-29), Absalão rebelou-se contra o pai e foi executado (18.9-17), e outro filho, Adonias, foi também assassinado por ordem de Salomão (1 Rs 2.24-25).

O pecado de Davi nos leva a refletir sobre a promiscuidade sexual dos dias atuais. Quantos adultérios são praticados por dia só no Brasil? Quantas famílias vivem em intermináveis angústias, traumas, ódio, desespero, demandas judiciais só porque os cônjuges não souberam manter o leito conjugal sem mácula? Quantos filhos sofrendo por não mais receberem o carinho e a proteção de seus pais, porque o marido traidor partiu para mais uma aventura?

O ciumento, invejoso e rebelde rei Saul pagou um preço alto por sua desobediência. "Rebelião é como pecado de feitiçaria, e o porfiar é como iniqüidade e idolatria. Porquanto tu rejeitaste a palavra do Senhor, ele também te rejeitou a ti, para que não sejas rei". O Espírito de Deus se retirou de Saul, "e o assombrava um espírito mau, da parte do Senhor" (1 Sm 15.23; 16.14). A Bíblia registra o arrependimento de Saul (15.24,31). Todavia, num gesto de desespero, porque Deus não falava mais com ele, consultou uma feiticeira. A sua situação piorou. "Assim, morreu Saul por causa da sua transgressão com que transgrediu contra o Senhor, por causa da palavra do Senhor, a qual não havia guardado; e também porque buscou a adivinhadora para a consultar, e não buscou o Senhor, pelo que o matou e transferiu o reino a Davi, filho de Jessé" (1 Cr 10.13-14).

Mais reflexão se faz necessária. Um número muito grande de pessoas, dentre as quais muitas que se dizem cristãs, consulta os adivinhadores, sejam cartomantes, manipuladores de búzios ou canalizadores. Vimos que tal prática é considerada por Deus como rebeldia. Vejam:

"Não haja no teu meio quem faça passar pelo fogo o filho ou a filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem necromante, nem mágico, nem quem consulte os mortos. O Senhor abomina todo aquele que faz essas coisas" (Dt 18.10-12).

"Fez seus filhos passarem pelo fogo no vale do filho de Hinon, praticou feitiçaria, adivinhações e bruxaria, e consultou médiuns e adivinhos, fez muito mal aos olhos do Senhor, provocando-o à ira" (2 Cr 33.6-7; v. 2 Rs 21.1-18).

O último versículo, acima, se refere a Manassés, décimo - quinto rei de Judá, onde reinou por cinqüenta e cinco anos. Por estes pecados, e por haver colocado "uma imagem escultura, o ídolo que tinha feito, na Casa de Deus" e "levantou altares a todo o exército dos céus" foi levado cativo para Babilônia. Manassés faz parte do rol dos que precisam primeiro passar pelo vale da tormenta para aprenderem a humilhar-se e a glorificar a Deus. A Bíblia diz em Gálatas 5.20-22 que não herdarão o Reino de Deus quem pratica a prostituição, a idolatria e a feitiçaria (v. Ap 21.8; 22.15).

"Quando vos disserem: consultai os que têm espíritos familiares e os adivinhos, que chilreiam e murmuram entre dentes, não recorrerá um povo a seu Deus? A favor dos vivos interrogar-se-ão os mortos?" (Is 8.19; v. 1 Sm 28.8 cf. 1 Cr 10.13).

"Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o Reino de Deus" (1 Co 6.10; v. Ef 5.5; 1 Tm 1.9-10).

Está bem clara a advertência e será fielmente cumprida como cumpridas foram as anteriores, porque sem santificação ninguém verá o Senhor. Não podemos viver segundo a nossa vontade.

Precisamos saber qual a vontade de Deus para nosso viver. Será terrível o fim para os que desejam que a Palavra de Deus se ajuste à sua situação pecaminosa. Nós é que devemos nos ajustar ao padrão da Palavra. Sei que tais advertências estão ficando cada vez mais raras em nossos púlpitos. Parece haver um conformismo diante da situação degradante do mundo, com o aumento do ocultismo, da feitiçaria, do culto a Satanás. O tempo reservado à Palavra tende a diminuir. Vale lembrar as palavras do apóstolo Paulo: "Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (Rm 12.2).

A verdade é que o mau não ficará sem castigo (Pv 11.21). "Eu repreendo e castigo a todos quanto amo" (Ap 3.19). Um dos ladrões crucificados no Gólgota, ao lado de Jesus, reconheceu a dura realidade da justiça divina: "Com justiça - disse ele - recebemos o castigo por nossa rebeldia" (Lc 23.41). Consideremos, pois, "a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram, severidade; mas, para contigo, a benignidade de Deus, se permaneceres na sua benignidade; de outra maneira, também tu serás cortado" (Rm 11.22). Por último, fiquemos com a advertência abaixo:
"A carne deseja o que é contrário ao Espírito, e o Espírito o que é contrário à carne... As obras da carne são conhecidas: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, pelejas, dissensões, facções, invejas, bebedices, orgias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos preveni, que os que cometem tais coisas não herdarão o reino de Deus" (Gl 5.17-21). "Lembra-te de onde caíste. Arrepende-te, e pratica as primeiras obras. Se não te arrependeres, brevemente virei a ti, e removerei do seu lugar o teu candeeiro, se não te arrependeres" (Ap 2.5). (18.08.2003)

Parte XXIV

A CONQUISTA DE CANAÃ

 

Enquanto caminhavam pelo deserto, os hebreus contavam a seus filhos uma velha história. Há quatrocentos anos - diziam eles - um homem chamado Abrão desceu lá do norte, da cidade de Ur, na Caldéia, e com toda a sua família dirigiu-se para o sul da Palestina.



Era uma ordem de Deus.

Ele receberia por herança uma terra, teria uma descendência tão grande como as estrelas do céu, e através dele todas as famílias da terra seriam abençoadas. Era uma estranha promessa, afinal Abrão não tinha filhos e seu clã era nômade. Mas ele acreditou na promessa de Deus. Anos mais tarde, Deus trocou seu nome para Abraão, que quer dizer "pai de uma multidão de nações", fez um pacto especial com ele e lhe deu um filho, que foi chamado Isaque.

Como líder, Moisés tinha certeza que o acordo feito com Abraão estava sendo cumprido. Deus dissera que a terra prometida era Canaã, e que seus limites iriam do Egito até o rio Eufrates. Explicou também que Canaã estava ocupada por dez povos guerreiros, sanguinários e idólatras: queneus, queneseus, cadmoneus, heteus, periseus, refains, amorreus, cananeus, girgaseus e jebuseus. Mas eles seriam arados da terra, como mato bravo arrancado para permitir a semeadura.

Um novo líder

Durante os anos de caminhada pelo deserto, Moisés foi formando uma liderança que julgou capaz de dirigir a conquista da Palestina. Entre seus homens de confiança havia um jovem chamado Josué. Tinha sido seu assistente pessoal, e quando grupos de assaltantes amalequitas começaram a ameaçar a segurança dos hebreus, Josué liderou um grupo de combatentes. Era disciplinado, ousado e muito corajoso.

Em hebraico Josué quer dizer "Iaveh é a salvação". Era da tribo de Efraim, filho de Num, e esteve com Moisés durante toda a peregrinação no deserto. Quando Moisés subiu ao monte Sinai, para receber de Deus os Dez Mandamentos, Josué subiu com ele. Foi quem avisou a Moisés que lá embaixo estava uma barulheira incrível, como um alarido de guerra. Mas o que ele ouvia era o povo dançando e cantando em adoração deus Ápis, o deus touro do egípcios.

Como dirigente militar recebeu de Moisés uma missão especial: fazer parte de um grupo de espiões que deveriam se infiltrar em Canaã. As ordens eram precisas: observar a terra, o que produzia, se os campos eram férteis, como era o povo, se era organizado, numeroso, e se haviam fortalezas. Deviam também trazer frutos da terra.

Os espiões chegaram até as proximidades de Hebrom, que fica ao sul de Jerusalém, e depois de dias trouxeram a Moisés um relatório terrível:

-- É, na verdade, uma terra que produz leite e mel, em abundância. Vimos cachos de uvas que tinham que ser transportados numa vara por dois homens, de tão grandes. Mas o povo que habita na terra é muito poderoso, as cidades são grandes, fortificadas. Vimos gigantes e nos sentimos como se fôssemos gafanhotos, de tão pequenos diante deles.

Excluindo Josué e Calebe, os outros espiões estavam em pânico. E o medo que tinham foram transmitindo ao povo, que então rebelou-se contra Moisés.

-- Foi para isso que você nos tirou do Egito, para a gente morrer aqui, no deserto, para sermos massacrados a espada, nós, nossas mulheres e nossos filhos?

Josué e Calebe ainda tentaram reverter a situação. Explicaram que a terra era excelente e que se era da vontade de Deus a terra prometida seria entregue na mão deles, não importava a força dos povos ocupantes, pois "a sombra protetora de Deus lhes foi tirada".

Mas a mentalidade escrava do povo prevaleceu. Não estavam preparados para lutar. E diante da rebelião, Deus afirmou que nenhum deles entraria na terra, mas seus filhos. Assim, durante quarenta anos caminharam pelo deserto. E os filhos dos escravos foram transformados em guerreiros. Forjados sob o sol escaldante, confiantes na promessa de que a terra lhes seria entregue.

Os espiões que se acovardaram e sublevaram o povo contra Deus e Moisés foram presos e condenados à morte. Josué por sua coragem e fidelidade a Deus despontou como sucessor de Moisés.

As tribos atacam

Os hebreus não eram um grupo homogêneo. Mesmo sendo descendentes de Abraão, no correr dos séculos miscigenaram-se com outros povos semitas e inclusive com os próprios egípcios. Estavam, no entanto, unidos através da fé no Deus único, e dos rituais semitas, dos quais o principal deles, nessa época, era a circuncisão.

Cada tribo recebeu o nome do patriarca de que descendia: Rubem, Simeão, Judá, Issacar, Zebulom, Efraim, Manassés (esses dois, netos de Abraão, filhos de José, que juntos formavam uma tribo), Benjamim, Dã, Aser, Gade e Naftali. Havia ainda uma outra tribo, a de Levi, que era a dos sacerdotes. Dessa maneira, a nação de Israel surgiu como uma confederação de tribos, sem governo centralizado. Seria governada por juizes, homens sábios que julgavam suas tribos a partir das leis deixadas por Moisés.

Assim, após a morte de Moisés, os hebreus conquistaram a Palestina liderados por Josué, considerado pelos historiadores um dos maiores generais da história. Formou regimentos com guerreiros jovens, que ao contrário de seus pais estavam desejosos de combater por Iaveh, o Deus de Israel. Os regimentos foram organizados a partir das doze tribos que formavam a confederação hebréia.

A estratégia inicial de Josué consistiu em montar seu quartel general em Gálgala, ao oriente da cidade de Jericó, e a partir daí atacar as cidades de Ai e Gabaom. Em Gálgala já estavam estabelecidas as tribos de Rubem, Simeão e Manassés. Ali havia água em abundância, provisão para os combatentes e lugar seguro para armazenar os despojos.

Guerra de extermínio

Antes de iniciar o período da conquista, Josué deu combate aos grupos inimigos, nômades, que poderiam ameaçar a produção agrícola das tribos já instaladas em Gálgala. Só depois disso, tomou Jericó, fortaleza avançada do território de Canaã e conhecida na época como "a princesa do vale do Jordão".

A cidade de Jericó data, segundo pesquisas arqueológicas, do ano oito mil antes de Cristo. Por ter uma fonte e um oásis e estar estrategicamente situada, foi ocupada por povos diferentes, como os amorreus e cananeus, e muitas vezes destruída. Antes da conquista por parte dos hebreus, foi atacada por faraós da 18a dinastia e totalmente destruída. De novo reconstruída, tinha nessa época muros altos, de pedras macho e fêmea, duas torres, e casas retangulares e espaçosas.

Essa linda cidade, que também recebia o nome de Cidade das Palmeiras, dominava o vale do Jordão e as passagens para as montanhas do oeste. Antes de atacá-la, Josué enviou dois jovens oficiais do recém formado exército para espionar a região. Eles entraram na cidade, foram protegidos e escondidos por uma prostituta chamada Raabe, e depois voltaram ao quartel general de Josué com uma grande notícia:

-- Realmente Deus nos deu toda esta terra. Os seus habitantes estão apavorados com nossa presença.
Josué então chamou os sacerdotes, que leram para os oficiais e soldados uma ordem que Deus tinha dado a Moisés.

"Quando saírem para guerrear contra teus inimigos, se virem cavalos, carros de combate e um povo mais numeroso do que vocês, não fiquem com medo, pois com vocês está o Senhor Deus, que tirou vocês do Egito. Quando estiverem para começar o combate, o sacerdote se aproximará para falar aos soldados e lhes dirá: 'Ouve, ó Israel! Estais hoje prestes a guerrear contra teus inimigos. Não se acovardem, não fiquem com medo, não tremam, nem se atemorizem diante deles, porque o Senhor Deus marcha com vocês, lutando com vocês'."



Depois, os sacerdotes disseram:

-- Quem tem uma tenda nova e ainda não a usou? Volte para a sua tenda, para que não morra na batalha e não possa curtir sua tenda nova. Quem plantou uma vinha e ainda não colheu os primeiros cachos de uva? Volte para sua tenda, para que não morra na batalha e não coma de seus primeiros frutos. Quem acaba de casar-se e ainda não completou sua lua de mel? Volte para sua tenda, para que não morra na batalha e não usufrua sua noite de núpcias.



E por fim os sacerdotes, perguntaram:

-- Quem está com medo e se considera um covarde? Volte para sua tenda para que não contagie seus irmãos.

Então, Josué destacou os oficiais e definiu o ataque.

Por ordem divina, rodearam a cidade uma vez por dia, durante sete dias. Tocavam trombetas, gritavam e saltavam. Ao sétimo dia, todo o povo, com os soldados e os sacerdotes, rodearam sete vezes a cidade, tocando trombetas e gritando. De repente, ao som mais agudo da trombeta, os muros caíram permitindo a entrada do povo. A cidade foi amaldiçoada, seus habitantes executados, com exceção de uma moça, prostituta, de nome Raabe e da família do pai dela. Os despojos de ouro e prata foram levados para o tabernáculo, que era a tenda onde estava a arca da aliança, com os Dez Mandamentos.

Foi uma guerra implacável. E diante disso, é o caso de perguntar: o extermínio realizado pelos israelitas foi um ato justificável?

Na época, Canaã estava sendo permanentemente disputada por conquistadores. Confederações de reinos, agrupados em torno de uma cidade, lançavam-se contra outros pequenos reinos. Os filisteus, por exemplo, não eram originários da região, vinham da ilha de Caftor, mais conhecida como Capadócia. Instalaram-se na região de Gaza, exterminando os Avins que viviam nesse território.

Assim, os hebreus tinham tanto direito à terra como os que foram despojados. Eram conquistadores lutando contra conquistadores.

E quanto ao seu modo de atuar nas operações de guerra? Caso tomemos os padrões guerreiros da época, os hebreus não eram nem mais sanguinários, nem mais cruéis. Os assírios, por exemplo, decapitavam os povos vencidos, fazendo pirâmides com seus crânios. Crucificavam ou empalavam os prisioneiros, arrancavam seus olhos e os esfolavam vivos. Não há casos de tortura na tradição guerreira dos israelitas.

Sem dúvida, Deus utilizou o povo de Israel para trazer sua justiça sobre os cananeus. Seus costumes religiosos estavam entre os mais bárbaros de todo o mundo antigo. Ofereciam sacrifícios humanos e infantis a seus deuses. Eram idólatras, dominados por vícios vergonhosos e abomináveis. É interessante notar que antes dos hebreus se lançarem à conquista da Palestina, Deus lhes falou:

"Ó Israel, hoje vocês estão atravessando o rio Jordão para conquistar nações mais numerosas e poderosas, cidades grandes e fortificadas. (...) Portanto, vocês devem saber que o Senhor Deus vai atravessar na frente, como um fogo devorador. É ele quem exterminará. Vocês, então, desalojarão rapidamente esses povos, os farão perecer, conforme falou o Senhor Deus. Quando Iaveh os tiver removido de sua presença, vocês não devem dizer nos seus corações: 'É por causa da nossa justiça que O Senhor nos fez entrar na posse dessa terra'. É por causa da perversidade dessas nações que Iaveh irá expulsá-las da tua frente." (Deuteronômio 9:1, 3 e 4).

Dessa maneira, os cananeus estavam sendo punidos por Deus por causa de seus crimes, sua idolatria e vida promíscua. E, também, para evitar que seu exemplo levassem os hebreus aos mesmos erros. Segundo a maneira de pensar dos antigos israelitas, Deus responsabiliza tanto as nações como os indivíduos.

Vitória quase completa

Depois da conquista de Jericó, Josué tomou a cidade de Ai, que fazia fronteira com Gálgala. Recebeu, então, a visita de embaixadores do reino de Gabaom com os quais Josué celebrou uma tratado de paz, sem consultar antes o Deus de Israel.

Os reis de Jerusalém, Hebrom, Jerimote, Laquis e Eglom formaram uma aliança e atacaram Gabaom. Como Josué havia feito um acordo bilateral com Gabaom, teve que sair em sua defesa e lançar um ataque contra os cinco reis. Conseguiu derrotá-los e conquistou as cidades de Maceda, Libna e Laquis.

Estabeleceu um acampamento provisório perto de Eglom e daí lançou-se à conquista de mais três cidades, Eglom, Hebrom e Debir. A essa altura, já havia ocupado toda a região central e sul da Palestina.


Josué voltou então para Gálgala. Descansou meses e começou a organizou os futuros ataques ao norte de Canaã, região onde estavam localizadas cidades populosas e fortificadas.

O rei de Asor chefiava uma confederação de reinos e ficou sabendo dos planos de Josué. Reuniu, então, todas as cidades vizinhas e organizou uma confederação para enfrentar militarmente o exército hebreu. A mais violenta das batalhas aconteceu às margens do rio Merom. Josué derrotou os exércitos confederados, queimou a cidade de Asor e tomou todas as cidades dos reinos aliados. Estrategicamente, foi sua maior vitória, pois com ela quebrou o poder dos cananeus.

Mas nem todos os habitantes da Palestina tinham sido exterminados. Cidades importantes ficaram intocadas, principalmente as da região norte da Filístia.

Foi longa a guerra da conquista, durou 45 anos.

Apesar de ser o maior general da história de Israel, Josué cometeu três erros: fez aliança com os gabaonitas, permitiu aos jebuseus permanecerem em Jerusalém e não destruiu as bases dos filisteus no litoral.

Esses erros, isolaram as tribos de Judá e Simeão do resto do país. A entrada principal para o território de Judá ficou sob controle dos jebuseus, que ocupavam Jerusalém. E toda a região permaneceu cercada pelas cidades dos gabaonitas. Esta situação criou um separatismo entre as tribos do norte e as do sul e acabou fracionando a confederação hebréia.



A divisão da terra

A repartição da terra foi feita parcialmente em Gálgala e depois em Siló, cidade para onde havia sido transportada a tenda da congregação. Essa primeira distribuição de terras foi realizada por uma comissão formada pelo sacerdote Eleazar, pelo general Josué e por dez chefes dos clãs. Havia uma lei básica, que já havia sido promulgada e que orientava a divisão. As tribos mais populosas receberiam as porções maiores. Os sacerdotes destinaram duas urnas, uma para receber o nome das tribos e outra para as regiões da Palestina que seriam sorteadas. Assim, o método de distribuição combinava a sorte - podia ser no sul, no centro ou no norte da Palestina -, com um elemento objetivo, a população de cada tribo. As questões de limites ou permanência de tribos nos lugares onde já se encontravam, como era o caso das tribos de Rubem, Simeão e Manassés, foram decididas pela comissão.

Depois de uma semana de trabalhos, a confederação das tribos de Israel estava assim distribuída:
· A parte montanhosa ao sul foi entregue à tribo de Judá.
· A parte montanhosa ao centro, à tribo de José. Este território foi dividido entre as tribos de Efraim e Manassés, filhos de José.
· A parte montanhosa central coube à tribo de Benjamim.
· A parte excedente do território entregue a Judá, por ser grande demais, ficou com à tribo de Simeão.
· O território que limitava a parte montanhosa central com a região norte foi entregue às tribos de Zebulom e de Issacar.
· A região costeira coube às tribos de Aser e Naftali.
· Dois territórios foram entregues à tribo de Dã, um no litoral central e outro no extremo norte.
· Os territórios ao oriente do Jordão foram entregues as tribos de Rubem e Gade. A parte que coube a Manassés também estava do lado oriental do rio Jordão.

Era tradição no antigo Oriente Médio que o crime de sangue fosse vingado por um parente da pessoa assassinada. Através de Moisés, Deus deu ao povo uma legislação que punia severamente os crimes contra a pessoa, fossem eles assassinatos, seqüestros ou violências sexuais. Com isso, Deus tirava a justiça das mãos do vingador individual e a colocava sob responsabilidade social. Mas Josué sabia que muitos crimes podiam acontecer sem premeditação, por acidente ou imprevisto. Por isso, criou também as cidades de refúgio, onde pessoas que ainda não tinham sido julgadas e condenadas pela justiça recebiam o direito de asilo. Era uma forma de oferecer misericórdia àqueles que involuntariamente tinham cometido um erro.

Nas cidades de refúgio nenhum vingador de sangue tinha permissão para entrar, e dentro dela os perseguidos tinham o direito de viver sem serem molestados.

Terminada a guerra, Josué pediu aos dirigentes da confederação de tribos, como recompensa pelos serviços prestados, a cidade de Timnate-Sera, que ficava no alto do monte Efraim. Viveu aí seus últimos dias e morreu com 110 anos.



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