Correio Braziliense 2 Economia/análise da notícia 3



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Correio Braziliense 2

Economia/análise da notícia 3

Mudança de tom 3

FGTS e restituição vão aquecer consumo 3

Correio Braziliense 4

Capa/Economia 4

Este é o maior devedor do país 4

Maior devedor do país recebe salário mínimos 4

Nacional deixará rombo de R$ 5 bi 5



Correio Braziliense 6

Política/ Tema do Dia - Congresso 6

Infiéis, mas nem tanto 6



Correio Braziliense 8

Brasil/ EDUCAÇÃO 8

Autocrítica obrigatória 8

Fies abrirá 50 mil vagas 9

Correio Braziliense 9

Coluna 10

Brasil S/A 10



Os felinos atacam 10

O Globo 11

Editorial 11

Serviço completo 11



Jornal do Brasil 12

Editorial 12

Lipoaspiração tributária 12



O Estado de S.Paulo 12

Nacional 12

Perdoar dívidas mata crescimento, adverte Levy 12



O Estado de S.Paulo 13

Nacional 13

TCU investiga repasses a cidades inadimplentes 13



Valor Econômico 14

Brasil 14

Argentina limita trânsito do Brasil ao Chile a uma estrada 14

Amorim quer excluir temas polêmicos da pauta da OMC 15

Democrata pode trazer discussão trabalhista para a Alca 16

Saldo acumulado da balança no ano é de US$ 16 bi 18

Valor Econômico 18

Legislação & Tributos 18

Cresce número de processos por crime tributário contra empresários 18

Especialistas diferenciam infrações 20

Jornal de Brasília 20

Artigo 21

Os impostos e a economia informal 21



Jornal de Brasília 21

Economia 22

Restituições do segundo lote saem na quinta-feira 22



Jornal de Brasília 22

Economia 22

Bancos já abrem mão de cobrar tarifa 22



Gazeta Mercantil 22

Nacional 22

Superávit sobe a US$ 773 milhões em uma semana 22



Gazeta Mercantil 23

Editorial 23

Previdência, uma reforma que mal começou 23



Jornal do Commercio (RJ) 25

Economia 25

FGTS e IR injetam US$ 3 bilhões 25



Jornal do Commercio (RJ) 26

País 26

Dívida cobrada hoje é equivalente a R$ 4 bilhões 26



Jornal do Commercio (RJ) 27

Opinião 27

Estado moderno 27



Tribuna da Imprensa (RJ) 29

Economia 29

Lavagem de dinheiro: grupo cobra transparência do Brasil 29



A Gazeta (ES) 30

Política 30

TSE cria nova regra de abertura de conta 30



Correio do Povo (RS) 30

Coluna 30

Panorama Econômico/D. Nunes 30



Correio do Povo (RS) 32

Política 32

Atrasada liberação de CNPJ 32



Correio do Povo (RS) 32

Política 32

Servidores investigados em fraude são mais de 400 32



Diário Catarinense (SC) 32

Artigo 32

Obrigações acessórias 32



Diário Catarinense (SC) 33

Coluna 33

Estela Benetti 33



Moveleiros: quase 700 contêineres para embarcar 33

A Notícia (SC) 33

Coluna 34

Moacir Pereira 34



Receita 34

A Notícia (SC) 34

Coluna 34

Livre Mercado 34



Furlan, olhai por nós 34

Receita aperta 34

Diário de Cuiabá (MT) 34

Coluna 34

Cuiabá Urgente 34



Herança 34

Folha Popular (TO) 35

Artigo 35

Quanto custa um funcionário no Brasil? 35



A Tarde (BA) 36

Coluna 36

Samuel Celestino 36



Os banqueiros de Lula 36

Diário do Nordeste (CE) 36

Artigo 36

A carga tributária 36





Correio Braziliense


13/07/2004

Economia/análise da notícia

Mudança de tom

O ministro das Comunicações, Eunício Oliveira, sai fortalecido das negociações que definiram o reajuste das tarifas telefônicas. Primeiro, pelo simples fato de ter mudado o estilo do ministério que comanda. Seu antecessor, Miro Teixeira, não tinha diálogo com as empresas do setor. Ao contrário, vivia às turras com elas, incentivando brigas judiciais infrutíferas contra aumentos nas contas de luz. Agora, as companhias poderiam, legalmente, reajustar seus preços em 17,69%. Mas a decisão foi pela aplicação de 15,59%, em parte, graças à conversação. Há outros motivos, pois as empresas não são tão mocinhas quanto parecem. O bolso do trabalhador brasileiro, com renda em queda há seis anos seguidos, não sustenta reajustes altos, que elevam o calote, inclusive nas contas telefônicas.



FGTS e restituição vão aquecer consumo

Vicente Nunes

Da equipe Correio
Uma bolada de R$ 2,9 bilhões está sendo esperada com ansiedade pelos comerciantes. O dinheiro entrará na economia entre hoje e amanhã, dos quais R$ 1,5 bilhão são referentes ao pagamento de mais uma parcela da renegociação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e R$ 1,452 bilhão da restituição do segundo lote do Imposto de Renda.

Mas se os lojistas comemoram a dose extra de recursos, apostando em um aumento nas vendas, os economistas alertam para o risco de o aquecimento no consumo estimular a remarcação de preços para a recomposição das margens de lucro do comércio, justamente num mês em que a inflação dará um salto expressivo, podendo ficar acima de 1%.

O presidente do Sindicato Varejista do Distrito Federal (Sindivarejista-DF), Antonio Augusto de Moraes, considera exagerada a preocupação dos economistas. Admite, porém, que os comerciantes estão tendo de repassar para os consumidores parte do aumento dos custos provocado pela elevação das tarifas públicas neste mês. Somente a telefonia será reajustada em mais de 15%.

''As vendas estão se recuperando e vão ganhar mais impulso com os recursos do FGTS e do IR. Mas não há espaço para remarcações exageradas de preços. Os lojistas sabem que precisam sacrificar parte da margem de lucro, porque o poder de compra da população ainda continua muito baixo'', afirmou Moraes.



Distrito Federal

Dos R$ 2,9 bilhões que serão liberados entre hoje e amanhã pela Caixa Econômica Federal e pela Receita Federal, pelo menos R$ 252 milhões movimentarão a economia de Brasília. Nas contas de Moraes, metade dos recursos deverá ir para o consumo. Com isso, ele acredita que as vendas deste mês ficarão cerca de 6% acima das registradas no mesmo período do ano passado.

Na avaliação do economista Nuno Câmara, do Dresdner Bank em Nova York, dinheiro de sobra na economia sempre é preocupante quando a inflação está em alta, como agora. Mas é importante ressaltar, segundo ele, que nem toda a leva de R$ 2,9 bilhões deverá ir para o consumo. Parte do dinheiro será usada para quitar dívidas, como tem se tornado praxe entre os brasileiros.

''O que estamos vendo no Brasil é um choque de oferta e não de consumo. Isso minimiza os riscos de remarcações conjuntas de preços'', destaca Câmara. ''Vamos acompanhar o comportamento da economia nos próximos meses e ver se haverá ou não espaço para repasses de custos. A renda real e o emprego estão se recuperando, mas de forma muito lenta'', ressaltou.

Para Marcelo Ávila, economista-chefe da Consultoria Global Station, a inflação atual realmente decorre de fatores pontuais. No seu entender, a inflação deste ano deve ficar próxima de 7,5%, caso nenhuma turbulência externa sacuda o país.

No relatório semanal Focus, no qual o Banco Central consolida as estimativas de cerca de cem instituições financeiras e empresas de consultoria, praticamente todas as projeções de inflação subiram. Para este mês, saltaram de 0,76%, há quatro semanas, para 0,95%. Para agosto, o pulo foi de 0,52% para 0,59%. No ano, as apostas, no mesmo período, saíram de 6,61% para 7,05%.

Com isso, disse Nuno Câmara, estão cada vez mais remotas as chances de o Comitê de Política Monetária (Copom) reduzir a taxa básica de juros (Selic) na reunião da semana que vem. Pelo Focus, a Selic fechará o ano em 15,25%. Mas esse dado reflete o pensamento do mercado com duas semanas de atraso.

JURO BAIXO SÓ EM 2007

As medidas microeconômicas aprovadas semana passada pelo Congresso Nacional ainda levarão dois a três anos para mostrar todos seus efeitos, mas quando isso acontecer a queda na taxa de juros será ''surpreendente'', na avaliação do secretário do Tesouro Nacional, Joaquim Levy. Ele reconhece que há um grande desafio no caminho: controlar a despesa pública e ''fortalecer o investimento público de maneira organizada e prudente, ao mesmo tempo que se consolidam as condições para o investimento privado.'' Entre as medidas comemoradas pelo governo está a aprovação da Lei de Falências pelo Senado e que deve ainda ser novamente avaliado pela Câmara dos Deputados, a última etapa de seus 11 anos de tramitação.





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