Correio Braziliense: 40 anos Do pioneirismo à consolidação



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44 Ver Anexo.

45 "Fora dos manuais, notícia na verdade é tudo aquilo que os jornalistas escolhem para oferecer ao público". Coluna NOBLAT, Ricardo. Carta ao Leitor, “Lembrai-vos do Titanic”. Brasília, Correio Braziliense, 01/02/98.

46 "Ele não deve interessar apenas jornalistas que trabalham e que estão obrigados a respeitá-lo. Deve interessar a cada leitor e a todos os leitores... cabe à sociedade exercer o controle dos meios de comunicação". Idem, “Leitor é senhor (II)”. Brasília, Correio Braziliense, 26/04/98.

47 "O foco no cliente, nas necessidades e aspirações dele, aconselham os manuais. Melhor ainda: no foco do cliente. Que o olho do fornecedor coincida com o olho do receptor. Então o reino dos céus dos negócios será alcançado". Idem, “O que faz a diferença”. Brasília, Correio Braziliense, 21/07/98.

48 "Radicalizar a aposta na cobertura seletiva dos fatos. Cobrir poucos assuntos para poder cobri-los melhor, e indo muito além do simples anúncio deles... os jornais devem aumentar a oferta de assuntos com os quais os leitores não imaginam se deparar no dia seguinte. Cada edição deve se tornar, em grande parte, um mistério um desafio à curiosidade dos leitores". Idem, “A saída para os jornais”. Brasília, Correio Braziliense, 29/09/98.

"Bem-aventurados serão aqueles que repensarem seu conteúdo para acompanhar as transformações do mundo onde operam e capturar novos leitores sem abdicar, contudo, de um conjunto de princípios e valores que justificam a existência dos jornais desde que eles foram inventados". Idem, “Feliz Ano Novo”. Brasília, Correio Braziliense, 27/12/98.



49 Ver Anexos.

50 Um mês antes de implementar o modelo 2000, o jornal possuía os seguintes índices: 72,7% dos que compravam jornal liam o Correio e 27,3% outros, o Correio Web registrava 3, 6 milhões de acesso ao mês e jornal recebia 70 cartas (fax, correio e e-mail)/dia e 30 fotos/mês.

51 Os documentos produzidos foram: Contribuição ao debate sobre novo Correio Braziliense, Proposta para o Correio 2.000, O que é o jornal de referência nacional e Proposta para a organização da redação.

52 A função destes textos, segundo depoimentos, era o de não deixar de registrar fatos e acontecimentos de importância, que não seriam aprofundados pelo jornal.

53 Segundo matéria publicada pelo jornal logo após a reforma, os leitores aprovaram as mudanças: 92% dos entrevistados disseram que o novo jornal estava melhor em relação ao antigo, 4% disseram que estava igual e apenas 2% acharam o jornal pior. Mais de 90% dos entrevistados disseram que o novo jornal era ótimo (64%) ou bom (28%); foram entrevistados mais de 150 assinantes do jornal, de diferentes graus de escolaridade e das mais diversas faixas etárias. CORREIO BRAZILIENSE. “Leitores aprovam as mudanças”. Brasília, Correio Braziliense, 23/04/96. Em editorial, o diretor do Correio Braziliense, Paulo Cabral de Araújo, afirmou que "na medida em que essas mudanças se consolidam, na luta diária pelo aprimoramento, o leitor irá sentir cada vez mais identificado com jornal. É este o objetivo da reforma: melhor servi-lo. E o modo mais eficaz de fazê-lo é auxiliando-o a situar-se com clareza no emaranhado da realidade contemporânea – contextualizando-o. O veículo que não se reciclar, não se adequar ao novo papel que lhe cabe, condena a si à extinção”. ARAÚJO, Paulo Cabral. “Carta ao Leitor”. Brasília, Correio Braziliense, 21/04/96. O então editor-executivo do jornal, José Negreiros em artigo sublinhou que “para entrar numa página do Correio, um texto tem que ter pistolão do leitor, de quem o repórter passou a ser mero intermediário e não aquele sujeitinho petulante de mal com os fatos. Para funcionar, o primeiro grande risco é a derrota diante de um poderoso inimigo chamado erro, que por tragédia parece ser aquilo que mais hipnotiza os jornalistas”. Negreiros, José. “A Reforma e a alegria de viver”. Brasília, Correio Braziliense, 21/04/96. Para o então artífice da reforma gráfica, o artista plástico Francisco Amaral, o projeto visava oferecer um produto melhor ao leitor, buscar um padrão gráfico que conjugasse a organização da notícia com conforto da leitura. CORREIO BRAZILIENSE.Correio comemora o novo projeto amplo”,. Brasília, Correio Braziliense, 22/04/96.

54 Segundo apuraram as pesquisas naquele período, o leitor exigia a volta do Caderno de Cidades.

55 Nesta época o jornal tinha o seguinte perfil: a circulação diária em média era de 70 mil exemplares, aos domingos 100 mil, o Correio ocupava 75% do mercado de Brasília, tinha 1080 funcionários e um faturamento anual de 70 milhões de reais. CARNEIRO, obra citada.

56 Dado obtido em relatório fornecido pelo Departamento de Circulação do Correio.

57 Dados fornecidos pelo Departamento de Circulação do Correio.

58 Segundo dados publicados pela empresa, entre janeiro de 94 e julho de 97, o Correio foi o quarto jornal brasileiro que mais expandiu a circulação paga (assinaturas mais venda avulsa), segundo dados oficiais do Instituto de Verificação de Circulação- IVC. Enquanto se limitou a 2% a média de crescimento de circulação dos demais jornais auditados pelo IVC, a do Correio atingiu 17%. CORREIO BRAZILIENSE. Brochura “Correio Braziliense 1994-1997”.Brasília, Correio Braziliense, 1994.

59 CHIARINI, Adriana, obra citada.

60 Entrevista já citada.

61 Luiz Adolfo Pinheiro, repórter, colunista e diretor de redação, 78/94, entrevista em 13/03/01.

62 AMORIM, Salomão. Obra citada, pág. 106.

63 WEINBER, Jacques. “A morte de jornais centenários e o caso do Rio Grande do Sul”, in MOUILLAUD, Maurice (org.). O Jornal, da forma ao sentido. Brasília, Paralelo, 1997.

64 João Cabral, diretor-executivo, conversa em 22/08/2000 e entrevista escrita em 02/03/2001.

65 Entrevista já citada.

66 Armando Mendes, editor, 94/2001, entrevista em 20/02/01

67 Entrevista já citada.

68 SILVA, Carlos Eduardo Lins, obra citada.

69 WEINBER, Jacques, obra citada, pág. 402.

70 Entrevista já citada.

71 CHIARINI, Adriana, obra citada, pág. 17.

72 Entrevista já citada.

73 Ver Anexos.

74 Ver Anexos.

75 SILVA, Carlos Eduardo Lins, obra citada, 114.

76 NOBLAT, Ricardo. Coluna Carta ao Leitor, “Chegaremos lá”. Brasília, Correio Braziliense, 07/11/99.

77 CHIARINI, Adriana, obra citada, págs. 21, 44, 45.

78 CHIARINI, Adriana, obra citada, págs. 6 e 7.

79 WEINBERG, Jacques, obra citada.

80 José Natal, repórter, colunista, 67/90, entrevista em 23/11/00.

81 Entrevista já citada.

82 Adriano Lafeta repórter/editor, 1981/2001, entrevista em 19/01/01.

83 Entrevista já citada.

84 Entrevista já citada.

85 Entrevistas já citadas.

86 Aula inaugural da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília, 23/03/00.

87 CHIARINI, Adriana, obra citada, págs. 53 a 55 e 58.

88 Autores como Jacques Wainberg e Maria Celeste Mira destacam em seus trabalhos a forte influência da era do marketing e do mercado com a segmentação de públicos e construção da identidade dos leitores por meio do consumo efetuada pela mídia impressa, nos últimos 20 anos. WAINBERG, Jacques, obra citada e MIRA, Maria Celeste. O leitor e a banca de revista. Tese, Unicamp, Campinas, 1997.

1 CORREIO BRAZILIENSE. “UnB outra vez tomada de assalto”. Brasília, Correio Braziliense. 30/08/68, Caderno 1, contracapa.

2 Idem. “Notas Oficiais”. Brasília, Correio Braziliense. 30/08/68, capa.

3 Idem. “Mães protestam contra a polícia”. Brasília, Correio Braziliense, 01/09/68, capa.

4 “A política editorial que nós seguíamos era, mais ou menoso equivalente à política dos Diários Associados... só que opinava era o editorial, repórter não assinava matéria bisbilhotando, não havia repórter emitindo opinião sobre esse ou aquele assunto. O editorial era a opinião da casa”. Ari Cunha, entrevista já citada. “Não adiantava publicar coisas (de maneira) exageradas, fazíamos uma espécie de policiamento, divulgava-se tudo e quando tinha gente que queria se exaltar eu dizia calma. Não havia subserviência, mas havia um jornalismo autêntico, verdadeiro. Eles (a censura) não pressionavam muito, começaram a pressionar depois, com o (general) Médici.”Adirson Vasconcelos, entrevista já citada.

5 CORREIO BRAZILIENSE. “Bilhete do torturado”. Brasília, Correio Braziliene. 03/09/68, capa.

6 Idem. “Lutam para fechar a UnB”. Brasília, Correio Braziliense. 01/09/68, pág. 4.

7 Idem. “Gama não determinou a invasão. Brasília, Correio Braziliense. 04/09/68, pág. 4.

8 Idem. “Mães protestam contra a polícia”. Brasília, Correio Braziliense. 01/09/68, capa.

9 Durante o período analisado foram publicadas 26 matérias, sendo que deste número, 7 tratavam-se de transcrições praticamente literais de discursos de parlamentares no Congresso sobre o assunto, as demais matérias foram textos informativos sobre o andamento das assembléias do professores, alunos e funcionários, 9 notas oficiais (polícia, Presidência da República e Secretaria de Segurança Pública do DF), 2 notas explicativas da Reitoria, 13 manifestações de repúdio e 1 abaixo-assinado, três editoriais de repúdio sobre os fatos ocorridos ou desdobramentos destes. O assunto foi capa durante seis dias, aparecendo em destaque em três edições, na metade superior da capa, e em duas edições na contracapa.

10 Idem. “Governo apura invasão”. Brasília, Correio Brazileinse. 03/09/68, pág. 5.

11 Idem.“Krieger: estudantes merecem respeito” e “Deputados divergem sobre a UnB”. Brasília, Correio Braziliense. 05/09/68, págs. 3 e 5, respectivamente.

12 Idem. “A culpa cabe a quem ?”. Brasília, Correio Braziliense. 01/09/68, capa.

13 Idem. “Câmara tumultua com os acontecimentos”. Brasília, Correio Braziliense. 30/08/68, pág. 5. e “As razões da repulsa”. Brasília, Correio Braziiense. 04/09/68, pág. 3.

14 Idem e “Câmara continua reagindo a invasão”. Brasília,Correio Braziliense, 31/08/68, pág. 3.

15 “Manifesto ACDF”. Brasília, Correio Braziliense. 30/08/68, pág. 6.

16 Ver Capítulo 1.

17 Idem.“Depois de muitas consultas, Planalto decreta luto oficial” e “Bandeiras indecisas”. Brasília, Correio Braziliense. 24/08/76, pág. 4 e 6, respectivamente.

18 Foram publicadas 33 matérias, dois editoriais, no período de 23/08 a 28/3.

19 Durante a cobertura o jornal comentou que ele foi tema de um editorial do jornal americano The New York Times e de uma matéria do argentino Clarín, e ainda publicou notícias da repercussão da morte, enviadas por um correspondente do Correio Braziliense no Paraguai.


20 Idem.Correio Braziliense, 24/08/76, capa.

21 Idem. “Adeus a JK”. Brasília, Correio Braziliense, 24/08/76, pág. 4.

22 “Fait divers na linguagem dos franceses. O valor destes fatos, enquanto notícias não está na relevância social do acontecimento, mas no interesse que despertam enquanto casos contados, enquanto histórias”. Motta, Luiz Gonzaga. “Teoria da notícia: as relações entre o real e o simbólico”, in PORTO, Sérgio Dayrell(org). O jornal-da forma ao sentido. Paralelo 15 editores, Brasília, 1997.

23 Texto em que o repórter comenta a entrevista concedida pelo secretário de Segurança Pública. CORREIO BRAZILIENSE. “Ironia marca entrevista”. Brasília, Correio Braziliense, pág. 21, 29/11/86,

24 Durante uma semana foram publicadas 98 matérias, 3 artigos e 4 notas.

25 No final de 1989, o então governador Joaquim Roriz criou a cidade-satélite de Samambaia, que começou com 15 mil habitantes e quando foi eleito, em 1990, criou as cidades de Riacho Fundo, Santa Maria e Recanto das Emas.

26 Em artigo publicado no Correio Braziliense, Ricardo Penna, da empresa de pesquisas Soma & Mercado e Opinião afirma que “a marca registrada da campanha eleitoral tem sido a apatia, o distanciamento e a frustração dos eleitores”. Ele comenta ainda que, apenas 1/3 do eleitorado estava interessado ou acompanhava as eleições. Em outro artigo publicado durante a semana pesquisa, a propósito do clima das eleições, Ricardo diz que a maioria dos candidatos é neófita em política, “muitos têm proposta, alguns têm projeto político, quase nenhum dinheiro e raros têm experiência”. Outra matéria, da própria redação do jornal, informa que 56,75% dos eleitores não sabia em quem votar para deputado federal e 52,1% não sabia em quem votar para deputado distrital. Respectivamente, PENNA, Ricardo. “Roriz dispara em campanha sem graça”. Brasília, Correio Braziliense, 5/9/90, pág. 3, caderno de cidades, “Candidatos aceleram na reta final”, 11/09/90, pág. 2, caderno de Cidades e “Maioria não tem candidato”, 4/09/90, capa do caderno de Cidades.

27 Foram publicadas 53 matérias, 2 artigos e 12 Box de dois tipos: agenda diária dos candidatos a governador e um quadro com número variável de pequenas notas sobre os candidatos aos quatro cargos eletivos.

28 O candidato Joaquim Roriz é o assunto principal da matéria sobre pesquisas.

29 CORREIO BRAZILIENSE. Brasília, Correio Braziliense, caderno de Cidades, 07/09/90, pág. 2.

30 Os assuntos mais recorrentes das propostas apresentadas pelos candidatos neste espaço eram: emprego/salários (funcionários públicos), melhoria da qualidade da educação/novas escolas, habitação. Houve alguns candidatos que trataram de outros problemas que já afetavam Brasília como meio ambiente, ou falaram sobre igualdade entre homens e mulheres, cultura e lazer, assim como defenderam uma maior autonomia para que a população do DF pudesse influir nas decisões políticas relativas aos seus interesses.

31 Idem. “Maioria não tem candidato”. CORREIO BRAZILIENSE. Brasília, Correio Braziliense, capa do caderno Cidades 04/09/90.

32 CORREIO BRAZILIENSE. “Roriz volta atrás e mantém secretários”. Brasília, Correio Braziliense, capa, 07/12/99.

1 MELO, José Marques de. A opinião no jornalismo brasileiro. Petrópolis, Vozes, 1994, pág.15.

 CHAGAS, Carlos. Brasil sem retoque 1808 - 1964. Rio de Janeiro, Record, volume 2, 2001.


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3 Gisela Taschner, autora de livro sobre o jornal Folha de S. Paulo, “Folhas ao vento” , afirma várias vezes que poucos foram os veículos que tiveram coragem de enfrentar o regime militar. Já Helena Capelato e Carlos Guilherme Mota afirmam que a Folha optou por uma atitude “low profile” durante o período mais difícil do regime militar e Mário Sérgio Conti transcreve fala do dono da Folha Otávio Frias afirmando que achava uma bravata enfrentar a ditadura. TASCHNER, Gisela, obra citada. MOTA, Carlos e CAPELATO, Helena, obra citada e CONTI, Mário Sérgio, obra citada.

4 Para Moulliaud, a produção de sentido começa com a diagramação. Já Clóvis Rossi lembra que o desenho gráfico das páginas expresso por meio do tamanho das matérias, dos títulos e da disposição do texto são exemplos de filtros entre o fato o material que o leitor vai ler, interpretar e compreender do acontecimento. MOULLIAUD, obra citada. ROSSI, Clóvis. O que é jornalismo. São Paulo, Brasiliense, 1980.

5 John Soloski justifica que essa atitude dos profissionais ocorre em função da cultura própria da classe, “uma vez que o profissionalismo jornalístico é independente de qualquer organização jornalística, dá aos jornalistas uma base de poder independente que pode ser utilizada em confrontações com a direção de uma organização jornalística” que não pode estar diretamente envolvida no processo de produção jornalística. José Marques de Melo também comenta que as vezes os jornalistas se posicionam contra a empresa, mas há negociações entre os dois . SOLOSKI, John. O jornalismo e profissionalsimo alguns constrangimentos no trabalho jornalístico”, in TRAQUINA, Nelson (org). Jornalismo: questões, teorias e estórias. Lisboa, Veja, 1993, pág. 99. MARQUES, José Marque de, obra citada.

6 Para Adriano Duarte Rodrigues, os jornais, ao relatarem um acontecimento, criam um outro acontecimento. Para ele, as notícias não contam exatamente que ocorreu sâo uma interpretação. ROGRIGUES, Adriano Duarte. “Delimitação, natureza e funções do discurso mediático”, in MOUILLAUD, Maurice. O jornal da forma ao sentido”. Brasília, Paralelo 15, 1997.

7 Premissas da objetividade: ouvir os dois lados, apresentar declarações dos envolvidos nos fatos, seqüência de dados, informações técnicas, entre outros. TUCHMAN, Gaye. “A objetividade como ritual estratégico: uma análise das noções de objetividade dos jornalistas”, TRAQUINA, Nelson. Jornalismo: questões, teorias e estórias. Lisboa, Veja, 1993.

8PHILLIPS, E. Bárbara. “Novidade sem mudança”, in TRAQUINA, Nelson. Obra citada, pág, 327. KUNCZIK, Michael. Conceitos de jornalismo. São Paulo, Edusp, 1988.

9 LIMA, Venício. Obra citada.

10 TRAQUINA, Nelson. Obra citada.

11 CHAPARRO, Manuel Carlos. Pragmática do jornalismo. São Paulo, Summus, 1993 e RIBEIRO, Jorge Cláudio, obra citada.

12 MOUILLAUD, Maurice. Obra citada, pág. 75

13 SILVA, Carlos Eduardo Lins, obra citada, pág. 23.

2 Idem.

14


15 TASCHNER, obra citada, pág. 119.

16 RIBEIRO, obra citada, pág. 90.

17 AMORIM, obra citada, pág. 101.

18 FRANÇA, Vera Regina Veiga. “Construção jornalística e dizer social”, in MOULLIAUD, obra citada, pág. 484 e 487.

7 Ver História das Folhas de S. Paulo e Folhas ao vento, obras citadas.


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