Cronologia da História do Município de Conchas



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Em 19/12/1906 pela Lei Estadual nº 1.038 o Distrito de Paz de Conchas foi elevado à Vila, figura administrativa alterada que no Império correspondia ao Município, superior à de Freguesia, mas que na República passava a ser inferior ao Município;

  • Em 1906 por escritura pública Jorge Paulo comerciante aluga de Salvador Lopes de Morais, filho do pioneiro João Lopes de Morais falecido em 27/04/1894, uma casa à Rua Dr. Mariano, por 15$00 (quinze mil reis) mensais;

  • Em 08/3/1907 Francisco José Speers superintendente da EFS vende 14 alqueires de terra, hoje centro da nossa cidade; ver mais informações no título sobre Francisco José Speers, neste livro;

  • Em 22/3/1907 por escritura pública João Favalli vende ao Sr. Manoel da Cruz um açougue com todos os seus pertences, no valor de 725$000 (setecentos e vinte e cinco mil reis);

  • Em 23/3/1907 por escritura pública Manoel da Silva Pinto (Maneco) filho de Manoel da Silva Pinto falecido em 1892, e sua 2ª mulher Geraldina Maria de Morais, vendem ao Sr. Manoel Francisco Rodrigues cinco alqueires de terra havidos de João Manoel Vieira, na divisa com Salvador Lopes de Morais no valor de 400$000 (quatrocentos mil reis);

  • Em 26/3/1907 por escritura pública Manoel Martins de Souza e sua mulher Escolástica Maria de Jesus vendem ao Sr. Cantidiano Alves Lima, 20 alqueires de terra no Baguari por 1:000$000 (um conto de reis), dentro da Fazenda Santana, terreno que houvera de Manoel Correa de Toledo;

  • Em 14/5/1907 por escritura pública João da Silva Pinto Jr. grande comerciante de madeira bruta, casado com Fermiana Maria da Silva, arrenda por cinco anos 80 alqueires de mata no Bº do Pará, do Sr. Claudino Leme da Rosa e sua mulher Maria do Espírito Santo, para retirar madeira pagando pelo metro cúbico: 4$000 pela peroba e 5$000 pela Cabriúva e Cedro;

  • Em 17/5/1907 por escritura pública o Sr. João da Silva Pinto Jr passa procuração à firma “Gouveia e Bacelar e Cia” para receber da EFS dinheiro resultante da venda de madeira bruta e dormentos para a ferrovia, pedindo ainda ao Sr. Marcolino Rodrigues de Morais que assinasse a procuração por ele, a rogo, por estar doente impossibilitado de fazê-lo;

  • Em 17/5/1907 por escritura pública Domingos Gonçalves Pedro o mesmo que em 1900 formou a Fazenda São Domingos no Baguari, e que para hipotecá-la pediu procuração da mulher que deixara em Portugal, vende terreno havido de Firmino Sebastião e Máxima Correa e outros, de 24 metros por 35,50 metros situado na travessa 5 de Dezembro, atual Rua Maranhão e esquina com a travessa que desce para a Rua 8 de Abril, atual parte da Rua J.B. de Camargo Barros, por 400$000 (quatrocentos mil reis) ao Sr. Carlos Walkman;

  • Em 1907 Paulo e Tereza Cassetari então negociantes estabelecidos à Rua Dr. Mariano atual Rua São Paulo, vendem terreno na mesma rua ao Sr. Olívio Maracini;

  • Em 18/5/1907 por escritura pública Laurindo Augusto da Silva e sua 2ª mulher Benedita Arruda ele filho de Francisco da Silva Pinto e Gertrudes Maria de Jesus, neto de Baltazar da Silva Pinto este um dos quatro irmãos SILVA PINTO que por aqui chegaram em 1832, vendem ao Sr. João Sartori um terreno de quatro alqueires e 3/4 tendo divisas com: Francisco Rodrigues da Fonseca, Álvaro Domingues Branco e Manoel da Silva Pinto, “Maneco” que viveu 81 anos, irmão do Claudino da Silva Pinto, sendo testemunhas: Albino da Silva Pinto, sitiante e Carlos de Arruda negociante;

  • Em 01/6/1907 Joaquim Antonio da Silva e sua mulher Vergília Maria tinham 9 (nove) alqueires de terra no Rio do Peixe, havidos por herança do pai e sogro Salvador Lopes Cardoso casado com Antonia Maria Cardoso, em divisas com estrada para Botucatu e propriedade de Bonilha Toledo;

  • Em 18/6/1907 por escritura pública Francelino Sutil de Oliveira e Fermina Filomena de Oliveira vendem a Paulo Cassetari negociante, 12 alqueires de terra que houveram por herança da mãe e sogra Benedita Maria da Silva esta filha de José da Silva Pinto falecido em 1896, este um dos quatro irmãos SILVA PINTO pioneiros de Conchas;

  • Em 22/7/1907 por escritura pública João Luiz Martins vende aos outorgados compradores irmãos: Vitaliano, Ângelo, Carlos, Joaquim e Carlota Fieri, um sítio no valor de 2:500$000 (dois mil e quinhentos mil reis), com 3 casas de morada de madeira coberta por telhas, piquetes cercados de arame, para porcos, monjolo para farinha e engenho para cana de açúcar, fazendo divisa com o sítio do alemão Guilherme Christocfel;

  • Em 26/7/1907 por escritura pública Olinto Boaventura, farmacêutico, hipoteca ao Sr. Claudino da Silva Pinto no valor de 1:500$000 (um conto e quinhentos mil reis) , sua casa na esquina da Rua nº8, atual Rua Pernambuco que saindo da Rua Dr. Mariano, atual Rua São Paulo, vai ter ao Cemitério;

  • Em 14/9/1907 por escritura pública Ritta Maria de Jesus com 75 anos de idade, viúva de Ignácio Amâncio Mariano, no Bº Água dos Felix em casa do seu genro Antonio Ignácio Pires, faz testamento instituindo herdeira dos seus bens sua filha Joaquina Maria de Jesus casada com Antonio Ignácio Pires, sendo este avô do Dr. Virgílio Martins de Souza e bisavô de Nélson Malheiro; foram testamenteiros: Antonio da Silveira Garcia e Marcolino Rodrigues de Morais, este pai do Mário Rodrigues de Morais;

  • Em 19/9/1907, por escritura pública, João Ferraz de Oliveira Lima Jr. e Guilhermina de Campos, filho e nora do Prof João Ferraz de Oliveira Lima,. vendem aos outorgados compradores: Reggiani, Giuseppi, Adelina e Roggerio Cesari, uma chácara com 25 alqueires no valor de 7:000$000 (sete contos de reis) desmembrados de outra chácara de 40 alqueires, no valor de 8:000$000 (oito contos de reis), que os vendedores houveram de Francisco José Speers, com uma casa de morada e mais duas casas cobertas de zinco, tendo por divisas terras de Germano Wey, Manoel Martins de Souza, na estrada que vai para Botucatu ao lado do Ribeirão da Manoela, atual dos Lopes, Olaria de Olímpio Maraccini, terras da EFS e cabeceira do córrego do matadouro;

  • Em 1907 Teotônio Rodrigues de Lara Campos e José Augusto de Lara Campos tinham fazenda com 11.500 pés de café, nos fundos da Sesmaria Bonilha;

  • Em 30/9/1907, por escritura pública, Benedito Raposo e sua esposa Maria José Raposo vendem 26 alqueires de terras, Sitio Águas Virtuosas, na Estação de Ortiz município de Botucatu, no valor de 300$000 (trezentos mil reis), ao outorgado comprador Antonio Alves de Almeida;

  • Em 07/12/1907, por escritura pública, Francisco Xavier de Miranda e Gertrudes Maria vendem um sítio de 18 alqueires no Bº do Moquém, no valor de 2:500$000 (dois contos e quinhentos mil reis), ao Sr. João José da Silva;

  • Em 22/01/1908 Pedro Ciomei vindo de Rio Bonito antigo povoado de Samambaia elevado a Freguesia em 1866 com aquele nome, sob a jurisdição de Botucatu e passando em 1871 para Tatuí, sendo elevada a Vila em 1880, atual Bofete, por escritura pública comprou de João Batista de Camargo Barros o sobrado que depois pertenceu a Archângelo Gorga, à Rua Nº2, atual Rua São Paulo, então prédio nº17, em terreno adquirido de José Patton, medindo 9,70 m de frente com fundos para a estrada de ferro, ao lado da casa de Pasqual Barone avô do nosso Pasqual conhecido poeta e colecionador de peças exóticas, por 5:000$000 (cinco contos de reis); esse Sr. Pedro Ciomei comprou muitos terrenos em nossa povoação, inclusive aqueles 5 (cinco) alqueires vendidos aos srs. Trajano Engler de Vasconcelos e Francisco Serraino de que já falamos, circundando em meia lua a atual praça Tiradentes, menos a Rua São Paulo, o que nos leva a crer ter havido por compra dos herdeiros de André Honorato Alves doador do Largo da Santa Cruz, atual Praça Tiradentes, à Cúria Diocesana em 1890;

  • Em 06/02/1908, por escritura pública de “doação in solutum”, isto é, para quitar dívida, Alexandre Elias recebe um terreno na povoação do Distrito de Conchas, no valor de 158$000 (cento e cinqüenta e oito mil reis), de Ana Firmino a quem forneceu peças de armarinhos;

  • Em 17/8/1908, por escritura pública, Ângelo Tócchio arrenda de Constantino Simone por 75$000 (setenta e cinco mil reis) por mês, pelo prazo de três anos, uma olaria com cinco alqueires de terra no Bº dos Baltazares, cedendo o vendedor os seus direitos às mensalidades em pagamento ao Sr Bernardino de Biasi;

  • Em 01/3/1909, por instrumento público, o Sr. Antonio Ferraz passa uma procuração para o Sr. Henrique Bellnomini para receber em seu nome 18:640$000 (dezoito contos, seiscentos e quarenta mil reis) do Governo do Estado, valor correspondente à empreitada para construção da estrada de rodagem desta povoação à povoação de Rio Bonito, atual Bofete;

  • Em 16/4/1909, por escritura pública, Ritta Maria de Jesus viúva de Ignácio Amâncio Mariano, vende por 500$000 (quinhentos mil reis) 33 alqueires de terra, na Água do Félix, dos 50 alqueires do sítio herdado de seu marido, tendo como divisas as terras de: Antonio Ignácio Pires, Delfino Ignácio Pires, Cantidiano Alves Lima e Joaquim Domingues;

  • Em 18/4/1909, por escritura pública, Carlo Alberto Paladini e Ângelo Tócchio compram de Matias Gomes de Morais, no valor de 500$000 (quinhentos mil reis), 2(dois) alqueires de terra, no Bº Galevoca, perto da olaria arrendada ao Ângelo Tócchio por Constantino Simone, divisa com terrenos dos herdeiros de Manoel da Silva Pinto falecido em 1892 no Bº dos Silva, sendo o mesmo pai de Claudino da Silva Pinto;

  • Em 14/6/1909, por escritura pública, a Câmara Municipal de Tietê representada pelo prefeito Joaquim Correa de Toledo compra dos outorgantes proprietários: Antonio Manoel Alves, João Pastina e Afonso de Simone, no valor de 250$000 (duzentos e cinqüenta mil reis) uma área de terreno na Rua nº5, atual Rua Maranhão, fundos da casa nº7 à Rua nº2, atual Rua São Paulo, para alargamento da Rua nº5, atual Rua Maranhão;

  • Em 17/6/1909, por escritura publica, Antonio Luiz Rodrigues Bueno e Gertrude Maria Correa compram de Manoel da Silva Pinto, “Maneco”, e Geraldina Domingues da Silva, terreno no Bº dos Silva, herança de seu pai e sogro Manoel da Silva Pinto falecido em 1892; terreno que fez parte dos 100 alqueires vendidos ao Tomazeli Santi e outros;

  • Em 19/6/1909, por escritura pública de venda sob hipoteca lavrada no Cartório de Conchas, Antonio Luiz Rodrigues Bueno e Gertrudes Maria Correa, genro e filha de José da Silva Pinto falecido em 1896, vendem 100 alqueires de terras com 4 (quatro) casas, cercado de arame e pau a pique, no Bº dos Silva, tendo início no Poço Redondo no Rio das Conchas, subindo pelo espigão e descendo até a água dos Baltazares e por este a sua foz no Rio das Conchas e ainda por este de volta ao Poço Redondo, heranças do pai e sogro e partes adquiridas dos cunhados e irmãos: João, Francisco Coppolo Lordy e do primo Manoel da Silva Pinto (Maneco), a Tomazelli Santi, José Santi, João Santi, este menor púbere, Antonio Santi, Agostinho Santi e Ângelo Santi, estes menores impúberes, Agostinho Párise, menor púbere, Basílio e Santi Párise, uns e outros assistidos por seus pais: Tomazelli Santi, João Parisi, Ângelo Párise, Pedro Párise, Alberto Febricário, no valor de 6: 500$000 (seis contos e quinhentos mil reis), a prazo de 2(dois) sem juros, cujo pagamento final de 4:500$000 (quatro contos e quinhentos mil reis) deu-se em 19/6/1911 conforme escritura pública;

  • Em 06/7/1909, por escritura pública, Antonio Ignácio Pires comprou de Marcolino Rodrigues de Morais por 400$000 (quatrocentos mil reis), os 33,5 alqueires que o vendedor houvera de Ritta Amâncio Mariano sua sogra;

  • Em 16/7/1909, por escritura pública, João da Silva Pinto Jr., não tendo filhos faz testamento retificado em 24/7/1909, deixando seus bens a Fermiana Maria da Silva sua mulher, incluindo os herdeiros necessários, tendo como testemunhas Marcolino Rodrigues de Morais, Mario Rodrigues de Morais e Alexandre Elias;

  • Em 04/8/1909, por escritura pública, Olimpio Consani e Elisa Consani emprestam de Pasqual Barone, o velho, 2:500$000 (dois mil e quinhentos mil reis) sob hipoteca, pelo prazo de 2 anos e juros de 1% ao mês, tendo por objeto a casa à Rua nº2, atual Rua São Paulo, com terreno de 9,0 por 40,0 metros, confrontando com Francisco José Speers e Afonso Simone e Sobrinho;

  • Em 18/8/1909, por escritura pública, Henrique Busneli comerciante à Rua nº1, atual Rua Rio de Janeiro, esquina com a Rua nº8, atual Rua Pernambuco, arrenda de “Afonso Simone Irmão e Sobrinho”, por 50$000 (cinqüenta mil reis) mensais, a casa e terreno em que reside e tem uma padaria,

  • Em 15/02/1910 por escritura pública Benedito Martins de Souza e Rita Maria da Conceição pais do Dr. Vergílio Martins de Souza então residentes em Jaboticabal-PN, passam procuração ao Dr. Joaquim Correa de Toledo para representá-los no inventário do sogro e pai Antonio Ignácio Pires, falecido em 13/12/1909 aos 67 anos de idade, tendo por testemunha Alexandre José;

  • Em 25/02/1910, segundo escritura pública, no tabelião de notas de Sorocaba, “Ribeiro e Cia” vendem por 1:500$000 (um conto e quinhentos mil reis) um terreno com 22 alqueires havido por compra feita de Germano Wey, no Bº que levava deste o seu nome, caminho para o Baguari passando por Ana da Mota, João Cirino e Antonio Bertin, na estrada para Salgado atual Juquiratiba, sendo testemunhas: Emílio Mundini e Benedito Custódio de Almeida;

  • Em 1910, por escritura pública, Pedro Ciomei, negociante, vende por 7:000$000 (sete contos de reis) aos irmãos Abud, fazendeiros em Pirambóia, a então casa nº41 que houve de Francisco José Speers, à Rua nº2 atual Rua São Paulo, esquina com a Rua nº7 atual Rua Minas Gerais, com terreno cercado de pau à pique tendo uma cisterna, medindo 11,60 metros de frente por 44,60 metros de fundo para a Rua Minas Gerais, trecho do atual calçadão, divisa com Maria Honorata Lopes;

  • Em 23/4/1910 por escritura pública Francisco Rodrigues vende ao Sr. Rafael Albano e outros, uma casa á Praça da Matriz;

  • Em 01/5/1910, por escritura pública, Maria Cecília de Morais viúva de Manoel da Silva Pinto falecido no Bº dos Silva em 1892, vende por 400$000 (quatrocentos mil reis) aos outorgados compradores: Ângelo Tócchio e Carlo Alberto Paladini, 2 (dois) alqueires de terra, localizados juntos à olaria de Constantino Simone, altos da cidade, com divisas por três lados com terras da outorgante vendedora e seu filho Claudino da Silva Pinto;

  • Em 04/5/1910 houve um contrato de corrida de cavalos, entre outros, na raia do Mota cujos contratantes eram: Francisco Serraino proprietário do cavalo preto com estrela na testa e patas brancas, e José Ciomei apostando no cavalo tordilho com estrela na testa, cujo proprietário era o Sr. Demétrio Pinto; os jóqueis eram respectivamente Júlio Lino Bernardo e o menino Sebastião Viana, valor do contrato 500$000(quinhentos mil reis); contavam com dois juizes e mais um para caso de empate sendo depositário do prêmio Marcolino Rodrigues de Morais (o velho); em uma outra corrida em 1915 aparecem como jóqueis Antonio Belo e Salvador Manoel de Oliveira, na raia do Campo, sendo proprietários dos cavalos: Otaviano Leite Gonçalves e Tufic Sallin Helou, e , como testemunhas dos acordos no contrato: João Miguel Caram e Pedro Moisés;

  • Em 1910 “Francisco Matarazzo e Cia.” tinham aqui negócios relacionados ao comércio de café e mais tarde de algodão; Francisco Matarazzo fez algumas viagens para Conchas em seu “trailer”, veículo motorizado puxando carro dormitório com cozinha e sanitário;

  • Em 14/8/1910 o “Círculo Italiani Uniti Lavoro e Perseverança” de Conchas, cujo Presidente era Arcângelo Gorga, adquiriu um terreno na então Praça da Matriz, fundos para a Rua nº7 atual Rua Minas Gerais, medindo 16,18 m x 73,oo m, pelo preço de 400$000 (quatrocentos mil reis), sendo outorgantes vendedores “Antonio Miguel e Cia.”, firma de São Paulo; a referida sociedade de italianos funcionou em casa alugada, na mesma praça, desde 26/9/1908 e infelizmente não prosperou como seria desejável para o congraçamento da colônia italiana com a nacional e demais nacionalidades; em Tietê sociedade semelhante foi um sucesso, onde descendentes das diversas etnias freqüentavam o clube dos italianos, bastante concorrido, sem discriminação, com bailes ao som de vitrolas, sendo tal clube o mais preferido pelos estudantes: ginasianos, colegiais e normalistas;

  • Em 30/01/1911 Joaquina Maria de Jesus viúva de Antonio Ignácio Pires falecido em 13/12/ 1909, em Conchas, vende 50 alqueires de terra, herança do marido, ao Sr Benedito Martins de Souza que viria a ser seu genro ao se casar com sua filha Rita, esta mãe dentre outros filhos, do Dr. Virgílio Martins de Souza;

  • Em 18/02/1911, por escritura pública, Virgílio Lino Bernardo filho de José Lino Bernardo e Francelina Maria, neto de José da Silva Pinto falecido em 1896, vendem 3,5 alqueires de terra herdados da mãe e mais 13,5 alq. herdados do avô, ao Sr. Joaquim Mendes Gonçalves;

  • Em 06/4/1911, por escritura pública, a Câmara Municipal de Tietê representada pelo seu Prefeito Municipal Antonio José Rodrigues, compra de João Batista de Camargo Barros uma quarta de terra situada na Rua nº4 atual Rua Paraná, confrontando com terrenos de Benjamim Ângelo e Estrada dos Lopes, no valor de 300$00 (trezentos mil reis) para abertura de rua, para abertura de Rua;

  • Em 25/5/1911 por escritura pública Senhorinha Maria de Jesus viúva de Salvador Lopes de Morais nascido em 1836, filho de João Lopes de Morais, vende a Benedito Raposo um sítio de 5,5 alqueires de terras com casa de morada, no Bº dos Lopes também conhecido por Bº dos Aflitos, divisa com Laurindo Augusto da Silva este pai de Francisco Augusto da Silva Pinto conhecido por “Chiquinho Baltazar”, no valor de 450$000 (quatrocentos e cinqüenta mil reis); terras essas onde Gregório Marcos Garcia, pioneiramente, plantaria um mar de eucaliptos;

  • Em 01/6/1911, por escritura pública, Belarmino José de Oliveira conhecido por “Nhô Belo”, casado em 09/4/1901 com Ana Correa Leite, irmão de Marcílio Jose de Oliveira, deixa em testamento à sua mulher a casa então nº28, à Rua nº2 atual Rua São Paulo, aos seus filhos menores: de criação Lázaro Félix e Afonso Sebastião, bem como aos filhos legítimos: João José e Joaquim José de Oliveira, este avô de José Augusto Belo de Oliveira nosso festejado cantador de Cururu;

  • Em 19/6/1911, por escritura pública, Antonio Luiz Rodrigues Bueno recebe de Tomazelli Santi 4;5000$000 (quatro contos e quinhentos mil reis), restante da dívida pelos 100 alqueires que lhe vendeu no Bº dos Silva, hoje Bº dos Tomazella;

  • Em 19/10/1911 faleceu João da Silva Pinto Jr com 48 anos, de hanseníase, casado com Fermiana Maria da Silva Pinto falecida em 1936, filha do 1º casamento de Antonio Ignácio Pires e Delfina Maria Corrêa; João tinha escritório em terrenos de sua propriedade à Rua São Paulo com fundos para a Rua Rio de Janeiro, onde hoje fica o Banespa e antes ficava a “Casa Caram”; o falecido fez parte de uma COMISSÃO PROMOTORA DE MELHORAMENTOS LOCAIS, 1898; era filho de João da Silva Pinto este falecido em 1892, com 68 anos, sepultado em Pereiras, um dos quatro irmãos SILVA PINTO pioneiros de posses de terras em nosso município;

  • Em 24/02/1912 a firma “Locchi Langoni e Cia”, dos sócios Luiz Locchi e Hermínio Langoni, contrata através de escritura pública o empreiteiro de obras Emílio Simoneti residente em São Paulo, para construção de um edifício com 21 janelas, para máquina de beneficiar algodão, arroz e outros cereais, em terreno do 2º sócio à Rua nº10 atual Rua Amazonas, divisa com a estrada de ferro, por 28:500$000 (vinte e oito contos e quinhentos mil reis); aqui percebemos como era intenso o comércio de algodão e cereais, em nosso ainda Distrito de Paz, e se depositava confiança em seu progresso;

  • Em 1912 foi criado o Esporte Clube Conchense com existência de fato, que passaria legalmente a se chamar Associação Atlética Conchense a partir de 30/12/l928, segundo ata de fundação, contando com as presenças das seguintes pessoas: Joaquim Pinheiro Machado, José Diniz, Elias Felix, Heitor Maraccini, João Antunes de Oliveira, João Neder, Rômulo Sbragia, Hermínio Correa de Almeida, Renato Firmino Sobrinho, Pasqual Barone Neto, Gregório Marcos Garcia, Luiz Teixeira Lima, Ferrucio Tonolli, José Benedete, Rafael Consani, Raul Correa de Almeida, Gabriel Felix e Renato Teixeira; foi eleita a seguinte diretoria: Presidente - Joaquim Pinheiro Machado, Vice - Heitor Maracini, Secretário - José Diniz, Tesoureiro -- Elias Felix, Diretor de Desportos - João Antunes de Oliveira;

  • Em 1912, através de seu procurador Luiz Locchi o alemão Guilherme Christocftel adquire por compra 150 alqueires de terras no Baguari, divisas com João Feitor, propriedade mais tarde arrematadas judicialmente por José Malheiro residente em Sorocaba, por 9:000$000 (nove contos de reis); com certeza não se trata do pai de Nelson Malheiro mas de um membro da família em que seu bisavô Pedro Antonio Severo, ao 12 anos, fugido dos pais em Cruz Alta, RGS, acompanhado tropeiros, se agregou;

  • Em 1912 Antonio Manoel Alves passa procuração para Tufi Salim Helou casado com Carmelina Fontanelli, administrar sua serraria no Bº do Pará;

  • Em 16/10/1912 aparece pela 2ª vez sendo a 1ª em 1910, nas escrituras públicas o nome do Sr. João Miguel Caram juntamente com Benedito Telles, como testemunha na escritura de venda de um terreno com três alqueires, de Marcolino Rodrigues de Morais avô do seu homônimo Marquinho que foi prefeito em Conchas, ao Sr. Ângelo Tócchio, terreno esse com três casas de tijolos e olaria que o vendedor houve por compra dos antigos donos: João Pinto da Silva Jr e Fermiana Maria da Silva Pinto, onde está a atual olaria da família Tócchio no início da Rua Minas Gerais ao lado do Ribeirão dos Lopes e Rio das Conchas; valor da venda foi 5:000$000 (cinco contos de reis) sendo 3 contos com prazo de 6 meses vencendo juros de 1% ao mês, sendo 2 contos pelo prazo de 1(um) ano sem juros;

  • Em 1913 houve uma firma denominada João Miguel Caram e Neder, com sede na Rua São Paulo sendo José Neder o sócio gerente, mas logo se desfez;

  • Em 21/02/1913, por escritura pública, Antonio Ignácio Pires Jr vende a Henrique Busnelli morador na atual Rua Rio de Janeiro esquina com a Rua Pernambuco, por 600$000 (seiscentos mil reis), um carro de boi com arreios e seis bois assim denominados: Redondo de cor branca, Bem Feito também branco, Ingrato pintado, Moeda também branco, o boi Prata também branco e Penacho pintado de amarelo;

  • Em 01/4/1913, por escritura pública de arrendamento o capitalista Pedro Ciomei arrenda por 3 (três) anos, a 200$000 (duzentos mil reis) por ano, ao Sr. Henrique Busnelli 5(cinco) alqueires de terras para lavoura, mais tarde vendidas aos Srs. Francisco Serraíno e Trajano Engler de Vasconcelos, no subúrbio desta povoação ao lado do Largo Santa Cruz, Rua nº8, atual Rua Pernambuco, Rua do Cemitério, estrada para Laranjal, linha sorocabana, voltando para o Largo Santa Cruz, entrando pela atual Rua São Paulo;

  • Em 01/5/1913, por escritura pública, Carlo Alberto Paladini compra de Claudino da Silva Pinto e sua mulher Elídia 2 (dois) alqueires de terra, subúrbio da povoação, no valor de 200$000 (duzentos mil reis) herança do pai e sogro Manoel da Silva Pinto, este um dos quatro irmãos SILVA PINTO, pioneiros de Conchas, falecido em 1892 no Bº dos Silva vítima de varíola;

  • Em 13/5/1913, por escritura pública, Ângelo Tócchio entrega ao Sr. Hércules Sacco um terreno de seis braças por 12 braças da frente ao fundo, na Praça da Matriz, no valor de 150$000 (cento e cinqüenta mil reis) para saldar dívida pelos serviços prestados pelos seus filhos ao cedente;
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