Cultivo de plantas medicinais conhecendo corretamente as plantas medicinais



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Prezado colega, grato por ter assistido o curso. Estou enviando textos extraídos de minhas publicações e que poderão contribuir para que tenha sucesso no cultivo de plantas medicinais e condimentares.
Furlan
CULTIVO DE PLANTAS MEDICINAIS
CONHECENDO CORRETAMENTE AS PLANTAS MEDICINAIS

Uma planta é classificada como medicinal por possuir substâncias que tem ação farmacológica. Estas substâncias são denominadas de princípios ativos e na maioria das vezes não se sabe quais destes que realmente estão atuando.

O produtor de plantas medicinais diferencia-se de outros por necessitar de conhecer a utilização de sua planta, como estão as pesquisas sobre esta planta e principalmente saber a sua identificação. Alguns anos atrás, produtores de confrei tiveram grandes prejuízos, depois que foram divulgados os efeitos cancerígenos do uso excessivo, que mesmo sendo uma informação polêmica, causou proibição do comércio de folhas da planta. O contrário aconteceu com a fáfia, que acabou sendo comparada com o ginseng e melhorou a vida das pessoas que a produziam. De qualquer maneira é mais comum notícias que realçam o valor medicinal das plantas.

Além das informações sobre as pesquisas na área da saúde, é importante que se tenha certeza da identificação da planta que se pretende investir, pois não são raras as confusões que acontecem como as que ocorrem quando se menciona os nomes boldo, arnica, melissa, erva-cidreira, erva-doce e atualmente com as ervas-de-são-joão.

Muitos compradores de plantas medicinais para iniciar o contato, levam em consideração o conhecimento do produtor. Por isso é importante que se saiba o máximo possível da planta que tenha interesse em produzir.
Nome popular x nome científico
Embora as comunidades tenham os nomes para identificar as plantas, e que devem ser respeitados, estes variam muito e dificultam quando ocorrem trocas de informações. São raras as plantas medicinais que possuem poucos sinônimos como por exemplo arruda, picão preto, alecrim, alfazema, citronela e eucalipto.

As variações podem ocorrer até mesmo entre vizinhos e muitos não aceitam o nome que o outro dá a sua planta. Como exemplo, são dados os nomes populares ou vulgares de duas espécies que possuem nomes que variam conforme a região (boldo-baiano) ou que variam dentro da mesma (capim-limão).



Boldo-baiano
Esta espécie, de origem africana, tem variações principalmente em função das regiões como por exemplo:


  • figatil

  • fel-da-terra

  • boldo-indígena

  • boldo-do-chile

  • estomalina

  • cuaça

  • aluman

  • loma

  • árvore-do-pinguço

  • boldo-de-goiás

  • alcachofra

  • boldo

  • caferana

As denominações deste boldo, como pode-se observar, variam muito entre si, apesar de muitos nomes já indicarem a sua utilização como hepático. Curioso também é o uso dos nomes alcachofra e boldo-do-chile, pois nos aspectos visuais não há semelhança com os verdadeiros. A ampla variação de nomes se dá principalmente pela importância que a medicina popular dá a esta planta, cujos efeitos já são comprovados.


Capim-limão
Apesar de ser uma planta de origem asiática, no Brasil adaptou-se facilmente e hoje é uma espécie que mesmo dentro de uma comunidade pode ter vários nomes como por exemplo:


  • capim-santo

  • erva-cidreira

  • chá-de-estrada

  • cidrão

  • capim-cidrão

  • cidreira

  • chá-brochante

  • erva-cidreira-de-folha-estreita

  • erva-cidreira-de-homem

  • cidró

  • capim-cidreira

No mercado mundial como é uma planta importante para as grandes indústrias de destilação, é conhecida por muitos comerciantes no Brasil como lemongrass, que é considerado um nome comercial.

As confusões com relação a identificação de plantas podem trazer problemas tais como:
· uso de forma errada;

· intoxicação com a planta errada;

· compra ou venda da planta errada;

· plantio de espécie não adequada ao local; e



  • perda de credibilidade principalmente para o futuro produtor.

As confusões aparecem em função de fatores tais como: desinformação (que muitas vezes é causada até por órgãos de imprensa, quando noticiam as virtudes de uma planta), da transmissão oral e da diversidade de raças e do tamanho do país. As plantas nativas de uso na medicina popular com vários nomes são geralmente plantas que ocorrem praticamente em todo o país.

Para tentar resolver o problema destas variações, os pesquisadores colocaram para cada ser vivo um nome oficial ou chamado de nome científico. Este nome possui regras e as principais são demonstradas nos nomes científicos do capim limão e do boldo-baiano.


Nome popular

Nome científico







Capim-limão

Cymbopogon citratus Stapf.

Boldo-baiano

Vernonia condensata Baker

Observe que o nome científico vem grafado em itálico (ou pode ser em negrito) e o primeiro nome (gênero) inicia em maiúscula e o segundo (espécie) em minúscula. O nome do autor no final do nome científico serve para indicar quem originou o nome. Há outras regras como se indicam híbrido (como exemplo Mentha X villosa) ou variedade (Mentha aquatica var. crispa por exemplo), mas estas são as principais.

Plantas que possuem o mesmo gênero são bem parecidas como por exemplo as mentas: hortelã-pimenta (Mentha piperita), poejo (Mentha pulegium) e a hortelã comum (Mentha crispa).

Infelizmente há alguns nomes oficiais que estão sendo discutidos e que sofreram mudanças ao longo do tempo. Como exemplo, o boldo de folha peluda que era chamado de Coleus barbatus e os livros mais atuais passaram a chamá-lo de Plectranthus barbatus ou a camomila que recebe nomes científicos diferentes quando se observa as publicações.

Pela legislação é obrigatório em rótulo de medicamento, colocar o nome científico de todas as espécies vegetais que ele contenha.
Portanto o produtor comercializa Cymbopogon citratus e não capim-limão.

Principais confusões na identificação


Felizmente não são muitas as confusões e para colocar-se um passo a frente de muitos, aprenda a reconhecer os verdadeiros boldo, arnica, melissa, erva-doce, erva-de-são-joão e algumas outras, como veremos a seguir. Algumas confusões acontecem mesmo com vendedores, propositalmente ou até por falta de informação.

Há até exageros como uma empresa que vendia cápsula de algas marinhas mas no rótulo constava do nome científico Baccharis trimera ou seja, a popular carqueja (também chamada de tiririca-de-babado no nordeste).



Boldos
A maioria da população acredita que possui no quintal o boldo-do-chile, no entanto o verdadeiro é raríssimo no Brasil. No país ocorrem algumas plantas que são chamadas de boldos e os principais são: o boldo-da-terra (boldo de folha peluda) e o boldo-baiano, que pode ser considerado o mais alto. As folhas do boldo-do-chile possui odor muito próximo da erva-de-santa-maria devido a presença de mesma substância.

A denominação boldo no início do século só era referência ao boldo-do-chile e na Primeira Farmacopéia Brasileira de 1929, há somente citação deste com nome científico - Boldus boldus - que atualmente não é mais utilizado, exceto em algumas farmácias.

A identificação correta dos boldos é importante porque o boldo-do-chile e o boldo-da-terra possuem efeitos colaterais e portanto devem ser usados com muito critério e também porque possuem diferenças nas indicações. De qualquer maneira o que encontramos nas farmácias é o verdadeiro, pois o Brasil gasta muito dinheiro com importação desta espécie, apesar de possuir plantas com eficácia semelhante.

Além destes dois, há ainda o boldo de folhas miúdas (boldo-português ou boldo-miúdo entre outros nomes), que é do mesmo gênero do boldo-da-terra e o boldo-chinês. De qualquer maneira todos os boldos são usados pela população para problemas hepáticos.


Apesar de praticamente não encontrar boldo-do-chile plantado no Brasil, é fácil de encontrá-lo em supermercado e farmácias, o que conclui-se que o Brasil importa grande quantidade desta planta.

Diferenças entre os principais boldos




Boldos


Nome científico

Origem

Características principais

Boldo-do-chile

Peumus boldus

Chile

altura de 12 a 15 m

importado



Boldo-baiano

Vernonia condensata

África

2 a 4 m de altura

quebra facilmente com o vento



Boldo-da-terra

Plectranthus barbatus

ou Coleus barbatus



África

1 a 2 m de altura

folha peluda

flor azulada


Como é comum em plantas não domesticadas pelo homem, estes boldos podem ter grandes variações na altura e no tamanho das folhas, principalmente como as que ocorrem com o boldo-baiano. Só tome cuidado para não confundir com algumas espécies ornamentais muito parecidas com o boldo-da-terra

Além das diferenças citadas no quadro 01, observe no próximo quadro as diferenças nos usos e componentes químicos dos principais boldos.
Usos e componentes químicos dos boldos


Boldos



Usos ou propriedades

Componentes químicos

Toxicidade ou

efeitos colaterais

Boldo-do-

chile


estomáquica, coletérica,

diurética



ascaridol, boldina,

flavonóides e glicosídios



abortivo,

causa hemorragia interna



Boldo-baiano

analgésica, anti-úlcera,

antimicrobiana, carminativa



sesquiterpenos,

saponinas



ainda não verificado

Boldo-da-terra

azia, analgésica,

estimulante da digestão,



óleo esssencial,

flavonóides e saponinas



pose causar irritação

gástrica quando usado por longo período




Ervas-cidreiras
As palavras cidreira ou melissa nas plantas medicinais estão relacionadas ao uso como calmante e por isso, várias plantas possuem essas denominações. No entanto, quando se trata da verdadeira melissa, o correto seria a de origem européia e na qual derivou o nome latino Melissa officinalis.

Em quase todo o Brasil, a planta que recebe o nome de melissa é uma planta com flores liláses e que cresce com muita facilidade. No sul é comum chamá-la de erva-cidreira-brasileira. O seu nome científico é Lippia alba e é de origem brasileira. No nordeste há outras espécies de Lippia mas que recebem nomes como alecrim-pimenta ou alecrim-de-vaqueiro.

Outra planta chamada de erva-cidreira é um capim e possui inúmeras outras denominações, como já foi observado. Através da chave de identificação fica fácil saber quais são as ervas-cidreiras ou melissas que ocorrem mais comumente no Brasil.
Diferenças entre as principais ervas-cidreiras


Ervas cidreiras


Nome científico

Origem

Características principais

Capim-limão

Cymbopogon citratus

Ásia

capim

cheiro suave de limão



Erva-cidreira- brasileira

Lippia alba

América do Sul

cerca de 1,0 m

flores liláses

cresce muito fácil


Erva-cidreira

Melissa officinalis

Europa

menos de 60 cm

raro dar flor no Brasil

semelhante ao hortelã

odor de desinfetante



Arnicas
São inúmeras as plantas que recebem o nome de arnica no Brasil, apesar de que a verdadeira é de rara ocorrência no país, pois seu hahitat natural são as montanhas da Europa. No Brasil são comuns em quintais ou pastos duas arnicas, e que antigamente uma era também chamada de sapé macho, erva-lanceta ou rabo-de-foguete e a outra de cravorana ou cravo-de-urubu, além de outros nomes. As pessoas que conhecem bem as plantas medicinais ainda usam estes nomes.

No caso das arnicas, tanto a européia quanto a nacional (sapé-macho) já eram relacionadas na Primeira Farmacopéia Brasileira e atualmente são comercializadas. No entanto, a européia recebe preços bem maiores mas é incerto a sua produção em termos de princípios ativos nas nossas condições.

Diferenças entre as principais arnicas


Arnicas


Nome científico

Origem

Características principais

Arnica

Arnica montana

Europa

menos de 0,5 m

flores amarelas

sem caule


Sapé-macho

Solidago chilensis ou

Solidago microglossa

América do Sul

cerca de 1,0 m

flores amarelas

espontâneas


Arnica-de-cerrado

Lichnophora pinaster

América do Sul

mais alta das arnicas

comum em cerrados

folhas iguais a de pinheiro


Cravorana

Porophyllum ruderale

América do Sul

menos de 1,0 m

folhas com odor de caju ou pitanga

comum em quintais



Ervas-de-são-joão
Não são muitas as plantas com o nome de erva-de-são-joão, mas as duas principais possuem diferentes usos e locais de ocorrência. A nossa erva-de-são-joão, também chamada de catinga-de-bode, mentrasto ou picão roxo, é comum nos quintais, possui flores com tons azulados a roxos e tem o uso como analgésico para reumatismo e artrose já atestado pela ciência. A erva-de-são-joão de origem européia é de rara ocorrência no Brasil e possui fama como antidepressiva, o que tem sido a causa de ampla propaganda de algumas empresas.

Há ainda o cipó-de-são-joão, trepadeira e de flores alaranjadas, que é tóxico e na medicina popular é usado no tratamento do vitiligo. Através do quadro 05 percebe-se que são grandes as diferenças entre estas plantas.

Diferenças entre as ervas-de-são-joão


Ervas-de-são-joão


Nome científico

Origem

Características principais

Erva-de-são-joão ou mentrasto

Ageratum conyzoides

América do Sul

cerca de 0,5 m

flores roxas, liláses e amarelas

comum em hortas


Erva-de-são-joão

Hypericum perforatum

Europa

cerca de 1,0 m

flores amarelas



Cipó-de-são-joão

Pyrostegia venusta

América do Sul

trepadeira

flores alaranjadas

comum em beira de estradas




Funcho x erva-doce
Na maioria das vezes o funcho é chamado de erva-doce e esta é de rara ocorrência nos quintais e hortas brasileiras. De qualquer maneira o uso e odor são semelhantes, apesar da verdadeira erva-doce ter maior teor de óleos essenciais.

Erva-doce pode ser sinônimo de anis, como consta no próprio nome científico Pimpinella anisum. No entanto, como anis há ainda a árvore anis-esrelado que produz semente com odor muito semelhante e uma espécie de manjericão com folhas que lembram o cheiro de anis.

Diferenças entre erva-doce e funcho


Espécie


Nome científico

Origem

Características principais

Funcho

Foeniculum vulgare

Europa

mais de 1,0 m de altura

flores amarelas

folhas finas

possui variedades com bulbo comestível

semente mais alongada


Erva-doce

Pimpinella anisum

Egito

e

Oriente



Médio *

menos de 1,0 m

flores brancas

folha larga

semente mais arredondada e menor que a do funcho


* alguns autores citam outras regiões


UM POUCO SOBRE PRINCÍPIOS ATIVOS

Conhecer o que é produzido pelas plantas e que as torna possuidora de efeito medicinal é imprescindível para aqueles que produzirão estas plantas, pois conforme o tipo de substância que se desejará produzir, deverá levar em conta as condições do local e de como será conduzida a cultura. Poderá ser um pouco complicado mas poderá ir conhecendo aos poucos.

O metabolismo das plantas pode ser dividido didaticamente em primário e secundário. No primário, são produzidas substâncias como lipídeos, proteínas, carboidratos, aminoácidos e ácidos nucleicos e que possuem objetivos relacionados ao crescimento e desenvolvimento.

No metabolismo secundário são produzidas substâncias que não são essenciais a vida, mas com atividades tais como proteção contra pragas e doenças e atração de polinizadores. A erva-baleeira (Cordia curassavica) é uma planta medicinal que além de ter seus usos comprovados na medicina (cicatrizante e antiinflamatória), também tem sido utilizada na agricultura como atraente de broca que ataca frutíferas, devido a produzir substância que lembram o feromônio do macho.

O capim-limão é muito utilizado na apicultura para atrair abelhas e a citronela produz substância que repele pernilongos. Na Europa é comum o uso caseiro de sachê de tomilho em armários para afugentar as traças.

Muita planta é considerada daninha por liberar substâncias no solo que inibem o desenvolvimento de outras plantas. Recentemente foram divulgadas pesquisas sobre o plantio de capim-limão para inibir no solo o desenvolvimento de vermes.

Para as plantas medicinais em termos de qualidade, o objetivo maior é o estudo do metabolismo secundário, pois através deste é que são produzidos os princípios ativos. É importante citar que são poucas as plantas que possuem os estudos sobre seus componentes químicos e principalmente como atuam no organismo ou seja, sua ação farmacológica. A dificuldade destes estudos é principalmente pelas milhares de substância que ocorrem na planta

No entanto há plantas amplamente estudadas como a maria-sem-vergonha ou vinca (Catharanthus roseus) que já possui dezenas de alcalóides determinados ou a quebra-pedra.

Resumidamente, alguns dos principais grupos de princípios ativos, suas funções e algumas plantas ricas nestas substâncias estão relacionados no quadro 08:

Quadro 08: grupos de princípios ativos





GRUPO DE

PRINCÍPIO ATIVO



AÇÕES

ESPÉCIERS

  1. mucilagens

antiinflamatória, laxante, cicatrizante,

antiespasmódica



babosa, tanchagem, borragem

  1. óleos essenciais

bactericida, vermífuga, anti-séptica,

anestésica



alecrim, tomilho, hortelãs,

sálvia,tomilho



  1. alcalóides

analgésica, sedativa, anestésica,

calmante,



beladona, estramônio, café,

maracujá, boldo-do-chile



  1. taninos

adstringente, antidiarréica,

vasoconstritora



goiabeira, barbatimão,

pitangueira, espinheira-santa



  1. bioflavonóides




antiinflamatória,

fortalece os vasos capilares



calêndula, erva-baleeira,

camomila, macela



  1. glicosídios

cardiotônicos

cardiotônica,

tratamento de doenças do coração



dedaleira, espirradeira

Por exemplo, para as plantas medicinais aromáticas (umbelíferas e labiadas por exemplo), os componentes em maior evidência são os óleos essenciais e flavonóides. Plantas com flores de coloração amarela possuem flavonóides.

Entre as substâncias que constituem o óleo essencial destas plantas pode-se destacar : citral; mentol; estragol; eugenol; linalol e lineol, que conferem nos aspectos farmacológicos ações antiespasmódica, carminativa, estimulante, anti-séptica e digestiva entre outras.

Há outras substâncias classificadas como princípio ativo, mas o objetivo é apenas exemplificar alguns.

Fatores que afetam os teores de princípios ativos
Tantos os fatores internos como os externos podem afetar os teores de princípios ativos. Como exemplos de fatores internos podem ser citados o número cromossômico, o estágio de desenvolvimento ou as diferenças que ocorrem até mesmo em raças químicas. Em algumas espécies os estudos estão mais avançados com relação a influência destes fatores como por exemplo, uma espécie de hortelã (Mentha spicata) que tem maior produção de óleo essencial na forma cromossômica 2n do que na 4n e a espécie hortelã-pimenta (Mentha piperita) produz maior teor de mentona quando na fase adulta.

Quanto aos fatores externos, já se encontram várias pesquisas que atestam a influência nos teores das substâncias. Altitude, fotoperíodo, temperatura e incidência de luz solar e os relacionados ao solo são exemplos destes fatores, além das várias etapas do cultivo. Experimentos sobre condições bem controladas tem demonstrado que variações no ambiente tais como: temperatura, irradiação e fotoperíodo podem influenciar no rendimento da biomassa e na qualidade do óleo essencial em plantas aromáticas.

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