Cultura de massas



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CULTURA DE MASSAS: Forma de cultura típica das sociedades industriais do séc. XX, criada pela industria cultural p/ ser transmitida a grandes massas sob a forma de bens de consumo, veiculada fundamentalmente pelos meios de comunicação, os media. [emerge nos meios urbanos]
2 Fatores contribuíram para esta homogeneização cultural:

  • A generalização do ensino;

  • O desenvolvimento dos meios de comunicação de massas.


OS MEDIA, VEICULOS DE EVASÃO E DE MODELOS SOCIOCULTURAIS
Imprensa, rádio e cinema: Os mais importantes meios de comunicação da 1ªmetade do séc.XX. – proporcionaram ao cidadão a evasão da rotina diária.

Imprensa:

  • Utiliza um vocabulário simples, feito de frases curtas e atrativas e de diálogos vivos e informais;

  • Livro: produto de uso corrente e popular

  • Novos géneros literários: o romance cor-de-rosa, a banda desenhada e o romance policial;

  • Inaugura-se o jornal de grande tiragem e as revistas

Rádio [o mais popular dos meios de comunicação]:

  • Importante meio de difusão cultural: torna populares aspetos da cultura erudita, estimula gostos e consumos, contribui para esbater as diferenças de pronuncia e vocabulário entre regiões e classes sociais

Cinema:

  • Nascido em França rapidamente se universaliza;

  • Tornou-se uma arte, a 7ª Arte, e de arte passa também a industria;

  • O cinema sonoro abre à 7ª arte novas perspetivas;

  • Possibilidade de evasão: onde residia (e reside) a magia do cinema, o filme conduzia o espectador a uma outra dimensão;

  • Dos mass-media foi o q mais contribuiu p/ a difusão dos modelos sócio-culturais e a consequente estandardização


OS GRANDES ENTRETENIMENTOS COLETIVOS

  • O cinema e a música ligeira transformaram-se em entretenimentos coletivos graças a difusão dos mass media;

  • Sob o impulso dos mass media o desporto internacionalizou-se;

  • O futebol e o boxe adquiriram popularidade, enquanto que outras modalidades como o ténis e o golfe, permaneceram ligadas às classes privilegiadas;

  • Foi sem duvida a cobertura dos media que transformou o desporto em espetáculo e lhe deu dimensão capaz de mobilizar grandes interesses económicos e políticos.


RESUMINDO…

  • A cultura de massas tem um caráter marcadamente popular, criada pelos mass media que estimulam a necessidade do seu consumo;

  • Os bens culturais são objeto de uma produção estandardizada [peças de vida efémera e de pouca qualidade, logo substituídos de forma a incrementar o consumo e a não cansar o publico];

  • Outras funções importantes: Evasão da rotina diária; incute valores e homogeneíza comportamentos e apazigua tensões conflituais.



REGRESSO À ORDEM

  • Depois das desconstruções vanguardistas assiste-se a um regresso à ordem, isto é, à arte figurativa. Esta tendência neorrealista, torna-se um meio de expressão carregado de agressividade social e politica.

  • O artista deve contribuir para a coletividade – ressurgimento da pintura mural



A ARQUITETURA, A ARTE DA COLETIVIDADE

Numa Europa destruída havia necessidade de reerguer numerosos edifícios e de realojar os seus cidadãos. Impunha-se uma construção simples e barata, mas digna.

Só um planeamento eficiente, altamente racionalizado podia suprir as carências habitacionais e gerar o bem-estar de todos. Para isto, era necessário o corte radical com as fórmulas arquitetónicas oitocentistas.


  • 1º Funcionalismo [Revolução Arquitetónica]

  • Renovação da conceção de espaço. O homem será a escala para a construção da casa. Esta terá de ser prática e racional, ou seja, funcional;

  • Volumes simples das casas;

  • Ausência de elementos decorativos;

  • Elevação do edifício sobre pilares;

  • Janelas rasgadas, de grandes dimensões;

  • Terraços

  • Plantas livres (flexibilidade no uso do espaç




  • 2º Funcionalismo [Arquitetura + humanizada]

A arquitetura orgânica não nega o funcionalismo mas liberta-se dos seus dogmas.

  • Nova conceção de planta (1º delimitam-se os espaços interiores e só depois o exterior)

  • Continua a ser uma casa funcional, à medida do homem, mas agora a escala, além de física, é também espiritual;

  • Mais reconciliada com o homem, integra-se melhor na paisagem, “funde-se com a natureza”



A CULTURA E O DESPORTO AO SERVIÇO DOS ESTADOS
As ditaduras compartilhavam o mesmo objetivo de colocar a cultura ao serviço do poder, procurando assegurar que a criação intelectual contribuísse eficazmente para a construção da “nova ordem” que defendiam.

UMA ARTE PROPAGANDISTA

A arte, a literatura e o cinema tinham a missão de exaltarem as conquistas do proletariado e contribuir para a educação das massas. Para que esta tarefa tivesse êxito, era necessária a utilização de uma linguagem acessível a todos, a linguagem do realismo.




  • [URSS]: O vanguardismo russo, desvaneceu-se abafado por um rígido controlo estatal;

  • [ALEMANHA]: O comité central do partido comunista obriga todos os “trabalhadores criativos soviéticos” a agruparem-se em “uniões de criadores” segundo a sua atividade. A ninguém é permitido exercer a sua atividade fora destas instituições que delimitam os parâmetros a seguir. A arte oficial adota então o realismo socialista.

  • [ITALIA]: mais moderado, o fascismo italiano limita-se a proteger os artistas que lhe são favoráveis. Sem instituições oficiais de controlo o poder apenas exige que não sejam postos em causa os pilares da ordem fascista – regresso a uma arte de feição neo-clássica e de dimensões grandiosas.


A POLITIZAÇÃO DO DESPORTO


  • Também o desporto, espetáculo de massas, foi utilizado para fins propagandísticos;

  • A sua internacionalização tornou-o suscetível de aproveitamento político;

  • Os eventos desportivos internacionais suscitam sentimentos nacionalistas e patrióticos;

  • O desporto era considerado essencial à formação do ser humano perfeito, disciplinado, capaz de autocontrolo e sacrifício físico.


O ESTADO NOVO
DA DITADURA MILITAR AO ESTADO NOVO


  • Fim da 1ª republica parlamentar portuguesa – 28 de maio de 1926

  • Instalou-se uma ditadura militar até 1932-33 (também esta fracassou)

  • Em 1928 (em plena ditadura militar) foi nomeado para o governo, p/ exercer as funções de ministro das finanças, António de Oliveira Salazar – P/ ter conseguido um saldo positivo para o orçamento de estado, foi nomeado para chefe do governo, em 1932.

  • Não escondendo o seu propósito de instaurar uma nova ordem politica, Salazar empenhou-se na criação das necessárias estruturas institucionais

  • Criou-se um novo sistema governativo, o ESTADO NOVO (tutelado por Salazar) onde vigorava um forte autoritarismo do estado e o condicionamento das liberdades individuais aos interesses da nação.

  • Utilizando slogans como “Estado Forte” e “Tudo pela nação, Nada contra a Nação”, repudiou: o liberalismo, a democracia e o parlamentarismo e proclamou o caráter autoritário, conservador e nacionalista do Estado Novo.

  • O Estado Novo não deixou de abraçar um projeto totalizante p/ a sociedade portuguesa. A concretização do seu ideário socorreu-se de fórmulas e estruturas politico-institucionais decalcadas dos modelos fascistas, particularmente do italiano.


CONSERVADORISMO E TRADIÇÃO


  • Salazar foi uma personagem extremamente conservadora

  • O Estado Novo distinguiu-se, entre os demais fascistas, pelo seu caráter profundamente conservador e tradicional;

  • Assentou em valores que jamais alguém deveria questionar: Deus, pátria e Família

  • Respeitou as tradições nacionais e tudo o que fosse genuinamente português;

  • A base da nação era a família [núcleo de autoridade c/ papeis rigidamente distribuídos: pai trabalhador, mulher confinada ao estatuto de mãe e esposa e filhos obedientes];

  • Enalteceu-se o mundo rural, refúgio seguro da virtude e da moralidade [a cidade era vista como fonte de todos os vícios]

  • Protegeu-se a religião católica definida, em 1950, como religião da Nação Portuguesa;

  • Reduziu-se à mulher um papel passivo (a nível económico, politico, cultural e social);

  • Manifestações culturais: resguardou-as de tudo o que fosse influência estrangeira.


NACIONALISMO

  • A história tinha de ser memorizada, sem espírito crítico, por todos os jovens que frequentassem a escola;

  • Criaram-se milícias nacionalistas de enquadramento de massas:

  • A mocidade portuguesa (inscrição obrigatória p/ jovens);

  • Legião Portuguesa (p/ adultos)

  • O regime salazarista utilizava as colónias em proveito dos interesses da nação, seguindo os parâmetros definidos pelo Ato Colonial de 1930.


CORPORATIVISMO

  • O estado novo mostrou-se empenhado na unidade da nação e no fortalecimento da Nação;

  • As corporações: famílias e organismos onde os indivíduos se agrupam pelas funções q desempenham e os seus interesses harmonizam-se para a execução do bem comum;

  • Juntamente c/ as famílias, as corporações concorriam para a eleição dos municípios. Corporações e municípios enviavam os seus delegados à câmara corporativa;

  • Na prática só funcionaram as corporações a nível económico, embora a constituição de 1933 programassem uma diversidade de corporações.

A RECUSA DO LIBERALISMO, DA DEMOCRACIA E DO PARLAMENTARISMO


  • (À semelhança do fascismo Italiano) O Estado Novo afirmou-se antiliberal, antidemocrático e antiparlamentar;

  • Segundo Salazar, a nação era um todo orgânico e não um conjunto isolado de indivíduos. Por isso, resultaram duas consequências fundamentais:

- Os interesses da nação sobrepõem-se aos interesses dos indivíduos;

- Os partidos políticos constituíram um elemento desagregador da Unidade da Nação e um fator de enfraquecimento do Estado.




  • Para Salazar, só a valorização do poder executivo garantia um Estado Forte e Autoritário.

  • Subalternizado o poder legislativo, o que sobressaía era a figura do presidente do conselho.

  • Salazar encarnou na perfeição a figura do chefe providencial, intérprete supremo do interesse Nacional;

  • Tal como em Itália, a consolidação do Estado Novo passou também pelo Culto do Chefe, que fez de Salazar “Salvador da Pátria”


O ENQUADRAMENTO DAS MASSAS
A longevidade do Estado Novo pode-se explicar pelo conjunto de instituições e processos que conseguiram enquadrar massas e obter a sua adesão ao projeto do regime.


  • Secretariado da Propaganda Nacional (1933): Papel ativo na divulgação do ideal do regime e na padronização da cultura e das artes;

  • União Nacional (1930): para congregar “todos os portugueses de boa vontade” e apoiar incondicionalmente as atividades politicas do governo.

A unidade da Nação só foi conseguida com a extinção de partidos e com a limitação severa da liberdade de expressão. Por isso, em 1934 a União Nacional é transformada em Partido Único.

  • Obrigou-se o funcionalismo publico a fazer prova da sua fidelidade ao regime através de um juramento:

recorreu-se a organizações milicianas: Legião Portuguesa- Destinada a defender o “património espiritual da Nação”, os Estado corporativo e a ameaça bolchevista; A Mocidade Portuguesa – destinava-se a ideologizar a juventude, incutindo-lhes valores nacionalistas e patrióticos.

  • Controlou-se o ensino, especialmente ao nível do primário e secundário, expulsou-se professores opositores ao regime e adotou-se o livro único.

  • Obra das mães para a Educação Nacional (1936)- destinada à formação das futuras mulheres e mães;

  • Fundação Nacional para a Alegria no Trabalho (FNAT) (1935) – destinava-se a controlar os tempos livres dos trabalhadores, criando atividades recreativas e “educativas” seguindo a moral do regime.



O APARELHO REPRESSIVO DO ESTADO

  • A censura prévia aos média abrangeu assuntos políticos, militares, religiosos e morais, assumindo o caráter de uma ditadura intelectual;

  • Ao “lápis azul” da censura, cabia a proibição da difusão de palavras ou imagens “subversas” para a ideologia do Estado Novo

  • A Polícia Politica – Policia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE), mais tarde, em 1945, designada por PIDE – Policia Internacional de Defesa do Estado - Distinguiu-se por perseguir, torturar e matar opositores ao regime.


UMA ECONOMIA SUBMETIDA AOS IMPERATIVOS POLÍTICOS
- Entre os anos 20 e 40, o País enveredou por um modelo económico fortemente intervencionista e autárcico.
O dirigismo económico do Estado Novo ficou patente nas politicas financeira, agrícola, de obras públicas, industrial e colonial adaptadas.

ESTABILIDADE FINANCEIRA
A estabilidade converteu-se na prioridade de Salazar e do Estado Novo.

Sob o lema de diminuir as despesas e aumentar as receitas, Salazar conseguiu o tão esperado equilíbrio orçamental:



  • Criaram-se novos impostos

  • Aumentaram-se as tarifas alfandegárias sobre importações

Também as reservas de ouro atingiram um nível significativo, permitindo a estabilidade monetária.



Apelidada de “milagre” a estabilização financeira granjeou ao Estado Novo uma imagem de credibilidade e competência governativa.

DEFESA DA RURALIDADE
Anos 30 -> exacerbado ruralismo

O Estado Novo privilegiava o mundo rural, porque nele se preservava o que de melhor tinha o povo português.


  • Construção de inúmeras barragens – melhor irrigação dos solos;

  • A Junta de Colonização Interna fixou população em algumas áreas do interior;

  • Politica de Arborização por parte do Estado melhorou alguns terrenos;

  • Fomentou-se a cultura da vinha – crescimento da produção vinícola;

  • Alargaram-se também as produções de arroz, batata, azeite, cortiça e frutas.

Nenhuma das medidas tomadas em beneficio da agricultura teve a projeção da Campanha do Trigo (1929-37) que teve como objetivo alargar a área de cultura deste cereal -> O crescimento significativo da produção cerealífera conseguiu a autossuficiência do país, forneceu a produção de adubos e de maquinaria agrícola e deu emprego a milhares de portugueses.


OBRAS PÚBLICAS


  • A rede de caminhos de ferro não sofreu transformações de vulto a não ser no material circulante e nos serviços prestados;

  • A construção e reparação de estradas mobilizaram grandes esforços do regima [duplicaram até 1950]

Forneceu a unificação do mercado nacional e proporcionou uma melhor acessibilidade relativa aos mercados.



  • Edificação de pontes;

  • Expansão das redes telegráfica e telefónica;

  • Obras de alargamento nos portos;

  • Os aeroportos (embora em < escala) também mereceram a atenção do regime;

  • Construção de barragens;

  • Expansão da eletrificação.

A política de obras públicas, que se tornou um dos símbolos orgulhosos da administração salazarista inclui ainda a construção de edifícios públicos (hospitais, escolas, tribunais…)


A política de construção de obras públicas foi aproveitada (politicamente) para incutir no povo português a ideia de q Salazar era imprescindível à modernização material do País.



O CONDICIONAMENTO INDUSTRIAL

  • Num país de exacerbado ruralismo, a indústria não constituiu prioridade p/ o Estado;

  • O condicionamento industrial consistia na limitação, pelo Estado, do nº de empresas existentes e do equipamento utilizado, pois a iniciativa privada dependia, em larga medida, da autorização do Estado;

  • O condicionamento industrial reflete o dirigismo económico do Estado Novo

  • Tratava-se antes de mais de uma política conjuntural anticrise. Mais do que o desenvolvimento industrial, procurava-se evitar a sobre produção , a queda dos preços, o desemprego e agitação social.

O condicionamento industrial funcionou como travão à livre concorrência, acarretando um atraso tecnológico.

Criam-se, assim, obstáculos à modernização, perpetuando-se processos tecnológicos e níveis de produtividade arcaicos.



CORPORATIVIZAÇÃO COLONIAL

Em setembro de 1933, o Estado Novo publicou o Estatuto do Trabalho Nacional -> Este diploma estipulava q nas várias profissões da indústria, do comércio e dos serviços (excetuando-se a função pública) os trabalhadores deviam reunir-se em Sindicatos Nacionais e os patrões em Grémios.

Negociariam entre si os coletivos de trabalho, estabeleceriam normas e quotas de produção, fixariam preços e salários.


  • Os Sindicatos e os Grémios eram considerados um instrumento da política governamental autoritária, e da submissão dos trabalhadores ao capitalismo e, por isso, enfrentaram algumas resistências

  • As confrontações atingiram o seu auge no dia 18 de janeiro, na Marinha Grande, quando operários vidreiros ocuparam edifícios públicos e proclamaram “soviete” local.

A POLÍTICA COLONIAL [Base no Ato Colonial de 1930 -> Nele se afirmava a missão histórica civilizadora dos Portugueses nos territórios ultramarinos]

  • Reforçou-se a tutela metropolitana sobre as colónias. Insistiu-se na fiscalização da metrópole sobre os governadores coloniais e no estabelecimento de um regime económico tipo “Pacto Colonial”


Pacto Colonial” – Cabia às colónias ser um mero fornecedor de matérias-primas p/ a indústria metropolitana q obtinha o escoamento garantido nos mercados coloniais.

O Estado Novo procurou reforçar, pela propaganda política, que o Império Colonial era um património histórico de que era legitimo tirar proveito.



O PROJETO CULTURAL DO REGIME

No contexto de um regime de tipo totalitário, a cultura portuguesa encontrava-se subordinada ao Estado e servia de instrumento de propaganda política.

O Estado Novo compreendeu a necessidade de uma produção cultural submetida ao regime -> p/ isso, escritores, artistas, jornalistas (…) “sentiram” a censura.

Mas o Estado foi mais longe nos seus propósitos de controlo da produção cultural -> concebeu um projeto totalizante.



[projeto totalizante]: Politica de Espírito: pretendia elevar a mente dos portugueses e alimentar a sua alma. Implementada pelo Secretariado da Propaganda Nacional, dirigido por António Ferro.



  • Ferro servia-se da “política de espírito” para mediatizar o regime

  • Ferro e Salazar concordavam q as artes e as letras deveriam inculcar no povo, o amor da pátria, o culto dos heróis, as virtudes familiares, a confiança no progresso, ou seja, o ideário do Estado Novo.

Mas essa cultura teria igualmente que evidenciar uma estética moderna! Ferro chamou os modernistas a colaborarem c/ o regime, provocando uma controversa e problemática união entre conservadorismo e vanguarda.

  • No domínio literário, a ação do Secretariado da Propaganda Nacional revelar-se-ia um fracasso.

  • Já nas artes plásticas e decorativas, na arquitetura, no bailado, no cinema e até no teatro, a colaboração mostrou-se mais fecunda.

As principais manifestações artísticas do Estado Novo evidenciaram-se nas obras arquitetónicas das exposições internacionais (Com destaque para a “Exposição do Mundo Português”em Lisboa em 1940) e em obras de elogio ao ideário nacionalista.


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