Curiosidades genealógicas



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VI – Meus bisavós:

1- Martha Leonore Emilie Klug – Luterana batizada em 1891 na Colônia Dona Francisca, onde nasceu em 01/NOV/1890. Morena clara, de cabelos e olhos castanhos, temperamento alegre e jovial e estatura mediana. Enfrentou forte oposição de seu pai para poder casar com meu bisavô Alfredo, que não era da colônia alemã, tendo para conseguir casar lavrado pedaço de terra maior que o de seus irmãos na propriedade da família, que situava-se onde se localiza atualmente o bairro Itaum, em Joinville. Foram seus irmãos: 1) Anna Luise Mathilde, nascida em 26/MAI/1874 na Estrada da Ilha, batizada em 12/JUL do mesmo ano sendo seus padrinhos de batismo Gottlieb Stein, Agnes Karnopp e Dorothea Siedschlag, casou em 1894 com Otto Friedrich Carl Wilhelm Reimer, filho de Wilhelmine nascida Safo e Joachim Reimer; 2) Emilie Wilhelmine, falecida em 1876, com 14 meses e 7 dias; 3) Emilie Caroline Henriette, nascida em 21/MAR/1876 e batizada no dia seguinte tendo como padrinhos Emilie Stein, Carolina Klug e Conrad Müller; 4) Louise Emilie Caroline, n. em 19 ou 20/SET/1877 e batizada no dia 25, afilhada de August Kristner, Marie Ulrichsen e Carolina Müller; 5) Otto August Hermann Gustav, n. em 27/SET/1878, sendo no batismo apadrinhado por Gottlieb Stein, August Retzlaff e Wilhelmina Siedschlag e tendo se casado com Ulrike nascida Hille, de quem teve os filhos Otto e Josef; 6) Jacob Franz Hermann, falecido na infância, nascido em 10/MAR/1881, sendo seus padrinhos de batismo Jacob Meier, Franz Stamm e Hedwig Unger; 7) Hermann, que consta da relação dos filhos de Emilie Klug, nascida Siedschlag, em certidão de óbito de 1893; 8) Wilhelm Gustav Emil, n. em 21/SET/1884, sendo seus padrinhos de batismo Wilhelm Benner, Wilhelm Sohn e Louise Richlin; 9) Bernardo Fritz Carl Benjamin, n. em 30/AGO/1886 e batizado em 07/NOV daquele ano, afilhado de Bernardo Stamm, Fritz Ulrichsen e Benjamim Tiede; 10) Alfred Friedrich Bernardo Hermann, alfaiate que viveu em Jaraguá do Sul e nascido em 27/MAR/1889, sendo seus padrinhos de batismo Francisca Gertrude de Souza, Elvira Hippolita do Canto, Bras Celestino Oliveira e Hermann Stein e 11) Fritz Wilhelm Carl, n. em 17/ABR/1893, quando sua mãe faleceu no parto. Foram padrinhos de batismo deste último Arnold Kölsch, Luise Schröder e Franz Lepper.

O comerciante Gustav Adolf Richlin (26/OUT/1857-09/JAN/1948) nasceu em Joinville, onde casou em 20/SET/1882 com Sophia Augusta Lina Stock, filha de Frederico Augusto Stock e Joana Christina Henriquetta Krausche, tendo deste casamento o filho Adolfo, nascido em 27/ABR/1884 em Joinville, onde casou em 08/MAI/1915 com Luise Wetzel, joinvilense nascida em 21/ABR/1894. August Richlin casou em primeiras núpcias com Karoline Johanna Erwin Anton, de quem teve 3 filhas: Auguste Erwine (casada com Albert Lepper), Marta (casada com Victor Laszinski) e Maria, nascida em 11/AGO/1891 e casada em Joinville com Arnold Heeren, nascido em 25/ABR/1880 em Curitiba, filho da alemã Mathilde Klaumann e do engenheiro construtor da Estrada Dona Francisca, August Heeren, alemão nascido em 21/DEZ/1833 em Hannover e falecido em 05/SET/1891 em Laguna-SC. Em segundas núpcias August casou com Ida Schmalz, nascida em 25/NOV/1870 e falecida em 16/OUT/1936 em Joinville, viúva de Wilhelm Bennack, tendo deste segundo casamento 2 filhos homens e 6 filhas, inclusive Luise Richlin (02/MAR/1868-19/AGO/1964) joinvilense casada com Otto Parucker.

Consultando registros luteranos de 1941 a 1955 em Curitiba encontrei os seguintes sobrenomes que já me eram familiares: Ostreich, Ehler, Eller, Herzog, Hermann, Krelling, Walter, Günther, Seeling, Sponholz, Bühler, Barbosa, Shimanski, Matthes, Sommer, Barros, Born, Henke, Bahr, Hein, Fiedler, Schuchardt, Mayer, Bischof, Seidel, Ferreira, Schultz, Andrade, Vidal, Langer, Lange, Schulz, Pugsley, Muller, Jordan, Gaertner, Pereira, Gugisch, Graf, Brautigham, Fruet, Barddall, Bartz, Koch, Barth, Polack, Schmidt, Richlin, Sachs, Erdmann, Blasi, Timm (em um registro aparecendo como Tiehm), Wagner, Prosdócimo, Cunha, Schultz, Ganzenmüller, Lima, Martins, Corrêa, Mathes, Schindler, Vaz, Schmalz, Vinhas, Zabel, Nascimento, Becker, Zimmermann, Rodrigues, Richter, Poleza, Talamini, Cornelsen, Hauer e Gatz. Chamou-me a atenção o sobrenome Poniewas, que pensei fosse de país de língua báltica ou eslava mas era alemão.

Além dos irmãos mencionados acima Martha teve um irmão natimorto. Ela casou em 1910 em Joinville  com

2- Alfredo Bento da Costa – Sua descrição como “jornaleiro” no registro de seu casamento talvez significasse que era remunerado diariamente. Nasceu onde atualmente se situa Barra do Sul-SC. Teve pelo menos 2 irmãos e uma irmã. De estatura abaixo da média, rosto estreito, nariz grande e retilíneo, queixo proeminente e olhos azuis ou verdes. Era muito religioso, gostava de escrever orações e respeitava muito as mulheres mas tinha personalidade cismática, tendo sido provavelmente neurótico com um pouco de paranóia. Teve diversos empregos e foi um dos primeiros empregados da Farmácia Minâncora, em Joinville-SC. Após enviuvar de Martha casou com Idalina nascida Silva (31/JAN/1898-20/OUT/1971), que já tinha uns 4 filhos e com quem teve mais alguns. Faleceu aproximadamente em 1963 em Joinville-SC, quando residia numa casa próxima da Estação Ferroviária.

* Finéia e Henriqueta, que faziam belos trabalhos de costura, seriam parentes de Alfredo ou da sua esposa Martha e parentes também do sr. Reinaldo Moreira recentemente falecido e que foi meu vizinho em Joinville. Consta que o sr. Reinaldo tinha sido filho adotivo. A viúva dele é da família Michereff e parente do padre monsenhor Juca, da Cúria de Joinville.

3- Ignácia Rodrigues – Nasceu no Sul de Santa Catarina em 1892, numa família sem muitos recursos financeiros. De estatura pequena, rosto fino, magra e muito resistente, pele clara, testa saliente e cabelos muito brancos. Trabalhou muito inclusive lavando roupa dos filhos em rio e era muito religiosa mas tinha o hábito de se queixar. Faleceu em Joinville-SC em abril de 1981 com aproximadamente 90 anos, devido a complicação em cirurgia. Teve pelo menos os seguintes irmãos: 1) Laurinda Figueiredo, nascida em 30/AGO/1884 e batizada em 24/JUN/1885 em Tubarão-SC; 2) Maria Figueiredo; 3) Inoscenzia Figueiredo, nascida em 14/JUN/1893 em Tubarão e batizada em 24/MAI/1894; 4) Antonio Figueiredo e 5) João Laurindo, que morou em Lages-SC e certa vez visitou a família de minha mãe em São Francisco do Sul. Datas de nascimento e/ou de batizado de fontes diferentes de seus irmãos Maria e Antonio  citados acima são contraditórios. Casou em fins de 1911 com

4- Martinho Paulo Pacheco – Nascido em Imbituba- SC, segundo um documento em 10/OUT/1889 e segundo informação oral em 12/NOV daquele ano. Foi principalmente pescador e trabalhou no Farol de Santa Marta, em Laguna-SC, antes de mudar-se para São Francisco do Sul. Fazia tarrafa, um tipo de rede de pescar. Barrigudo, moreno claro, de estatura mediana e de rosto quase quadrangular. Foi membro do Círculo Esotérico da Comunhão do Pensamento e participou do Centro Espírita Caridade de Jesus, em São Francisco do Sul. Tinha testa saliente e o mesmo tipo de sobrancelha do probando, a que os chineses chamam de sobrancelha de dragão (sinuosa).         

     Teve somente irmãs, 4 ou 5 (Angelina, Noêmia, Salvatina, Florentina e Francisca) ou talvez 4 delas fossem meio-irmãs. Irmã de Martinho por parte de pai e de mãe era Angelina Paulo Pacheco, nascida em 1892 em Laguna e casada em Sant’Ana, Mirim, em 20/JUL/1919 com Boaventura Candido do Nascimento. Francisca casou com o comerciante Domingos Costa, de quem teve 2 filhos médicos.

     Martinho morou com sua esposa Ignácia principalmente na Praia do Calixto, num terreno que tinha sido da Marinha, perto de terras do sr. Calixto, da família Pereira Lima, no bairro francisquense dos Paulas, família esta parente dos Pereira Lima da Praia do Inglês e da família de um barbeiro Pereira Lima que do casamento com uma Mascarenhas parente do famoso almirante de sobrenome Nolasco teve alguns filhos dentre os quais o articulista Hercílio, cuja esposa era de Araquari de uma família Rocha Coutinho que seria de origem judaica.

* Em 24/ABR/1876 José da Rocha Coutinho, negociante residente em Paranaguamirim, registrou no cartório central de Araquari um filho de sua escrava, Joaquim.

     Em certa época meus bisavós Martinho e Ignácia moraram com os filhos perto da localidade francisquense de Ubatuba, onde foram vizinhos de Emílio Sousa Benke, pai de Ademir, Valdivia, Flávio e Júlio. Flávio casou com Naziria Schuster, de Blumenau. Parece que Martinho teve filhos fora do casamento. Teria predito o dia de sua morte com acerto. Faleceu na casa de seu filho Armando pouco depois de tomar água da chuva que pedira que meu avô lhe trouxesse. Após falecer teria aparecido como agênere para um motorista de ônibus a fim de assegurar que uma de suas filhas não perdesse a viagem e teria também dado comunicação mediúnica na Inglaterra destinada a um de seus netos.

5- Maria Francisca de Carvalho – De cabelos castanhos claros e muito religiosa, tendo o hábito diário de rezar o terço, segundo minha avó paterna esta minha bisavó rezava 3 terços que ela chamava coroa. Talvez parente de Pedro Alves de Carvalho que com 27 anos, filho legítimo de José Alves de Carvalho e Anna Maria da Silveira, casou em 18/DEZ/1909, em Joinville-SC, com Elvira Torrens, então com 21 anos, filha legítima de Manoel Pedro Torrens e Leopoldina Maria da Silveira. Deve ter sido parente de Abílio Silveira de Carvalho, cujo registro de óbito foi feito no distrito francisquense do Saí depois de 1931.

Maria Francisca teve pelo menos os seguintes irmãos: Hemétrio Onofre, Anna, Basílio Pedro, João, Antonio e Procópio Ezequiel. Basílio Pedro, que parece ter sido alferes, casou com uma irmã do marido de Maria Francisca,

6- Pedro Bernardino da Silveira – Além de alguns irmãos teve meio-irmãos do primeiro casamento de seu pai, com Marianna Tavares de Miranda. Talvez somente por causa da herança de seu sogro foi dono de engenho na Vila da Glória, na parte continental de São Francisco do Sul. Segundo uma tradição oral nasceu no dia da Abolição da Escravatura e faleceu na década de 1970. É bem possível no entanto que seja o Pedro nascido em 14/MAI/1882 em São Francisco do Sul, também filho de Hermelino José da Silveira e Rita Lídia. Na época em que ele viveu parece ter sido comum casais repetirem o prenome de um filho em outro, caso o primeiro daquele prenome falecesse na infância. De pele muito clara que ficava avermelhada (tipo cimeriano), olhos claros e cabelos escuros, Pedro Bernardino fumava muito e comia muita carne.

Não é parente de João Bernardino da Silveira, que se destacou em Joinville-SC como educador, era de família paranaense de Lapa e foi casado com Ada Sant’Anna.

Após enviuvar de Maria Francisca, Pedro Bernardino casou com a jovem Pureza de Oliveira Prado. A filha desta, Zilda, casou com um neto de Pedro Bernardino, Zenir.

Em 22/JAN/1923 Antonio Lemos Correia compareceu ao cartório de registro civil do distrito francisquense do Saí para registrar a menina Maria, conforme o registro sem irmãs do mesmo nome e filha legítima de Eustaquio Valente do Rosário e de sua mulher Anna Maria da Graça Filha, residentes no lugar Caiti (?) e lavradores, sendo avós paternos da menina Antonio Valentim do Rosário, já falecido, e Escolástica do Rosário e maternos João d’Oliveira do Prado e Anna Maria da Graça. Em 24/OUT/1926 faleceu em São Francisco do Sul João de Oliveira Prado, com 82 anos, casado, “de causas naturais do coração”.

    Pedro Bernardino teve pelo menos os seguintes irmãos: 1) Antonio, nascido em 16/AGO/1875 e batizado em 16/JUL/1876; 2) Anna, nascida em 13/OUT/1877 e batizada em 08/DEZ daquele ano e em cujo registro de batismo seu pai aparece como Ermelino; 3) Joaquim, nascido em 31/DEZ/1879 e batizado em 05/JUL/1880 e 4) Lauro, nascido em 25/FEV/1892 e batizado em 05/FEV/1893 e que era de estatura mediana ou abaixo da média e parece ter sido o mesmo que casou com Júlia, de rosto arredondado.

Muitos Silveira da região de São Francisco do Sul-SC não são parentes do autor. A título de curiosidade anotei de obituário alguns que talvez sejam: Em 01/FEV/1920 faleceu o francisquense João Fernandes da Silveira, de congestão. Em 02/OUT/1920 Anna Silveira da Luz, com 68 anos e residente em São Francisco do Sul faleceu de moléstia intestinal. Em 05/NOV/1920 Maria Inocência da Silveira, com 55 anos, viúva do falecido Sérgio Jonathas de Sousa e residente na localidade francisquense de Monte de Trigo faleceu sem os sacramentos. No cartório de registro civil do distrito francisquense do Saí em 02/JAN/1923 Jorselino Antônio da Silveira registrou Maria Alberta da Silveira, filha natural de Maria José de Almeida, doméstica residente em Pontal do Norte.

7- Ana Gomes Parreira – Francisquense falecida por volta de 1973, quando meu avô materno transportou de barco seu corpo para ser velado na Vila da Glória. Era de estatura abaixo da média e seus olhos teriam sido  segundo uma fonte amendoados ou puxados e seus cabelos lisos mas estas características não deviam ser muito fortes porque não foram confirmadas por outras pessoas nem pela pessoa que as tinha informado quando fiz a esta novas perguntas sobre esta minha bisavó passado algum tempo após aquela descrição... Ana tinha algumas crendices de origem judaica como a de que apontar estrelas gera verrugas. Seu irmão João, conhecido como Zico, era pescador e não tinha um dos dedos do pé, razão pela qual deixava pegada característica na areia. Este João foi pai pelo menos de Zelfa e da Helena esposa de um Grubba que fazia comércio de cachaça e era irmão do marido de Célia nascida Hrseimnou, sobrenome comum em Araquari, com este marido e filhos residindo por muitos anos perto da casa dos avós maternos do autor na Praia do Inglês, em São Francisco do Sul. Ana Gomes Parreira foi irmã também de Floresta (nascida em 30/JUN/1890 e batizada em 12/OUT/1890), de Adalgisa (nascida em 29/ABR/1893 e batizada em 07/SET/1893 e que minha avó paterna chamava erroneamente de Darcisa) e da mãe do famoso padre Ney Brasil Pereira, cujo pai era filho de Maria da Graça Silveira e Manoel Pereira de Miranda (descendente dos Miranda Coutinho mencionados algumas vezes neste trabalho) e irmão de Othília Pereira, que casou civil e religiosamente em 08/NOV/1890 com Aristides Waip Cardoso (06/OUT/1895-01/JUL/1946), filho de Felicia Maria Waip (esta filha de Maria Margarida Waiper) e João Mafra Cardoso, este antepassado de uma Miss Brasil nascida no Rio Grande do Sul e filho de Francisca da Silva Mafra e Marcelino Nunes Cardoso, que foi padrinho de batismo de muitos francisquenses e um dos donos de engenho que mais alforriaram escravos antes da Abolição da Escravatura. Também desta família Parreira e parentes próximas de Ana foram Lita e Telma. Esta última protagonizou um escândalo em S. Francisco em função de trair seu marido, um Tavares de madeireira, com um ex-governador de Santa Catarina, Pedro Ivo. O marido de Telma era radioamador, gravou conversas telefônicas da esposa com o amante desta e as expôs em público em casa quando ali estavam reunidos diversos convidados da cidade.

     Um neto de Zelfa Parreira apelidado de Braguinha e que foi colega de Exército de meu pai teve do casamento com uma Amorim do bairro francisquense dos Paulas o filho Roberto Amorim Moreira, médico com quem estudei na UFSC.

Ana casou com 22 anos de idade em Araquari-SC, em 14/NOV/1908, com

8- José Domingos dos Santos – Nascido em 15/OUT/1883 em Araquari, onde foi batizado em 28/JAN/1884. Foi pescador, comerciante e dono de sítio perto da Praia Bonita e da Vila da Glória. Fisicamente e talvez também em temperamento parecido com meu tio paterno José. Perto da Praia Bonita mencionada ficava a praia de Figueira, onde em 26/ABR/1919 faleceu por influenza, aos 15 anos de idade, Lindolfo, filho de Antonio Tavares Brandão e Anna Brandão Pereira.

VII- Avós do probando:

1- Maria Bento da Costa – Nascida em 28/FEV/1922 em Joinville-SC. Rosto quase elíptico. Dolicocefalia. Estatura mediana. Cabelos finos, ondulados e castanhos médios. Sobrancelhas finas. Olhos verdes. Pele muito clara mas sem as características do tipo cimeriano. Testa alta e saliente. Surdez adquirida na fase adulta e Mal de Alzheimer na velhice. Teve além de 4 meio-irmãos por parte de pai os irmãos

1) Francisco – pintor de quadros, alto, claro, de olhos azuis e rosto estreito que deixou descendência na região de Itapoá-SC e que por falar Alemão foi confundido pela Polícia com espião nazista e

2) Domitília, morena escura, de rosto arredondado, de estatura mediana e olhos esverdeados ou castanhos claros. Domitília teve do casamento com Emílio Siqueira, que tinha parentes na região de São Bento do Sul-SC, a filha Ilse (que do casamento com um sr. apelidado de Dole teve os filhos Raquel Aparecida, Salete, Ilsemar, Sandra e Marilise, que recebeu este nome porque sua mãe se equivocou quanto ao nome de minha irmã, parecido) e o filho Dílson, apelidado de Filhinho e que casou com Nair Kratsch, que coincidentemente tinha apelido de Filhinha, de quem teve cerca de 10 filhos. Domitília e Emílio tiveram também uma filha adotiva, Edwirges.

Esses meus tios-avós Domitília e Emílio moraram muitos anos no bairro francisquense de Rocio Pequeno, perto do mangue e da ferrovia. Eles pareciam comprovar que o ambiente é muito mais significativo que o DNA porque após estarem quase sempre juntos durante décadas eram muito parecidos um com o outro.

Os meio-irmãos de Maria foram: 1) Ancorina, que morou em Joinville-SC e faleceu de problema cardíaco; 2) Jaci, casada com Adolfo e que residiu em Porto União-SC; 3) João, sargento do Exército que foi morar em Blumenau-SC e 4) Diva, que morou em Joinville-SC. De outras filhas de Idalina Silva conservaram-se na memória da família os nomes de Nália e de Santina, que tinham relacionamento muito bom com a minha avó materna.

2- Manoel Paulo Pacheco – Nascido em Imbituba-SC em 27/ABR/1915, teve sua data de nascimento alterada em registro para que pudesse trabalhar como empregado em navio. Pescador e comerciante que trabalhou também numa madeireira de portugueses em Joinville. Altruísta, simpático, teimoso, questionador, muito observador, muito autoritário, simples na forma de se vestir e em atitudes. Não era muito de agir com franqueza, preferindo dizer para alguém dizer algo para um terceiro. Político de esquerda influenciado principalmente pelas idéias de um sr. João apelidado de João Vermelho e de um Livino residente na localidade francisquense de Bela Vista, mais conhecida como Rabazedo. Não tinha muito estudo e deixou-se influenciar por diversas baboseiras do marxismo, infelizmente ainda muito em voga atualmente no Brasil até em meios universitários. Moreno claro. Forte tendência de formar barriga. Cabelos muito brancos. Orelhas do mesmo tipo que as do probando. Leve dolicocefalia. Estatura abaixo da média e tórax pequeno. Lábios muito finos, rosto oval e muito estreito, nariz reto e mesorrino. Hipertricose nas orelhas e no nariz. Olhos castanhos médios. Glaucoma. Faleceu em hospital em Joinville no primeiro semestre de 1998. * Foram seus irmãos, a maioria mais novos que ele:

1) João, que faleceu em Curitiba após ter trabalhado durante muitos anos no Exército e teve filhos de 2 casamentos. O primeiro foi em 1937  com Nair Schemiko (27/NOV/1920-31/JUL/2003), de quem teve Glaci, Darcy e Marli. Glaci casou com Ary Faria Furquim, que foi prefeito de Santo Antônio do Sudoeste e de quem teve uma filha (Anelise) e 3 filhos homens (Roberto, Darcy e Sérgio).

·         O sobrenome Faria e sua variante Farias muitas vezes indicam origem geográfica dos antepassados que o portavam mas indica também muitas vezes origem judaica, tendo a mesma origem etimológica do sobrenome Pires.

·         O sobrenome Furquim presente no Brasil há alguns séculos e presente na genealogia paulista deriva da cidade alemã de Forccheim e seria procedente de judeus da região do Líbano. Em Curitiba há um escritório dos advogados Luciano Furquim e Paulo Jensen na rua Inácio Lustosa.

 A outra filha deste casamento de João, Marli, casou com um funcionário do Banco do Brasil.

Após se separar de Nair João casou com Natália, do Oeste catarinense e de origem italiana, que consta ser uma pessoa de excelente índole e muito dedicada e de quem teve João Paulo, Serge (adepto da Seicho-No-Iê) e Telma (que se tornou espírita da escola de Kardec).

Este meu tio-avô João faleceu com câncer. Foi um dos membros desta família aqui abordada que mais evoluíram mentalmente, afastando-se do meio de ideias acanhadas que deve ter contribuído muito para que pelo menos alguns de seus irmãos tivessem mentalidade tacanha;

2) Alcébio, comandante de máquina de navio casado com Zilda, filha de portugueses, com quem teve os filhos Glacy, Alcébio (aposentado pela Marinha), Jorge (que foi comandante de rebocador e pelo menos até recentemente cultivava mariscos), Rosângela e Marli;

3) Maria, que tinha fotos dos pais, um galo símbolo de Portugal e um candelabro de 7 braços, faleceu solteira e sem descendentes e trabalhou nos Correios em S. Paulo e mesmo sendo muito religiosa seguidora do catolicismo dava testemunho do fenômeno que seu pai teria produzido como agênere em 1955. Parece que para a maioria das pessoas que a conheciam ela era esquisita. Fez muitas cirurgias mas faleceu por insuficiência no coração, um mês após sua irmã Branca;

4) Branca, adepta do relativismo moral e casada com Cristiano Moraes, procedente de Guarapuava-PR, de quem teve os filhos Jair (surdo) e João, sendo o primeiro dono de gráfica. Branca teve problemas cardíacos. Segundo muitos francisquenses ela era amante do pintor Kurt Hermann, pai da fotógrafa Lair Bernardoni. Seu filho João, de estatura mediana e grande pilosidade teve 3 filhos do casamento com uma mulher de origem polonesa: Jefferson, Gilmar e Joelma, sendo os 2 últimos de olhos claros, Jefferson dentista e político e de rosto arredondado e Joelma oftalmologista;

5) Antenor, estivador de cabelos bem ondulados e que teve 3 ou 4 filhos de seu casamento com Roseira, parente de Edwiges Silveira (Dodô), cujo pai era da mesma família Silveira da avó paterna do probando. Um de seus filhos, Evaldo, também tem cabelos bem ondulados e casou com Sônia, filha legítima da sra. Célia casada com um Grubba e portanto das famílias de origem alemã Hreisemnou e Grubba, tendo esta Sônia um irmão com a alcunha de Liu que casou com Elisete, filha do Antenor aqui citado, que foi um dos primeiros dos irmãos do avô materno do probando a falecer.

* O autor lembra de quando na infância ouvia comentários sobre a ordem aparentemente quase alfabética em que os membros desta irmandade estavam falecendo;

6) Hercílio (Ciloca), estivador que aparentemente era alcoólatra e que do casamento com Anita teve os filhos Martinho, Maria Ângela, Mauro, Marlene, Maurício, Marisa, Kátia e Hercílio;

7) Antonio (Antonico), faleceu de câncer do intestino, antes de seus irmãos que chegaram à fase adulta. Morou muitos anos em casa alugada próxima da avó paterna do probando. Do primeiro casamento, com Maria, teve a filha Elian, psicóloga que do casamento com Romeu Telma, da UFPR e com doutorado em Mannheim (Alemanha) teve 3 filhos, incluindo Susan, formada em Medicina pela PUC/PR e do segundo casamento, com outra Maria, do Oeste catarinense, teve os filhos Maristela (já falecida) e Antonio;

8) Pedro (com heterocromia dos olhos e que levou o sobrenome Rodrigues antes de Pacheco), nascido em 17 ou 27/SET/1928, calmo, bondoso, fisicamente um pouco parecido com o famoso líder socialista Trotsky, casado com Leonor, de aparência cabocla, que viveu na infância e na juventude no bairro francisquense dos Paulas e era filha de um sr. apelidado de Maneco Pesador. Desta Leonor, Pedro teve o filho Leonel e com ela adotou Lourival;

9) Sebastião, simpático e altruísta mas aparentemente com um pouco de problema mental e/ou inteligência abaixo da média, comerciante de alimentos que residiu até não faz muito tempo em Curitiba e que do casamento com Ivete, filha de portugueses, teve os filhos José Martinho, Janemari e Jucemara, esta última casada com um policial. Sebastião faleceu de parada cardíaca.

10) Aura, que teve câncer de intestino e faleceu com 75 anos em 02/SET/2001 em Joinville, no Hospital Dona Helena, já viúva de Fúlvio Salvado Doin, descendente de família Cruz, irmão de Joel, que foi presidente do Centro Espírita Caridade de Jesus em São Francisco do Sul, tendo deste casamento com Fúlvio a filha Sandra, que casou em sinagoga em Curitiba e mais um filho adotivo, Flávio. O marido de Sandra foi assessor de um Prefeito de S. Francisco do Sul-SC. Parece que Aura fazia aniversário em 03 ou 04 de agosto. Ela me parecia esquisita e antipática.

  * Situava-se em Paris pelo menos até uns anos atrás uma editora chamada Doin que publicava livros inclusive de microbiologia e bioquímica. A família Doin, de origem francesa, residiu onde atualmente se localiza o Centro Espírita Caridade de Jesus logo acima citado, o primeiro do estado de Santa Catarina, localizado na Praia do Mota. Aura levou a mãe do probando a um centro espírita quando este tinha cerca de 1 ano de idade e ali, onde trabalhava uma prima de Fúlvio chamada Beatriz a mãe deste recebeu mensagem mediúnica de um médium da família Fedatto, mensagem muito interessante a respeito de um problema de saúde.

11) Armando, que trabalhou com empresa marítima e cuidou de sítio, falecido com 80 anos e sepultado em 23/ABR/2009, viúvo da citada Edwiges Silveira, que consta ter sido muito boa e era irmã de Euclides, Jairo e Orides e filha de Virgínia de Moraes e Joaquim Silvério da Silveira, este último parente do pai da avó paterna do autor. Armando tinha problemas cardíacos e teve entre outros filhos Edna que casou com um Zanlorenci e reside em Curitiba e Dejair, que pelo menos até pouco tempo atrás tinha um barco de passeios pela Baía Babitonga, em São Francisco do Sul;

12) José, consertador de fogões e ex-marinheiro que permaneceu no Egito cerca de 1 ano quando jovem, apelidado na infância de Sueco por ter sido loiro na infância e que teve 2 casamentos, tendo 2 filhos da primeira esposa, que era de uma família Novaes que residiu próxima do Mercado Municipal de Joinville-SC. Fazia aniversário em 19/MAR. Teve câncer mas faleceu em Joinville com 83 anos no primeiro semestre de 2013;

13) Mustafá (Musta), um dos mais claros destes irmãos, vendedor de pescados que tinha ginecomastia, era um pouco parecido com o famoso biólogo e escritor Stephen Jay Gould e faleceu solteiro e sem descendentes, sendo seu nome homenagem a um Mustaphá Ipê e Silva que era amigo de seu pai.

14 e 15) dois falecidos na infância.

* Uma das primas paternas da mãe do probando que se chamavam Glacy estudou muito. * Os pais e muitos dos irmãos do avô materno do probando tinham relacionamento muito bom com a família Castro que tinha pelo menos um membro funcionário do Porto de S. Francisco do Sul-SC.

3- Rosa Silveira – Costureira francisquense nascida em 07/MAR, segundo um documento em 1914 mas segundo ela em 1918. Teria sido a neta predileta do seu avô materno, o Maneco Ferreira, de quem herdou preciosa prataria e copos especiais. Trabalhou como empregada doméstica e viajava para São Paulo fazendo comércio de roupas. Faleceu em 23/AGO/1996. De estatura acima da média, pele morena clara que na velhice teve vitiligo, cabelos escuros, crespos e duros e olhos escuros brilhantes. Eversão do lábio inferior lembrando o tipo armenóide. Testa saliente. Mesorrinia tendendo um pouco para a platirrinia. Altruísta e muito supersticiosa. Parece que tinha bastante paranormalidade. Recorreu muito a práticas mediúnicas, tanto kardecistas como de cultos afro-brasileiros. De cultura geral extremamente reduzida e não pouca hipocrisia mas com uma certa perspicácia e um jeito engraçado. Fazia muitas confusões e era muito sentimental. Após o falecimento do marido passou a morar em uma casa de esquina num pequeno terreno, onde era vizinha de sua prima paterna Rita (filha de Lauro Silveira e da esposa deste, Júlia, que tinha rosto arredondado). Rita tinha olhos verdes e baixa estatura, uma irmã chamada Neri e deixou descendência do casamento com Ricardo Taschek, que trabalhava em estaleiro da empresa Hoepcke. Rita e Ricardo tiveram 3 filhas: 1) Lisete, que teve 2 casamentos; 2) Leda, que casou e teve 4 filhos e 3) Léia, casada com Arioci sobrinho da sra. Célia já citada aqui neste trabalho. O casal Rita e Ricardo acima referidos adotaram também um menino, Laurinho, que faleceu em acidente de moto. Minha avó Rosa teve cerca de 10 irmãos, sendo 2 deles gêmeos entre si dos quais um faleceu na infância. Houve outras ocorrências de gêmeos entre parentes próximos de Rosa.

Pelo menos alguns dos irmãos de Rosa foram: Hugo, Bento, Manoel, Mário, João, Joaquim, Pedro, Rosenda, Glória e Rita. Um de seus irmãos faleceu jovem com tuberculose. Se não me engano Hugo é que era juiz de paz na Vila da Glória e dele se dizia que parece ter sido assassinado. Manoel era muito religioso (católico) e teve vários filhos, dos quais conheci alguns. Mário tinha cabelo muito escuro, era calmo, afável e alcoólatra e seu corpo foi encontrado torrado pelos raios solares ao lado de estrada. Bento foi pai do Pedro de alta estatura que fazia jogo de bicho perto da Avenida das Palmeiras. Rosenda irmã de Rosa tinha estatura abaixo da média e pele clara e faleceu na Vila da Glória em 06/AGO/1982. Do casamento com José Krüger, daquela localidade, teve os seguintes filhos: 1) Noêmia, que foi para Florianópolis e casou com José Carlos Gevaerd, de quem teve pelo menos o filho Jean; 2) Maria do Carmo, nascida em 05/DEZ/1938 na Vila da Glória e casada com José Simão Machado, nascido em 05/JAN/1934 em Garuva-SC, tendo deste casamento os filhos a) Kátia, que casou em Joinville com Reginaldo José Ferreira; b) Sônia Maria, que casou em Joinville com Vilson Holz; c)Maria José, que casou em Joinville com Luiz Adami e d) Luiz Cláudio, que casou em Joinville com Rosangela Gonçalves da Maia; 3) Maria, que casou com o francisquense Luiz Guido Alves; 4) Ernesto, que casou na Vila da Glória com Maria de Lourdes Ledoux, que nasceu naquela localidade em 12/MAI/1942 e de quem teve os filhos Marcel, Marcio (que casou com Silvana Bertold, de Joinville), Reginaldo (que casou com a joinvilense Lúcia Fernandes Barbosa) e Rinaldo; 5) Pedro, nascido na Vila da Glória e casado com Rosalina Alves, de quem teve os filhos a) Cristiano, casado com Leila Mira; b) Jamile, casada com Rodrigo David Mira; c) Guilherme, casado com Vanderléia Borba; d) Grasiano, casado com Márcia Albuquerque e Natália, casada com Jonas Estácio Ferreira. Fui informado que uma das filhas desta Rosenda teve meningite.

Outra irmã da minha avó, Glória, de estatura abaixo da média, casou com um imigrante iugoslavo de sobrenome Dobrutnik, chamado de José Austríaco porque na época de sua imigração a Iugoslávia pertencia ao Império Austro-Húngaro. Deste ela teve os filhos Pedro, Antonio, Ana (a solteirona Nininha) e Maria (Mariquinha, que casou com um militar). Rita era de pele morena como a de minha avó paterna e foi professora do Ensino Fundamental. Sua filha Salete trabalhou em Joinville-SC na empresa Consul.

A esposa de um dos irmãos de Rosa era da família Davi, originária da Davy de origem judaica remanescente do Falanstério do Saí, tentativa de colonização de um tipo de socialismo interessante (utópico e não marxista) na parte continental de São Francisco do Sul. Rosalba Kruger era filha de uma prima de Rosa chamada Maria Carvalho da Silveira. Olindina Carvalho irmã de Maria (Marica) era prima de Rosa tanto por parte de pai quanto por parte de mãe. Consta que esta Marica era mais clara que Olindina. Esta Olindina deixou 3 filhas do casamento com Clemente Caldeira: Lurdes, Eimar e Eimair. Esta família Caldeira seria descendente do português José Antonio Caldeira, batizado em 09/SET/1802 com 2 dias de idade, filho legítimo de Domingos Antônio e de Ana Teresa, esta neta paterna de João Manoel e Maria Manoel e materna de Antônio Gomes Caldeira e Rubina Francisca.

     O sapateiro Sílvio, de rosto fino e alongado e filho de um irmão desta minha avó, se não me engano do Manoel, residia pelo menos até alguns anos atrás em Joinville na rua Urussanga. Casou com uma Castro de família francisquense, aquela ligada ao porto e que tinha membros com nomes lembrando locais geográficos, como Américo e Brasil. Um dos filhos deste casal trabalhou no Fórum em Joinville.

4- João Mário dos Santos – Marinheiro francisquense nascido em 18/OUT, promovido a vice-capitão do navio Copacabana um dia antes de desaparecer no mar, em 1952, perto do Rio de Janeiro-RJ. Segundo diversas pessoas altruísta demais e muito correto. Talvez lhe faltasse um pouco de iniciativa. Estatura mediana ou pouco abaixo da média, um pouco atarracado, o que lhe valeu o apelido de Borrachudo. Testa saliente, nariz e lábios finos, raiz nasal alta e rosto elíptico. Teve só um irmão, Antônio Onofre, que do casamento com Arminda Costa (de uma antiga família Pereira da Costa francisquense e parente de Acácio Pereira da Costa, o famoso Bandido da Luz Vermelha que parecia ter fortes traços de ameríndios) teve 2 filhos de estatura abaixo da média que pelo menos até recentemente residiam em São Francisco do Sul-SC.

Houve algumas explicações contraditórias para o sumiço deste meu avô. Conheci no movimento espírita catarinense o sr. Alípio Aguiar, que foi colega de trabalho dele no navio Copacabana e que me relatou que chamara a atenção o fato de os 2 pés de tamancos de meu avô, do tipo usado pela tripulação do navio, estarem alinhados perto da beirada deste. Segundo outra versão meu avô teria sido assassinado por ter descoberto irregularidades no navio. Antes de falecer tinha 2 livros das Testemunhas de Jeová.

* Em 26/MAR/1938 José Pereira da Costa compareceu com testemunhas no cartório de Curveta, terceiro da comarca de Joinville, para declarar o falecimento ocorrido no dia anterior, pelas 14:00, de José Pereira da Costa Jr., filho legítimo dele e de sua mulher Maria Ferreira Pereira.




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